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Após atuação da ALMT, STF reconhece cumprimento por MT à apresentação de propostas sobre divisa entre Mato Grosso e Pará

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A atuação da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) na discussão sobre a divisa entre Mato Grosso e Pará alcançou uma nova etapa no Supremo Tribunal Federal (STF). Em decisão proferida pelo ministro Flávio Dino, no último dia 11, na Ação Rescisória nº 2.964, o relator reconheceu como cumprida por Mato Grosso a etapa destinada à apresentação de propostas adicionais de acordo e determinou que o estado do Pará se manifeste sobre elas no prazo de 30 dias.

A decisão representa um avanço na estratégia institucional desenvolvida nos últimos meses pela ALMT. As propostas construídas pela Procuradoria-Geral da Assembleia foram incorporadas à estratégia de Mato Grosso para que a discussão não fique restrita à definição territorial e à regularização fundiária, mas alcance também os impactos concretos da mudança de divisa sobre a população.

Na Procuradoria-Geral da ALMT, a construção das teses e das manifestações apresentadas ao Supremo vem sendo conduzida pelos procuradores Ricardo Riva e Bruno Willames Cardoso Leite. Eles são responsáveis pela formulação da linha jurídica que colocou no centro da discussão a continuidade dos serviços públicos e a necessidade de uma transição organizada entre os dois Estados.

Desde o último mês junho, de acordo com Bruno Willames, a Procuradoria da Assembleia passou a defender perante o STF que a solução para o conflito territorial centenário não poderia se resumir à definição de quem é proprietário ou de qual estado determinada área pertence.

“Era necessário enfrentar também questões como saúde, educação, transporte escolar, estradas, segurança pública, sanidade animal, tributação, regularização ambiental, atividade produtiva, ressarcimento de despesas e continuidade dos serviços atualmente prestados por Mato Grosso e seus municípios”, afirmou o procurador.

De acordo com o procurador, a atuação tem respaldado a participação institucional da Assembleia Legislativa na discussão e aproximação com os municípios diretamente atingidos pelo conflito. “A estratégia da ALMT tem buscado levar ao processo não apenas argumentos jurídicos, mas informações produzidas pelas prefeituras, representantes das comunidades e setores econômicos que convivem diariamente com os efeitos da indefinição histórica da divisa”, afirmou.

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Na nova decisão, o relator Flávio Dino registrou detalhadamente a proposta apresentada por Mato Grosso, incluindo a criação de uma Mesa Técnica de Trabalho Mato Grosso e Pará, com participação dos municípios, e a construção de uma solução piloto para a região da Serra dos Apiacás, envolvendo inicialmente Apiacás, Paranaíta e Alta Floresta, em Mato Grosso, e Jacareacanga e Novo Progresso, no Pará.

O ministro considerou que a manifestação apresentada por Mato Grosso em 31 de agosto, materializando o cumprimento da obrigação do acordo celebrado anteriormente entre os dois estados. Com isso, Flávio Dino determinou que o Pará seja intimado para se manifestar, em 30 dias, sobre as propostas.

Após a manifestação paraense, segundo o procurador, Mato Grosso terá prazo de 10 dias úteis. Em seguida, o processo retornará ao gabinete do relator para novas providências, havendo ainda previsão de que as partes possam requerer nova audiência de conciliação para tratar dos pontos que permanecerem controvertidos.

A decisão também reconheceu o avanço dos trabalhos na área fundiária. O ministro registrou a apresentação por Mato Grosso de cadeias dominiais, parecer técnico sobre a metodologia cartográfica histórica, mapas, cartografias, arquivos em formato shapefile e títulos definitivos emitidos pelo Intermat, considerando cumpridas pelo Estado as etapas correspondentes do acordo.

“Agora, caberá também ao Pará, no prazo determinado pelo STF, apresentar o compilado de dados dos imóveis necessário para que sejam requisitadas aos cartórios as respectivas cadeias dominiais”, afirmou o procurador.

Para o procurador Ricardo Riva, um dos responsáveis pela estratégia jurídica da ALMT no caso, a participação da Assembleia busca assegurar que a transição territorial seja acompanhada por soluções administrativas capazes de funcionar na prática.

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“A regularização fundiária é indispensável, mas existe uma população inteira vivendo nessa região. Saúde, educação, estradas, segurança, produção e os demais serviços públicos precisam continuar funcionando durante e depois dessa transição. Foi essa preocupação que levou a Assembleia a ampliar a discussão perante o Supremo”, destacou Riva.

O procurador Bruno Willames Cardoso Leite ressalta que a nova fase permite transformar problemas identificados ao longo dos trabalhos em propostas concretas de cooperação entre os entes públicos.

“Desde o início defendemos que não seria suficiente resolver a terra e deixar as pessoas para depois. A definição territorial precisa vir acompanhada de uma transição segura, com responsabilidades claras e participação dos municípios que conhecem e atendem essa população diariamente. Agora o Pará terá oportunidade de se manifestar sobre essas propostas e apresentar também suas soluções”, afirmou o procurador.

A Assembleia Legislativa, de acordo com o procurador Bruno Willames, continuará reunindo informações dos municípios enquanto transcorre o prazo concedido pelo STF, a Procuradoria-Geral da ALMT continuará trabalhando na reunião de informações sobre a realidade da região, especialmente dados relativos aos serviços efetivamente prestados por Mato Grosso e pelos municípios às comunidades localizadas do lado paraense da divisa.

Documentos já obtidos demonstram, por exemplo, atendimentos realizados pela rede pública de saúde de Mato Grosso a moradores do Pará. Esse tipo de informação deverá auxiliar na construção de soluções para continuidade dos serviços e eventual divisão de responsabilidades entre os entes públicos.

A Assembleia também pretende continuar ouvindo prefeitos, gestores, produtores e moradores das áreas atingidas, fortalecendo a participação dos municípios na próxima etapa da conciliação.

Fonte: ALMT – MT

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Carlos Fávaro e Pastorello unem alcance e engajamento para sacudir as redes no Oeste do MT

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Por: Assessoria

A corrida eleitoral em Mato Grosso ganhou um laboratório de peso onde a política real e o ecossistema digital se encontram. De um lado, o senador e ex-ministro da Agricultura Carlos Fávaro (PSD), com presença massiva e investimentos pesados em tráfego nas plataformas da Meta; do outro, o vereador cacerense Cézare Pastorello (PT), dono de uma das linguagens orgânicas mais consistentes do interior, construída em cima de mandatos de escuta, diálogo direto e defesa dos serviços públicos. Juntos, os dois formaram uma dobradinha nas redes sociais que redefine a disputa na faixa de fronteira.

Os números parciais de prestação de contas entregues à Justiça Eleitoral revelam o tamanho dessa engrenagem. Na corrida ao Senado, Fávaro direcionou R$ 255 mil de sua campanha diretamente para impulsionamento no Facebook e no Instagram — nada menos que 16,36% de todas as suas despesas contratadas até aqui, consolidando-se como o segundo maior investidor em alcance pago do Estado. Só que dinheiro sem mensagem legítima vira ruído. É exatamente aí que a entrada de Pastorello vem somar.

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Servidor concursado da Justiça do Trabalho na área de tecnologia, o parlamentar de Cáceres traz a bagagem de quem domina os algoritmos pelo conteúdo, não apenas pelo bolso. Em suas 3 eleições para vereador, o cacerense abandona o marketing tradicional engessado e aposta na prestação de contas transparente, na conversa cara a cara com o trabalhador e na explicação didática dos problemas que travam a região.

Essa sinergia cria uma via de mão dupla imbatível: os vídeos compartilhados levam a mensagem de Pastorello a um público multiplicado pelo investimento de Fávaro, enquanto o senador ganha capilaridade real junto a servidores públicos, pequenos agricultores e a militância que não responde a discursos artificiais.

Mais do que métricas de vaidade, a estratégia digital reflete um projeto urgente para a vida real de quem mora em Cáceres e nos 22 municípios das regiões Nascentes do Pantanal e Vale do Guaporé. A cidade enfrenta um jejum de deputados estaduais da própria terra que já se arrasta desde 2014. A divisão histórica das forças locais sempre facilitou que candidatos de fora levassem os votos e esquecessem os problemas crônicos da fronteira.

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Ao unirem forças na tela do celular do eleitor, Fávaro e Pastorello usam a internet para furar a bolha, defender as entregas do governo Lula, como maquinários agrícolas e verbas para a saúde, e provar que o Oeste do Estado não aceita mais ser tratado como mero corredor de passagem.

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Candidato à deputado do PL Jerônimo Gonçalves se destaca em pesquisa estadual

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Por Assessoria

 

Candidato a deputado estadual do PL em Cáceres, vereador Jerônimo Gonçalves, se destaca na pesquisa de intenção de votos, realizada pelo Instituto Percent Brasil, publicada pelo site especializado, em política, RDNews, ontem em todo Estado.

Com 1% das intenções de voto, em um universo de mais de candidatos, Jerônimo aparece na frente de nomes conhecidos da política mato-grossense, como por exemplo do deputado Gilberto Catani (PL), Valdir Barranco (PT), Maysa Leão (Republicanos), entre outros.

“A amostragem é o sinal de que estamos conseguindo transmitir a nossa mensagem, a nossa proposta de trabalho. Creio que o nosso eleitorado, o eleitorado da nossa região, irá reconhecer o nosso trabalho na urnas” comentou Jerônimo.

Na liderança da pesquisa, citado por 2,3% dos eleitores entrevistados, aparece o deputado candidato à reeleição Max Russi (Podemos), seguido de Lúdio Cabral (PT), com 2,2%, Leo Bortolin (MDB) e, pelo deputado Paulo Araujo (Republicanos).

Na sequência, com 2 pontos das intenções de votos, aparecem os deputados Beto Dois a Um (Podemos) Eduardo Botelho (MDB) e Thiago Silva (MDB). E, pelo deputado Paulo Araújo (Republicanos) com 2,1%.

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Realizada na modalidade espontânea, a pesquisa ouviu 1,2 mil pessoas entre os dias 8 e 12 de setembro. A margem de erro é de 2,83 pontos percentuais, para mais ou para menos. O intervalo de confiança é de 95% e a pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral com os protocolos 00440/2026–MT e 01019/2026-BR.

 

Matéria completa sobre as pesquisas clique aqui: https://www.rdnews.com.br/eleicoes-2026/com-2-pontos-max-ludio-leo-paulo-thiago-beto-e-botelho-puxam-a-lideranca-veja-a-pesquisa/249069

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