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Japuira – Operação da Polícia Civil apura homicídio ocorrido em Mirassol D’Oeste

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Assessoria | Polícia Civil – MT

A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (7.7), a Operação Japuíra, para cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão temporária, expedidos pela 3ª Vara da Comarca de Mirassol d’Oeste. A operação decorre da investigação que apura o homicídio de um homem, ocorrido em Mirassol d’Oeste, nas proximidades da região do Japuíra.

As diligências conduzidas pela Delegacia de Mirassol d’Oeste apontaram que o crime foi executado por um adolescente já apreendido no curso da investigação, havendo também a identificação de outro menor, que teria prestado apoio logístico à ação criminosa.

No aprofundamento das apurações, a Polícia Civil reuniu elementos indicando a participação de outros investigados maiores de idade, suspeitos de atuar no apoio material à execução, especialmente no fornecimento da arma de fogo e da motocicleta utilizadas no homicídio, bem como no monitoramento prévio da vítima momentos antes do crime.

Imagens de câmeras de segurança e outros elementos probatórios colhidos ao longo da investigação foram fundamentais para a individualização dos alvos.

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“As ordens judiciais cumpridas nesta terça-feira (7) têm por objetivo arrecadar novos elementos de prova, apreender objetos de interesse investigativo e assegurar o avanço da persecução penal em relação aos suspeitos apontados como participantes da empreitada criminosa”, afirmou o delegado Gustavo Ataide Fernandes Santos.

A operação contou com o apoio das equipes da Delegacia de Polícia de Araputanga, Delegacia de Polícia de São José dos Quatro Marcos/Rio Branco, 1ª Delegacia de Polícia de Cáceres e da Agência Local de Inteligência do 17º Batalhão da Polícia Militar de Mato Grosso.

“A investigação também apura a atuação dos envolvidos em contexto de facção criminosa e a possível utilização de adolescentes na prática do delito”, concluiu o delegado.

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Defesa a dignidade – TRE e MPT firmam acordo para fortalecer combate ao assédio nas Eleições de 2026

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Da assessoria

Prevenir e combater o assédio eleitoral no trabalho e o trabalho infantil nas Eleições Gerais de 2026. Esse é o objetivo do acordo de cooperação técnica firmado nesta segunda-feira (06.07) entre o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) e o Ministério Público do Trabalho em Mato Grosso (MPT). A solenidade contou com a presença da procuradora-chefe do MPT-MT, Thaylise Campos Coleta de Souza Zaffani, e da presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves.

O documento prevê a troca de informações com o objetivo de subsidiar inquéritos civis e ações judiciais voltados ao enfrentamento de condutas que caracterizem assédio eleitoral e trabalho infantil. O acordo também prevê o acesso mútuo ao Sistema Único de Denúncias (SUD) para registro das ocorrências. O MPT também se comprometeu a cooperar em ações de orientação, capacitação e campanhas institucionais.

Pelo acordo, o TRE-MT poderá, sempre que considerar oportuno e com o apoio do MPT, promover ações de divulgação da legislação brasileira referentes à vedação do assédio eleitoral e à idade mínima para o trabalho, dirigidas a candidatas e candidatos e à população em geral, por meio de treinamentos, palestras, audiências públicas e outros eventos.

Direito ao voto e à infância protegida

A presidente do TRE-MT ressaltou que o assédio eleitoral é uma grande ameaça à democracia. “O trabalho de combate ao assédio eleitoral e de enfrentamento do trabalho infantil nas campanhas é fundamental e diz respeito à segurança de próprio processo eleitoral. Se houver uma pessoa insegura por qualquer elemento, qualquer matéria, isso reflete também no bom exercício da Justiça Eleitoral. Então, eu estou muito contente com esse Termo de Cooperação que a gente acaba de assinar e é muito importante que as duas instituições trabalhem cooperativamente”, sublinhou a desembargadora Serly Marcondes Alves.

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Durante a assinatura, a procuradora-chefe do MPT destacou que a parceria visa garantir o direito ao voto livre e secreto, bem como a proteção à infância. “A Justiça Eleitoral e o Ministério Público do Trabalho têm se dedicado a prevenir e reprimir essas práticas ilegais, buscando garantir, especificamente em se tratando de assédio eleitoral, a liberdade e a segurança das trabalhadoras e dos trabalhadores durante o processo eleitoral, por meio da prevenção, da conscientização e da facilitação do acesso aos canais de denúncia”, afirmou.

“O assédio eleitoral é uma chaga que o nosso país vem enfrentando nos últimos anos. Infelizmente, a previsão é que ações desse tipo se repitam nas eleições de 2026 e nós queremos combater justamente isso. E a atuação conjunta dos órgãos é que será capaz de difundir essa nova mentalidade de que o assédio eleitoral não é algo que deve ser aceito ou praticado. Se você se sentir assediado a votar nesse ou naquele candidato, a fazer propaganda para esse ou para aquele candidato, saiba que instituições como o MPT e o TRE atuarão em sua defesa no sentido de defender a dignidade, a liberdade, um tratamento isonômico para todos”, complementou.
Dados

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O MPT-MT recebeu, em 2022, ano das últimas eleições gerais, 119 denúncias relativas a casos de assédio eleitoral em todo o estado – 80 empregadores(as) foram denunciados(as) e 12 Ações Civis Públicas (ACPs) foram interpostas, com obtenção de 11 liminares. Em todo o país, a instituição recebeu 3.370 denúncias sobre o tema – enviou 1.478 recomendações, firmou 572 Termos de Ajuste de Conduta (TACs) e ajuizou 50 ACPs. Os números representam um aumento expressivo em relação a 2018, quando o órgão registrou 219 denúncias.

Assédio eleitoral e idade mínima para o trabalho

O assédio eleitoral se caracteriza como a prática de coação, intimidação, ameaça ou constrangimento associados a um pleito eleitoral, com o potencial de influenciar ou manipular o voto, manifestação política ou apoio de trabalhadores(as) no local de trabalho ou situações relacionadas ao trabalho.

Considera-se trabalho infantil nas eleições a utilização de crianças e adolescentes em atividades de pré-campanha ou campanha eleitoral em desacordo com a legislação, especialmente aquelas realizadas por crianças e adolescentes com menos de 16 anos em vias e logradouros públicos, como panfletagem, militância e participação em atos políticos. Essas atividades expõem crianças e adolescentes a riscos e configuram práticas vedadas pelas normas de proteção integral, como a Lista das Piores Formas de Trabalho Infantil (Lista TIP).

 

Confira AQUI o acordo

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Defesa Civil e parceiros capacitam cerca de 80 brigadistas contra incêndios florestais em Cáceres

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Curso de formação realizado nos dias 6 e 7 de julho no Sindicato Rural preparou colaboradores de fazendas locais para o combate rápido a queimadas no período de estiagem.

Por: Joner Campos I Cáceres Notícias

Com o objetivo de descentralizar e fortalecer as ações integradas de prevenção e combate aos incêndios florestais na Região Oeste, a Defesa Civil, por meio do Comitê Municipal de Gestão do Fogo de Cáceres, realizou um curso intensivo de formação de brigadistas rurais. A capacitação ocorreu nesta segunda e terça-feira (6 e 7 de julho), preparando equipes para o enfrentamento técnico ao período crítico de estiagem.

A iniciativa foi realizada em cooperação direta com a 2ª Companhia Independente Bombeiro Militar (2ª CIBM) e o Sindicato Rural de Cáceres, cuja sede serviu de espaço para o desenvolvimento das instruções teóricas e práticas.

A formação focou na estruturação de respostas rápidas dentro das propriedades privadas da comarca. Cerca de 80 colaboradores de fazendas da região de Cáceres receberam as instruções técnicas, eles vão atuar como primeira linha de defesa contra focos de calor.
O treinamento visou garantir que o combate inicial aos incêndios ocorra de forma rápida e eficiente antes que as chamas atinjam áreas de preservação ou reservas ambientais complexas.

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Ao longo dos dois dias de evento, os participantes receberam orientações sobre comportamento do fogo, abertura de aceiros, uso correto de abafadores, bombas costais, técnicas de segurança pessoal e acionamento logístico das forças de segurança do Estado.

A coordenação do Comitê Municipal de Gestão do Fogo destacou que essa parceria com o Sindicato Rural é fundamental para criar um cinturão de proteção no entorno de Cáceres, uma das áreas historicamente mais impactadas pelas queimadas na Transpantaneira durante o segundo semestre. Os novos brigadistas receberam certificação oficial e passam a integrar a rede de monitoramento preventivo da Baixada Cuiabana e Fronteira Sudoeste.

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