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Minha Casa, Minha Vida aumenta limites e contempla famílias com renda de até R$ 13 mil

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Reajuste passa a valer a partir desta quarta-feira (22) em todo o Brasil

Por Gustavo Henn | Midia Max

O programa MCMV (Minha Casa, Minha Vida) passa a operar com novas regras a partir desta quarta-feira (22). As mudanças foram aprovadas pelo Conselho Curador do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) em março e aumentam os limites de renda das quatro faixas do programa.

Agora, a Caixa Ecônomica Federal e o Banco do Brasil começam a financiar imóveis de até R$ 600 mil, além de contemplar famílias com renda mensal de até R$ 13 mil. As regras devem favorecer a classe média, que terão juros menores nos financiamentos.

Com a decisão, a faixa 1 atende famílias de renda mensal de até R$ 3.200, com aumento de 12% em relação ao valor anterior. Confira a mudanças das quatro faixas

 

  • Faixa 1: passou de R$ 2.850 para até R$ 3.200;
  • Faixa 2: passou de R$ 4.700 para até R$ 5.000;
  • Faixa 3: passou de R$ 8.600 para até R$ 9.600;
  • Faixa 4: passou de R$ 12.000 para até R$ 13.000.
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Além disso, há mudança nos valores máximos dos imóveis. Para as faixas 1 e 2, o limite fica entre R$ 210 mil e R$ 275 mil, a depender da localidade. Já para a faixa 3, o total dos imóveis fica entre R$ 350 mil e R$ 400 mil, enquanto a faixa 4 varia entre R$ 500 mil até R$ 600 mil.

Segundo o Governo Federal, a atualização das faixas deve beneficiar ao menos 87,5 mil famílias brasileiras com a redução nas taxas de juros em seu financiamento habitacional. Cerca de 31,3 mil famílias serão incluídas na faixa 3 do programa, e outras 8,2 mil famílias da classe média terão acesso ao Minha Casa, Minha Vida pela faixa 4.

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Justiça determina 60 dias para Estado reorganizar saúde em presídios de Mato Grosso

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso determinou que o Governo do Estado apresente, em 60 dias, um plano para reorganizar a assistência à saúde dentro das unidades prisionais. A decisão, do desembargador Orlando de Almeida Perri, aponta falhas estruturais no atendimento médico a pessoas privadas de liberdade. O Estado descumpre compromissos assumidos desde 2018, quando um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) foi firmado para melhorar a assistência.

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso determinou que o Governo do Estado apresente, no prazo de 60 dias, um plano concreto para reorganizar a assistência à saúde em presídios. A decisão, assinada pelo desembargador Orlando de Almeida Perri em 17 de abril, aponta falhas estruturais no atendimento médico a pessoas privadas de liberdade e cobra medidas urgentes da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) e da Secretaria de Estado de Justiça (Sejus-MT).

Descumprimento de Termo de Ajustamento de Conduta

Segundo a decisão judicial, o Estado de Mato Grosso descumpre compromissos assumidos desde 2018. Naquele ano, foi firmado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o objetivo de melhorar a assistência médica nas unidades prisionais. No entanto, mesmo após o prazo estabelecido no TAC expirar em 2021, as medidas acordadas não foram implementadas, o que motivou a atual intervenção judicial.

Déficit Estrutural na Saúde Prisional

O magistrado Orlando de Almeida Perri destacou a existência de um déficit estrutural na saúde em presídios. Foram identificadas diversas deficiências, incluindo a escassez de equipes médicas, infraestrutura inadequada para atendimento, falhas no atendimento em saúde mental e a ausência de fluxos assistenciais claros. Além disso, a decisão aponta problemas no abastecimento de medicamentos e dificuldades na alimentação dos sistemas de informação em saúde, fatores que comprometem o planejamento e o financiamento federal das ações de saúde.

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Impacto da Dependência de Atendimentos Externos

Outro ponto ressaltado na decisão é a dependência excessiva de atendimentos externos para os detentos. Essa prática gera dificuldades logísticas significativas, aumenta os custos operacionais relacionados a escoltas e, consequentemente, prejudica a continuidade do tratamento de saúde das pessoas privadas de liberdade.

Capacidade Financeira do Estado e Falta de Investimentos

Na decisão, o desembargador Perri também ressaltou que não há justificativa financeira para a falta de investimentos na saúde em presídios. Dados oficiais indicam que Mato Grosso arrecadou R$ 42,6 bilhões em 2025. O Estado apresenta superávit e sua capacidade fiscal é considerada alta, conforme avaliação do Tesouro Nacional, o que sugere disponibilidade de recursos para as melhorias necessárias.

Obrigações Constitucionais e Legais

O magistrado fundamentou sua decisão citando a Constituição Federal, a Lei de Execução Penal e tratados internacionais de direitos humanos. Ele enfatizou que ‘O Estado que priva alguém de liberdade assume a obrigação integral de garantir sua saúde’, destacando a responsabilidade do poder público em assegurar a dignidade das pessoas sob sua custódia.

Determinações para Reorganização da Assistência

Entre as determinações específicas, o Tribunal de Justiça estabeleceu que o governo de Mato Grosso deverá elaborar um plano para a transferência da gestão da saúde prisional para a Secretaria de Estado de Saúde (SES). Além disso, o plano deve incluir a criação de fluxos assistenciais, a estruturação do atendimento farmacêutico, a melhoria da infraestrutura das unidades prisionais e a implantação de soluções de telessaúde para otimizar o acesso aos serviços médicos.

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Foi determinado também que a SES e a Sejus apresentem um planejamento orçamentário detalhado em até 120 dias. Relatórios trimestrais deverão ser submetidos, contendo indicadores de implantação das medidas. Estes relatórios devem abordar o funcionamento das equipes de saúde, o atendimento em saúde mental, o abastecimento de medicamentos e a atualização dos sistemas de informação em saúde.

A decisão prevê, ainda, a criação de uma instância permanente de monitoramento da política de saúde em presídios, com a participação do Estado e dos municípios. Outras medidas incluem a adoção de estratégias para reduzir a rotatividade de profissionais de saúde e a ampliação da cobertura do atendimento nas unidades penais.

Violação de Direitos Fundamentais

Para o desembargador, a situação atual configura uma violação de direitos fundamentais e exige uma atuação imediata do Estado. Ele ressaltou que a política de combate ao crime deve ser acompanhada de garantias mínimas de dignidade às pessoas custodiadas pelo poder público, reforçando a necessidade de ações urgentes para regularizar a assistência à saúde nas prisões.

Fonte: Gazeta Digital

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Homem de 55 anos é morto a facada após discussão por áudio de WhatsApp em Porto Esperidião

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Vítima foi tirar satisfação sobre boatos envolvendo seu filho menor de idade na Vila Cardoso; autor do golpe fugiu de motocicleta

Reprodução | PM 

Por: Nailton Alves | Canal Diário

Um homem de 55 anos, identificado como sendo Clovis Ribeiro dos Santos, foi assassinado na tarde deste domingo (19) na comunidade Vila Cardoso em Porto Esperidião. O crime ocorreu após uma discussão motivada por um áudio compartilhado em um grupo de mensagens da comunidade.

De acordo com o relato da esposa da vítima à Polícia Militar, o homem participava de uma confraternização e consumia bebidas alcoólicas quando ouviu um áudio atribuído a um morador conhecido pelo apelido de “Sacola”. Na gravação, era mencionado que o filho menor de idade da vítima estaria ingerindo bebida alcoólica em um local de lazer.

Incomodado com a situação, a vítima foi até a residência de “Sacola” para tirar satisfação, momento em que uma discussão teve início. Durante o desentendimento, um terceiro indivíduo chegou ao local em uma motocicleta, acompanhado da esposa. Armado com uma faca, esse homem desferiu um golpe que atingiu a região intercostal esquerda da vítima.

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Após o ataque, o suspeito fugiu imediatamente do local e, até o momento, não foi localizado pelas autoridades.

Mesmo ferido, o homem conseguiu caminhar até o posto de saúde (PSF) da comunidade em busca de socorro. Os profissionais da unidade acionaram a polícia, mas, infelizmente, a vítima não resistiu aos ferimentos e veio a óbito logo após dar entrada no local.

A Polícia Militar realizou buscas pela região na tentativa de capturar o autor da facada, porém ele segue foragido. A ocorrência foi registrada e a Polícia Civil já iniciou as investigações para elucidar os detalhes e prender o responsável pelo homicídio.

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