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Brasileiro: O governo Boliviano identifica o autor do assassinato do tenente Yerson Salazar em San Matias

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O ministro Oviedo realizou uma coletiva de imprensa para apresentar cinco pessoas presas em San Matías. Ele enfatizou que essa quadrilha pertencia ao grupo do narcotraficante uruguaio Sebastián Marset.

Por Marco Antonio Chuquimia | El Deber

Um cidadão brasileiro foi identificado como o autor do assassinato do tenente Yerson Salazar , morto na cidade fronteiriça de San Matías. Outros quatro indivíduos também foram apresentados como integrantes dessa quadrilha, ligada ao uruguaio Sebastián Marset. Mais dois, presos dias antes, já estão detidos no presídio de Palmasola.

“Este é o homem, o autor direto da morte do policial boliviano, e esta é também uma homenagem a ele e à sua família, a este valente policial boliviano (…) estamos consultando nossos homólogos no Brasil porque eles são cidadãos brasileiros e, se tiverem antecedentes criminais, existe uma política que adotamos para expulsá-los do país ”, disse o Ministro do Governo, Marco Antonio Oviedo, em coletiva de imprensa.

Na quinta-feira, 30 de julho, uma patrulha policial que respondia a um tiroteio em San Matías foi atacada por um grupo de criminosos. O subtenente Salazar foi morto no confronto que se seguiu. Desde então, uma investigação está em curso e, nesta quinta-feira, cinco suspeitos foram apresentados ao público, juntando-se a outros dois que já estavam detidos na prisão de Palmasola.

Ele afirmou que criminosos com antecedentes criminais em seus países não podem permanecer em território boliviano devido aos problemas que causam, e por isso foi tomada a decisão de expulsá-los para seus respectivos países.

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Esse grupo fazia parte da estrutura do narcotraficante uruguaio Sebastián Marset , e a polícia acredita que os voos operados pelos cúmplices do traficante uruguaio, que está detido nos EUA, partiam dessa pista de pouso.

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Calor de louco – Temperatura em Cáceres pode alcançar até 40ºC no final de semana  

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Sinézio Alcântara – Expressão Notícias

A previsão de altas temperaturas, em Mato Grosso, no final de semana, deve ter maior reflexo em Cáceres, onde os termômetros podem registar até 40ºC entre sábado e domingo. O calor intenso associados ao período prolongado de estiagem, reforça a necessidade de atenção à hidratação e a exposição prolongada ao sol.

Enquanto a temperatura máxima pode alcançar 40ºC, a mínima prevista, para o município, entre sábado e domingo, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) será de 23ºC.

O Inmet recomenda que, durante episódios de vendaval, a população não permaneça embaixo de árvores e evite estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. Para o período de baixa umidade, a recomendação é beber bastante líquido, evitar esforço físico nas horas mais secas e reduzir a exposição direta ao sol.

Segundo o instituto, os baixos índices de umidade representam risco à saúde e favorecem a ocorrência de incêndios florestais. A orientação é aumentar a ingestão de líquidos, evitar atividades físicas nos períodos mais secos e reduzir a exposição ao sol nas horas mais quentes.

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Na Capital, Cuiabá, o calor também deverá se intenso no final de semana. No sábado (8) terá máxima em torno de 37°C, enquanto no domingo (9) os termômetros podem voltar aos 38°C.

Nem mesmo a altitude deve garantir temperaturas amenas em Chapada dos Guimarães. A previsão aponta mínima em torno de 21°C e máxima que pode chegar aos 37°C. O predomínio será de tempo quente e seco, especialmente durante a tarde, quando a sensação de ressecamento do ar tende a ser maior.

Em Rondonópolis os termômetros devem oscilar entre 22°C e 37°C. O município também terá predomínio de tempo seco, com sol e calor mais intenso ao longo da tarde. A baixa umidade segue como um dos principais pontos de atenção.

Sinop também terá uma sexta-feira quente. As temperaturas devem variar entre 24°C e 38°C, mantendo o padrão de calor registrado em outras regiões do estado. A expectativa é de tempo firme e baixa umidade.

 

 

 

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Dia Internacional da Cerveja: conheça o que diferencia estilos como Pilsen, IPA, Weiss e Ultra

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Assessoria
     Celebrado na primeira sexta-feira de agosto, o Dia Internacional da Cerveja é uma oportunidade não só para brindar, mas também para conhecer mais sobre a história e características de uma das bebidas mais apreciadas do mundo. Muito além da preferência por uma marca, o universo cervejeiro reúne diferentes famílias, estilos, processos de produção e características sensoriais que influenciam diretamente a experiência de consumo.
       O interesse do brasileiro pelo universo cervejeiro cresceu nos últimos anos, impulsionando a busca por informações sobre diferentes estilos e formas de consumo. Embora nomes como Pilsen, Lager, IPA, Weiss e Ultra façam parte do vocabulário de muitos brasileiros, ainda há dúvidas sobre o que realmente diferencia cada um deles. Fermentação, intensidade dos aromas, corpo, amargor e até origem dos estilos ajudam a explicar por que cada cerveja oferece uma experiência diferente.
      “Hoje o brasileiro quer conhecer mais sobre aquilo que consome. Entender por que uma cerveja tem determinado aroma, o que muda entre uma Pilsen e uma IPA ou descobrir como a fermentação influencia o resultado final e torna a experiência muito mais interessante. Não existe um estilo melhor que outro, sempre tem aquele que combina mais com o gosto do consumidor e com cada ocasião”, comenta Ana Paula Nicolino, especialista em análise sensorial do Grupo Petrópolis.
      Lager, Ale… afinal, qual é a diferença?
     Antes de conhecer os principais estilos, vale entender que grande parte das cervejas comerciais são classificadas em duas grandes famílias: Lager e Ale. A principal diferença entre elas está na fermentação. As cervejas Lager utilizam leveduras que trabalham em temperaturas mais baixas, em um processo conhecido como baixa fermentação, que resulta em bebidas normalmente mais leves, refrescantes e de sabor equilibrado.
      Já as cervejas Ale utilizam o processo de alta fermentação, realizada em temperaturas mais elevadas. Esse processo favorece a formação de aromas mais intensos e perfis sensoriais mais complexos. Dentro dessas famílias surgem os diversos estilos conhecidos pelo consumidor, como Pilsen, IPA e Weiss.
      American Lager: o estilo que muitos brasileiros chamam de Pilsen.
      No Brasil, é comum que cervejas do estilo American Lager sejam chamadas popularmente de “Pilsen”. Apesar da associação, os dois estilos não são exatamente iguais. A American Lager tornou-se o estilo mais consumido no mundo, representando mais de 90% de toda a produção global de cerveja.
      Sua principal característica é o equilíbrio entre refrescância, leve amargor e notas suaves de malte, tornando-a extremamente versátil. Por apresentar um perfil leve, costuma acompanhar bem pizzas, hambúrgueres, sanduíches, petiscos, carnes brancas e frutos do mar, sem se sobrepor aos sabores dos alimentos.
      A verdadeira Pilsen (em português, Pils em alemão) tem sua origem na República Tcheca no século XIX. Reconhecida pela alta lupulagem, que lhe confere um amargor acentuado, a cerveja pilsen ganhou notoriedade por ser, à época, uma cerveja clara.
      Puro Malte: mais destaque para o malte.
      Embora “Puro Malte” não seja um estilo de cerveja, mas uma classificação relacionada aos ingredientes utilizados na produção, o termo se tornou bastante conhecido entre os consumidores brasileiros.
      Produzidas exclusivamente com malte de cevada, água, lúpulo e levedura, as cervejas Puro Malte costumam apresentar maior percepção do sabor do malte, corpo equilibrado e aromas mais evidentes. São opções versáteis para diferentes ocasiões de consumo e costumam acompanhar carnes grelhadas, massas e queijos leves.
IPA: personalidade marcada pelo lúpulo
      Um dos estilos que mais cresceram em popularidade nos últimos anos é a India Pale Ale (IPA), pertencente à família Ale. Segundo O Guia Oxford da Cerveja, de Garrett Oliver, ela surgiu por problemas logísticos no século 19.
      Os colonizadores britânicos tinham as cervejas estragadas ao longo de suas viagens à Índia, então encontraram a solução de colocar uma concentração maior de lúpulo, que age como conservante natural e dá mais amargor, e de álcool, para que a bebida suportasse as longas viagens marítimas sem perder qualidade.
      Seu diferencial está na maior presença do lúpulo, ingrediente responsável por aromas cítricos, florais e frutados, além de um amargor mais pronunciado quando comparado às Lagers tradicionais. Consumidores que apreciam sabores mais intensos costumam encontrar na IPA uma excelente opção para momentos de degustação ou refeições de sabor marcante, como hambúrgueres artesanais e carnes grelhadas.
Weiss: tradição das cervejas de trigo
     Outro representante da família Ale é a Weissbier, tradicional cerveja de trigo originária da Alemanha. Elaborada com significativa proporção de trigo em sua composição, ela apresenta espuma abundante, textura cremosa e aromas que remetem a banana e cravo, características aromáticas produzidas durante a fermentação e sem adição desses ingredientes. Por seu perfil delicado e refrescante, combina especialmente com peixes, frutos do mar, saladas e carnes brancas.
Ultra: leveza para diferentes momentos
      As cervejas da categoria Ultra ganharam espaço no mercado ao atender consumidores que procuram bebidas mais leves, sem abrir mão da qualidade e do sabor. Em geral, as cervejas Ultra se apresentam com menor teor alcóolico e menos calorias, acompanhando uma tendência mundial de diversificação das opções disponíveis e alinhadas ao movimento de busca por escolhas mais leves.
      O Grupo Petrópolis passou a atuar nesse segmento com o lançamento da Petra Ultra, cerveja puro malte, apenas 67 calorias na lata de 269 ml. Desenvolvida para acompanhar as novas preferências do consumidor brasileiro, ela combina leveza, refrescância e sabor, mantendo as características esperadas de uma cerveja premium.
      Seu perfil harmoniza naturalmente com saladas, peixes, grelhados e carnes brancas.
Zero álcool: novas possibilidades para apreciar uma boa cerveja
      Nos últimos anos, a categoria de cervejas zero álcool deixou de atender apenas consumidores com restrições ao consumo de bebidas alcoólicas e passou a conquistar espaço entre pessoas que desejam ampliar as ocasiões de consumo, seja antes de dirigir, na prática de atividades físicas ou em encontros sociais. Olhando para os números do mercado, as cervejas zero cresceram cerca de 13% em volume em 2025 no Brasil.
       A evolução tecnológica permitiu que as cervejas sem álcool mantivessem aromas, corpo e sabor cada vez mais próximos das versões alcóolicas tradicionais, tornando essa categoria uma das que mais evoluíram no mercado cervejeiro.
       Entre os lançamentos mais recentes, encontramos a Black Princess Zero, uma cerveja puro malte, 0% álcool e sem glúten, desenvolvida para proporcionar uma experiência sensorial semelhante à da versão original da família Lager.
      Independentemente do estilo, conhecer as características de cada cerveja ajuda o consumidor a descobrir novas combinações de sabores e aproveitar diferentes ocasiões de consumo. No Dia Internacional da Cerveja, a principal dica dos especialistas é experimentar novos estilos e descobrir aquele que melhor combina com o seu paladar.
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