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Empresas culturais e indústrias criativas injetam R$ 1,3 bilhão na economia mato-grossense

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Levantamento inédito do Produto Interno Bruno (PIB) do setor cultural e indústrias criativas de Mato Grosso revela que, em 2021, o segmento foi responsável por movimentar R$ 1,36 bilhão na economia regional, apesar da economia nacional e do Estado terem sentido os efeitos negativos da Covid-19. A atividade artesanal liderou a geração de riqueza, com 30% do total produzido pelo segmento no Estado.

“Um em cada três reais gerados pela economia criativa veio das atividades artesanais”, apontam dados do Itaú Cultural, a partir de parceria com o Observatório da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer. O estudo foi divulgado na quinta-feira (25.6).


Na segunda colocação, figura a Tecnologia da Informação, com 24%. “Em menos de uma década, o setor de TI, Software e Jogos Digitais deixou de ser um segmento secundário para se tornar um dos principais motores da economia criativa mato-grossense depois das atividades artesanais. Teve 70% de crescimento na participação relativa entre 2012 e 2021 (passa de 14% para 24%)”, aponta o estudo.

A arquitetura contribuiu com 17% do total gerado. “Seu crescimento acompanha a expansão urbana e imobiliária de Mato Grosso, mostrando a conexão entre economia criativa e desenvolvimento regional”.

A área da moda, que ficou com a fatia de 9,7% do montante, de acordo com o levantamento, passou de 11,6% em 2012 para 9,7% em 2021.


Entre 2012 e 2024, o número de empresas criativas em Mato Grosso cresceu 52%, enquanto no Brasil, no mesmo período, foi de 9%. O Estado cresceu 5,8 vezes mais do que a média nacional. O número de empresas culturais e da indústria criativa em Mato Grosso não só cresceu mais que o Brasil, como aumentou sua participação no cenário nacional de 1,2% para 1,7%.

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A cada 100 trabalhadores de Mato Grosso, de quatro a cinco atuam na economia da cultura e da indústria criativa. Entre 2012, com 71.192 trabalhadores, e 2025, com 85.548, o crescimento foi de 20,3%. Do total de 1,89 milhão de trabalhadores em Mato Grosso em 2025, 85,6 mil estavam nas empresas culturais e indústrias criativas. A remuneração no segmento também é 18,3% superior à média dos demais setores da economia mato-grossense, passando de R$ 3.758 para R$ 4.447.


Para o secretário de Estado de Cultura, Esporte e Lazer, David Moura, os números demonstram que investir em cultura também significa impulsionar o desenvolvimento econômico e gerar oportunidades.

“A cultura é um ativo estratégico para Mato Grosso. Além de preservar nossa identidade e valorizar os talentos locais, ela movimenta a economia, gera emprego, renda e fortalece diversos setores produtivos. Esses indicadores comprovam que os investimentos realizados pelo Governo do Estado têm produzido resultados concretos e reforçam nosso compromisso de ampliar as políticas públicas voltadas à economia criativa”, destaca.

“Mato Grosso tem sido destaque nacionalmente na gestão para a cultura, resultado de investimento consistente e estratégico. Há muito o que avançar, como a ampliação do investimento e a profissionalização do setor, mas os resultados mostram que estamos no caminho certo”, destaca o secretário-adjunto de Cultura da Secel-MT, Jan Moura.

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“Acreditamos que o resultado apresentado por meio do levantamento realizado em parceria com o Observatório Fundação Itaú, é um dos instrumentos de informação mais preciosos realizados em contexto estratégico-institucional e deverá ser um importante mecanismo para tomada de decisões nos próximos anos. É substancial o entendimento de que o governo precisa acompanhar a dinâmica do setor para melhorar o aporte de recursos, assim como a distribuição e o alcance das políticas públicas direcionadas ao fortalecimento da cadeia produtiva da Economia da Cultura e Indústrias Criativas”, frisa a responsável pelo Observatório da Secel-MT, Veruska Almeida.

Na avaliação da superintendente de Desenvolvimento da Economia Criativa da pasta, Keiko Okamura, os dados são importantes para traçar políticas públicas para o setor.

“Os dados revelam uma forte presença dos investimentos do Estado, sobretudo quando demonstram a ampliação de empresas formalizadas nesse setor, que, em grande parte, atribuímos aos investimentos e ao fomento promovidos pela Secel. O incentivo à formalização e, principalmente, à formação e à preparação desses empreendedores para o mercado gera mais confiança ao agente cultural, que encontrou esse suporte. Ao mesmo tempo, os indicadores revelam as potencialidades do Estado e as áreas que necessitam de maior atenção. Com esse estudo, poderemos planejar de forma mais assertiva e ampliar as possibilidades, os investimentos e a rede de parceiros”, avalia.

Confira os estudo aqui.

Fonte: Governo MT – MT

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Equipe de Salvamento Veicular do 2º CRBM conquista 4º lugar na categoria “Em Desenvolvimento” durante o 2º Conesv

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A equipe de Salvamento Veicular do 2º Comando Regional Bombeiro Militar (2º CRBM), representante do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT), conquistou o 4º lugar na categoria “Em Desenvolvimento” do Desafio Nacional de Salvamento Veicular, realizado durante o 2º Congresso Nacional de Emergências e Segurança Viária (Conesv), entre os dias 24 e 26 de junho, no Parque Novo Mato Grosso, em Cuiabá.

O Conesv reuniu bombeiros militares, profissionais da saúde, integrantes das forças de segurança e especialistas de diversas regiões do país para promover a atualização técnica, o intercâmbio de conhecimentos e o aperfeiçoamento dos protocolos de atendimento às vítimas de acidentes.

Um dos destaques da programação foi o Desafio Nacional de Salvamento Veicular, competição que simula ocorrências reais de alta complexidade e avalia as equipes conforme padrões internacionais. Entre os critérios analisados estão a segurança das operações, a aplicação das técnicas de resgate, o gerenciamento da cena, o trabalho em equipe e o atendimento às vítimas.

Representando o CBMMT, a equipe do 2º CRBM, formada por militares de Rondonópolis, Primavera do Leste e Jaciara, competiu ao lado de equipes de diferentes estados brasileiros e conquistou o 4º lugar na categoria “Em Desenvolvimento”.

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O comandante da equipe de Salvamento Veicular do 2º CRBM, sargento BM John Weslley Oliveira da Silva, destacou que a participação no Conesv e no Desafio Nacional representou uma importante oportunidade de aperfeiçoamento técnico e de crescimento profissional para os militares.

” Nós tivemos a grata satisfação de participar do 2º Conesv, um evento que trouxe técnicas, equipamentos e muito conhecimento para todos nós. Dentro do Conesv, também pudemos participar do Desafio Nacional de Salvamento Veicular e conquistamos a 4ª colocação na modalidade Em Desenvolvimento. Esse pódio nos deu mais confiança e aprendizado para que nossa equipe possa avançar e, nos futuros desafios, conquistar colocações melhores”, afirmou.

Segundo o militar, a equipe iniciou sua preparação ainda na competição estadual realizada em Tangará da Serra e seguirá se preparando para os próximos desafios.

“Pudemos nos preparar a partir do desafio estadual que teve em Tangará da Serra, onde ficamos na 3ª colocação geral. Então, a nossa equipe segue forte e firme e estará se preparando muito mais para poder representar o Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Mato Grosso”, finalizou.

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Além da competição, o Conesv proporcionou a troca de experiências entre profissionais de diferentes instituições e estados, contribuindo para a padronização de procedimentos e o fortalecimento das ações de resposta às ocorrências de trânsito.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Com assistência técnica da Empaer, cafeicultura de Colniza alcança produtividade recorde

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Reconhecida como a Capital do Café em Mato Grosso, Colniza consolidou sua posição como o maior município produtor do Estado, responsável por mais de 50% da produção estadual do grão. O avanço da cafeicultura no município é resultado da combinação entre investimentos do Governo do Estado, inovação tecnológica e assistência técnica continuada aos produtores rurais.

Nos últimos anos, o Governo de Mato Grosso investiu mais de R$ 4,4 milhões no fortalecimento da cafeicultura em Colniza, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf). Os recursos foram destinados à entrega de máquinas, implementos agrícolas, mudas clonais, kits de irrigação, equipamentos e outras ações de incentivo à produção, permitindo que centenas de agricultores familiares ampliassem sua capacidade produtiva.

Além dos investimentos em infraestrutura, um dos principais pilares desse crescimento tem sido a assistência técnica prestada pela Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer). Com engenheiros agrônomos, pesquisadores e extensionistas, a instituição leva conhecimento científico ao campo, orientando os produtores em todas as etapas do cultivo, desde a análise e correção do solo até o manejo nutricional, irrigação, condução das lavouras e colheita.


Os resultados desse trabalho são percebidos diretamente nas propriedades rurais. No Sítio Alto Alegre, em Colniza, o agricultor familiar Edmar Mutz viu sua produção mudar completamente após adotar o café clonal e contar com o acompanhamento técnico da Empaer.

“Antes essa lavoura era uma lavoura comum, produzia muito pouco e as variedades não eram boas. Cheguei até a colocar pasto. Quando conheci o café clonal, ainda não sabia como trabalhar com ele. Fui buscar conhecimento em Rondônia sobre as variedades e, depois disso, conheci o técnico da Empaer, Ronaldo. Perguntei a ele sobre plantio e adubação e, desde 2017, ele vem me acompanhando na produção do café”, relata o produtor.

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Segundo Edmar, a orientação técnica foi decisiva para o sucesso da nova lavoura. “Quando trabalhávamos com a lavoura comum, a produção era muito baixa. O Ronaldo me incentivou a investir na área. Resolvi arrancar o café antigo e plantar o clonal. Ele orientou toda a adubação de plantio e, na primeira colheita, com apenas dois anos e meio, o resultado foi impressionante. Foi uma produção excelente”, afirma.

Para o engenheiro agrônomo e extensionista da Empaer, Ronaldo Benevides, o desempenho da propriedade demonstra o impacto da assistência técnica baseada em pesquisa e recomendações agronômicas.

“Realizamos todas as recomendações técnicas preconizadas por instituições de referência, como a Empaer e a Embrapa. Fizemos análise de solo, calagem, correção da fertilidade e adubação de plantio. Em 2017, a produtividade média de Colniza era de aproximadamente 17 a 18 sacas por hectare. Já em 2019, essa propriedade alcançou mais de 110 sacas por hectare, muito acima da média municipal. Hoje temos um talhão que produz cerca de 205 sacas por hectare, um resultado realmente fora da curva”, explica o agrônomo.

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A evolução da produtividade demonstra que o sucesso da cafeicultura vai além da adoção de novas variedades. A transferência de tecnologia, aliada ao acompanhamento técnico permanente, permite que os produtores tomem decisões mais assertivas sobre manejo, fertilidade do solo, irrigação e controle fitossanitário, aumentando a produtividade e a rentabilidade das propriedades.

A experiência de Colniza mostra que políticas públicas voltadas ao fortalecimento da agricultura familiar produzem resultados ainda mais expressivos quando investimentos em infraestrutura são aliados à assistência técnica qualificada. Em Mato Grosso, essa parceria entre o Governo do Estado, por meio da Seaf, e a Empaer vem consolidando um modelo de desenvolvimento da cafeicultura baseado em inovação, pesquisa e presença constante dos profissionais no campo.

O fortalecimento da cadeia produtiva também tem estimulado a valorização da qualidade do café produzido no município. Recentemente, Colniza sediou o lançamento do 1º Concurso de Qualidade do Café, iniciativa do Governo de Mato Grosso, por meio da Seaf, em parceria com a Empaer e com apoio do Sebrae Mato Grosso. O resultado do concurso será divulgado no dia 31 de outubro, durante evento no município de Juína.

“Eu já me inscrevi para o concurso e estou otimista com o produto que irei apresentar”, afirma Edmar Mutz, confiante de que o trabalho desenvolvido na propriedade também será reconhecido pela qualidade do café produzido.

Fonte: Governo MT – MT

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