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Greve na Caixa e paralisação no BB: veja como fica o atendimento

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Apesar dos movimentos, os dois bancos afirmam que os canais digitais e remotos continuam operando normalmente

Por: Maria Luiza Dourado | InfoMoney

A greve nacional dos funcionários da Caixa Econômica Federal e a paralisação parcial de empregados do Banco do Brasil (BBAS3), iniciadas nesta quinta-feira (10), levantaram dúvidas entre correntistas e usuários sobre o funcionamento dos serviços bancários.

No caso da Caixa Econômica Federal, a paralisação é nacional e ocorre após os empregados rejeitarem a proposta de renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). Já no Banco do Brasil, a greve é parcial e restrita às bases sindicais que não aprovaram o acordo da categoria.

    Segundo a Caixa, os clientes podem utilizar normalmente o App Caixa, Internet Banking, WhatsApp Caixa, Caixa Tem, aplicativos de Cartões Caixa, Habitação Caixa, DPVAT e FGTS. O banco informou ainda que o atendimento segue disponível por telefone, além dos caixas eletrônicos, rede Banco24Horas, lotéricas e Correspondentes Caixa Aqui.
“A CAIXA mantém o diálogo aberto com as entidades representativas dos empregados e retornou à mesa de negociação com o objetivo de construir um entendimento que contemple os interesses de todas as partes envolvidas”, informou o banco em nota.

O Banco do Brasil, por sua vez, destacou que participou das negociações conduzidas pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e que a proposta apresentada foi aprovada em diversas assembleias pelo país. Para os clientes, a instituição informou que permanecem disponíveis os canais de atendimento via aplicativo, internet banking, correspondentes bancários, central de relacionamento e WhatsApp.

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“O Banco do Brasil participa da mesa única da Fenaban, com presença de todos os bancos, nas quais são debatidas as questões gerais da categoria bancária”, afirmou a instituição em nota.

Até o momento, nem a Caixa nem o Banco do Brasil divulgaram números sobre adesão dos funcionários ou quantidade de agências afetadas pela paralisação.

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Empresário morre após inalar gases tóxicos em joalheria de Cáceres

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Da Redação/Gazeta

O empresário Jerônimo Gregório Mariano Neto, 28, morreu após passar 15 dias internado em decorrência da inalação de gases tóxicos durante um procedimento realizado em uma joalheria. Ele estava internado desde o dia 25 de agosto e teve a morte confirmada na madrugada da última quarta-feira (9), após sofrer paradas cardiorrespiratórias, em uma unidade de saúde de Cáceres.

Segundo informações, o jovem estava na joalheria quando, durante um procedimento de purificação de peças de ouro, acabou inalando a substância tóxica. Um dia após o ocorrido, Jerônimo foi transferido para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional, onde precisou ser intubado e permaneceu internado em estado grave.

Durante a internação, o empresário também apresentou complicações renais e precisou passar por sessões de hemodiálise. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exame de necropsia e posteriormente liberado para procedimentos fúnebres.

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Grupo Juba reforça compromisso social com doação que gera R$ 440 mil ao Hospital de Câncer

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Assessoria

O Grupo Juba reafirmou seu compromisso com a responsabilidade social ao doar 20 novilhas para um leilão beneficente em prol do Hospital de Câncer de Barretos. A iniciativa mobilizou produtores, empresários e apoiadores, transformando solidariedade em recursos para fortalecer o atendimento da instituição.

Na primeira rodada do leilão, o lote arrecadou R$ 240 mil. Após ser redoadado pelos compradores, voltou à disputa e alcançou mais R$ 200 mil, totalizando R$ 440 mil destinados à causa.

Para o diretor do Grupo Juba, Marcelo Ribeiro, a ação representa os valores que orientam a empresa e sua relação com a comunidade.

“Essa iniciativa traduz muito do que aprendemos dentro do Grupo Juba. Quero destacar e reconhecer a atitude do meu pai, Manuel Jorge Ribeiro, fundador do Grupo, que sempre teve essa preocupação em contribuir com a sociedade e ajudar quem precisa. Esse exemplo nos inspira a continuar apoiando ações que fazem a diferença na vida das pessoas”, destacou Marcelo Ribeiro.

A ação reforça a atuação social do Grupo Juba, que busca ir além de sua atividade empresarial, apoiando iniciativas capazes de gerar impacto positivo, esperança e solidariedade para quem mais precisa. A familía Ribeiro foi representada pela terceira geração, Manuel Jorge Ribeiro Neto, Jamile e Petrus Ribeiro.

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Esdras Crepaldi

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