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PRF apreende Toyota Hilux com sinais de adulteração na BR‑070 em Cáceres (MT)

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Picape foi localizada na área urbana do município e apresentava inconsistência no registro veicular

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, na noite desta terça-feira (05), uma Toyota Hilux com indícios de adulteração de sinal identificador, em Cáceres (MT). A ocorrência foi registrada na BR-070, km 726.

Durante fiscalização na área urbana do município, uma equipe da PRF localizou a picape estacionada em via pública. Após consulta aos sistemas e verificação veicular, foi constatado que o número do chassi não correspondia à marca e ao modelo registrados, indicando possível fraude no registro do veículo.

Com apoio da Polícia Militar de Mato Grosso (PMMT), o responsável pelo veículo foi localizado. Ele informou ter adquirido a caminhonete recentemente, em negociação com uma pessoa de outro estado, mas não apresentou documentação comprobatória no momento da ocorrência.

Diante dos indícios, o veículo e o responsável foram encaminhados à 1ª Delegacia de Polícia Civil de Cáceres, para os procedimentos cabíveis.

A ocorrência, em tese, envolve o crime de adulteração de sinal identificador de veículo automotor, previsto no artigo 311 do Código Penal.

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A PRF reforça que a fiscalização e o combate a fraudes veiculares contribuem para a segurança pública, a proteção patrimonial e a retirada de circulação de veículos em situação irregular.

Por: PRF-MT

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Troco Solidário do Grupo Juba avança e abraça a causa animal em nova etapa da campanha

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O compromisso com a solidariedade segue fazendo a diferença em Cáceres e região. O Grupo Juba encerrou mais uma edição do projeto “Troco Solidário” com resultados expressivos, destinando recursos a instituições sociais que desempenham papel fundamental no cuidado com a comunidade.

A iniciativa reforça o poder das pequenas atitudes. A cada compra, clientes do Grupo Juba tiveram a oportunidade de doar parte do troco, transformando valores simples em uma grande corrente de solidariedade.

Dando continuidade ao projeto, o Grupo Juba anuncia agora uma nova fase do Troco Solidário, desta vez voltada à causa animal, um tema cada vez mais urgente e que mobiliza voluntários e instituições em toda a região.

Nesta etapa, os recursos arrecadados serão destinados a três entidades que atuam diretamente no resgate, proteção e cuidado de animais. A Associação de Ajuda aos Animais de Cáceres (AAAC), Associação Salve Uma Vida, de Mirassol d’Oeste, e Abrigo Flor de Acácia, de Araputanga.

A proposta é fortalecer o trabalho dessas organizações, que enfrentam desafios diários para garantir alimentação, cuidados veterinários, abrigo e dignidade aos animais em situação de abandono.

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O Troco Solidário já demonstrou sua força em edições anteriores. Na primeira etapa, foram destinados cerca de R$ 23 mil às APAEs de Cáceres, Araputanga e Mirassol d’Oeste. Em seguida, mais de R$ 15 mil beneficiaram as pastorais da criança de Cáceres e Araputanga e o Centro Social João Paulo II de Mirassol d’Oeste.

Agora, ao direcionar esforços para a causa animal, o Grupo Juba amplia ainda mais seu impacto social, demonstrando sensibilidade a uma demanda crescente da sociedade.

A diretoria do Grupo Juba enaltece que a campanha segue com o mesmo propósito, unir clientes, colaboradores e a comunidade em torno de um gesto simples, mas transformador.

“Ao doar o troco, cada pessoa contribui diretamente para salvar vidas, sejam humanas ou animais, e fortalece instituições que atuam com dedicação, cuidado e amor.

 

Por: Esdras Crepaldi

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R$ 63 milhões: operação revela rede de bunkers em garimpo na Sararé

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Por Ana Julia Pereira/Primeira Página

Uma maneira de driblar a fiscalização nos garimpeiros ilegais na Terra Indígena Sararé, em Pontes e Lacerda (MT), chamou a atenção das autoridades: a construção de bunkers subterrâneos para esconder equipamentos e garantir a retomada da extração de ouro após operações de fiscalização.

A tática, no entanto, passou a ser alvo direto da força-tarefa federal que atua na região. Ao todo, 23 bunkers foram localizados e destruídos. Os maiores tinham cerca de cinco metros de comprimento, enquanto os menores chegavam a dois metros, todos com 1,80 metro de altura.

Dentro dessas estruturas, os agentes encontraram alimentos, freezers, motosserras e diversos equipamentos usados no garimpo ilegal.

Segundo técnicos envolvidos na operação, os esconderijos não possuíam ventilação nem qualquer tipo de comunicação, como internet ou rádio. Ainda assim, eram projetados para permanência prolongada, o que indica planejamento prévio por parte dos criminosos.

A presença de mantimentos e equipamentos reforça o uso estratégico dos bunkers como abrigo e base de apoio. Já o estado de deterioração de alguns itens sugere que os garimpeiros abandonaram os locais recentemente, após o avanço das fiscalizações.

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Durante incursões no chamado Garimpo do Cururu, considerado o principal da região, os agentes encontraram um gerador de grande porte, avaliado em cerca de R$ 100 mil. O equipamento tinha capacidade para abastecer até 100 barracos ou operar de forma mista, atendendo dezenas de estruturas e equipamentos como freezers e guinchos usados na exploração de ouro.

Agentes da Força Nacional destruíram bunkers no garimpo do Sararé. - Foto: Casa Civil

Agentes da Força Nacional destruíram bunkers no garimpo do Sararé. – Foto: Casa Civil

 Prejuízo milionário

Em um mês de operação, o impacto financeiro sobre o garimpo ilegal já é significativo:

  • R$ 63 milhões em prejuízo estimado
  • Mais de 90 mil litros de diesel retirados
  • 190 geradores destruídos ou apreendidos
  • 441 motores de garimpo inutilizados
  • 971 quilos de explosivos apreendidos

As ações também têm provocado o abandono pacífico de áreas por garimpeiros que atuavam ilegalmente no território.

 Território indígena

A Terra Indígena Sararé pertence ao povo Nambikwara, que atualmente soma cerca de 201 indígenas. Segundo o governo federal, a operação de desintrusão não tem prazo para terminar e seguirá até que a segurança e o uso legítimo da área sejam plenamente restabelecidos.

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