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Bolívia ordena intervenção de petroleira estatal por crise de combustível…

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O governo boliviano ordenou a intervenção da petroleira estatal YPFB em meio a uma grave escassez de combustível, segundo um decreto publicado no Diário Oficial.

O abastecimento de combustível tornou-se o principal obstáculo para o governo do presidente de centro-direita Rodrigo Paz, que assumiu o poder em novembro de 2025 com a promessa de resolver essa a crise.

Na semana passada, uma norma do Executivo dobrou o preço do diesel para US$ 1,50 por litro, a fim de impedir que o produto fosse destinado ao contrabando, o qual o governo culpa pela atual escassez.

A medida foi rejeitada por agricultores, que começaram a bloquear estradas nos departamentos de Beni (norte) e Santa Cruz (leste), apesar de o estado de exceção seguir em vigor, medida utilizada pelo governo para conter a onda de protestos contra a crise econômica que paralisou o país entre maio e junho.

O documento, datado de terça-feira, determina a intervenção “extraordinária, transparente e temporária” da YPFB, com o objetivo de “proteger os interesses do Estado” e restabelecer a “eficiência da gestão operacional e administrativa” da empresa.

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A intervenção tem duração de até 180 dias e não implica o fechamento da empresa.

Segundo o decreto, busca “obter informações confiáveis e suficientes para desenvolver uma análise da cadeia logística de importação e distribuição de combustíveis, estabelecer volumes para postos de serviço e outros métodos de venda”.

A comissão de intervenção será composta pelos ministros da Economia, da Produção Sustentável, dos Hidrocarbonetos e das Obras Públicas, e pelo vice-ministro da Transparência, que recomendarão auditorias.

 

© Agence France-Presse… – Veja mais em https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2026/09/02/bolivia-ordena-intervencao-de-petroleira-estatal-por-crise-de-combustivel.htm?cmpid=copiaecola

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Receita Federal visita ZPE Cáceres e reforça parceria para o desenvolvimento das operações de comércio exterior

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Por Assessoria

 

A Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Cáceres deu mais um passo importante em sua consolidação institucional. O empreendimento recebeu a visita técnica do delegado da Receita Federal, Raimundo Roberto Sari Mendes, acompanhado do inspetor da Receita Federal no município, Rogério Rigotti, do auditor-fiscal Diego Mendonça Rodrigues e do analista-tributário Marcelo Cubas Porto de Souza.

Durante a agenda de integração, a comitiva percorreu a infraestrutura local e vistoriou a área aduaneira. O encontro permitiu o alinhamento de fluxos operacionais para importação e exportação, além da discussão de medidas preventivas que garantam agilidade, eficiência e segurança às rotas comerciais que atenderão as novas indústrias instaladas na ZPE.

Na ocasião, a Receita Federal reafirmou seu apoio institucional à ZPE Cáceres, colocando sua equipe técnica à disposição para prestar orientações, esclarecer dúvidas normativas e apoiar a formatação de rotinas seguras para investidores voltados ao mercado internacional.

Ambiente estratégico para industrialização e exportação

Com localização privilegiada e um pacote de incentivos fiscais e cambiais atrativos, a ZPE Cáceres se consolida como um divisor de águas para a economia mato-grossense. O objetivo central é atrair indústrias, agregar valor à produção primária do estado, gerar empregos qualificados e expandir a participação de Mato Grosso no comércio global.

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Investir na ZPE Cáceres é apostar na competitividade, na modernização industrial e nas oportunidades do futuro.

ZPE CÁCERES | INVESTIR PARA EXPORTAR.

 

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IBGE divulga estimativa da população dos municípios para 2026; Cáceres está em 9º lugar entre os 10 mais populosos de Mato Grosso

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Assessoria/Redação

Mato Grosso se aproxima de 4 milhões de habitantes e

concentra mais de 23% da população do Centro-Oeste

        Estimativa populacional de 2026 indica que o estado alcançou 3,95 milhões de moradores; Cuiabá segue como o maior município mato-grossense e a quarta maior população da Região Centro-Oeste.

A população de Mato Grosso chegou a 3.950.330 habitantes em 1º de julho de 2026, segundo as novas estimativas populacionais divulgadas pelo IBGE e publicadas no Diário Oficial da União.

Em relação a 2025, o estado ganhou 56.671 moradores, o equivalente a um crescimento de 1,46% no período. O resultado coloca Mato Grosso como o 16º estado mais populoso do país e o segundo mais populoso da Região CentroOeste, atrás apenas de Goiás.

Os dados integram as Estimativas da População 2026 para os 5.570 municípios brasileiros e as 27 unidades da Federação.

No cenário regional, Mato Grosso concentra aproximadamente 23% da população do Centro-Oeste, que reúne 17.401.676 habitantes distribuídos entre Goiás (7.495.033 habitantes), Mato Grosso (3.950.330), Distrito Federal (3.009.996) e Mato Grosso do Sul (2.946.317).

A população brasileira estimada para 2026 é de 214.211.951 habitantes. Mato Grosso registrou o maior crescimento populacional da Região Centro-Oeste e o terceiro maior entre as unidades da Federação, atrás apenas de Roraima (3,01%) e Santa Catarina (1,54%).

A taxa estadual de 1,46% também superou amplamente o crescimento nacional estimado em 0,37% entre 2025 e 2026

Comparativo nacional reforça peso demográfico de Mato Grosso

Com cerca de 1,8% da população brasileira, Mato Grosso ocupa a 16ª posição entre as unidades da Federação. São Paulo permanece como o estado mais populoso do país, com 46,2 milhões de habitantes, seguido por Minas Gerais (21,5 milhões) e Rio de Janeiro (17,2 milhões).

Na outra extremidade está Roraima, com 761 mil habitantes, a menor população estadual do Brasil.

Entre os municípios brasileiros, Cuiabá ocupa a 31ª posição no ranking populacional, com 698.917 habitantes. A capital mato-grossense permanece como a quarta cidade mais populosa do Centro-Oeste.

Nacionalmente, São Paulo (SP) lidera o ranking, com 11,9 milhões de habitantes, seguida por Rio de Janeiro (RJ), com 6,7 milhões, e Brasília (DF), com 3 milhões de habitantes.

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Na outra ponta da distribuição populacional, o menor município brasileiro é Serra da Saudade (MG), com 857 habitantes. Em seguida aparecem Anhanguera (GO), com 906 moradores, e Borá (SP), com 935.

Cuiabá se mantém como maior município do estado

Entre os 142 municípios mato-grossenses, Cuiabá lidera o ranking populacional com 698.917 habitantes, seguida por Várzea Grande (323.172), Rondonópolis (268.202) e Sinop (231.452).

Esses quatro municípios concentram, juntos, mais de 1,5 milhão de moradores, o equivalente a aproximadamente 39% da população estadual.

Além de Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis e Sinop, completa o grupo dos 10 mais populosos municípios do Estado, Sorriso (128.727); Tangará da Serra (116.637); Lucas do Rio Verde (99.291)), Primavera do Leste (99.053), Cáceres (91.908) e Barra do Garças (75.524).

Na outra extremidade do ranking estadual estão Araguainha (989 habitantes), Reserva do Cabaçal (1.978), Serra Nova Dourada (1.981), Novo Santo Antônio (2.041) e Ponte Branca (2.119), os cinco menores municípios de Mato Grosso em população estimada para 2026.

Entre os municípios mato-grossenses, as maiores taxas de crescimento populacional foram registradas em Campo Verde (5,94%), Vale de São Domingos (5,22%), Querência (4,08%), Lucas do Rio Verde (3,65%) e Nova Mutum (3,48%).

Por outro lado, as maiores reduções populacionais ocorreram em General Carneiro (-6,43%), Jauru (-4,56%), Cotriguaçu (-3,64%), Guiratinga (-2,70%) e Alto Paraguai (-2,52%).

Os resultados evidenciam a diversidade demográfica de Mato Grosso, que reúne desde grandes centros urbanos em expansão até municípios com menos de mil habitantes.

Dados subsidiam repasses e políticas públicas

As estimativas populacionais do IBGE constituem uma das principais referências para o planejamento e a gestão pública no Brasil.

Os dados são utilizados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) no cálculo dos coeficientes de distribuição do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e do Fundo de Participação dos Estados (FPE), além de subsidiarem a formulação, a implementação e a avaliação de políticas públicas nas áreas de saúde, educação, assistência social, infraestrutura e planejamento territorial.

Produzidas anualmente pelo IBGE desde 1975, as Estimativas da População informam o total de habitantes dos municípios e das unidades da Federação com data de referência em 1º de julho de cada ano.

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Desde 1992, os resultados são publicados no Diário Oficial da União, atendendo a determinações legais e fornecendo uma base oficial para a administração pública em todas as esferas de governo.

A divulgação anual dessas informações atende ao artigo 102 da Lei nº 8.443, de 16 de julho de 1992, alterado pela Lei Complementar nº 143, de 17 de julho de 2013, que determina a publicação das populações municipais e estaduais pelo órgão competente do Poder Executivo Federal.

Como o IBGE calcula as estimativas

Segundo a nota metodológica do IBGE, as estimativas municipais para 2026 foram produzidas a partir das Projeções da População do Brasil e das Unidades da Federação, Revisão 2024, incorporando os resultados do Censo Demográfico 2022 e informações provenientes dos registros de nascimentos e óbitos.

Para os municípios, o instituto utiliza o método AiBi, desenvolvido em 1972, que combina as projeções populacionais mais recentes para o Brasil e as unidades da Federação com as tendências de crescimento observadas entre os dois últimos Censos Demográficos.

Os cálculos também incorporam atualizações da divisão político administrativa do país, refletindo alterações territoriais ocorridas após os censos utilizados como base.

O IBGE ressalta que não produz projeções populacionais para os municípios. As projeções oficiais são elaboradas apenas para o Brasil e para as unidades da Federação, com horizonte até 2070.

As estimativas municipais são derivadas dessas projeções estaduais e ajustadas para garantir que a soma das populações dos municípios corresponda ao total projetado para cada unidade da Federação.

Relevância para Mato Grosso

O fato de Mato Grosso se aproximar da marca de 4 milhões de habitantes reforça a posição estratégica do estado no Centro-Oeste brasileiro.

As informações integram as Estimativas da População 2026 do IBGE, disponíveis juntamente com a nota metodológica e as tabelas completas para municípios e unidades da Federação.

Os resultados constituem uma das principais fontes oficiais sobre a distribuição territorial da população brasileira.

 

 

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