Cáceres e Região
Em Cáceres – Corpo de Bombeiros recebe nova viatura para reforçar atendimentos

Sinézio Alcântara – Expressão Notícias
Uma nova Viatura de Resgate (VR) irá reforçar o atendimento de ocorrências, principalmente, de acidentes de trânsito, pela 2ª Companhia do Corpo de Bombeiros, em Cáceres. A nova VR foi apresentada a imprensa pelo comando da unidade, na tarde desta segunda-feira.
O reforço veio de Cuiabá, após severas críticas da população em razão de a companhia disponibilizar apenas uma viatura, o que teria, conforme alguns meios de comunicação, dificultado o socorro imediato de vítimas de acidentes. Pelo menos, duas pessoas morreram por esse tipo de ocorrência, na semana passada.
“Embora não seja nova, está em perfeitas condições. A partir de agora dispomos de duas viaturas para melhor atender as ocorrências” afirmou o comandante da corporação major Giovany Coelho Motti, acrescentando que “além das viaturas o Bombeiros passou contar também com um pequeno aumento do efetivo”.

O comando da unidade admite, mas não sabe as razões do elevado índice, principalmente, de acidentes de trânsito, nos últimos dias.
“A média, geralmente, é de 8 a 9 ocorrências, em dias normais. No entanto, na semana passada, houve dias em que foram registradas a até 16 ocorrências. Além de acidentes de trânsito, ferimentos de armas de fogo, queda de nível entre outras” salienta afirma o comandante.
Processo Seletivo
O comando anunciou também a realização de um processo seletivo para admissão de novos militares para a corporação. De acordo com o major Motti, há vagas disponíveis para admissão de 40 militares, entre eles, cinco enfermeiros e cinco técnicos. O referido processo será realizado após o período eleitoral. Assim como a chamada dos aprovados.
Cáceres e Região
Coordenador do Beto Dois a Um morre em acidente em Pontes e Lacerda
Welton Dias Santos bateu o carro contra um poste na madrugada desta segunda-feira (14) e não resistiu aos ferimentos

Por Redação do Jornal Oeste
Welton Dias Santos, de 45 anos, morreu após um grave acidente de trânsito na madrugada desta segunda-feira (14), em Pontes e Lacerda. Ele conduzia um Chevrolet Onix pela Avenida José Martins Monteiro quando colidiu contra um poste. Welton foi retirado do veículo pelo Corpo de Bombeiros e encaminhado para atendimento médico, mas não resistiu aos ferimentos. As circunstâncias do acidente serão apuradas pela Polícia Civil e pela Politec.
Welton era um dos coordenadores da campanha do Beto Dois a Um em Pontes e Lacerda. Em nota de pesar, destacou sua dedicação, amizade e companheirismo, além da disposição em contribuir com as atividades da organização. A morte gerou manifestações de pesar entre familiares, amigos e integrantes do movimento.
Cáceres e Região
MPF dá 60 dias para Prefeitura de Cáceres agir no Facão e ameaça levar impasse à Justiça
O Ministério Público Federal (MPF) endureceu o tom contra a Prefeitura de Cáceres e deu prazo de 60 dias corridos para que o município inicie as intervenções necessárias para o resgate arqueológico do Sítio Facão 1, condição considerada essencial para que as obras de melhoria na estrada de acesso às comunidades do Facão e Cinturão Verde possam finalmente sair do papel. A cobrança consta na Recomendação nº 8, de 28 de agosto de 2026, publicada no Diário Eletrônico do MPF desta segunda-feira (14).
No documento, o órgão classifica a medida como a “derradeira tentativa de resolução conciliatória extrajudicial”, deixando claro que, se não houver solução concreta, o caso poderá parar na Justiça. Pela recomendação, a Prefeitura deverá começar, dentro do prazo de 60 dias, a execução do Projeto de Resgate Arqueológico do Sítio Facão 1 e do Projeto de Educação Patrimonial, seguindo as exigências estabelecidas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A conclusão dos trabalhos deverá ocorrer em até 450 dias a partir do início das atividades. Depois disso, deverão ser iniciadas as melhorias na estrada.
O MPF também fixou prazo improrrogável de 15 dias para que os destinatários da recomendação informem se vão acatar ou não as medidas e comprovem as providências adotadas. O documento avisa que o descumprimento poderá provocar a adoção de medidas judiciais.
(foto reprodução) – O problema se arrasta desde 2021. Naquele ano, o Iphan tomou conhecimento de obras de manutenção realizadas nas estradas do Facão e Cinturão Verde e determinou a suspensão imediata das intervenções. Em vistoria feita em maio, técnicos constataram impacto direto ao sítio arqueológico, com fragmentos cerâmicos expostos em diferentes pontos da estrada patrolada.
A partir daí, começou uma longa sequência de ofícios, reuniões, propostas de Termo de Ajustamento de Conduta e pedidos de prazo. A Prefeitura chegou a manifestar concordância com a assinatura de um TAC, mas o acordo não foi concluído. Segundo o próprio MPF, mesmo após anos de negociação, houve um “extenso prolongamento das tratativas, sem nenhuma ação concreta” capaz de resolver o risco ao patrimônio arqueológico e a falta de infraestrutura para os moradores.
O impasse atinge diretamente quem vive na região. A estrada é descrita no procedimento como estando em péssimo estado, e o MPF afirma que a falta de solução compromete direitos básicos das comunidades, como acesso à saúde, educação, trabalho e locomoção.
Um dos principais entraves alegados pelo município ao longo das negociações foi o custo dos serviços arqueológicos. Em 2025, a Prefeitura informou que havia recebido propostas variando entre R$ 200 mil e R$ 800 mil. Em outro momento, foram apresentados orçamentos antigos com valores entre R$ 174,3 mil e R$ 758,1 mil.
O Iphan chegou a elaborar um novo Termo de Referência para facilitar a contratação, prevendo resgate arqueológico em uma área aproximada de 13,2 mil metros quadrados da estrada. O instituto também autorizou que o arqueólogo concursado da própria Prefeitura atuasse em parte das atividades, especialmente na educação patrimonial, mas manteve a necessidade de contratação especializada para o resgate do sítio.
Na recomendação, o MPF vai além da cobrança burocrática e aponta diretamente a responsabilidade do município. O órgão afirma que a omissão da Prefeitura na adoção de medidas de proteção dos sítios Facão 1 e 2 provoca prejuízo ao patrimônio cultural e arqueológico nacional.
O texto também diz que a proteção do patrimônio não pode continuar submetida à “morosidade administrativa” e à “omissão do poder público municipal”, enquanto moradores permanecem por anos esperando uma solução para ter acesso digno às próprias casas.
Com a nova recomendação, o recado do MPF é objetivo: a fase de reuniões, ofícios e promessas está perto do fim. Se a Prefeitura não transformar as tratativas em medidas concretas, o caso poderá deixar a mesa de negociação e seguir para o Judiciário.
Por: Folha5
-
Cáceres e Região7 dias ago4ª Feira Degust’Arte reúne música, artes visuais, tatuagem e gastronomia em Cáceres
-
Cáceres e Região7 dias agoMato Grosso já soma 34 feminicídios em 2026
-
Artigos6 dias agoCáceres sobre duas rodas: é preciso agir antes que a imprudência vire tragédia
-
Cáceres e Região7 dias agoICMBio abre processo seletivo para cadastro reserva em Poconé e Cáceres MT
-
Cáceres e Região6 dias agoFazenda Jacobina em Cáceres está inserida no “Viaje com o Sesc”
-
Política6 dias agoALMT apresenta Troféu Parlamento a estudantes de Jornalismo e Publicidade
-
Política6 dias agoComissão de Agropecuária aprova 68 itens e promove limpeza da pauta
-
Política6 dias agoALMT e TRE alinham cobertura das Eleições 2026


