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Polícia Militar aumenta em 318% prisões de faccionados na região de Cáceres

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Hallef Oliveira | PMMT

        O 6º Comando Regional da Polícia Militar de Mato Grosso aumentou em 318% o número de prisões de criminosos faccionados, nos primeiros quatro meses do ano de 2026. De janeiro a abril deste ano, 113 faccionados foram presos, enquanto no mesmo período do ano passado, 27 prisões foram registradas.

       Os dados são referentes aos 11 municípios que fazem parte do 6º Comando Regional, que possui sede na cidade de Cáceres e faz fronteira com a Bolívia. Do número de faccionados presos, 63 foram conduzidos por homicídios consumados ou tentativas, que impediram que pelo menos 50 outros homicídios fossem cometidos na região.

      Também foi registrado aumento de 450% na apreensão de armas de fogo, com 77 armas apreendidas no primeiro quadrimestre de 2026 e 14 armas apreendidas em 2025. No crime de tráfico de drogas, houve o registro de 100 ocorrências, 78% a mais do que no ano passado, resultando na apreensão de 75 quilos de entorpecentes e R$ 21,8 mil em dinheiro proveniente do crime, em 2026.

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     Além de Cáceres, o 6º Comando Regional é composto pelos municípios de Araputanga, Curvelândia, Glória d’Oeste, Indiavaí, Lambari d’Oeste, Mirassol d’Oeste, Porto Esperidião, Reserva do Cabaçal, Rio Branco e Salto do Céu.

     O comandante da regional, tenente-coronel Adão César Rodrigues Silva, enfatiza que os dados refletem as operações de combate às facções realizadas na região e os investimentos recebidos como viaturas, implantação de novas unidades e instalações de câmeras de monitoramento pelo programa Vigia Mais MT.

     “Desde o começo do ano estamos com operações da Polícia Militar e da Secretaria de Estado de Segurança Pública com foco no combate às facções criminosas, impedindo crimes e detendo rapidamente esses infratores da lei. O 6º Comando Regional está com equipamentos e viaturas adequadas, implantamos unidade de motopatrulhamento do Raio e contamos com a eficiência das câmeras do Vigia Mais MT, que nos proporcionam mais agilidade e poder de ação contra o crime, trazendo mais segurança para nossa população”, afirma o tenente-coronel.

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NOTA DE ESCLARECIMENTO: Dissolução de bancada e recomposição das comissões permanentes

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Por: Marcio Camilo da Cruz

 

A Presidência da Câmara Municipal de Cáceres vem a público esclarecer os fatos relacionados à recente dissolução da Bancada Parlamentar de Minoria e às medidas administrativas adotadas para recompor as Comissões Permanentes da Casa, diante de informações publicadas em site de notícias local que não apresentaram integralmente o contexto jurídico e regimental da situação.

Ocorre que dois vereadores que integravam a Bancada de Minoria – Marcos Ribeiro (PSD) e Isaias Bezerra (Republicanos) – solicitaram formalmente a sua saída desse bloco parlamentar. Com a saída deles, a bancada ficou com apenas um vereador apto a participar de comissões, uma vez que o presidente da Câmara, por força do regimento interno, não pode fazer parte de nenhuma comissão. Assim, a bancada perdeu sua função prática de representação dentro das comissões, sendo necessário reconhecer formalmente sua dissolução.

Portanto, a composição das comissões será objeto de readequação conforme os critérios de proporcionalidade partidária previstos no Regimento Interno, motivo pelo qual é importante que a informação seja analisada dentro do contexto completo do processo administrativo e jurídico em andamento.

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Desse modo, cabe à Presidência, por força do regimento e da Constituição Federal, declarar as vagas abertas e determinar o recálculo da proporcionalidade partidária com base no resultado oficial da eleição que definiu a legislatura 2025/2028. A partir desse novo cálculo, os líderes partidários serão convocados a indicar novos nomes para compor todas as comissões, em um prazo de cinco dias.

Essa é uma medida técnica e obrigatória, prevista em lei e no regimento interno, para evitar que as comissões funcionem de forma irregular, o que poderia anular votos e decisões importantes para a cidade.

Reiteramos que a Câmara de Cáceres age com transparência e respeito ao devido processo legal. Convidamos a imprensa e a população a buscarem informações diretamente com a assessoria de comunicação da Casa, para evitar interpretações equivocadas. Por fim, é crucial enfatizar que todas as medidas adotadas pela Presidência estão fundamentadas na Constituição Federal, no Regimento Interno da Câmara Municipal e em pareceres técnicos da Procuradoria Jurídica da Casa.

Nosso compromisso é com a regularidade dos trabalhos legislativos e com a clareza das informações prestadas à sociedade.

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Cáceres/MT, 13 de maio de 2026.
Vereador Flávio Negação
Presidente da Câmara Municipal de Cáceres

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Grupo que exaltava facção nas redes sociais é alvo da PJC em Cáceres

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta terça-feira (12), a Operação Locus Defecit, com o objetivo de cumprir ordens judiciais contra integrantes de uma facção criminosa investigados por envolvimento em ações criminosas em Cáceres e por exaltação ao grupo nas redes sociais.

Ao todo, foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e dois de busca e apreensão, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias do Polo Cáceres. A investigação é conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Cáceres.

As ordens judiciais foram cumpridas em Cuiabá, incluindo a Penitenciária Central do Estado (PCE), onde um dos investigados já estava preso por tráfico de drogas.

A operação contou com apoio da Delegacia de Repressão aos Crimes Informáticos (DRCI) e da Equipe Alfa da Penitenciária Central.

Segundo a Polícia Civil, as investigações apontaram que os suspeitos atuavam no tráfico de drogas em Cáceres e utilizavam as redes sociais para divulgar imagens ostentando armas de fogo, entorpecentes e dinheiro em espécie, além de publicar mensagens de exaltação à facção criminosa em meio à disputa com grupos rivais.

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Um dos alvos foi preso em um bar onde morava, em Cuiabá. Já o segundo investigado teve o mandado cumprido dentro da Penitenciária Central do Estado.

De acordo com o delegado Fabrício Alencar, responsável pela operação, o objetivo da ação é reunir provas e fortalecer as investigações sobre a atuação da facção criminosa.

O nome da operação, “Locus Defecit”, que significa “localização falhou”, faz referência às publicações feitas pelos investigados nas redes sociais, nas quais afirmavam que não seriam encontrados pelas forças de segurança.

Por Gazeta Digital

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