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PRF apreende Toyota Hilux com sinais de adulteração na BR‑070 em Cáceres (MT)

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, na noite desta terça-feira (05), uma Toyota Hilux com indícios de adulteração de sinal identificador, em Cáceres (MT). A ocorrência foi registrada na BR-070, km 726.

Durante fiscalização na área urbana do município, uma equipe da PRF localizou a picape estacionada em via pública. Após consulta aos sistemas e verificação veicular, foi constatado que o número do chassi não correspondia à marca e ao modelo registrados, indicando possível fraude no registro do veículo.

Com apoio da Polícia Militar de Mato Grosso (PMMT), o responsável pelo veículo foi localizado. Ele informou ter adquirido a caminhonete recentemente, em negociação com uma pessoa de outro estado, mas não apresentou documentação comprobatória no momento da ocorrência.

Diante dos indícios, o veículo e o responsável foram encaminhados à 1ª Delegacia de Polícia Civil de Cáceres, para os procedimentos cabíveis.

A ocorrência, em tese, envolve o crime de adulteração de sinal identificador de veículo automotor, previsto no artigo 311 do Código Penal.

A PRF reforça que a fiscalização e o combate a fraudes veiculares contribuem para a segurança pública, a proteção patrimonial e a retirada de circulação de veículos em situação irregular.

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Fonte: PRF – MT

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Cáceres: Policiais estouram ponto de encontro de facção, apreendem arma e prendem dois

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Denúncia anônima levou os militares a flagrarem os suspeitos armados no quintal. Dupla estava com pistola calibre .40, maconha e cocaína

Por: Thomas Eliton | O Livre

Equipes do 6º Comando Regional da Polícia Militar prenderam dois homens faccionados, de 19 e 20 anos, por porte ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas, na noite desta terça-feira (21.7), em Cáceres. Com a dupla, foram apreendidas uma pistola, munições e porções de maconha e cocaína.

Os criminosos foram localizados após a PM receber uma denúncia sobre faccionados reunidos em uma residência, no bairro Santos Dumont, planejando crimes que seriam praticados na cidade.

Os militares seguiram ao endereço informado e fizeram monitoramento prévio, quando viram os suspeitos reunidos no quintal e um deles com uma arma de fogo em mãos. Em seguida, a PM entrou no imóvel e os suspeitos fugiram, pulando o muro da residência em direção a casas vizinhas.

Eles foram perseguidos pela PM, que encontrou um dos homens escondido no banheiro de um imóvel vizinho e o outro suspeito no fundo do residencial de quitinetes onde foram vistos inicialmente. Com um deles, foi localizada uma pistola carregada com 13 munições de calibre .40.

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Em seguida, os policiais retornaram com os suspeitos para o endereço inicial e fizeram buscas, encontrando porções de substâncias análogas à maconha e à cocaína e mais munições de calibre .40, além de materiais usados no tráfico de drogas.

Os homens confessaram serem membros de uma facção, receberam voz de prisão e foram levados para a delegacia de Cáceres para registro da ocorrência e demais providências.

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Sindicato pede transferência de presos de Cáceres, Araputanga e Mirassol após denúncia que afastou 22 policiais penais por suspeita de tortura em MT

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Entidade afirma que remanejamento dos detentos denunciantes seria menos oneroso e reduziria impactos aos servidores, mas pedido liminar foi negado pela Justiça.

Por g1 MT — Mato Grosso

O Sindicato dos Policiais Penais de Mato Grosso (Sindsppen-MT) pediu à Justiça que os presos responsáveis por denunciar supostas irregularidades nas cadeias de Araputanga, Cáceres e Mirassol D’Oeste sejam transferidos para outras unidades do sistema prisional, em substituição ao afastamento de 22 policiais penais determinado pelo Tribunal de Justiça. A entidade argumenta que a medida protegeria os detentos e evitaria prejuízos financeiros e funcionais aos servidores.

O pedido foi apresentado em um mandado de segurança coletivo contra a decisão do desembargador Orlando Perri, em maio deste ano. Segundo o sindicato, a remoção dos custodiados para unidades como a Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá, ou a Penitenciária de Sinop, seria uma alternativa prevista na Lei de Execução Penal e com menor impacto aos cofres públicos do que o remanejamento compulsório dos policiais.

Ao todo, foram afastados 10 servidores da Cadeia Pública de Araputanga, nove da Cadeia Pública Masculina de Cáceres e três da Cadeia Pública de Mirassol D’Oeste. Os policiais permaneceram em atividade, mas passaram a desempenhar exclusivamente funções administrativas em unidades diferentes daquelas onde atuavam.
O sindicato ainda alegou que a decisão resultou em aumento da carga de trabalho. Conforme a entidade, a ausência de transporte oficial e a necessidade de deslocamentos diários entre municípios elevaram a jornada semanal para aproximadamente 50 horas, comprometendo a saúde física e mental dos profissionais.

O pedido de liminar, porém, foi negado pelo desembargador Gilberto Giraldelli. Na decisão, o magistrado considerou que uma eventual transferência dos presos envolve questões relacionadas à administração do sistema penitenciário e à situação processual dos custodiados, não sendo possível determinar essa providência em caráter de urgência. Também destacou que o afastamento dos policiais busca preservar as investigações e evitar possíveis retaliações contra os detentos que prestaram depoimentos.

A medida foi adotada após inspeções realizadas pelo Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF) entre os dias 2 e 4 de março de 2026 apontarem indícios de práticas de tortura, maus-tratos e outras violações de direitos humanos contra pessoas privadas de liberdade em cinco unidades prisionais de Mato Grosso.

Na ocasião, o magistrado determinou o afastamento cautelar de 22 policiais penais que atuavam diretamente com os detentos nas cadeias públicas de Araputanga, Cáceres e Mirassol D’Oeste. Os servidores permaneceram em atividade, mas passaram a exercer apenas funções administrativas em unidades diferentes das que trabalhavam anteriormente. A decisão também estabeleceu medidas para garantir a proteção dos presos que prestaram depoimentos às autoridades e preservar o andamento das investigações.

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