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EM MIRASSOL D’OESTE Corpo de Bombeiros Militar resgata vítima após caminhão atingir residência Vítima foi resgatada consciente, orientada e sem ferimentos graves

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) resgatou uma mulher que ficou presa sob os escombros de uma residência após um caminhão atingir o imóvel, na madrugada desta terça-feira (21.7), em Mirassol d’Oeste (a 297 km de Cuiabá).

A equipe do 7º Núcleo de Bombeiro Militar (7º NBM) foi acionada por volta de 00h25 para atender à ocorrência. A informação inicial era de que um caminhão havia colidido contra uma residência, deixando uma pessoa presa sob os escombros. Imediatamente, duas viaturas foram empenhadas no atendimento.

Ao chegarem ao local, os bombeiros confirmaram a presença de uma única vítima e iniciaram o gerenciamento da ocorrência. Após a avaliação dos riscos e diante da possibilidade de colapso da estrutura, a equipe realizou a estabilização da edificação. Na sequência, empregou técnicas de busca e salvamento para acessar e retirar a vítima com segurança.

Após aproximadamente 35 minutos de trabalho, a vítima foi resgatada consciente, orientada e sem indícios aparentes de ferimentos graves. Em seguida, recebeu atendimento pré-hospitalar e foi encaminhada a uma unidade de saúde para avaliação médica adequada.

A ocorrência contou ainda com o apoio da Polícia Militar.
Com informações da SECOM -MT
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Cáceres: Policiais estouram ponto de encontro de facção, apreendem arma e prendem dois

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Denúncia anônima levou os militares a flagrarem os suspeitos armados no quintal. Dupla estava com pistola calibre .40, maconha e cocaína

Por: Thomas Eliton | O Livre

Equipes do 6º Comando Regional da Polícia Militar prenderam dois homens faccionados, de 19 e 20 anos, por porte ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas, na noite desta terça-feira (21.7), em Cáceres. Com a dupla, foram apreendidas uma pistola, munições e porções de maconha e cocaína.

Os criminosos foram localizados após a PM receber uma denúncia sobre faccionados reunidos em uma residência, no bairro Santos Dumont, planejando crimes que seriam praticados na cidade.

Os militares seguiram ao endereço informado e fizeram monitoramento prévio, quando viram os suspeitos reunidos no quintal e um deles com uma arma de fogo em mãos. Em seguida, a PM entrou no imóvel e os suspeitos fugiram, pulando o muro da residência em direção a casas vizinhas.

Eles foram perseguidos pela PM, que encontrou um dos homens escondido no banheiro de um imóvel vizinho e o outro suspeito no fundo do residencial de quitinetes onde foram vistos inicialmente. Com um deles, foi localizada uma pistola carregada com 13 munições de calibre .40.

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Em seguida, os policiais retornaram com os suspeitos para o endereço inicial e fizeram buscas, encontrando porções de substâncias análogas à maconha e à cocaína e mais munições de calibre .40, além de materiais usados no tráfico de drogas.

Os homens confessaram serem membros de uma facção, receberam voz de prisão e foram levados para a delegacia de Cáceres para registro da ocorrência e demais providências.

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Sindicato pede transferência de presos de Cáceres, Araputanga e Mirassol após denúncia que afastou 22 policiais penais por suspeita de tortura em MT

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Entidade afirma que remanejamento dos detentos denunciantes seria menos oneroso e reduziria impactos aos servidores, mas pedido liminar foi negado pela Justiça.

Por g1 MT — Mato Grosso

O Sindicato dos Policiais Penais de Mato Grosso (Sindsppen-MT) pediu à Justiça que os presos responsáveis por denunciar supostas irregularidades nas cadeias de Araputanga, Cáceres e Mirassol D’Oeste sejam transferidos para outras unidades do sistema prisional, em substituição ao afastamento de 22 policiais penais determinado pelo Tribunal de Justiça. A entidade argumenta que a medida protegeria os detentos e evitaria prejuízos financeiros e funcionais aos servidores.

O pedido foi apresentado em um mandado de segurança coletivo contra a decisão do desembargador Orlando Perri, em maio deste ano. Segundo o sindicato, a remoção dos custodiados para unidades como a Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá, ou a Penitenciária de Sinop, seria uma alternativa prevista na Lei de Execução Penal e com menor impacto aos cofres públicos do que o remanejamento compulsório dos policiais.

Ao todo, foram afastados 10 servidores da Cadeia Pública de Araputanga, nove da Cadeia Pública Masculina de Cáceres e três da Cadeia Pública de Mirassol D’Oeste. Os policiais permaneceram em atividade, mas passaram a desempenhar exclusivamente funções administrativas em unidades diferentes daquelas onde atuavam.
O sindicato ainda alegou que a decisão resultou em aumento da carga de trabalho. Conforme a entidade, a ausência de transporte oficial e a necessidade de deslocamentos diários entre municípios elevaram a jornada semanal para aproximadamente 50 horas, comprometendo a saúde física e mental dos profissionais.

O pedido de liminar, porém, foi negado pelo desembargador Gilberto Giraldelli. Na decisão, o magistrado considerou que uma eventual transferência dos presos envolve questões relacionadas à administração do sistema penitenciário e à situação processual dos custodiados, não sendo possível determinar essa providência em caráter de urgência. Também destacou que o afastamento dos policiais busca preservar as investigações e evitar possíveis retaliações contra os detentos que prestaram depoimentos.

A medida foi adotada após inspeções realizadas pelo Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF) entre os dias 2 e 4 de março de 2026 apontarem indícios de práticas de tortura, maus-tratos e outras violações de direitos humanos contra pessoas privadas de liberdade em cinco unidades prisionais de Mato Grosso.

Na ocasião, o magistrado determinou o afastamento cautelar de 22 policiais penais que atuavam diretamente com os detentos nas cadeias públicas de Araputanga, Cáceres e Mirassol D’Oeste. Os servidores permaneceram em atividade, mas passaram a exercer apenas funções administrativas em unidades diferentes das que trabalhavam anteriormente. A decisão também estabeleceu medidas para garantir a proteção dos presos que prestaram depoimentos às autoridades e preservar o andamento das investigações.

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