Mato Grosso

Polícia Civil investiga ataques e perseguição a pároco e líder religioso em Barra do Garças

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A Polícia Civil de Mato Grosso, deflagrou nesta quarta-feira (3.6), a Operação Veritas, para cumprimento de mandado de busca e apreensão domiciliar no âmbito da investigação que apura a suposta prática dos crimes de calúnia, difamação, injúria e perseguição contra um líder religioso.

As investigações sobre os ataques e atos de perseguição contra um pároco e líder religioso em Barra do Garças são conduzidas pela 1ª Delegacia de Polícia do município. Os elementos reunidos durante a apuração subsidiaram a decisão judicial que resultou no cumprimento de uma ordem na cidade de Cuiabá.

Investigação

As diligências iniciaram após o registro de representação criminal relatando a continuidade de publicações e comunicações direcionadas a membros da instituição religiosa sediada em Barra do Garças, mesmo após procedimentos anteriores relacionados aos fatos terem sido formalmente encerrados.

Durante a apuração foi constatada a possível utilização de aplicativos de mensagens, redes sociais, listas de transmissão, e-mails e outros meios digitais para a divulgação reiterada de conteúdos considerados ofensivos e acusatórios contra integrantes da instituição religiosa.

A Polícia Civil ouviu vítimas e testemunhas, além de reunir documentos, registros digitais, capturas de tela, publicações em redes sociais e outros elementos de informação considerados relevantes para a apuração dos fatos. Também foram produzidos relatórios técnicos voltados à preservação das evidências digitais já identificadas no procedimento.

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Conforme o delegado responsável pelas investigações, Adriano Marcos Alencar, os indícios apontavam para a existência de uma atuação reiterada por meio de diferentes canais de comunicação digital, circunstância que motivou o pedido de medidas cautelares para preservação de provas e interrupção das supostas condutas investigadas.

“Entre os fatores avaliados estavam o risco de exclusão de conteúdos, apagamento de mensagens e eventual perda de informações armazenadas em dispositivos eletrônicos. Ao analisar o pedido, o Judiciário reconheceu a existência de elementos suficientes para autorizar a realização da busca e apreensão, destacando a necessidade de preservação de possíveis provas digitais relacionadas aos fatos investigados. A decisão judicial também ressaltou a possibilidade de que dispositivos eletrônicos pudessem conter registros relevantes para a elucidação do caso”, destacou o delegado.

Mandado cumprido

Durante o cumprimento do mandado, os policiais civis apreenderam aparelhos celulares, notebooks, computadores, tablets, mídias digitais, documentos, anotações e outros materiais diretamente relacionados à investigação.

Também foi autorizada a extração, preservação e análise pericial dos dados armazenados nos equipamentos eventualmente apreendidos, incluindo a recuperação técnica de arquivos apagados, observados os limites definidos judicialmente.

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Além da busca e apreensão, o Poder Judiciário decretou medidas cautelares diversas da prisão, determinando ao investigado a proibição de manter contato direto ou indireto com as vítimas, a obrigação de manter distância mínima de 200 metros delas e a vedação de publicar, compartilhar ou impulsionar conteúdos potencialmente ofensivos relacionados aos fatos apurados na investigação.

Continuidade

Todo material apreendido na operação será encaminhado para análise técnica e pericial, etapa que deverá auxiliar no aprofundamento das investigações e na identificação de eventuais responsabilidades criminais.

A Polícia Civil, por meio da 1ª Delegacia de Barra do Garças, segue com as diligências para o completo esclarecimento dos fatos e posterior encaminhamento do procedimento às autoridades competentes para as providências legais cabíveis.

Fonte: Governo MT – MT

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Polícia Militar prende três faccionados por sequestro e tortura em Lucas do Rio Verde

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Policiais militares do 13º Batalhão prenderam dois homens e uma mulher, todos membros de facção criminosa, por crimes de lesão corporal, sequestro e tortura, em Lucas do Rio Verde. Os suspeitos foram detidos em flagrante após tentarem aplicar um “salve” contra um homem, de 40 anos, nesta terça-feira (2.6).

Conforme o boletim de ocorrência, as equipes do 13º BPM receberam denúncias, via 190, de que havia um homem gritando por socorro em uma residência, no bairro Veneza. Segundo os relatos recebidos, também foi possível ver dois homens e uma mulher agredindo a vítima e fugindo, minutos depois, em um veículo Gol prata.

Os policiais foram ao endereço informado e encontraram a vítima, que estava bastante nervosa e com escoriações visíveis na região do peitoral. O homem confirmou que os suspeitos chegaram no Gol e invadiram sua casa, onde a suspeita mulher o acusou de ter furtado o celular dela durante o fim de semana.

Ainda em relato, a vítima afirmou que a mulher começou a lhe agredir e os homens iniciaram chamadas com membros de facção criminosa para realizarem um tribunal do crime. Em seguida, a vítima disse que conseguiu se desvencilhar dos suspeitos e gritar por ajuda, momento em que a quadrilha saiu da casa e fugiu no veículo Gol.

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Diante das informações recebidas e das características dos criminosos, relatadas pela vítima, os militares iniciaram diligências aos supostos endereços dos suspeitos e encontraram o carro estacionado na frente de uma casa, em um bairro próximo.

As equipes entraram na casa e flagraram os três suspeitos reunidos. Eles foram abordados e detidos, sem apresentarem resistência. Na sequência, foram conduzidos para a Delegacia de Lucas do Rio Verde para registro do boletim de ocorrência e demais providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Polícia Civil cumpre prisão de autor de estupro de vulnerável em Matupá

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Um homem suspeito de abusar sexualmente de uma vítima de 11 anos que morava nas proximidades de sua residência teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, nesta terça-feira (2.6), em ação realizada da Delegacia de Matupá.

O suspeito, de 38 anos, teve a ordem de prisão decretada pela Vara Única de Matupá pelo crime de estupro de vulnerável, após investigações conduzidas pela Núcleo de Investigação de Crimes Contra Vulneráveis da Delegacia do município.

As investigações iniciaram no final do mês de maio, quando a mãe da vítima procurou a delegacia para denunciar os abusos. Segundo as informações, o suspeito é vizinho da vítima e além da violência sexual, a ameaçava dizendo que mataria todos da sua família, caso falasse para alguém sobre os abusos.

Durante os trabalhos, também foi apurado que ele responde a ação penal de estupro de vulnerável praticado contra outra vítima adolescente. Com base nos elementos apurados, foi representado pelo mandado de prisão do suspeito, que foi deferido pela Justiça e cumprido pelos policiais da Delegacia de Matupá.

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Ele foi localizado em seu local de trabalho, onde teve a ordem judicial cumprida. Ele foi conduzido à Delegacia de Matupá para as providências cabíveis, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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