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NOTA INFORMATIVA: SOBRE CASO SUSPEITO DE MENINGITE EM CÁCERES

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Prefeitura de Cáceres

A Secretaria Municipal de Saúde por meio da Coordenadoria de Vigilância em Saúde informa que em 25/05/2026 recebeu a notificação do hospital regional de cáceres – unidade I, de um caso suspeito de meningite. Trata – se de uma criança de 4 anos de idade residente do município e que frequenta a creche Fazendo Arte. Criança internada no hospital na data de 22/05/2026. Atualmente segue internada em UTI Pediátrica, em coma, cursando com lesão encefálica grave e irreversível.

De acordo com os resultados dos exames emitidos pelo laboratório que atende o hospital, a análise do líquor apresentou perfil compatível com etiologia viral, com cultura bacteriana negativa. O caso segue em investigação, aguardando resultado do painel viral para identificação etiológica. Amostras também foram encaminhadas ao Laboratório Central de Saúde Pública de Mato Grosso (Lacen-MT) para exames complementares. Até o momento, a hipótese etiológica considerada é de meningoencefalite viral aguda.

A Vigilância Epidemiológica em conjunto com o CIEVS Fronteira do município segue monitorando o caso e reforça que o cenário epidemiológico em Cáceres permanece estável, sem aumento de registros da doença. A Vigilância em Saúde destaca ainda que não há motivo para pânico e que todas as medidas previstas nos protocolos do Ministério da Saúde foram adotadas, incluindo monitoramento clínico do caso e investigação laboratorial. Orientamos a população a buscar informações apenas pelos canais oficiais, evitando a disseminação de notícias falsas e  conteúdo sem confirmação.

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Entre os principais sintomas da meningite estão febre alta, dor de cabeça intensa, náuseas, vômitos e prostração. Em situações mais graves, podem ocorrer rigidez na nuca, manchas pelo corpo, convulsões e alterações respiratórias. Em bebês, irritabilidade e choro persistente também são sinais de alerta. Em caso de suspeita, a orientação é procurar imediatamente uma Unidade Básica de Saúde (UBS) ou Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para avaliação médica.

As principais medidas de prevenção da meningite viral incluem:
•  Higienizar frequentemente as mãos com água e sabão ou álcool 70%;

•  Evitar compartilhar objetos de uso pessoal, como copos, talheres, mamadeiras e toalhas; •  Manter ambientes limpos, ventilados e com boa circulação de ar;

•  Cobrir nariz e boca ao tossir ou espirrar;

•  Evitar contato próximo com pessoas que apresentem sintomas respiratórios ou infecciosos;

NOTA INFORMATIVA: SOBRE CASO SUSPEITO DE MENINGITE

•  Manter  a  vacinação  em  dia,  conforme  calendário  do  Programa  Nacional  de  Imunizações  (PNI), especialmente contra meningite; •  Reforçar medidas de higiene em creches, escolas e ambientes coletivos; •  Procurar atendimento médico diante de sintomas como febre alta, dor de cabeça intensa, vômitos, rigidez na nuca e prostração.
Em ambientes escolares e creches, não há indicação de fechamento da unidade ou suspensão coletiva das atividades nos casos de meningite viral, sendo recomendadas apenas medidas de higiene, monitoramento de sintomas e orientação às famílias e profissionais.

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A Vigilância em Saúde reforça a importância da vacinação como principal forma de prevenção. No Sistema Único de Saúde (SUS), a proteção contra meningites imunopreveníveis é ofertada conforme idade, público-alvo e esquema definido pelo Programa Nacional de Imunização (PNI). As vacinas disponíveis no calendário de vacinação utilizadas na prevenção das principais causas de meningites são:

•  Meningocócica C (Conjugada): Protege contra a doença meningocócica causada pelo sorogrupo C. Idade de vacinação: 1ª dose: 3 meses / 2ª dose: 5 meses. •  Meningocócica ACWY (Conjugada): Protege contra a doença meningocócica causada pelos sorogrupos A, C, W e Y. Idade de vacinação: Reforço: 12 meses e de 11 a 14 anos.

A vacina meningocócica B (Meningo B) que protege contra meningite e infecções generalizadas causadas pela bactéria Neisseria meningitidis do sorogrupo B, atualmente, não integra o calendário de vacinação do Sistema Único de Saúde!(SUS).

Giulliano Luiz da Silva Garcia Coordenador de Vigilância em Saúde

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Mato Grosso supera média nacional e alcança 93,78% dos seus eleitores cadastrados biometricamente

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O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) concluiu o cadastramento de eleitores que estão aptos a votar nas Eleições 2026. De um eleitorado total de 2.641.190 pessoas, 2.476.993 possuem o cadastro biométrico registrado. Esse contingente representa 93,78% dos eleitores do estado, que já poderão utilizar a identificação por impressões digitais nas próximas eleições. A média do percentual do eleitorado com biometria no Brasil estacionou em 89,01%.

“Esse volume formidável de dados coletados não ocorreu do dia para a noite, mas através de meses de intensa mobilização, mutirões itinerantes e campanhas de conscientização que percorreram desde os grandes centros até as regiões mais remotas do estado. Praticamente todo eleitorado do estado já pode votar utilizando suas impressões digitais, garantindo a lisura do pleito e praticamente zerando os riscos de fraudes de identidade. É uma vitória institucional que reflete o fortalecimento da democracia. Cada digital cadastrada é a certeza de que o voto, o direito mais fundamental da República, está blindado e protegido pela tecnologia”, destacou o vice-presidente e corregedor Eleitoral, desembargador Marcos Machado.

Quando inserido no contexto regional, o protagonismo de Mato Grosso torna-se mais evidente. A região Centro-Oeste, como um todo, apresenta um excelente percentual de 92,38% de eleitorado com biometria. Ao registrar 93,78%, o estado de Mato Grosso puxa a média regional para cima, demonstrando um grau de engajamento da sociedade e de organização judiciária que servem de modelo prático para o restante do país. Na tabela comparativa do Centro-Oeste, o TRE-MT desponta na vice-liderança, colado milimetricamente no Tribunal Regional do Distrito Federal, caracterizado por ter uma área territorial estritamente urbana, com 94,05%. Mato Grosso, mesmo lidando com suas dimensões continentais e complexos desafios logísticos amazônicos e pantaneiros, superou Goiás (93,52%) e deixou o vizinho Mato Grosso do Sul (87,35%) consideravelmente para trás.

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Segundo o juiz auxiliar da Corregedoria, Marcelo Sebastião Prado de Moraes, a reflexão profunda sobre esse sucesso atual exige olharmos para o retrovisor, mais especificamente para o mês de junho de 2025. “Naquele exato momento, o panorama exigia máxima atenção: Mato Grosso contava com 30 municípios amargando um percentual de coleta biométrica inferior a 75%. Havia um risco estrutural de que uma fatia do interior não alcançasse a digitalização plena”.

O cenário no meio do ano passado era tão desafiador que 5 municípios registravam menos de 50% de adesão biométrica; 6 estavam entre 50% e 65%; 10 flutuavam entre 65% e 69,99%; e 9 patinavam na faixa entre 70% e 74,99%.

“Todo o trabalho logístico mudou a realidade de maneira impressionante. O balanço mostra que não existe hoje, em todo o vasto território mato-grossense, nenhum município com taxa abaixo de 75%. Atualmente, 102 municípios do Estado de Mato Grosso ostentam uma taxa de coleta biométrica superior a 90,25%. É a constatação pura e simples de que a modernidade rigorosa do processo eleitoral não é mais um privilégio de capitais, mas uma realidade cotidiana consolidada em grande parte das cidades”, reforçou o magistrado.

Municípios em destaque 

Neste um ano de trabalho, duas cidades protagonizaram arrancadas estatísticas. Reserva do Cabaçal saltou de 45,16% para os atuais 92,09%, enquanto Confresa, polo vibrante do Norte Araguaia, saiu de 33,5% para os atuais 79,81%. No topo absoluto de toda a lista estadual, encontra-se o pequeno município de Araguainha, que alcançou a marca de 100% de seus 1.236 eleitores com as digitais devidamente coletadas. Logo atrás vêm os exemplos contundentes de Ponte Branca (99,9%), Planalto da Serra (99,71%), Indiavaí (99,66%) e Vale de São Domingos (99,63%), provando que cidades de menor porte têm imenso poder de mobilização social.

Responsável técnico pelo projeto Biometria no TRE-MT, o analista judiciário, Kelsen de Magalhães França, detalha que 38 municípios ultrapassaram a barreira dos 98% de cobertura biométrica. “Para se ter a real dimensão e o peso histórico desse feito, toda a região Centro-Oeste possui 40 municípios nesse seleto grupo superior a 98%. Destes, 38 são de Mato Grosso e apenas 2 pertencem a Mato Grosso do Sul”.

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Comunicação 

O segredo por trás do avanço do cadastro biométrico atende por uma palavra: mutirões. Foram realizadas mais de 800 ações diretas onde a Justiça Eleitoral deslocou-se até o eleitorado, nas regiões mais distantes, como aldeias e locais de difícil acesso. Para garantir o engajamento massivo da população, foram cerca de 600 matérias jornalísticas produzidas, publicadas no portal da instituição e distribuídas ativamente para a imprensa estadual divulgando as ações da biometria. A transparência contínua foi a principal iniciativa para convencer o eleitor de que o cadastramento era seguro.

Sabendo que Mato Grosso é um estado de forte cultura radiofônica, especialmente no seu vasto interior e nas zonas agrícolas, a Justiça Eleitoral investiu pesado nas ondas sonoras. A produção de 412 spots de rádio totalmente personalizados fez a grande diferença. Os áudios informavam a população local sobre as datas, horários e locais exatos dos mutirões, falando diretamente com o trabalhador rural, o indígena e o ribeirinho em sua realidade.

No campo digital e das redes sociais, a capilaridade da comunicação foi garantida por 404 artes gráficas desenvolvidas exclusivamente para a divulgação das frentes de atendimento e dos postos itinerantes. Além disso, a estratégia inovou ao criar 81 artes diretas sob demanda específica dos cartórios para disparos em grupos de WhatsApp e Telegram, viralizando a convocação cívica de forma orgânica, ágil e hiperlocalizada.

O marketing físico, o fundamental “corpo a corpo” visual, tampouco foi negligenciado no projeto. As praças, prefeituras e os comércios locais receberam 450 banners informativos distribuídos fisicamente.

 

Por: Daniel Dino Assessoria TRE-MT

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Corredor com Bolívia pode transformar Oeste de MT em nova porta de exportação do Brasil

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Agenda “Estradeiro” mobiliza lideranças políticas e setor produtivo em defesa de novo eixo logístico, industrial e econômico para a Região Oeste

Por Assessoria

Por Assessoria

A consolidação de um corredor logístico entre Mato Grosso e Bolívia voltou ao centro do debate político estadual com a realização da agenda “Estradeiro”, marcada para sexta-feira (29), na Região Oeste de Mato Grosso. A mobilização reúne lideranças políticas, representantes do setor produtivo e integrantes do Governo do Estado em defesa de obras consideradas estratégicas para integração regional e desenvolvimento econômico.

O percurso será realizado por trechos das MTs 388, 265 e 199, regiões apontadas como fundamentais para a criação de uma nova rota de exportação conectando Mato Grosso ao mercado internacional.

O deputado estadual Valmir Moretto afirma que o projeto representa uma mudança histórica para a Região Oeste, integrando logística, indústria, turismo e geração de empregos.

“A Região Oeste deixa de ser fim de rota e passa a ser porta de entrada de Mato Grosso para o mundo”, afirmou o parlamentar.

A proposta defendida pelas lideranças regionais inclui a integração terrestre com a Bolívia, o fortalecimento da Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Cáceres e a internacionalização do Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande.

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Segundo Moretto, as obras nas rodovias estaduais representam mais do que infraestrutura.

“Cada estrada aberta significa desenvolvimento chegando onde antes só existia abandono. Significa caminhão circulando, ônibus escolar, ambulância, comércio crescendo, investimento chegando e emprego sendo criado”, destacou.

A expectativa é que o corredor fortaleça o escoamento da produção, atraia investimentos e amplie a conexão comercial entre Mato Grosso e países da América do Sul.

Outro ponto defendido pelo parlamentar é a consolidação da ZPE de Cáceres como polo de industrialização da fronteira Oeste.

“A estrada aproxima. O aeroporto conecta. Mas a ZPE transforma. Transforma a logística em desenvolvimento, a fronteira em oportunidade e a Região Oeste em protagonista do futuro de Mato Grosso”, declarou Moretto.

Além da pauta econômica, a mobilização também busca ampliar o debate sobre infraestrutura regional, saúde pública e geração de oportunidades para municípios historicamente afetados pelo isolamento logístico.

“A Região Oeste não quer favor. Quer oportunidade”, afirmou o deputado.

A programação do “Estradeiro” começa às 7h, com saída pela MT-388, passando pela MT-265, Vila Bela da Santíssima Trindade e Rio Guaporé. O retorno para Cuiabá está previsto para as 16h.

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