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Garimpeiro que cumpria prisão domiciliar em Goiás é preso com explosivo em Pontes e Lacerda

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Homem que afirmou cumprir prisão domiciliar em Goiás foi detido após ser flagrado transportando material explosivo sem autorização legal.

Por: Vitor Eduardo TrevisanFonte: CenárioMT

O transporte ilegal de materiais de alta periculosidade e a quebra de restrições judiciais resultaram na prisão de um condutor no interior do estado. Um homem foi preso nesta quarta-feira no município de Pontes e Lacerda, em Mato Grosso, após ser flagrado transportando uma peça de material explosivo sem qualquer tipo de documentação fiscal ou autorização legal dos órgãos competentes. Segundo informações registradas no boletim de ocorrência, o suspeito informou aos policiais que trabalhava ativamente em um garimpo na região e confessou que cumpria pena em regime de prisão domiciliar no estado de Goiás.

Uso de celular ao volante motiva abordagem e motorista tenta fugir de viatura

De acordo com o registro oficial da polícia, a abordagem tática ocorreu inicialmente durante uma fiscalização de rotina de trânsito urbano. Os agentes da lei identificaram o motorista utilizando o aparelho celular enquanto conduzia o veículo pelas ruas da cidade, o que configura uma infração de natureza gravíssima prevista pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Conforme apurado pelas autoridades locais, ao perceber a clara tentativa de abordagem da equipe de rádio patrulha, o condutor acelerou o automóvel de forma abrupta na tentativa de despistar os militares e deixar o local. Os policiais iniciaram um acompanhamento tático imediato pelas vias públicas e conseguiram interceptar e cercar o veículo pouquíssimos metros depois.

Os principais eixos da apreensão em Pontes e Lacerda reúnem:

  • Infração Inicial: Motorista foi flagrado utilizando aparelho celular na direção, gerando a ordem de parada;
  • Fuga Fracassada: Condutor desobedeceu os sinais sonoros, acelerou o carro, mas acabou interceptado pela PM;
  • Carga Perigosa: Uma peça de material explosivo (dinamite) foi localizada enrolada em lençóis no banco traseiro;
  • Perfil do Suspeito: Abordado alegou ser trabalhador de garimpo e admitiu violar prisão domiciliar do estado de Goiás;
  • Destino Legal: Flagrado foi algemado e conduzido para a Delegacia de Polícia para autuação por crime ambiental e de armas.
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Dinamite estava envolta em lençóis no banco traseiro de veículo abordado pela PM

Durante os procedimentos de abordagem e identificação, o suspeito apresentou um comportamento considerado extremamente nervoso, trêmulo e forneceu respostas classificadas como confusas e desconexas sobre os objetos que carregava no veículo. Desconfiados, os militares realizaram uma vistoria minuciosa no interior do automóvel e localizaram a peça de material explosivo cuidadosamente envolta em lençóis sobre o banco traseiro.

Ficha Técnica da Ocorrência com Explosivos Dados Oficiais Registrados em Pontes e Lacerda (2026)
Local da Prisão e Intercepção Perímetro urbano de Pontes e Lacerda (MT)
Material Controlado Apreendido 01 peça de material explosivo (uso em garimpo)
Situação Prisional do Condutor Foragido de fato / Quebra de prisão domiciliar de Goiás (GO)
Forma de Ocultação do Ilícito Enrolada em lençóis comuns de cama no banco de trás
Motivo que Desencadeou a Ação Direção perigosa associada ao uso de celular ao volante
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A prisão de um detento goiano transportando dinamite em Pontes e Lacerda joga luz sobre os graves furos de fiscalização interestadual que permitem a circulação livre de criminosos condenados por diferentes estados da federação, evidenciando que a febre do ouro nos garimpos da região oeste de Mato Grosso continua operando como um poderoso ímã para mão de obra clandestina e foragidos da Justiça, embora a astúcia da patrulha militar — que não relevou uma simples distração de trânsito ao celular — tenha sido a grande responsável por interceptar uma carga que poderia explodir em vias públicas ou alimentar frentes ilegais de mineração, demonstrando com total nitidez que o controle rígido sobre a venda de explosivos comerciais pelas mineradoras licenciadas é uma meta urgente para sufocar o crime ao longo deste ano de 2026. Você considera que a legislação penal brasileira deveria extinguir em definitivo o benefício da prisão domiciliar para réus que fogem para outros estados ou que são flagrados operando em atividades de alto risco ambiental e social, como o garimpo ilegal, ou acredita que o foco principal das autoridades deve ser a instalação de barreiras integradas com leitores digitais de placas e biometria facial nas principais saídas rodoviárias de Mato Grosso? Participe do debate e deixe seu comentário abaixo.

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Boi de Mato Grosso reage mais que em São Paulo e arroba bate R$ 340 em Lucas do Rio Verde, Cáceres e Tangará

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Boi de Mato Grosso – Reprodução/CenárioMT

Quem tem boiada pronta no pasto ou no cocho em Mato Grosso começou o mês de junho com uma das melhores janelas de negociação do ano. Em uma reviravolta que mexe com o tabuleiro da pecuária nacional, o boi gordo mato-grossense registrou uma resiliência impressionante no fechamento de maio, caindo apenas 2,58% frente ao tombo de 4,01% na praça de São Paulo. Essa reação diminuiu drasticamente o chamado Diferencial de Base MT-SP para 3,39%, estreitando a distância histórica de preços entre os dois estados e injetando fôlego financeiro nas fazendas locais.

A sustentação do mercado se consolidou logo nos primeiros dias de junho. Dados consolidados pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) mostram que a média estadual da arroba do boi gordo reagiu para R$ 337,68, enquanto a vaca gorda avançou para R$ 309,44. No entanto, o pecuarista deve congelar as vendas automáticas: o preço médio esconde uma disparidade regional que passa de R$ 7,00 por arroba, premiando quem negocia com os dados atualizados de cada praça na mão.

O mapa da arroba: Lucas, Cáceres e Tangará no topo

A radiografia das praças mato-grossenses aponta um mercado firme, mas fragmentado. No topo da tabela de cotações, os municípios de Lucas do Rio Verde, Cáceres e Tangará da Serra lideram com a arroba cotada a R$ 340,00. Logo atrás, polos como Sorriso (R$ 338,67), Rondonópolis (R$ 338,50), Sinop (R$ 338,00) e Cuiabá (R$ 338,00) exibem forte estabilidade. Na outra ponta do balcão, regiões que vinham sofrendo com preços defasados registraram as maiores valorizações diárias de ajuste, lideradas por Campo Verde (+0,60%), Cuiabá (+0,59%), Querência (+0,51%) e Canarana (+0,51%).

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Essa diferença regional é crucial porque centavos por arroba se transformam em milhares de reais quando o lote vai para a balança. Enquanto no Centro-Sul a média beira os R$ 339,91 e no Médio-Norte chega a R$ 338,82, o Noroeste e o Nordeste do estado registram as menores referências, a R$ 333,35 e R$ 334,87, respectivamente. O produtor que possui lotes padronizados e logística favorável nas regiões valorizadas consegue forçar contratos acima do placar geral.

Escalas curtas revelam onde apertar o frigorífico

O grande segredo para o pecuarista decidir se trava o negócio ou segura os animais no pasto está no monitoramento das escalas de abate das indústrias. A média de Mato Grosso subiu levemente para 10,0 dias, indicando que os frigoríficos possuem um conforto relativo, mas a leitura regional muda completamente o tom da conversa no telefone. Nas regiões Centro-Sul (8,7 dias) e Sudeste (8,9 dias), os prazos estão apertados e as indústrias estão operando no limite.

Confira o comportamento das escalas de abate por macrorregião no estado:

Centro-Sul: 8,7 dias — É a escala mais curta de Mato Grosso, dando alto poder de barganha ao produtor;

Sudeste: 8,9 dias — Indústria com prazo apertado e forte necessidade de compra para cumprir programações;

Norte: 9,1 dias — Cenário equilibrado, combinando preços firmes e escalas abaixo da média estadual;

Médio-Norte: 10,1 dias — Escala confortável, acompanhando o ritmo de grandes plantas processadoras;

Nordeste e Noroeste: 11,3 e 12,1 dias — Prazos alongados. Onde a indústria está folgada, as negociações enfrentam maior seletividade e pressão de preço.

Margem da indústria melhora com carne no atacado

O balanço econômico de maio também trouxe alívio para a rentabilidade dos frigoríficos instalados em Mato Grosso. A margem do Equivalente Físico (EF) — indicador que mede a diferença entre a receita obtida com a venda da carne com osso no atacado e o custo de compra do boi gordo — registrou média de -4,47%. O resultado representa um avanço de 0,75 ponto percentual em relação a abril, ficando muito próximo da média histórica de -4,62%, sinalizando um ambiente de negócios altamente equilibrado.

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A melhora operacional ocorreu porque os preços da carne bovina no atacado conseguiram se distanciar dos valores pagos pela matéria-prima nas fazendas. Embora o avanço das escalas de abate em maio (+5,72% ante abril, com média de 10,35 dias no fechamento do mês) e a concorrência com proteínas mais baratas como frango e suíno tenham limitado altas explosivas no mercado interno, a eficiência da indústria se manteve preservada.

Cenário para junho: Copa do Mundo, festas e oferta restrita

As perspectivas para o decorrer de junho permanecem amplamente favoráveis para o bolso do pecuarista mato-grossense. Pelo lado da demanda doméstica, o consumo de carne bovina deve receber um empurrão extra com o início das festividades tradicionais do meio de ano e a realização da Copa do Mundo, eventos que naturalmente estimulam churrascos e confraternizações. Paralelamente, o mercado de exportação segue operando em ritmo acelerado, garantindo o escoamento firme da produção.

A grande cartada do produtor para manter os preços sustentados será a porteira. O Imea prevê uma menor disponibilidade de bovinos prontos para o abate nas próximas semanas, limitando a oferta de lotes comerciais. Essa escassez programada de animais terminados deve funcionar como um escudo contra pressões baixistas das indústrias, mantendo o mercado firme e favorável para quem vende com a estratégia certa.

Fonte: CenárioMT

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Colisão entre caminhonetes deixa vítimas com ferimentos leves no centro de Cáceres

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Por Expressão Notícias

Um acidente de trânsito envolvendo duas caminhonetes foi registrado na manhã desta quinta-feira (05), no cruzamento da Avenida General Osório com a Rua João Pessoa, em frente à Clínica Socorrito, região central de Cáceres.

De acordo com informações apuradas no local, a colisão ocorreu entre uma caminhonete Toyota Hilux e uma caminhonete RAM. Com o impacto, os veículos sofreram danos materiais significativos na parte frontal e traseira. Apesar da força da batida, os ocupantes tiveram apenas ferimentos leves e receberam atendimento inicial no local.

Testemunhas relataram que o cruzamento é considerado um dos pontos mais críticos da área central da cidade, registrando ocorrências frequentes de acidentes. Moradores e comerciantes das proximidades afirmam que a combinação do intenso fluxo de veículos, visibilidade comprometida em alguns ângulos e o desrespeito à sinalização contribuem para os constantes registros de colisões.

A ocorrência chamou a atenção de pedestres e motoristas que passavam pelo local, causando lentidão momentânea no trânsito até a retirada dos veículos da via.

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