Estadual
Governo asfalta rodovias em todas as regiões de Mato Grosso
O Governo de Mato Grosso realizou obras para asfaltar rodovias em todas as regiões do Estado. São obras que eram há muito tempo aguardadas pela população, que garantiram a chegada do asfalto até os municípios e criaram novas rotas de deslocamento.
Na região de Sinop, maior produtora agrícola de Mato Grosso, foram 1.128,57 quilômetros de rodovias asfaltadas. Entre as obras está a MT-422, que liga Santa Carmem a União do Sul, garantindo uma nova ligação entre os municípios e facilitando o deslocamento até a BR-163.
Já na região da Baixada Cuiabana, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) construiu 671 quilômetros de asfalto. As obras beneficiam municípios como Santo Antônio do Leverger e seus distritos, que passaram a ter um acesso direto à BR-163 pela Agrovila das Palmeiras.
Algumas obras eram aguardadas há décadas pela população, como é o caso da MT-100, na região do Araguaia. A rodovia que liga Alto Araguaia a Barra do Garças chegou a ser anunciada no início dos anos 1990, mas só foi entregue definitivamente em 2022. Além dessa obra, a região de Barra do Garças recebeu 590 km de asfalto novo.
No município de Rondonópolis, o Governo asfaltou três rodovias que, há mais de uma década, também estavam apenas no campo das promessas. Mas a Sinfra iniciou e entregou as obras para asfaltar 100 km das estradas até as comunidades do Naboreiro, Miau e Assentamento Carimã. No total, foram 365 km de asfalto novo na região sul.
“Até o fim do ano, o Governo de Mato Grosso vai chegar a 7 mil km de asfalto novo. É um ganho enorme para a população, que pode se locomover com mais segurança. São obras que melhoram a vida das pessoas”, afirma o secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira.
Em alguns casos, as obras garantem o acesso de municípios ao restante da malha rodoviária do Estado. É o caso da MT-206, que levou o asfalto até o município de Apiacás, no extremo norte de Mato Grosso. Já na região central, o Governo asfaltou a MT-129 e levou o asfalto até Gaúcha do Norte.
As obras também criaram ligações entre regiões que antes estavam isoladas. É o caso da MT-020, que liga Paranatinga a Canarana, facilitando o deslocamento do Norte Araguaia a Cuiabá. Da mesma forma, o governo garantiu a ligação entre as regiões de Cáceres e Tangará da Serra com o asfalto novo na MT-343 e na MT-339.
“Não há uma região de Mato Grosso que não tenha obras do Governo do Estado. Se formos lá na região do Xingu, nós vamos ver as obras que ligaram Santa Terezinha à BR-158. Estamos fazendo a MT-100 para ligar a São Félix do Araguaia. Este é um Governo que realiza obras em todos os municípios, seja nos grandes ou seja nos pequenos”, conclui o secretário Marcelo.
Fonte: Governo MT – MT
Cáceres e Região
Nelore Cometa realiza leilão com foco em precocidade
A Nelore Cometa promove, em 6 de maio, leilão com 100 fêmeas Nelore, às 19h, com transmissão online, apresentando animais selecionados por critérios genéticos e reprodutivos para aumentar eficiência produtiva.

Por: Divino Onaldo | Agro e Prosa
A busca por maior eficiência produtiva tem ampliado o uso de critérios de precocidade na seleção de bovinos da raça Nelore. Esse direcionamento está no centro do 33º leilão da Nelore Cometa, programado para o dia 6 de maio, com oferta de 100 fêmeas e transmissão pelo Canal do Criador, às 19h, no horário de Brasília.
A proposta da seleção adotada pelo grupo envolve o desafio reprodutivo de fêmeas jovens ainda entre 12 e 15 meses, com objetivo de antecipar a idade ao primeiro parto. Segundo o zootecnista e assessor técnico da Nelore Cometa, Fabio Eduardo Ferreira, a estratégia busca acelerar o retorno produtivo. “Desafiamos as fêmeas jovens a emprenharem cedo. Dessa forma, quem adquirir essa genética está levando qualidade racial e os genes da precocidade”, afirmou.
A oferta inclui novilhas prenhas, vacas paridas, vacas prenhas e fêmeas com potencial para doação de embriões. De acordo com Ferreira, a seleção combina diferentes ferramentas técnicas. “A seleção da Nelore Cometa busca animais mais equilibrados”, disse. Ele acrescenta que o processo envolve avaliação genética, análise visual, ultrassonografia de carcaça e observação de características funcionais.
Entre os critérios considerados estão aprumos, pigmentação, profundidade de costelas, acabamento de carcaça e equilíbrio morfológico. O objetivo é alinhar desempenho produtivo com características raciais e funcionais, conforme relatado pelo técnico ao detalhar os parâmetros utilizados na escolha dos animais.
Entre os destaques do leilão está o lote 60, uma fêmea filha de Quentão da Grendene, em Carandá da Matinha, selecionada por características de estrutura corporal e feminilidade. Outro destaque é o lote 112, filha de Azulejo (FLPE 14031), apontada como potencial doadora de embriões. “Jovem fêmea com potencial de doadora para os planteis do Brasil”, afirmou Ferreira.
Os animais ofertados são resultado de acasalamentos dirigidos com base em avaliações de programas como PMGZ, ANCP e Geneplus, além de avaliação de tipo realizada na fazenda. Parte da oferta também é composta por produtos de fertilização in vitro (FIV), tecnologia utilizada para multiplicação de genética superior.
O fundador da Nelore Cometa, Francis Maris Cruz, destacou o objetivo do programa de melhoramento. “O melhoramento genético precisa entregar resultado no campo. Quando selecionamos fêmeas precoces, férteis, bem avaliadas e funcionais, estamos contribuindo diretamente para a evolução da raça Nelore e para uma pecuária mais produtiva”, afirmou.
Além do leilão principal, a programação inclui, no dia 7 de maio, um remate voltado ao Nelore Pintado, com oferta de 90 animais entre machos e fêmeas. A seleção reúne exemplares com pelagens preto e branco e vermelho e branco, incluindo vacas paridas, prenhas, bezerras e novilhas.
Segundo informações da organização, a base genética desse plantel teve origem em investimentos realizados a partir de rebanhos da V3 e da Fazenda São Lourenço, com uso de FIV e embriões para expansão. Ferreira avalia que o evento amplia oportunidades para criadores. “É uma excelente oportunidade para criadores interessados em doadoras de alto valor genético dentro do segmento de Nelore Pintado”, disse.


Cáceres e Região
STF nega recurso de MT e mantém bloqueio de R$ 739 mil para tratamento oncológico em Cáceres
Paciente precisa do remédio tarlatamabe-dlle, usado no tratamento oncológico, e o custo estimado para 90 dias chega a R$ 925,9 mil

CDL Cáceres
Por: Rojane Marta/Fatos de MT
A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal, rejeitou o pedido do Estado de Mato Grosso para suspender o bloqueio complementar de R$ 739.680,30 determinado pela 4ª Vara Cível de Cáceres, para custear o tratamento oncológico de Judite Moreira de Oliveira, que precisa do medicamento Imdelltra, nome comercial do tarlatamabe-dlle. A decisão foi publicada nesta segunda (04).
O tratamento, segundo os dados apresentados no processo, tem custo total de R$ 925.904,92 para 90 dias, considerando a fase inicial e três meses de manutenção. Antes, a Justiça já havia autorizado o bloqueio de R$ 186.224,62, mas a paciente apresentou novos orçamentos e informou que o valor era insuficiente para a compra das doses corretas.
Diante da diferença entre o valor já bloqueado e o orçamento atualizado, a juíza da 4ª Vara Cível de Cáceres autorizou o bloqueio complementar de R$ 739.680,30 nas contas do Estado. A magistrada considerou a urgência do tratamento e a gravidade do quadro clínico da paciente.
O Estado recorreu ao STF por meio da Reclamação nº 93.666. Alegou que o caso deveria ser analisado pela Justiça Federal, e não pela Justiça Estadual, com base no Tema 1.234 do Supremo e na Súmula Vinculante nº 60. Também sustentou que a decisão da Justiça de Cáceres teria ultrapassado os limites do que já havia sido decidido no processo.
Contudo, Cármen Lúcia rejeitou os argumentos. A ministra verificou que a ação principal foi ajuizada em 3 de maio de 2024, antes do marco definido pelo próprio STF para a mudança nas regras de competência em ações sobre fornecimento de medicamentos. O julgamento do Tema 1.234 foi publicado em 19 de setembro de 2024. Por isso, segundo a relatora, o processo deve continuar na Justiça Estadual, onde começou.
A ministra também afirmou que o Estado tentava usar a reclamação para rediscutir uma decisão que já havia transitado em julgado em 21 de novembro de 2024. Para ela, esse tipo de ação não serve para reabrir o mérito de um processo encerrado, nem para substituir recurso ou ação própria.
Com a decisão, o bloqueio determinado pela juíza de Cáceres fica mantido, e a execução pode seguir para garantir o tratamento da paciente. Cármen Lúcia também considerou prejudicado o pedido de liminar feito pelo Estado, que tentava suspender os atos do processo até o julgamento definitivo da reclamação.
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