Cáceres e Região

Policial é morto a tiros durante aula de jiu-jitsu em VG

Published

on

O policial militar Renato Oliveira Aragão, de 32 anos, foi assassinado a tiros na noite desta terça-feira (4), enquanto ministrava aulas de jiu-jitsu no bairro Cristo Rei, em Várzea Grande. O suspeito pelo crime, um homem de 33 anos cuja identidade não foi divulgada, foi imobilizado pelos alunos até a chegada das forças de segurança para a prisão.

Policial é morto a tiros durante aula de jiu-jitsu e alunos imobilizam suspeito até chegada da PM

(O suspeito do crime, um homem de 33 anos cuja identidade não foi divulgada, foi imobilizado pelos alunos da vítima até chegada da polícia. – Fotos: Reprodução) – Conforme as informações do 2º Comando Regional da PM, Aragão estava ministrando aulas de lutas marciais de um projeto social do 25º Batalhão, quando foi surpreendido pelo assassino, que invadiu o local e efetuou diversos disparos de arma de fogo contra o militar.

Os próprios alunos do projeto imobilizaram e detiveram o criminoso e acionaram a Polícia Militar. Renato chegou a ser socorrido ainda com vida, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu.

O suspeito pelo crime foi preso e conduzido para a Central de Flagrantes de Várzea Grande, onde foi entregue à Polícia Civil.

Leia mais:   Pai Presente: privados de liberdade reconhecem paternidade durante audiência online em Cáceres

A motivação do crime ainda não foi esclarecida.

 O comandante do 2º Comando Regional, coronel Ricardo Mendes, lamentou o assassinato do policial militar mas enfatizou a rápida ação policial que resultou na prisão do suspeito do homicídio.

“É uma triste perda para nossa corporação, de um policial que estava exercendo a função social e teve sua vida interrompida covardemente. Felizmente, apesar da situação triste, conseguimos deter o assassino e levá-lo preso. Esperamos que a Justiça seja feita de forma rápida e desejamos que Deus conforte todos os familiares e amigos pela perda do cabo Aragão.

As informações sobre velório e sepultamento do militar ainda não foram divulgadas

 

Por: Primeira Página MT

Comentários Facebook

Cáceres e Região

Peixe popular no Brasil entra em risco de extinção e pode ter venda proibida

Published

on

Foto: Embrapa

Por Augusto Castro/Primeira Página

O tambaqui (Colossoma macropomum), um dos peixes mais consumidos na região Norte do Brasil, entrou na lista de animais ameaçados de extinção e pode ter a pesca proibida em todo o país. A medida, porém, ainda não está valendo e depende de uma etapa prevista pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA).

A espécie foi incluída na lista de animais ameaçados em 27 de abril. A classificação acendeu um alerta para a conservação do tambaqui, cuja população apresenta sinais de queda e pode enfrentar novas restrições caso não haja um plano para recuperar os estoques.

Apesar da inclusão na lista, a pesca do tambaqui não foi proibida imediatamente. A Portaria nº 1.666 estabeleceu um prazo de 180 dias para a elaboração e aprovação de um plano de recuperação populacional da espécie.

Tambaqui (Colossoma macropomum). (Foto: Embrapa)

Tambaqui (Colossoma macropomum). (Foto: Embrapa)

O prazo termina em 25 de outubro. Caso o plano não seja apresentado e aprovado até essa data, a pesca do tambaqui poderá ser proibida em todo o território nacional a partir do fim de outubro.

Leia mais:   Integração entre Mato Grosso e Bolívia fortalece oportunidades para os municípios

Tambaqui é um peixe ameaçado de extinção?

Conforme o Sistema de Avaliação do Risco de Extinção da Biodiversidade (SALVE), gerenciado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o peixe está classificado como “Vulnerável”.

A categoria indica que o peixe enfrenta risco de extinção na natureza e exige medidas de conservação para evitar uma piora do quadro.

A classificação considera projeções de declínio da população. No caso do tambaqui, a estimativa aponta uma redução de 43,4% ao longo de três gerações.

Comentários Facebook
Continue Reading

Cáceres e Região

Pai Presente: privados de liberdade reconhecem paternidade durante audiência online em Cáceres

Published

on

Dois pais privados de liberdade deram um passo decisivo, nesta terça-feira (4), para fazer parte da vida de suas filhas. Durante audiências de reconhecimento espontâneo de paternidade realizadas pelo Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) da Comarca de Cáceres (218km de Cuiabá), ambos garantiram às crianças o direito de terem o nome do pai e dos avós paternos na certidão de nascimento.
As audiências integram a programação do Mutirão Pai Presente, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em parceria com os tribunais de Justiça de todo o país, entre os dias 3 e 7 de julho. As audiências foram realizadas por videoconferência com os pais, que estão custodiados na Cadeia Pública de Cáceres. A sessão foi conduzida pela mediadora Débora Ferreira da Silva Lizieri, com a participação do defensor público Antônio Góes de Araújo.
Embora compartilhem a mesma condição de privação de liberdade e de terem conhecido as filhas por meio de uma tela de computador, suas histórias têm caminhos diferentes.
Na primeira audiência, um pai já maduro, que vive em união estável com a mãe da criança desde junho de 2025, mas foi preso cerca de dois meses antes do nascimento da menina, ocorrido em 10 de julho deste ano. Não acompanhou a reta final da gestação, o parto e nem pôde segurá-la nos braços.
Logo após a assinatura do termo de reconhecimento, fez uma pergunta emocionada: “Posso ver minha filha?” Sua mulher então mostrou a bebê para ele, que chorou e fez uma oração, pedindo a Deus que cuidasse da menina e que ela nunca se esquecesse dele.
Além do reconhecimento da paternidade, o casal solicitou a formalização da união estável, existente desde junho de 2025. A medida permitirá que a mãe seja orientada pela Defensoria Pública para requerer autorização judicial para visitar o pai na unidade prisional com a criança, possibilitando o primeiro encontro presencial entre os dois.
Na segunda audiência, um jovem pai também viu pela primeira vez a filha, nascida em 10 de junho de 2026. Diferentemente do primeiro caso, os jovens pais não mantêm um relacionamento. Após o reconhecimento voluntário, a mãe foi orientada a procurar a Defensoria Pública para receber assistência jurídica quanto ao pedido de pensão alimentícia, garantindo à criança todos os direitos decorrentes da filiação.
Em ambos os casos, o reconhecimento foi consensual, dispensando a necessidade de uma ação judicial.
Com a homologação dos acordos, o Poder Judiciário de Mato Grosso encaminhará os termos aos cartórios para inclusão do nome dos pais e dos avós paternos nos registros civis das crianças.
Como os casos chegaram ao Cejusc
As duas situações tiveram origem nos próprios cartórios de registro civil. Durante o atendimento, as mães informaram o nome completo e o endereço dos supostos pais. O cartório enviou os dados para o Poder Judiciário, que viabilizou o reconhecimento da paternidade por meio do Mutirão Pai Presente.
A conciliadora Débora Ferreira da Silva Lizieri explica que esse procedimento é comum. “De 100% dos casos de investigação de paternidade, cerca de 30% terminam em reconhecimento espontâneo. Esses dois exemplos ocorreram porque os pais estavam privados de liberdade e não puderam estar presentes no momento do registro da criança no cartório.”
Tecnologia que garante direitos
O defensor público Antônio Góes de Araújo destacou que a realização das audiências por videoconferência permitiu assegurar um direito fundamental às crianças. “Graças à tecnologia conseguimos realizar as audiências de forma remota. O nome do pai no registro de nascimento é importante para as crianças, para o reconhecimento da sua origem e, em última análise, é uma situação que promove unidade familiar.”
Direito à identidade
O Mutirão Pai Presente busca ampliar o acesso ao reconhecimento voluntário de paternidade em todo o Brasil, garantindo às crianças e aos adolescentes o direito à identidade, à convivência familiar e aos direitos decorrentes da filiação, como alimentos, herança e benefícios previdenciários.
Em Mato Grosso, todas as comarcas participam da mobilização ao longo desta semana, oferecendo atendimento para reconhecimento espontâneo de paternidade, mediação e orientação às famílias.
Comentários Facebook
Continue Reading

Cáceres e Região

Policial

Política MT

Mato Grosso

Mais Lidas da Semana