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Vacinas recebidas imunizam 80% dos trabalhadores da saúde, diz secretário

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Assessoria GD

Mato Grosso já recebeu 161.160 doses de vacinas contra a covid-19. O montante é o suficiente para imunizar 80% dos servidores da saúde que atuam no estado. A informação é do secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, que informou também faltar 18 mil funcionários do grupo prioritário a serem imunizados.

No lançamento da campanha em Mato Grosso, em 18 de janeiro, foram recebidas 126.160 doses de Coronavac. O volume foi dividido para a primeira e segunda dose da imunização. Metade foi enviada aos municípios e o restante está armazenado nos depósitos do Estado para serem entregues no período de tomar a segunda dose.

Depois, o estado recebeu 24 mil doses de Astraseneca, em 24 de janeiro. No dia 25 de janeiro foram recebidas mais 11 mil doses de Coronavac. Esses lotes são apenas para a primeira aplicação. A segunda virá posteriormente.

“A vacina que chegou até agora foi para vacinar indígena, idosos pessoas com deficiência institucionalizados e o trabalhador da saúde. Não é só o profissional da saúde, é o trabalhador da saúde. Um motorista, por exemplo, não é uma pessoa que tem formação na saúde, mas trabalha na área da saúde. As vacinas que recebemos fazem uma cobertura, com as que chegaram ontem, de 80% dos profissionais da saúde em Mato Grosso. Ainda teremos 18 mil vacinados. Precisamos de mais, pelo menos, 36 mil doses para encerrar a fase da imunização dos profissionais da saúde”, destacou o secretário de saúde.
Todos os trabalhadores do Centro de Trigam para Covid estão na lista para vacinação.

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O gestor afirma que ainda não há previsão de recebimento de novos imunizantes. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) tem 4 milhões de doses de Astrazeneca prontas para distribuição aguardando processamento final, mas sem data para que chegue aos Estados.

Paralelo a distribuição pelo Ministério da Saúde, o governador Mauro Mendes (DEM) tenta, via embaixada, a compra de 1,5 milhão de vacinas diretamente com laboratórios chineses. A fabricante Pfizer já deu resposta negativa, no entanto os outros fabricantes ainda não deram posicionamento.

De acordo com o secretário, o Plano Nacional de Imunização prevê que Mato Grosso imunize 800 mil cidadãos até o fim do cronograma. Contudo, o Estado tem dinheiro em caixa e tenta em todas as frentes comprar mais doses para ampliar a comunidade vacinada.

“O problema é que não há vacina para comprar. Há um tramite burocrático para fazer isso e o Ministério da Saúde também quer comprar e ele tem preferência. Pelo Plano Nacional iremos vacinar 800 mil pessoas até o fim do plano, temos 3,5 milhões de habitantes. Então queremos comprar mais vacinar para ampliar o universo de pessoas imunizadas”, destacou o secretário.

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Novo exame na Arena
O Centro de Triagem instalado na Arena Pantanal já fez 100 mil atendimentos. Desde o a implantação eram feitos testas rápidos de sangue, mas isso irá mudar. O Estado já comprou 100 mil exames, destes, 80 mil estão em estoque. A nova análise se assemelha a do PCR, mas com a rapidez e custo do teste rápido.

O paciente que se dirige ao Centro passar por um circuito de atendimento até chegar ao teste, que é coletado por meio de hastes inseridas nas narinas para coletas a secreção que será analisada.

Segundo o secretário, o novo método é mais tecnológico e irá acabar com os casos suspeitos. “Ele é um diagnostico e a pessoa vai sair com resultado positivo ou negativo. Vai diminuir muito os casos suspeitos como temos hoje”, explicou.

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AL convoca sessão para instituir multas para quem furar ‘toque de recolher’

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Assessoria GD

O presidente da Assembleia Legislativa (AL), Max Russi (PSB), convocou para esta terça-feira (2) uma sessão extraordinária para votar o projeto de Lei do governo do Estado que instituirá multas para quem descumprir o toque de recolher das 19h às 5h pelos próximos 15 dias em Mato Grosso.

“A convocação será feita tranquila, já informei os deputados e todos estão a favor. A sessão ocorrerá de maneira virtual nesta terça-feira”, disse Russi, durante coletiva de imprensa ao lado do governador Mauro Mendes (DEM). O chefe do Poder Legislativo aprovou a medida adotada por Mendes, que decidiu baixar um decreto para conter o avanço da contaminação da covid-19 em Mato Grosso.

“A decisão do governador é acertada, primeiro  porque conversou com todos os envolvidos, conversou com as Federações, com os prefeitos e os Poderes. Fez um amplo diálogo e todos concordaram que é preciso algumas medidas, que não são as mais duras”, analisou o deputado.

Max Russi entende que a medida afetará parte do comércio que atua no período noturno. Porém, lembra que caso não diminua a ocupação dos leitos de UTIs que se encontra em 89% no Estado, medidas mais severas deverão ser implantadas como o lockdown.

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Confira as novas medidas

– De segunda à sexta, proibição de todas as atividades econômicas das 19h às 5h. Aos sábados, a proibição será após o meio-dia. Nos domingos, nenhuma atividade será permitida. A exceção fica por conta das farmácias, serviços de saúde, funerárias, postos de gasolina (exceto conveniências) e indústrias.

– Nos horários permitidos, as atividades econômicas deverão respeitar as medidas de segurança, como o uso de máscara, distanciamento e limitação de 50% da capacidade máxima do local.

– Os serviços de entrega por delivery seguem autorizados até às 22h.

– O transporte coletivo e congêneres (Uber, 99, etc) podem funcionar normalmente.

– Toque de recolher a partir das 21h até às 5h, com proibição de circulação.

– Projeto de lei que prevê multa a pessoas físicas e às empresas que descumprirem as normas, bem como notificação à Polícia Civil e Ministério Público.

– Nos órgãos públicos estaduais, fica suspenso o atendimento presencial em todas as secretarias e órgãos do governo, com exceção das unidades finalísticas. Quanto a jornada de trabalho, cada secretaria/autarquia vai disciplinar medidas para redução do fluxo de pessoas.

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Petrobras dispara preços: gasolina sobe 41,3% e diesel, 34,1% em 2 meses

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Assessoria

Os preços dos combustíveis dispararam nas bombas desde o início do ano: a gasolina e o diesel acumularam altas nas refinarias de 41,3% e 34,1%, respectivamente. De acordo com o secretário de Fazenda, Rogério Gallo, o motivo é a política de preços praticada pela Petrobras, que faz com que os valores do litro dos combustíveis sofram reajustes de acordo com a variação cambial.

Nesta segunda-feira (01.03), a estatal anunciou aumento de 5% nos preços dos dois combustíveis, que serão praticados a partir de amanhã, dia 2 de março. Com o reajuste, o preço médio de venda, nas refinarias, da gasolina passará a ser de 2,60 reais por litro, alta de 12 centavos por litro (ou 4,8%), enquanto o diesel passará a média de 2,71 reais por litro, aumento de 13 centavos por litro (5%), disse a Petrobras.

O reajuste é o quinto do ano para a gasolina, que custava R$ 1,84, em dezembro; e o quarto para o diesel, que era de R$ 2,02, no mesmo período.

“A política de preços praticada pela Petrobras é o grande problema da alta no preço dos combustíveis, porque fica muito sensível à variação cambial: aumenta o dólar, aumentam a gasolina e o diesel; e também sensível à cotação do petróleo no mercado internacional. Se o governo federal não criar um fundo soberano para a Petrobras, para que os preços não sejam impactados e o produtor não transfira a diferença, o preço vai continuar subindo na bomba”, afirmou Gallo.

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Ainda de acordo com o secretário, a alta nos preços dos combustíveis não se deve aos impostos, como ICMS e PIS-COFINS. “Em Mato Grosso, por exemplo, o ICMS praticado é o mesmo há 10 anos. Não há que se falar em aumento de imposto, porque o imposto não aumentou, o que provocou a alta foi principalmente a variação do dólar. Também não podemos esperar que a retirada do PIS-COFINS prometida pelo governo federal tenha qualquer impacto no preço das bombas, justamente porque houve esse aumento de 5%”, finalizou Gallo.

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