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Veja panorama de vacinação nas 10 cidades com mais contágios em MT

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Assessoria GD

Fruto da parceria entre a farmacêutica chinesa Sinovac e o Instituto Butantan, a vacina CoronaVac chegou a Mato Grosso na noite de segunda-feira (18) e será distribuída a todos os 141 municípios do estado.

Dados da Secretaria de Estado de Saúde (SES) apontam que Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Sinop, Tangará da Serra, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Primavera do Leste, Cáceres e Nova Mutum são as cidades com mais contágios em Mato Grosso.

Em alguns municípios, a vacinação já teve início. Contudo, nem todas as cidades já divulgaram calendário de vacinação. Veja o panorama da vacina nas cidades abaixo.

Cuiabá – 44.549 casos

Na Capital, a vacinação teve início na última quarta-feira com a imunização do maqueiro João Acassio de Moraes, 47 anos, que trabalha no Hospital Municipal São Benedito. A vacinação por agendamento está programada para ter início na quinta-feira (21), atendendo os profissionais da saúde.

Várzea Grande – 13.610

Segunda maior cidade de Mato Grosso, Várzea Grande começou a vacinar na última quarta-feira profissionais da saúde no Hospital e Pronto-socorro Municipal. Antes disso, na segunda-feira, a técnica de enfermagem Luiza Batista de Almeida Silva foi vacinada no Hospital Metropolitano, sendo a primeira pessoa imunizada de Mato Grosso.

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Rondonópolis – 13.484 casos

Vacinação no município também teve início na última quarta-feira, ocasião em que a técnica de enfermagem Gelci Salete Gomes de Moraes, 53 anos, foi a primeira imunizada do município. Plano de vacinação na cidade coloca os profissionais da saúde como prioritários.

Sinop – 10.791 casos

Imunização no município deverá ter início na próxima sexta-feira (22), conforme informou o secretário municipal de Saúde, Valério Gobbato. Cerca de 1,8 mil doses serão aplicadas na cidades na primeira fase, tendo profissionais da saúde e idosos institucionalizados como grupos prioritários.

Tangará da Serra – 8.948 casos

Prefeitura do município não disponibilizou dados sobre o plano de vacinação no portal oficial. Na terça-feira (19), o médico intensivista Eli Ambrósio do Nascimento foi o primeiro vacinado da cidade. Na primeira fase, profissionais da saúde e idosos do asilo municipal serão os grupos prioritários.

Sorriso – 8.831 casos

Prefeitura do município não disponibilizou dados sobre o plano de vacinação no portal oficial. A reportagem tentou contato com o Executivo municipal, mas não houve resposta sobre o panorama de imunização na cidade.

Lucas do Rio Verde – 8.207 casos

Município receberá 480 doses da vacina. A cidade seguirá o plano nacional, vacinando profissionais da saúde, idosos acima dos 60 anos e institucionalizados na primeira fase. Prefeitura não divulgou data do início da imunização.

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Primavera do Leste – 6.217 casos

Prefeitura do município não disponibilizou dados sobre o plano de vacinação no portal oficial. A reportagem tentou contato com o Executivo municipal, mas não houve resposta sobre o panorama de imunização na cidade.

Cáceres – 4.687 casos

Vacinação na cidade começou na tarde da última quarta-feira, com a imunização da enfermeira Raquel Gomes de Moraes, 36 anos. Plano de vacinação municipal prevê que profissionais da saúde, idosos acima dos 60 anos e institucionalizados serão os primeiros a receberem o fármaco.

Nova Mutum – 4.235 casos

Prefeitura do município não disponibilizou dados sobre o plano de vacinação no portal oficial. A reportagem tentou contato com o Executivo municipal, mas não houve resposta sobre o panorama de imunização na cidade.

Além das 10 cidades com maior número de casos, Campo Verde e Chapada dos Guimarães também já têm previsão de início da imunização, que deverá começar a ser realizada na sexta-feira (22). Em Rosário Oeste, a vacinação se iniciou nesta quarta-feira.

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AL convoca sessão para instituir multas para quem furar ‘toque de recolher’

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Assessoria GD

O presidente da Assembleia Legislativa (AL), Max Russi (PSB), convocou para esta terça-feira (2) uma sessão extraordinária para votar o projeto de Lei do governo do Estado que instituirá multas para quem descumprir o toque de recolher das 19h às 5h pelos próximos 15 dias em Mato Grosso.

“A convocação será feita tranquila, já informei os deputados e todos estão a favor. A sessão ocorrerá de maneira virtual nesta terça-feira”, disse Russi, durante coletiva de imprensa ao lado do governador Mauro Mendes (DEM). O chefe do Poder Legislativo aprovou a medida adotada por Mendes, que decidiu baixar um decreto para conter o avanço da contaminação da covid-19 em Mato Grosso.

“A decisão do governador é acertada, primeiro  porque conversou com todos os envolvidos, conversou com as Federações, com os prefeitos e os Poderes. Fez um amplo diálogo e todos concordaram que é preciso algumas medidas, que não são as mais duras”, analisou o deputado.

Max Russi entende que a medida afetará parte do comércio que atua no período noturno. Porém, lembra que caso não diminua a ocupação dos leitos de UTIs que se encontra em 89% no Estado, medidas mais severas deverão ser implantadas como o lockdown.

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Confira as novas medidas

– De segunda à sexta, proibição de todas as atividades econômicas das 19h às 5h. Aos sábados, a proibição será após o meio-dia. Nos domingos, nenhuma atividade será permitida. A exceção fica por conta das farmácias, serviços de saúde, funerárias, postos de gasolina (exceto conveniências) e indústrias.

– Nos horários permitidos, as atividades econômicas deverão respeitar as medidas de segurança, como o uso de máscara, distanciamento e limitação de 50% da capacidade máxima do local.

– Os serviços de entrega por delivery seguem autorizados até às 22h.

– O transporte coletivo e congêneres (Uber, 99, etc) podem funcionar normalmente.

– Toque de recolher a partir das 21h até às 5h, com proibição de circulação.

– Projeto de lei que prevê multa a pessoas físicas e às empresas que descumprirem as normas, bem como notificação à Polícia Civil e Ministério Público.

– Nos órgãos públicos estaduais, fica suspenso o atendimento presencial em todas as secretarias e órgãos do governo, com exceção das unidades finalísticas. Quanto a jornada de trabalho, cada secretaria/autarquia vai disciplinar medidas para redução do fluxo de pessoas.

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Petrobras dispara preços: gasolina sobe 41,3% e diesel, 34,1% em 2 meses

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Os preços dos combustíveis dispararam nas bombas desde o início do ano: a gasolina e o diesel acumularam altas nas refinarias de 41,3% e 34,1%, respectivamente. De acordo com o secretário de Fazenda, Rogério Gallo, o motivo é a política de preços praticada pela Petrobras, que faz com que os valores do litro dos combustíveis sofram reajustes de acordo com a variação cambial.

Nesta segunda-feira (01.03), a estatal anunciou aumento de 5% nos preços dos dois combustíveis, que serão praticados a partir de amanhã, dia 2 de março. Com o reajuste, o preço médio de venda, nas refinarias, da gasolina passará a ser de 2,60 reais por litro, alta de 12 centavos por litro (ou 4,8%), enquanto o diesel passará a média de 2,71 reais por litro, aumento de 13 centavos por litro (5%), disse a Petrobras.

O reajuste é o quinto do ano para a gasolina, que custava R$ 1,84, em dezembro; e o quarto para o diesel, que era de R$ 2,02, no mesmo período.

“A política de preços praticada pela Petrobras é o grande problema da alta no preço dos combustíveis, porque fica muito sensível à variação cambial: aumenta o dólar, aumentam a gasolina e o diesel; e também sensível à cotação do petróleo no mercado internacional. Se o governo federal não criar um fundo soberano para a Petrobras, para que os preços não sejam impactados e o produtor não transfira a diferença, o preço vai continuar subindo na bomba”, afirmou Gallo.

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Ainda de acordo com o secretário, a alta nos preços dos combustíveis não se deve aos impostos, como ICMS e PIS-COFINS. “Em Mato Grosso, por exemplo, o ICMS praticado é o mesmo há 10 anos. Não há que se falar em aumento de imposto, porque o imposto não aumentou, o que provocou a alta foi principalmente a variação do dólar. Também não podemos esperar que a retirada do PIS-COFINS prometida pelo governo federal tenha qualquer impacto no preço das bombas, justamente porque houve esse aumento de 5%”, finalizou Gallo.

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