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Wilson Santos realiza audiência pública para assegurar aplicação de lei que valoriza profissionais da educação infantil

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Com o objetivo de garantir o cumprimento da Lei Federal nº 15.326/2026 e ampliar o debate sobre os direitos dos profissionais da educação infantil, o deputado estadual Wilson Santos (PSD) promove audiência pública nesta terça-feira (9), às 14h, no Auditório Milton Figueiredo da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). O encontro contará com a presença de representantes de sindicatos, gestores municipais, profissionais da educação infantil e entidades representativas para discutir a correta aplicação da nova legislação federal.

Essa lei federal vigente alterou a Lei nº 11.738/2008 do Piso Nacional do Magistério e a Lei nº 9.394/1996 de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) , o que assegurou o reconhecimento dos profissionais da educação infantil como integrantes do magistério público da educação básica. Diante disso, os professores da educação infantil passam a ser considerados profissionais que exercem atividades de docência ou suporte pedagógico à docência, desde que possuam formação em magistério ou curso superior e tenham ingressado por concurso público.

A mudança alcança trabalhadores que, em diversos municípios, ainda ocupam cargos com nomenclaturas como educador infantil, agente de desenvolvimento infantil, monitor, recreador e outras denominações equivalentes. Na prática, a nova lei garante a esses profissionais acesso aos direitos assegurados à carreira do magistério, o que inclui o enquadramento funcional, piso salarial nacional, planos de carreira e demais garantias legais.

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Apesar da vigência da norma federal, foi apontado pela Federação dos Sindicatos dos Servidores Públicos Municipais do Estado de Mato Grosso (FESSPMEMT) que diversos municípios mato-grossenses ainda resistem à aplicação integral da legislação, situação que tem provocado insegurança jurídica, divergências administrativas e prejuízos aos trabalhadores da educação infantil.

Para Wilson Santos, a audiência pública será a oportunidade de promover um debate técnico e institucional sobre a correta interpretação da lei, o que vai contribuir para a uniformização de entendimentos entre os municípios e garantir a segurança jurídica para gestores e servidores e, assim, assegurar o efetivo cumprimento da legislação federal e a valorização dos trabalhadores que atuam na primeira etapa da educação básica.

Serviço

Evento: Audiência Pública sobre a aplicação da Lei Federal nº 15.326/2026 para tratar do enquadramento e direitos dos profissionais da educação infantil como integrantes do magistério público da educação básica

Data: 9 de junho de 2026 (segunda-feira)

Horário:14h

Local: Auditório Milton Figueiredo – Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT)

Informações: Assessoria de Imprensa – Samantha dos Anjos (65) 99639-9715

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Fonte: ALMT – MT

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Cáceres e Região

CPI pede afastamento de dois secretários e um servidor em Cáceres

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Por Folha 5

A CPI das Obras Públicas de Cáceres aprovou na noite desta segunda-feira(08.06), por maioria, a recomendação de afastamento cautelar de três nomes ligados à estrutura de fiscalização, acompanhamento e gestão administrativa de obras públicas investigadas pela comissão.

Os citados no relatório são, a chefe responsável pela assessoria de convênios, Gésica Chaika, o servidor fiscal de obras Thales Brito e o secretário de educação, Fransérgio Piovesan. A medida, segundo o documento, não representa condenação, mas uma recomendação para que os órgãos competentes avaliem a conveniência do afastamento enquanto as apurações seguem em andamento.

No caso de Gésica Chaika, o relatório aponta que ela ocupava posição estratégica no setor responsável por convênios, acompanhamento contratual, tramitação documental, fiscalização e interlocução administrativa de diversos contratos analisados pela CPI.

A comissão também recomendou que Thales Brito seja afastado das atividades diretamente relacionadas à fiscalização de contratos de obras públicas. O relatório cita sua atuação em registros, relatórios e documentos produzidos durante a fiscalização, além de afirmar que ele não teria comparecido às convocações feitas pela CPI.

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Já em relação a Fransérgio Piovesan, a recomendação envolve funções relacionadas à gestão administrativa vinculada aos fatos investigados, especialmente diante dos impactos da paralisação da obra da Escola Municipal Raquel Ramão e da Escola Estadual de 16 salas no bairro Residencial Universitário.

O relatório afirma que as recomendações buscam preservar a instrução, a confiança pública e evitar risco de interferência nas investigações. A decisão final sobre qualquer afastamento, porém, caberá aos órgãos competentes.

A recomendação foi aprovada com os votos do relator Jerônimo Gonçalves(PL) e da presidente da CPI, Elis Enfermeira(PL). Professor Domingos votou pela aprovação parcial do relatório, mas foi contra os afastamentos cautelares.

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Cáceres e Região

Urgente: CPI pede abertura de processo que pode cassar mandato de Eliene

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Por Folha 5

 

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Obras Públicas recomendou a abertura de um processo contra a prefeita Eliene Liberato(Podemos) após de 11 meses de investigação sobre contratos de obras executadas em Cáceres. A medida, caso seja acolhida pela Câmara Municipal, poderá abrir caminho para a apuração de eventual responsabilidade político-administrativa da chefe do Executivo.

 

Dentro da CPI, o relatório teve apoio do relator Jerônimo Gonçalves(PL) e da presidente Elis Enfermeira(PL). Já o vereador Professor Domingos(PSB) aprovou parcialmente o documento, mas votou contra a abertura do processo contra Eliene e contra os afastamentos cautelares sugeridos pelo relator.

 

A recomendação consta no relatório final elaborado pelo relator Jerônimo Gonçalves(PL), documento que também determina o encaminhamento das informações ao Ministério Público Estadual, Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT), Controladoria Geral da União (CGU), Ministério Público Federal (MPF), CREA-MT e demais órgãos competentes.

A CPI analisou oito contratos de obras públicas considerados estratégicos para o município. Entre eles estão intervenções na Praça da Feira, Praça de Alimentação da Feira, obras de pavimentação e drenagem, contratos de infraestrutura, a Unidade Básica de Saúde do Vila Irene e a reforma e ampliação da Escola Municipal Raquel Ramão.

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Segundo o relatório, a investigação encontrou uma série de problemas recorrentes nos contratos analisados, incluindo atrasos prolongados, paralisações, aditivos sucessivos, falhas de fiscalização, dificuldades de execução por empresas contratadas e obras que não foram entregues dentro dos prazos inicialmente previstos.

 

O documento sustenta que as irregularidades identificadas não ocorreram de forma isolada. Para a comissão, os problemas se repetiram em diferentes contratos, envolvendo áreas como  saúde, educação, infraestrutura e mobilidade urbana.

 

Entre os pontos destacados pela CPI estão obras paralisadas, empreendimentos que acumularam prorrogações sem solução definitiva e situações que, segundo o relatório, provocaram prejuízos diretos à população e aos cofres públicos.

Além da recomendação de abertura do processo contra a prefeita, o relatório também sugere que órgãos de controle aprofundem a análise sobre a atuação de agentes públicos e setores responsáveis pelo acompanhamento, fiscalização e gestão dos contratos investigados.

O documento foi concluído após meses de oitivas, diligências, visitas técnicas e análise de documentos relacionados às obras públicas investigadas pela comissão.

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