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Eleitor deve se antecipar na consulta a local de votação, alerta TSE

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Os 27 tribunais regionais eleitorais costumam manter em seus portais uma lista completa das mudanças. O eleitor deve acessar o seu TRE local e verificar avisos sobre o tema.

Joédson Alves/Agência Brasil

A menos de oito dias para o primeiro turno das eleições, o eleitor deve lembrar de conferir o local de votação, uma vez que sua seção pode ter mudado de endereço desde o último pleito, alerta o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

No caso dos eleitores de primeira viagem, é preciso descobrir onde fica a zona e a seção eleitorais que constam em seu título.

Para os mais antigos, o mais comum é que o endereço de votação permaneça o mesmo por sucessivas eleições. Ainda assim, a Justiça Eleitoral alerta que mesmo poucas alterações podem afetar milhares de eleitores, dado o universo de 158,7 milhões de cidadãos aptos a votar.

Somente no estado do Rio de Janeiro, por exemplo, as mudanças afetam ao menos 670 mil eleitores, com alteração em 277 locais de votação, 72 dos quais foram modificados por motivos de segurança.

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A Justiça Eleitoral de ao menos 10 estados e do Distrito Federal anunciaram alterações em endereços das seções eleitorais.

Os 27 tribunais regionais eleitorais costumam manter em seus portais uma lista completa das mudanças. O eleitor deve acessar o seu TRE local e verificar avisos sobre o tema.

Além disso, o TSE liberou desde 1º de setembro a consulta ao endereço do local de votação diretamente no aplicativo do e-Título, disponível para aparelhos com sistema operacional Android e iOS.  A informação pode ser acessada de duas formas:

Pelo aplicativo e-Título:

Na tela inicial do aplicativo, clique em “onde votar”.

Pelo Portal do TSE:

Acesse a área “Serviços Eleitorais” e selecione “Onde votar”.

Informe o número do CPF ou do título de eleitor, a data de nascimento e o nome da mãe.

O eleitorado brasileiro está distribuído em 5.571 municípios, além de 186 cidades no exterior. A votação ocorrerá em 517.206 seções eleitorais, organizadas em 2.641 zonas eleitorais.

Por: Agência Brasil

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Cáceres e Região

TÚLIO FONTES PROPÕE AGROINDÚSTRIAS PARA AUMENTAR RENDA DE PEQUENOS PRODUTORES NO OESTE DE MT

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Candidato defende beneficiamento da produção dentro da própria região para gerar renda, empregos e ampliar a participação das famílias no valor final dos alimentos

Por Assessoria

O candidato a deputado estadual Túlio Fontes (MDB) defende a implantação de pequenas agroindústrias em Cáceres e nos municípios da Região Oeste de Mato Grosso como estratégia para aumentar a renda das famílias da agricultura familiar. A proposta é permitir que o produtor deixe de vender apenas a matéria-prima e passe a participar também do beneficiamento e da comercialização, etapas que agregam maior valor à produção.

Segundo Túlio Fontes, a região tem potencial para transformar leite em queijos e derivados, frutas em polpas, geleias e doces, mandioca em farinha, além de ampliar o aproveitamento comercial do mel, pescado e de outros produtos das comunidades rurais. A ideia é fazer com que uma parcela maior da riqueza gerada pela produção permaneça com as famílias e circule nos próprios municípios.

“Quem produz o leite não pode continuar recebendo apenas pela matéria-prima enquanto a maior parte do lucro fica nas etapas seguintes. Quero ajudar o pequeno produtor a transformar o leite em queijo, a fruta em polpa, a mandioca em farinha e participar da parte mais rentável da cadeia. Quem trabalha para colocar alimento na mesa das famílias precisa ganhar mais pelo seu esforço”, afirmou Túlio Fontes.

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Ex-prefeito de Cáceres, Túlio sustenta que as agroindústrias precisam estar integradas a uma política mais ampla de apoio ao produtor. Entre as medidas defendidas estão assistência técnica permanente, capacitação, acesso ao crédito, regularização sanitária e apoio para aquisição de máquinas e equipamentos.

O candidato também propõe fortalecer associações e cooperativas para reduzir custos, ampliar a capacidade de produção e aumentar o poder de negociação dos agricultores. Para ele, produzir mais não é suficiente se o pequeno produtor continuar encontrando dificuldades para beneficiar e vender seus produtos.

Outro ponto da proposta é ampliar os canais de comercialização. Túlio pretende incentivar a aproximação dos produtores com supermercados, feiras, restaurantes, programas públicos de aquisição de alimentos e alimentação escolar. O objetivo é criar mercados permanentes para os produtos beneficiados dentro da própria região.

Como deputado estadual, Túlio Fontes afirma que pretende atuar na Assembleia Legislativa na busca por recursos e programas estaduais voltados à agricultura familiar. Ele também defende políticas específicas para facilitar a implantação e regularização das pequenas agroindústrias.

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Para o candidato, o desenvolvimento econômico da Região Oeste passa necessariamente pela valorização de quem vive e produz no campo, principalmente das famílias das pequenas propriedades.

“A Região Oeste produz muito, mas precisamos transformar mais da nossa produção aqui. Quando beneficiamos o que produzimos, agregamos valor, criamos empregos e fazemos o dinheiro permanecer nos nossos municípios. É assim que a agricultura familiar deixa de ser apenas produção e se transforma também em desenvolvimento”, defendeu.

A proposta prevê ainda apoio ao produtor em todas as etapas, desde a propriedade até a chegada do produto ao consumidor, incluindo licenciamento, embalagem, armazenamento, transporte e comercialização. A meta, segundo Túlio Fontes, é transformar a vocação produtiva da Região Oeste em mais renda para as famílias, empregos no campo e fortalecimento da economia regional.

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Cáceres e Região

Após cobrança de Magaly, Câmara propõe Procuradoria para receber denúncias e defender mulheres

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Assessoria

Mais de um ano e meio depois de a vereadora Magaly (PP) apresentar um projeto para criar a Procuradoria Especial da Mulher na Câmara de Cáceres, o tema voltou ao Legislativo nesta segunda-feira (28). Desta vez, a iniciativa partiu da Mesa Diretora presidida por Flávio Negação (MDB), com uma nova proposta para instituir um órgão destinado, entre outras funções, a receber e encaminhar denúncias de violência contra mulheres, acompanhar políticas públicas e promover ações de enfrentamento à discriminação.

Magaly havia protocolado sua proposta em 20 de fevereiro de 2025. O texto já previa que a Procuradoria acompanhasse denúncias de violência, monitorasse políticas públicas, promovesse campanhas educativas e mantivesse articulação com instituições públicas e privadas voltadas à proteção feminina. A vereadora também defendia suporte especializado às vítimas e ações de incentivo à participação das mulheres na política e no mercado de trabalho.

O assunto voltou à Câmara menos de dois meses depois. Em abril de 2025, a Indicação nº 251 pediu formalmente à Mesa Diretora, por intermédio de Flávio Negação, que avaliasse e criasse a Procuradoria da Mulher. A proposição foi apresentada em 3 de abril e aprovada pelo plenário no dia 7. O registro oficial confirma que a criação do órgão foi encaminhada diretamente ao comando do Legislativo.

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Apesar dessas movimentações ainda no primeiro semestre de 2025, a Procuradoria não foi implantada naquele momento. Agora, mais de um ano depois, a Mesa Diretora apresenta uma proposta própria e mais detalhada. O novo texto prevê uma Procuradora da Mulher e duas procuradoras-adjuntas, funções exercidas por vereadoras sem pagamento de gratificação, além da utilização da estrutura administrativa já existente na Câmara.

Na prática, a Procuradoria funcionará como uma porta institucional dentro do Legislativo para mulheres que enfrentem situações de violência ou violações de direitos. Entre as atribuições estão receber e encaminhar denúncias de violência doméstica, sexual, institucional e política, acompanhar a execução de políticas públicas, promover campanhas e debates e fazer a interlocução da Câmara com a rede de proteção existente no município.

O intervalo entre a iniciativa original e o novo projeto ocorre em meio a uma relação marcada por atritos públicos entre Magaly e Flávio Negação. Neste ano, a vereadora chegou a acusar o presidente da Câmara de perseguição política, violência política de gênero, abuso de autoridade e desvio de finalidade em uma disputa envolvendo seu retorno ao mandato. Negação negou as acusações e sustentou que sua atuação seguiu o Regimento Interno e as orientações jurídicas da Casa.

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