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CANDIDATO ÚNICO – TJMT elegerá o cacerense José Luiz Lindote como novo presidente no dia 8 de outubro

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Foto: Rodinei Crescêncio/Rdnew

Por Glaucio Nogueira/RDNews

O presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), desembargador José Zuquim Nogueira, marcou para o próximo dia 8 de outubro a sessão em que serão eleitos os ocupantes dos cargos de presidente, vice-presidente e corregedor-geral de Justiça. A convocação foi publicada no Diário de Justiça desta quinta-feira (17).

Atual corregedor-geral do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), o desembargador José Luiz Lindote será o próximo presidente da Corte. Nome de consenso, ele foi o único magistrado a se inscrever no edital para registro de candidaturas e, com isso, comandará o Judiciário mato-grossense nos anos de 2027 e 2028.

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Do mesmo modo, apenas um magistrado se candidatou ao cargo de vice-presidente, o desembargador Gilberto Giraldelli. A exemplo de Lindote, havia entre os integrantes do Pleno do Tribunal uma preferência pelo magistrado.

Já para o posto de corregedor-geral, dois desembargadores estão na disputa. São eles: Helena Maria Bezerra Ramos, favorita a assumir o cargo, e Rui Ramos Ribeiro, que presidiu a corte nos anos de 2017 e 2018.

Natural de Cáceres, Lindote ingressou na magistratura em 1999 e, até 2024, quando foi promovido ao cargo de desembargador, atuou em diversas comarcas, entre elas Rondonópolis, Primavera do Leste, Diamantino e Várzea Grande. O magistrado também foi membro do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT).

Boas lembranças

Em 1974
Éramos todos crianças, aqui no bairro Cohab Velha. A casa do saudoso Professor Lindode, era de portas abertas para todos, poucas famílias tinha televisão, ali era o único lugar que reuníamos para assistir os jogos da Copa do Mundo, que acontecia na Alemanha, ocasião em que a Alemanha se consagrara campeã, decidiu contra o carrocel Holandês… Nos fundos da casa da família Lindote, terminava o bairro, era só mato, havia um pé de cumbaru, onde era o nosso forte. Treinavamos luta com espada de guatambú e seguíamos alguns trieiros até chegar na antiga vila do Haroldo, as vezes nem dava tempo, a gurizada da vila, já vinha de encontro para “guerra campal”… lembro que teve um dos nossos que nos alertou, “cuidado com o negão Daio, ele joga pedra!” Kkkk

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Ijo, Quito, Mandi, os irmãos Lindote, ainda tinha o caçula Magu, era nosso mascote…
Ijo, fazia apresentações de circo, era muito criativo, dentro de uma grande caixa de papelão, colocava jogo de espelho e mandava entrar um por vez e todos saiam felizes, comentando que ficavam de cabeça pra baixo, imagina!

Tempo bom, que não volta mais…
Do outro lado do barracão, deixado pela empreiteira que construiu as casas, creio que 600 casas, morava a família do saudoso Seu Augusto e sua esposa Dona Rosa. Os filhos do casal, Rudmar,  saudoso Ronaldo, as filhas Rosemeire e outras duas irmãs mais criança … Os meninos faziam parte da gurizada do Forte, seus primos Gutenberg, Coco… éramos muitos… Dado, Júlio, saudoso Adauto… Os filhos do Seu Garcia, Biraci, Guaraci, Del…

No quarteirão onde foi a Escola São Luiz, era nosso campo de futebol  e  ali havia uma grande árvore figueira, que fazia uma bela sombra e ainda, tinha um buraco onde vivia um gambá… Mas pra frente do nosso campo de futebol, era a chácara da família do saudoso Marino, que foi chefe do Incra e nessa chácara, tinha outro campo de futebol ??.
Nosso bairro Cohab Velha, muitas famílias começando e muitas crianças, tinha muita diversão… Família do saudoso Cabo Saturnino do EB, que batizou seus filhos com os nomes dos ex presidentes dos EUA… Rapaz não faltava lugar para passeio de bicicleta, era na Usina Ressaca, Chácara no bairro do Junco, do sogro do Cabo Saturnino, família do Cabo Nilson, irmão da saudosa Dona Neusa…

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Hoje, a Cohab Velha, bairro com mais de 50 anos de existência, as crianças daquela época, são homens e mulheres, que fazem parte da sociedade mato-grossense e ocupam cargos de alta representatividade, como vai ser o nosso amigo de infância Quito LIndote, orgulho não só da Cohab Velha, mas de todo povo cacerense, parabéns!!!

Cáceres MT, 17/09/2026

Jardes Félix de Macedo 
Professor de História

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NOTA DE PESAR: MARIA AUXILIADORA RAMOS

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A Prefeitura Municipal de Cáceres manifesta profundo pesar pelo falecimento da servidora efetiva Maria Auxiliadora Ramos, que atuava na Secretaria Municipal de Fazenda, junto à Dívida Ativa.

Maria Auxiliadora deixa uma trajetória marcada pelo compromisso com o serviço público, pela responsabilidade profissional e, especialmente, pela simpatia e cordialidade no atendimento à população.

Ao longo de sua atuação, contribuiu de forma significativa para a administração municipal, desempenhando suas funções com dedicação e respeito aos cidadãos e aos colegas de trabalho.

Neste momento de dor, expresso, em nome da Prefeitura de Cáceres, minha solidariedade aos familiares, amigos e companheiros de trabalho, desejando força e conforto diante desta irreparável perda.

Eliene Liberato Dias – Prefeita de Cáceres

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Treze escolas públicas de Cáceres ainda estão fora do programa federal de internet

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Déficit de conectividade atinge uma em cada quatro unidades do município, que seguem fora da rede de atendimento

Por Redação do Jornal Oeste

O relatório do Ministério da Educação expõe um gargalo importante na rede pública de Cáceres. Das 55 escolas, 13 ainda estão fora da Estratégia Nacional de Escolas Conectadas — o equivalente a 23,6%, praticamente uma em cada quatro unidades. O número representa o maior déficit da região Oeste no levantamento. Em uma educação cada vez mais conectada, permanecer sem acesso à internet significa deixar o estudante mais distante de conteúdos, ferramentas, pesquisas e oportunidades de aprendizagem que já fazem parte da rotina de outras escolas.

A estratégia é coordenada pelo governo federal e envolve diferentes órgãos, entretanto, a Prefeitura tem sua parcela no processo, pois pelas regras da Enec, municípios que aderem devem atuar para universalizar a conectividade em sua rede, corrigir e complementar o diagnóstico das escolas, prestar informações e acompanhar o monitoramento da internet nas unidades. Ou seja, não se trata apenas de esperar que a conexão chegue: há trabalho de diagnóstico, acompanhamento e articulação que também depende da gestão local.

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A administração municipal precisa deixar claro quais entraves impedem a conexão dessas unidades e quais providências estão sendo tomadas. Em um município territorialmente extenso e com comunidades distantes, conectividade escolar precisa ser tratada como prioridade. Cabe à Secretaria de Educação manter os dados atualizados, acompanhar e cobrar, junto ao governo federal, as soluções técnicas e os recursos necessários. No fim, a demora não fica só no papel: ela chega à sala de aula e limita as oportunidades de quem depende da escola pública.

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