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Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%
Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.
O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.
Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.
A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.
O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.
As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç
Fonte: Pensar Agro
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Maria Fernanda chega a 78 unidades visitadas e avança na meta de conhecer toda a Rede Municipal
De escola em escola, ouvindo profissionais, conversando com gestores, acompanhando a rotina dos estudantes e conhecendo de perto as necessidades de cada comunidade. É assim que a secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, vem conduzindo o cronograma de visitas às unidades da Rede Municipal de Ensino de Várzea Grande.
Nesta sexta-feira (2), a secretária completou 78 visitas a unidades da Rede Municipal, entre Escolas Municipais de Educação Básica (EMEBs) e Centros Municipais de Educação Infantil (CEMEIs). A agenda terá continuidade nos próximos dias, com o objetivo de alcançar as 100 unidades que integram a rede.
Mais do que uma agenda administrativa, as visitas têm se transformado em momentos de escuta e aproximação. Em cada unidade, Maria Fernanda conhece diferentes realidades, acompanha projetos, identifica demandas e dialoga diretamente com os profissionais que fazem a educação acontecer diariamente.
“Estar dentro da escola é fundamental. É ali que conseguimos enxergar aquilo que muitas vezes não aparece em um relatório. Quero ouvir nossos profissionais, conhecer nossos estudantes, olhar para cada realidade e, a partir disso, planejar uma educação que realmente dialogue com as necessidades da nossa rede”, destacou Maria Fernanda.
A secretária também ressalta que cada unidade possui sua própria história, seus desafios e suas conquistas. Por isso, o contato direto com as comunidades escolares contribui para aproximar a gestão das pessoas e fortalecer as ações da Secretaria Municipal de Educação.
A caminhada pelas unidades continua até que a meta de visitar as 100 escolas e CEMEIs seja alcançada. A cada visita, novos rostos, histórias e aprendizados se somam ao compromisso de construir uma educação cada vez mais próxima, humana e conectada com quem vive a rotina escolar diariamente.
Enquanto o cronograma de visitas segue, as reuniões e demais agendas de trabalho estão sendo realizadas no gabinete da secretária, das 17h às 21h, até a conclusão das visitas às 100 unidades.
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Cursos ampliam capacitação prática para produtores rurais de Várzea Grande
Produtores rurais de Várzea Grande terão acesso, em outubro, a oito cursos de capacitação voltados diretamente às necessidades do trabalho no campo. A programação inclui formação em cultivo de banana e mandioca, produção de queijos, panificação, piscicultura, fabricação de ração, inclusão digital e regularização ambiental.
A iniciativa amplia as oportunidades de qualificação para agricultores familiares e demais produtores das comunidades rurais do município. Os cursos são realizados pela Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, em parceria com o Senar-MT e o Sindicato Rural de Nossa Senhora do Livramento.
Nesta semana, no Sadia 1, dois cursos encerram a programação de setembro e iniciam o calendário de outubro: Operador de Pá Carregadeira, realizado de segunda a sexta-feira, e Regularização Ambiental do Imóvel Rural, nos dias 1º e 2 de outubro.
Para o secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Ricardo Amorim, a capacitação representa uma ferramenta para melhorar o trabalho desenvolvido nas propriedades.
“Quando o produtor tem acesso ao conhecimento e à capacitação, ele consegue melhorar o manejo, a produção e também encontrar novas possibilidades de renda. Nosso trabalho é fazer esse conhecimento chegar às comunidades e atender às necessidades de quem está no campo”, afirmou.
O coordenador de Desenvolvimento Rural Sustentável, Leandro Silva, explica que a escolha dos cursos considera as demandas apresentadas pelos próprios produtores.
“A ideia é oferecer cursos que tenham aplicação prática na propriedade. Temos produtores que precisam melhorar a produção, outros que querem diversificar e também aqueles que precisam regularizar sua atividade. A capacitação ajuda em todas essas etapas”, disse.
Confira os cursos de outubro:
- Regularização Ambiental do Imóvel Rural: 1º e 2 de outubro;
- Cultivo da Banana: 5 a 8 de outubro;
- Inclusão Digital Rural – Avançado: 5 a 7 de outubro;
- Panificação Artesanal: 5 a 9 de outubro;
- Produção Artesanal de Queijos: 12 a 16 de outubro;
- Cultivo da Mandioca: 13 a 16 de outubro;
- Produção de Ração para Aves na Propriedade: 13 a 15 de outubro;
- Piscicultura: 26 a 29 de outubro.
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