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Eleições 2026 – Justiça Eleitoral realiza alteração em locais de votação de Cáceres, confira

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Assessoria
      Uma série de locais de votação passaram por mudanças no município de Cáceres. A Portaria nº 002/2026, assinada pelo juiz da 6ª Zona Eleitoral, Antônio Carlos Pereira de Sousa Junior, formalizou as alterações. Duas escolas foram excluídas do sistema da Justiça Eleitoral e outras duas foram desativadas temporariamente. Além disso, foi criado um local de votação, que, junto a outros dois já existentes, receberam as seções eleitorais. Confira as decisões completas ao final da matéria.
       Ao todo, 16 seções eleitorais e seis unidades escolares sofreram alterações. Segundo a chefe de Cartório da 6ª Zona Eleitoral, Daniele Cavalcante Dias, as mudanças foram necessárias para garantir mais conforto e segurança ao eleitorado. “Alguns dos locais que costumavam receber as seções eleitorais já não estão em funcionamento ou não possuem estrutura adequada. Por isso, após a vistoria da nossa equipe, encontramos locais que oferecem melhores condições aos eleitores”, declara.
        Daniele Cavalcante ainda destaca a importância de consultar o local de votação antes das eleições, para evitar transtornos no dia do pleito e garantir um processo mais organizado. É importante ressaltar que, nestes casos, o sistema da Justiça Eleitoral realiza a mudança de forma automática. Para consultar onde votar, a seção eleitoral ou para obter mais informações, acesse o site do TRE-MT ou pelo aplicativo e-Título, disponível nas plataformas iOS e Android.
Confira os detalhes
         O prédio da Escola Municipal (EM) São Francisco, localizado na zona rural de Cáceres, está desativado por tempo indeterminado e, portanto, já não é mais um local de votação. O mesmo procedimento foi realizado na Escola Estadual (EE) Professor João Florentino da Silva Neto, no distrito de Santo Antônio do Caramujo, visto que a estrutura física não é suficiente para a demanda apresentada.
        O prédio que recebeu as seções eleitorais das duas escolas fica na Escola Municipal Santo Antônio do Caramujo, localizada na BR-174, s/nº, no mesmo distrito. A unidade escolar passa a ser um local de votação a partir das Eleições 2026.
       Devido às reformas nas estruturas, as Escolas Municipais Marechal Rondon, na zona rural, e Raquel Ramão da Silva, bairro Rodeio, estarão indisponíveis para o próximo pleito.
       Assim, o Cartório Eleitoral fez a desativação temporária e transferência das seções eleitorais para outros locais de votação. Eleitores que votavam na seção única da EM Marechal Rondon passam a votar na Escola Estadual 12 de Outubro, localizada na BR-070, s/nº, Agrovila Nova Esperança. Já quem antes votava na EM Raquel Ramão da Silva passará para o Centro Universitário Estácio do Pantanal (FAPAN), na Avenida São Luiz, nº 2522, bairro Jardim Cidade Nova.
Confira, abaixo, as mudanças descritas de forma mais resumida:
         Cáceres possui um eleitorado de 62.368 pessoas. Deste total, 59.325 eleitores e eleitoras (95,12%) cadastraram a biometria. O município conta com 41 locais de votação e 234 seções eleitorais.
Estagiária: Laís Guilherme (supervisão de Nara Assis)
Crédito da imagem: Ronivon Barros
#PraTodosVerem: A imagem mostra uma visão aérea do município de Cáceres. A maior parte da imagem é tomada pela vegetação pantaneira e pelo rio. Ao fundo, é possível ver a cidade e, ainda mais distante, uma paisagem de montanhas.
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Câmara barra requerimento de Pastorello sobre contrato de 11,5 milhões

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Por Assessoria

Apenas PT e PL foram favoráveis ao requerimento que investiga o contrato de terceirização da Autarquia Águas do Pantanal.

Em mais uma ação de fiscalização, apenas Partido dos Trabalhadores (PT) e o Partido Liberal (PL) votaram juntos por um requerimento exigindo transparência em um contrato de R$ 11.417.544,00 firmado entre a Autarquia Águas do Pantanal e a COOPSERV’S, cujos documentos não estão no Portal da Transparência.

Partidos que habitam polos opostos do espectro político demonstraram compreender a premissa mais básica do mandato parlamentar: a fiscalização do dinheiro público. O vereador Cézare Pastorello (PT), autor do pedido, contou com os votos favoráveis de Jerônimo Gonçalves (PL), Elis Enfermeira (PL) e Pastor Júnior (PL). Do outro lado, a base governista atuou em bloco para blindar a caixa-preta da terceirização.

O Requerimento exigia as listas nominais dos prestadores de serviço, os recibos de pagamento e as justificativas técnicas para a criação de cargos com salários de mais de R$ 10 mil para funções subordinadas.

O ponto mais sensível do documento, e o que causou o maior incômodo no plenário, era a apuração de denúncias graves de desvio de finalidade. Há indícios de que o contrato milionário da cooperativa se transformou em um verdadeiro cabide de empregos. A suspeita que paira sobre a Autarquia é de que o esquema serve para acomodar fantasmas e indicações políticas diretas de alguns vereadores, utilizando o dinheiro do contribuinte cacerense para pagar cabos eleitorais disfarçados de terceirizados e garantir as votações favoráveis na Câmara.

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Ao rejeitar o requerimento, nove vereadores se colocaram contra a prestação de contas à sociedade: Franco Valério (PSB), Marcos Ribeiro (PSD), Manga (PSB), Pacheco (PP), Engenheiro Wesley (UB), Valdeníria (PSB), Jorge (PP), Magali (PP) e Professor Domingos (PSB). A sessão foi conduzida por Isaías Ribeiro (REP), que substituiu o ausente Negação (UB), e por presidir a mesa, não votou.

vereador Jerônimo Gonçalves (PL)

Para o autor da proposta, o placar não significa uma derrota do mandato, mas sim a exposição pública de quem tenta esconder a verdade. Usando a tribuna, Pastorello deixou claro que a rejeição na Câmara é apenas o primeiro passo para escalar a investigação. “A votação não é para ganhar ou perder, é para expor quem é que se coloca contra a fiscalização de indicações de cargos e a fantasmas dentro da autarquia”, declarou o parlamentar.

O histórico recente mostra que a blindagem no Legislativo costuma ruir quando os documentos chegam aos órgãos de controle externo. Foi o mandato de Pastorello, acionando o Ministério Público, que conseguiu defender os cofres públicos de um empréstimo obscuro de R$ 24,9 milhões da Prefeitura e barrar uma consultoria desnecessária de R$ 400 mil. Em ambos os casos, diante das investigações do MP, a própria administração municipal recuou e cancelou os trâmites.

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Com o levantamento sendo feito, agora, via Lei de Acesso à Informação, o destino do contrato da COOPSERV’S será o Ministério Público de Tutela do Patrimônio Público e o Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT).

A recusa de informações por parte da base governista evidencia uma blindagem perigosa com o controle externo, que não abala o vereador: “Fiscalizar com o apoio da Câmara é o ideal, mas enquanto vereador tenho as minhas outras ferramentas e irei usar”.

Na mesma sessão, outros dois requerimentos do vereador Pastorello foram aprovados: um para fiscalização de um contrato que recebeu R$ 632.402,00, mesmo com a fiscal de contrato informando que não havia documentos, e outro sobre a instalação do Fort Atacadista.

“Nós não perdemos. Ou a sociedade ganha comigo, ou aprende. Espero que a sociedade aprenda a ver que não negocia suas obrigações” finalizou Pastorello.

 

O requerimento rejeitado está à disposição da população neste link:
https://sapl.caceres.mt.leg.br/media/sapl/public/materialegislativa/2026/11532/r_-_2026_82_-_saap_-_cooperativa.pdf

 

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Granada antiga é encontrada no centro de Cáceres e detonada com segurança por equipe especializada

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Foto: 6º BATALHÃO DE POLÍCIA MILITAR

Da Redação – Expressão Notícias

Uma granada metálica antiga mobilizou equipes da Polícia Militar e do Esquadrão Antibomba nesta quinta-feira (9), após ser localizada na Rua 13 de Junho, na região central de Cáceres.

De acordo com a Polícia Militar de Mato Grosso, a ocorrência teve início após uma denúncia recebida pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (CIOSP), informando sobre a presença de um possível artefato explosivo no local.

Ao chegarem à área, os policiais militares confirmaram que se tratava de uma granada metálica antiga. Imediatamente, a região foi isolada para garantir a segurança de moradores, comerciantes e pessoas que circulavam pelo centro da cidade, seguindo os protocolos previstos para esse tipo de ocorrência.

Na sequência, o Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) realizou a remoção técnica do artefato. Posteriormente, uma equipe do Esquadrão Antibomba, deslocada de Cuiabá, efetuou a detonação controlada da granada, adotando todos os procedimentos técnicos e medidas de segurança necessárias.

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Segundo o comandante do 6º Batalhão de Polícia Militar, major PM S. Ferreira, não há qualquer indício de que o artefato tenha relação com ações de organizações criminosas ou com ocorrências criminais recentes registradas na região.

“A avaliação inicial indica que se trata de um artefato antigo, aparentemente abandonado, cuja destinação foi realizada de forma segura pelas equipes especializadas”, informou o oficial.

A Polícia Militar orienta que, ao encontrar qualquer objeto com características semelhantes às de um artefato explosivo, a população não tente manuseá-lo. A recomendação é manter distância do local e acionar imediatamente o serviço de emergência pelo telefone 190, permitindo que equipes especializadas adotem as providências necessárias.

A atuação integrada entre o 6º Batalhão da Polícia Militar, o BOPE e o Esquadrão Antibomba garantiu que a ocorrência fosse encerrada sem registro de feridos ou danos à população.

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