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Criminosos fazem família refém durante festa de aniversário, mas ação rápida da PM evita tragédia em Pontes e Lacerda

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Quatro suspeitos invadiram residência, mantiveram 10 pessoas reféns e renderam vítimas sob ameaça de morte; negociação durou cerca de 30 minutos.

Uma ação rápida da Polícia Militar evitou uma possível tragédia na noite de quarta-feira (8), em Pontes e Lacerda (MT). Quatro criminosos armados invadiram uma residência na Avenida da Bahia durante a comemoração do aniversário da filha do proprietário do imóvel, fizeram diversas pessoas reféns e ameaçaram executar as vítimas.

De acordo com informações da Polícia Militar, a ocorrência foi registrada por volta das 23h50. As equipes foram acionadas via 190 após a denúncia de que homens encapuzados haviam invadido a residência do empresário Edinho Bronski.
Imediatamente, equipes do Oficial de Dia, da Força Tática, da ROTAM e da guarnição de São Domingos seguiram para o local e realizaram o cerco da residência, bloqueando os acessos da frente e dos fundos.
Durante a aproximação, os policiais perceberam a porta principal aberta e silêncio no interior da casa. Na parte dos fundos, ouviram os suspeitos tentando deixar o imóvel com uma caminhonete. A intervenção das equipes impediu a fuga, obrigando os criminosos a retornarem para dentro da residência. Nesse momento, o proprietário conseguiu escapar do imóvel.
Na sequência, policiais da Força Tática e da equipe do Oficial de Dia entraram na residência e encontraram os quatro criminosos mantendo 10 pessoas reféns. Quatro homens estavam na chamada “linha de fogo”, com armas apontadas para a cabeça, enquanto os suspeitos ameaçavam atirar a qualquer instante.
Ainda conforme a PM, duas vítimas apresentavam ferimentos na região da nuca provocados por coronhadas. Entre os presentes havia também um policial militar que conseguiu se esconder em um dos quartos da residência antes de ser localizado pelos assaltantes.
As equipes iniciaram uma negociação para a libertação dos reféns, que durou aproximadamente 30 minutos. Durante as conversas, os criminosos exigiram a presença da imprensa para que se entregassem. Após a chegada dos profissionais de comunicação e a transmissão ao vivo da ocorrência, os suspeitos aceitaram depor as armas e se renderam.
Os quatro homens foram algemados, tiveram as armas apreendidas e foram encaminhados ao 18º Batalhão da Polícia Militar para o registro da ocorrência. Eles deverão responder, entre outros crimes, por roubo, sequestro e cárcere privado, associação criminosa e posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito.
As vítimas foram libertadas sem ferimentos graves e receberam orientações para atendimento médico e demais procedimentos legais.
A ocorrência mobilizou equipes do Oficial de Dia, Força Tática, ROTAM e da guarnição de São Domingos, sob coordenação do 12º Comando Regional da Polícia Militar.
Por Radar Notícias
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Cáceres e Região

Câmara barra requerimento de Pastorello sobre contrato de 11,5 milhões

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Por Assessoria

Apenas PT e PL foram favoráveis ao requerimento que investiga o contrato de terceirização da Autarquia Águas do Pantanal.

Em mais uma ação de fiscalização, apenas Partido dos Trabalhadores (PT) e o Partido Liberal (PL) votaram juntos por um requerimento exigindo transparência em um contrato de R$ 11.417.544,00 firmado entre a Autarquia Águas do Pantanal e a COOPSERV’S, cujos documentos não estão no Portal da Transparência.

Partidos que habitam polos opostos do espectro político demonstraram compreender a premissa mais básica do mandato parlamentar: a fiscalização do dinheiro público. O vereador Cézare Pastorello (PT), autor do pedido, contou com os votos favoráveis de Jerônimo Gonçalves (PL), Elis Enfermeira (PL) e Pastor Júnior (PL). Do outro lado, a base governista atuou em bloco para blindar a caixa-preta da terceirização.

O Requerimento exigia as listas nominais dos prestadores de serviço, os recibos de pagamento e as justificativas técnicas para a criação de cargos com salários de mais de R$ 10 mil para funções subordinadas.

O ponto mais sensível do documento, e o que causou o maior incômodo no plenário, era a apuração de denúncias graves de desvio de finalidade. Há indícios de que o contrato milionário da cooperativa se transformou em um verdadeiro cabide de empregos. A suspeita que paira sobre a Autarquia é de que o esquema serve para acomodar fantasmas e indicações políticas diretas de alguns vereadores, utilizando o dinheiro do contribuinte cacerense para pagar cabos eleitorais disfarçados de terceirizados e garantir as votações favoráveis na Câmara.

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Ao rejeitar o requerimento, nove vereadores se colocaram contra a prestação de contas à sociedade: Franco Valério (PSB), Marcos Ribeiro (PSD), Manga (PSB), Pacheco (PP), Engenheiro Wesley (UB), Valdeníria (PSB), Jorge (PP), Magali (PP) e Professor Domingos (PSB). A sessão foi conduzida por Isaías Ribeiro (REP), que substituiu o ausente Negação (UB), e por presidir a mesa, não votou.

vereador Jerônimo Gonçalves (PL)

Para o autor da proposta, o placar não significa uma derrota do mandato, mas sim a exposição pública de quem tenta esconder a verdade. Usando a tribuna, Pastorello deixou claro que a rejeição na Câmara é apenas o primeiro passo para escalar a investigação. “A votação não é para ganhar ou perder, é para expor quem é que se coloca contra a fiscalização de indicações de cargos e a fantasmas dentro da autarquia”, declarou o parlamentar.

O histórico recente mostra que a blindagem no Legislativo costuma ruir quando os documentos chegam aos órgãos de controle externo. Foi o mandato de Pastorello, acionando o Ministério Público, que conseguiu defender os cofres públicos de um empréstimo obscuro de R$ 24,9 milhões da Prefeitura e barrar uma consultoria desnecessária de R$ 400 mil. Em ambos os casos, diante das investigações do MP, a própria administração municipal recuou e cancelou os trâmites.

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Com o levantamento sendo feito, agora, via Lei de Acesso à Informação, o destino do contrato da COOPSERV’S será o Ministério Público de Tutela do Patrimônio Público e o Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT).

A recusa de informações por parte da base governista evidencia uma blindagem perigosa com o controle externo, que não abala o vereador: “Fiscalizar com o apoio da Câmara é o ideal, mas enquanto vereador tenho as minhas outras ferramentas e irei usar”.

Na mesma sessão, outros dois requerimentos do vereador Pastorello foram aprovados: um para fiscalização de um contrato que recebeu R$ 632.402,00, mesmo com a fiscal de contrato informando que não havia documentos, e outro sobre a instalação do Fort Atacadista.

“Nós não perdemos. Ou a sociedade ganha comigo, ou aprende. Espero que a sociedade aprenda a ver que não negocia suas obrigações” finalizou Pastorello.

 

O requerimento rejeitado está à disposição da população neste link:
https://sapl.caceres.mt.leg.br/media/sapl/public/materialegislativa/2026/11532/r_-_2026_82_-_saap_-_cooperativa.pdf

 

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Granada antiga é encontrada no centro de Cáceres e detonada com segurança por equipe especializada

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Foto: 6º BATALHÃO DE POLÍCIA MILITAR

Da Redação – Expressão Notícias

Uma granada metálica antiga mobilizou equipes da Polícia Militar e do Esquadrão Antibomba nesta quinta-feira (9), após ser localizada na Rua 13 de Junho, na região central de Cáceres.

De acordo com a Polícia Militar de Mato Grosso, a ocorrência teve início após uma denúncia recebida pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (CIOSP), informando sobre a presença de um possível artefato explosivo no local.

Ao chegarem à área, os policiais militares confirmaram que se tratava de uma granada metálica antiga. Imediatamente, a região foi isolada para garantir a segurança de moradores, comerciantes e pessoas que circulavam pelo centro da cidade, seguindo os protocolos previstos para esse tipo de ocorrência.

Na sequência, o Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) realizou a remoção técnica do artefato. Posteriormente, uma equipe do Esquadrão Antibomba, deslocada de Cuiabá, efetuou a detonação controlada da granada, adotando todos os procedimentos técnicos e medidas de segurança necessárias.

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Segundo o comandante do 6º Batalhão de Polícia Militar, major PM S. Ferreira, não há qualquer indício de que o artefato tenha relação com ações de organizações criminosas ou com ocorrências criminais recentes registradas na região.

“A avaliação inicial indica que se trata de um artefato antigo, aparentemente abandonado, cuja destinação foi realizada de forma segura pelas equipes especializadas”, informou o oficial.

A Polícia Militar orienta que, ao encontrar qualquer objeto com características semelhantes às de um artefato explosivo, a população não tente manuseá-lo. A recomendação é manter distância do local e acionar imediatamente o serviço de emergência pelo telefone 190, permitindo que equipes especializadas adotem as providências necessárias.

A atuação integrada entre o 6º Batalhão da Polícia Militar, o BOPE e o Esquadrão Antibomba garantiu que a ocorrência fosse encerrada sem registro de feridos ou danos à população.

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