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Jerônimo Gonçalves deve oficializar candidatura a deputado estadual por Cáceres na Convenção do PL nesta quarta-feira

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vereador Jerônimo Gonçalves (PL)

Sinézio Alcântara – Expressão Notícias
A convenção estadual do Partido Liberal (PL) em Mato Grosso, nesta quarta-feira (22) em Cuiabá, oficializa a candidatura do senador Wellington Fagundes ao governo estadual e do deputado federal José Medeiros ao Senado, além de definir os nomes para a Câmara Federal e a Assembleia Legislativa.

A solenidade acontece das 9h às 12h, na sede do partido localizada no bairro Goiabeiras, em Cuiabá. Entre os nomes postulantes à Assembleia Legislativa, está o do vereador Jerônimo Gonçalves, que deve oficializar sua candidatura a deputado estadual pelo município de Cáceres.

O nome de Jerônimo foi definido há menos de 48 horas das convenções. Ele substitui o empresário presidente do diretório municipal Ricardo Castella que desistiu da disputa.

A escolha entre os dirigentes, recaiu para o vereador devido sua forte atuação na Câmara Municipal, principalmente, na relatoria da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Obras que apontou supostas irregularidades em obras públicas do município, requerendo o afastamento de vários servidores da administração.

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As convenções partidárias servem para escolher os candidatos que vão disputar cada cargo, assim como discutir a formação de coligações — quando os partidos se unem para disputar uma eleição em aliança. A partir daí, as campanhas começam a ganhar forma.

O candidato, para que obtenha o deferimento do seu registro de candidatura, deverá, necessariamente, ter sido escolhido em convenção. Depois da convenção, os pré-candidatos passam a ser considerados candidatos.

Para este ano, os partidos precisam definir quem vai disputar os cargos de: presidente; governador; senador (duas vagas em disputa por estado); deputado federal; deputado estadual e distrital (no caso do DF).

O prazo das convenções vai até 5 de agosto. Depois disso, os candidatos escolhidos deverão ser registrados na Justiça Eleitoral, o que deve ocorrer até 15 de agosto. No dia seguinte, a campanha começa oficialmente, com propaganda e eventos de campanha liberados nas ruas e na internet.

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Cáceres: Policiais estouram ponto de encontro de facção, apreendem arma e prendem dois

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Denúncia anônima levou os militares a flagrarem os suspeitos armados no quintal. Dupla estava com pistola calibre .40, maconha e cocaína

Por: Thomas Eliton | O Livre

Equipes do 6º Comando Regional da Polícia Militar prenderam dois homens faccionados, de 19 e 20 anos, por porte ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas, na noite desta terça-feira (21.7), em Cáceres. Com a dupla, foram apreendidas uma pistola, munições e porções de maconha e cocaína.

Os criminosos foram localizados após a PM receber uma denúncia sobre faccionados reunidos em uma residência, no bairro Santos Dumont, planejando crimes que seriam praticados na cidade.

Os militares seguiram ao endereço informado e fizeram monitoramento prévio, quando viram os suspeitos reunidos no quintal e um deles com uma arma de fogo em mãos. Em seguida, a PM entrou no imóvel e os suspeitos fugiram, pulando o muro da residência em direção a casas vizinhas.

Eles foram perseguidos pela PM, que encontrou um dos homens escondido no banheiro de um imóvel vizinho e o outro suspeito no fundo do residencial de quitinetes onde foram vistos inicialmente. Com um deles, foi localizada uma pistola carregada com 13 munições de calibre .40.

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Em seguida, os policiais retornaram com os suspeitos para o endereço inicial e fizeram buscas, encontrando porções de substâncias análogas à maconha e à cocaína e mais munições de calibre .40, além de materiais usados no tráfico de drogas.

Os homens confessaram serem membros de uma facção, receberam voz de prisão e foram levados para a delegacia de Cáceres para registro da ocorrência e demais providências.

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Sindicato pede transferência de presos de Cáceres, Araputanga e Mirassol após denúncia que afastou 22 policiais penais por suspeita de tortura em MT

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Entidade afirma que remanejamento dos detentos denunciantes seria menos oneroso e reduziria impactos aos servidores, mas pedido liminar foi negado pela Justiça.

Por g1 MT — Mato Grosso

O Sindicato dos Policiais Penais de Mato Grosso (Sindsppen-MT) pediu à Justiça que os presos responsáveis por denunciar supostas irregularidades nas cadeias de Araputanga, Cáceres e Mirassol D’Oeste sejam transferidos para outras unidades do sistema prisional, em substituição ao afastamento de 22 policiais penais determinado pelo Tribunal de Justiça. A entidade argumenta que a medida protegeria os detentos e evitaria prejuízos financeiros e funcionais aos servidores.

O pedido foi apresentado em um mandado de segurança coletivo contra a decisão do desembargador Orlando Perri, em maio deste ano. Segundo o sindicato, a remoção dos custodiados para unidades como a Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá, ou a Penitenciária de Sinop, seria uma alternativa prevista na Lei de Execução Penal e com menor impacto aos cofres públicos do que o remanejamento compulsório dos policiais.

Ao todo, foram afastados 10 servidores da Cadeia Pública de Araputanga, nove da Cadeia Pública Masculina de Cáceres e três da Cadeia Pública de Mirassol D’Oeste. Os policiais permaneceram em atividade, mas passaram a desempenhar exclusivamente funções administrativas em unidades diferentes daquelas onde atuavam.
O sindicato ainda alegou que a decisão resultou em aumento da carga de trabalho. Conforme a entidade, a ausência de transporte oficial e a necessidade de deslocamentos diários entre municípios elevaram a jornada semanal para aproximadamente 50 horas, comprometendo a saúde física e mental dos profissionais.

O pedido de liminar, porém, foi negado pelo desembargador Gilberto Giraldelli. Na decisão, o magistrado considerou que uma eventual transferência dos presos envolve questões relacionadas à administração do sistema penitenciário e à situação processual dos custodiados, não sendo possível determinar essa providência em caráter de urgência. Também destacou que o afastamento dos policiais busca preservar as investigações e evitar possíveis retaliações contra os detentos que prestaram depoimentos.

A medida foi adotada após inspeções realizadas pelo Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF) entre os dias 2 e 4 de março de 2026 apontarem indícios de práticas de tortura, maus-tratos e outras violações de direitos humanos contra pessoas privadas de liberdade em cinco unidades prisionais de Mato Grosso.

Na ocasião, o magistrado determinou o afastamento cautelar de 22 policiais penais que atuavam diretamente com os detentos nas cadeias públicas de Araputanga, Cáceres e Mirassol D’Oeste. Os servidores permaneceram em atividade, mas passaram a exercer apenas funções administrativas em unidades diferentes das que trabalhavam anteriormente. A decisão também estabeleceu medidas para garantir a proteção dos presos que prestaram depoimentos às autoridades e preservar o andamento das investigações.

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