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Mandados em Cáceres – Operação da PJC prende trio de grupo que ameaçava divulgar vídeos íntimos na internet

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Da Redação- GD

       A Polícia Civil de Mato Grosso cumpre, na manhã desta quarta-feira (16), 3 mandados de prisão preventiva e 3 de busca e apreensão durante a Operação Arcanum, deflagrada pela Polícia Civil do Distrito Federal para desarticular um grupo criminoso suspeito de praticar extorsões digitais mediante ameaça de divulgação de conteúdo íntimo de vítimas.

      As ordens judiciais são cumpridas nas cidades de Tangará da Serra, Barra do Bugres e Cáceres, pelas equipes da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), com apoio das delegacias dos respectivos municípios. A operação também conta com a participação da Polícia Civil de Santa Catarina, onde é cumprido um mandado de busca e apreensão.

      Segundo as investigações, os criminosos utilizavam uma plataforma de relacionamento voltada a casais liberais para chegar às vítimas. Depois de obterem conteúdos íntimos, os suspeitos passavam a exigir dinheiro sob ameaça de encaminhar as imagens e vídeos a familiares, colegas de trabalho e outras pessoas próximas.

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     A investigação teve início após registros de ocorrências no Distrito Federal. Com o avanço das diligências, a Delegacia Especial de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC), vinculada ao Departamento de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado (DRCC/Decor) da Polícia Civil do DF, identificou vínculos entre os investigados e indícios de atuação coordenada e estruturada.

      As apurações apontaram ainda que os casos inicialmente registrados não eram episódios isolados. Outras vítimas foram identificadas em diferentes estados, submetidas ao mesmo tipo de abordagem, com intimidação, cobrança de valores e ameaça de exposição de conteúdo íntimo.

      A polícia também identificou o uso de contas bancárias digitais e intermediários financeiros para receber e distribuir os valores obtidos nas extorsões. A estratégia teria como objetivo dificultar o rastreamento do dinheiro e a identificação de todos os envolvidos.

     De acordo com a investigação, a atuação do grupo permanecia em andamento, o que motivou a adoção das medidas judiciais para interromper a prática criminosa e evitar novas vítimas. Os equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos durante a operação serão submetidos à análise técnica para obtenção de novas provas e aprofundamento das investigações.

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      Os investigados poderão responder por extorsão, associação criminosa e divulgação ou transmissão de cena de nudez ou conteúdo íntimo sem consentimento. As penas máximas previstas para os crimes, somadas, podem chegar a 18 anos de prisão, sem prejuízo de outras acusações que possam surgir durante a apuração.

Nome da operação

O nome Arcanum faz referência ao caráter oculto e sigiloso utilizado pelos criminosos para explorar o medo das vítimas de terem a intimidade exposta e, dessa forma, constrangê-las ao pagamento de valores.

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Candidata a deputada federal vereadora Magaly realiza visitas em bairros e arrastão no distrito da Sadia

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Assessoria

Com apoio popular e simpatizantes do partido, a candidata a deputada federal vereadora Magaly (PP), estará nesta quarta-feira, em campanha nos bairros Vitória Régia e Santo Antônio.

Além de pedir votos, a vereadora Magaly estará levando aos moradores suas propostas de trabalho, na Câmara Federal. A tarde a candidata estará realizando um arrastão no distrito da Sadia.

Além do forte apoio popular, a candidatura da vereadora Magaly à Câmara Federal, conta com o respaldo de lideranças municipais e estaduais, como a prefeita Eliene Liberato Dias, a vice-governador Gisela Simona, além de vereadores municipais e lideres comunitários.

 

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Carlos Fávaro e Pastorello unem alcance e engajamento para sacudir as redes no Oeste do MT

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Por: Assessoria

A corrida eleitoral em Mato Grosso ganhou um laboratório de peso onde a política real e o ecossistema digital se encontram. De um lado, o senador e ex-ministro da Agricultura Carlos Fávaro (PSD), com presença massiva e investimentos pesados em tráfego nas plataformas da Meta; do outro, o vereador cacerense Cézare Pastorello (PT), dono de uma das linguagens orgânicas mais consistentes do interior, construída em cima de mandatos de escuta, diálogo direto e defesa dos serviços públicos. Juntos, os dois formaram uma dobradinha nas redes sociais que redefine a disputa na faixa de fronteira.

Os números parciais de prestação de contas entregues à Justiça Eleitoral revelam o tamanho dessa engrenagem. Na corrida ao Senado, Fávaro direcionou R$ 255 mil de sua campanha diretamente para impulsionamento no Facebook e no Instagram — nada menos que 16,36% de todas as suas despesas contratadas até aqui, consolidando-se como o segundo maior investidor em alcance pago do Estado. Só que dinheiro sem mensagem legítima vira ruído. É exatamente aí que a entrada de Pastorello vem somar.

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Servidor concursado da Justiça do Trabalho na área de tecnologia, o parlamentar de Cáceres traz a bagagem de quem domina os algoritmos pelo conteúdo, não apenas pelo bolso. Em suas 3 eleições para vereador, o cacerense abandona o marketing tradicional engessado e aposta na prestação de contas transparente, na conversa cara a cara com o trabalhador e na explicação didática dos problemas que travam a região.

Essa sinergia cria uma via de mão dupla imbatível: os vídeos compartilhados levam a mensagem de Pastorello a um público multiplicado pelo investimento de Fávaro, enquanto o senador ganha capilaridade real junto a servidores públicos, pequenos agricultores e a militância que não responde a discursos artificiais.

Mais do que métricas de vaidade, a estratégia digital reflete um projeto urgente para a vida real de quem mora em Cáceres e nos 22 municípios das regiões Nascentes do Pantanal e Vale do Guaporé. A cidade enfrenta um jejum de deputados estaduais da própria terra que já se arrasta desde 2014. A divisão histórica das forças locais sempre facilitou que candidatos de fora levassem os votos e esquecessem os problemas crônicos da fronteira.

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Ao unirem forças na tela do celular do eleitor, Fávaro e Pastorello usam a internet para furar a bolha, defender as entregas do governo Lula, como maquinários agrícolas e verbas para a saúde, e provar que o Oeste do Estado não aceita mais ser tratado como mero corredor de passagem.

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