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Rádio Assembleia estreia Bandas de Cá, com destaque para o rock mato-grossense

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A Rádio Assembleia 89,5 FM estreia, neste sábado (11), às 19h, o programa Bandas de Cá, voltado para a veiculação de músicas de bandas de rock mato-grossenses. A estreia, na semana em que se celebra o Dia Mundial do Rock (13 de julho), se junta às comemorações e reforça a importância desse gênero musical que segue firme unindo gerações. Além de muito som, será levada ao ar uma breve história sobre o rock produzido em Mato Grosso, desde os pioneiros até as bandas contemporâneas.

“O programa não se prenderá ao passado, porém não serão ignorados a história e os agentes que abriram caminhos para o rock feito no estado. Na primeira edição, por exemplo, vamos relembrar o período heroico da banda cuiabana Jacildo e Seus Rapazes e também ouvir o som mais recente da Vanguart ou dos Imitáveis”, explica o jornalista Edelson Santana, apresentador e roteirista dos episódios.

Ele ainda afirma que o maior desafio tem sido reunir músicas de tantas bandas de diferentes municípios para veicular na rádio. “São muitas bandas e nem todas têm gravações disponíveis em formato compatível para tocar na emissora. É um trabalho que envolve pesquisa até formar um acervo que possa representar a diversidade do rock que vem sendo apresentado no estado”, diz.

“É um trabalho de fã, de quem viveu a década do boom do rock nacional e por ele foi formado, mas também de alguém muito curioso a respeito da história da nossa música produzida ao longo do tempo”, complementa.

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A ideia de criação de um novo programa foi do radialista Cleber Dias e faz parte da preocupação da equipe em ocupar todos os espaços disponíveis na grade da rádio. Ele conta que alguns colegas foram chamados para apresentar o Segue o Som, um projeto mais simples, que exigiria basicamente o anúncio de músicas. Porém, na análise dele, o roteiro elaborado por Edelson dava para ser um programa com vida própria. “Propus a criação e até o nome Bandas de Cá, que brinca com a ideia de banda musical e a questão geográfica, regional”, explica Cleber, que assumiu a direção do programa.

Para ele, o Bandas de Cá vem para reforçar uma das principais características da rádio: valorizar e divulgar conteúdos de artistas locais. “A Rádio Assembleia é a emissora que mais toca música produzida em Mato Grosso. Já temos, inclusive, um programa de rock, o Sala de Rock, mas é de rock geral, nacional e mundial. Apenas de Mato Grosso ainda não tinha. Isso reafirma o nosso compromisso com a questão regional, que é o perfil de rádios educativas em geral, premissa que a gente segue e vai reforçar com certeza”, conclui Cleber Dias.

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O secretário adjunto de Comunicação da ALMT e superintendente da Rádio Assembleia, José Marques, ressalta o papel social exercido pela emissora, que vem cada vez mais procurando dar voz a todos os segmentos da sociedade mato-grossense por meio de sua programação.

“Além da importante prática da comunicação pública, que informa e incentiva a população para participar das atividades políticas diárias, a Rádio Assembleia também procura mostrar a variedade da produção artística e cultural do estado. Esse novo programa e os outros que já estão no ar refletem e ajudam a divulgar toda essa diversidade”, destaca.

O programa Bandas de Cá vai ao ar aos sábados, às 19h, na Rádio Assembleia 89,5 FM, e pode ser sintonizado também pela internet, no portal ALMT.

Dia Mundial do Rock – Surgiu por causa do festival Live Aid, realizado em 13 de julho de 1985, um megaevento que reuniu os maiores astros de rock da época para arrecadar recursos e combater a fome na Etiópia. A ideia de transformar a data em uma celebração anual foi lançada na apresentação do artista Phill Collins, que foi transmitida ao vivo para bilhões de telespectadores. Comemorada principalmente no Brasil, a data é lembrada anualmente com festivais, shows, eventos culturais e programações especiais nas rádios.

Fonte: ALMT – MT

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Embarcação da Marinha afunda durante largada do Festival de Pesca em Cáceres

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Uma embarcação da Marinha do Brasil afundou na manhã de domingo (5) durante a largada de uma das categorias do Festival Internacional de Pesca Esportiva (FIPe), no Rio Paraguai, em Cáceres, a 220 quilômetros de Cuiabá. O incidente foi registrado por pessoas que acompanhavam o início da competição. Não houve feridos.

Vídeos gravados por espectadores mostram o momento em que a embarcação perde estabilidade e afunda diante dos competidores e do público que acompanhava o evento às margens do rio. As imagens repercutiram nas redes sociais e causaram preocupação entre os presentes.

Nas gravações, testemunhas demonstram surpresa com o ocorrido. Em um dos vídeos, uma pessoa comenta o afundamento e questiona a presença de equipes da Marinha. Em outro, uma mulher pergunta se havia comunicação por rádio para acionar o socorro.

Durante a ocorrência, um helicóptero do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) sobrevoou a região onde ocorria a largada, acompanhando a movimentação. Em outro vídeo, um competidor afirma que o acidente gerava preocupação entre os participantes, mas é imediatamente contestado por outra pessoa que estava na embarcação.

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Por: Muvuca Popular

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Cáceres e Região

Jaú de 1,30 metro garante prêmio especial no Festival Internacional de Pesca Esportiva de Cáceres

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Uma das maiores emoções para um pescador é poder contar, com orgulho, a história do grande peixe que conseguiu fisgar. Não é raro que, com o passar do tempo, o peixe “cresça” um pouco no relato, ganhando alguns centímetros a mais, ficando mais pesado e tornando a captura ainda mais emocionante.

Na narrativa, não faltam detalhes, como  a força do peixe, a longa briga para retirá-lo da água e até histórias de puçá rasgado. Assim nascem as famosas “histórias de pescador”, que muitas vezes ficam apenas na memória, sem fotos ou testemunhas.

Mas, no Festival Internacional de Pesca Esportiva de Cáceres, a história é diferente. Ali, não há espaço para exageros. Os peixes são vistos, medidos, fotografados, registrados e, o mais importante, devolvidos ao rio, reforçando o compromisso com a pesca esportiva e a preservação das espécies.

Foi exatamente isso que aconteceu com o pescador Eder Max da equipe “Os Ariranhas”, que fisgou um impressionante jaú, conhecido como o gigante do Rio. O exemplar media 1,30 metro e encantou participantes e organização pela beleza e pelo porte.

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A captura garantiu à equipe de Eder Max a maior pontuação da competição e, como reconhecimento, o prêmio especial destinado ao maior peixe do festival, um motor de popa de 30 HP.

A secretária Alessandra Castilho comemorou a captura do belo exemplar e destacou a importância de eventos que unem esporte, turismo e conservação ambiental. Segundo ela, a devolução do jaú ao rio demonstra que é possível valorizar a pesca esportiva sem abrir mão da preservação das riquezas naturais do Pantanal.

Esdras Crepaldi / FIPe DRT 940 MT

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