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Cáceres e Região

Três bebês nascem mortos no Hospital São Luiz no decorrer da semana

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Sinézio Alcântara – Expressão Notícias

     Três bebês nascem mortos, no decorrer da semana, no Hospital São Luiz, em Cáceres. Um gemelar pré-maturo (gêmeos que não estava na hora de nascer); um pré-termo (criança que já estava no limite para nascer) e um a termo (criança que já estava pronta para nascer). Informações extraoficiais são de que, seriam duas crianças do sexo feminino e um masculino.

      Ainda não se sabe, exatamente, a razão dos óbitos. Há suspeita, no entanto, que tenha havido negligência médica.  Informações, não oficiais, são de que, no momento não havia anestesista e de que, os médicos plantonistas do dia não têm residência e tampouco título da área de ginecologista.

      Em Nota, o hospital diz que as mães eram gestantes de alto risco e que durante o período de internação, as gestantes receberam toda a assistência necessária da equipe multiprofissional. Destaca que o pré-natal não foi realizado no hospital. Veja a integra da Nota no final da matéria.

       As suspeitas se baseiam, nas  investigações realizadas, recentemente, pelo Ministério Público, após denúncias feitas por funcionários do hospital, que comprovaram ineficiência da qualidade de serviços decorrentes da falta de insumos, medicamentos e de equipe médica qualificada para prestar atendimento emergencial e urgente à população cacerense, principalmente às gestantes.

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       Os óbitos, conforme informações, ocorreram entre quarta e quinta-feira. Entre as gestantes estariam uma boliviana, mãe dos gêmeos e uma presidiária, que estaria, inclusive, usando tornozeleira eletrônica, no momento do trabalho de parto.

       As mortes ocorrem há quatro dias de a Justiça acolher pedido liminar feito pelo MPE estabelecendo prazo de cinco dias para que sejam adotadas providências imediatas no âmbito do Hospital São Luiz, para atendimento integral às gestantes em trabalho de parto e aos recém-nascidos.

       A medida estabelece que “além de profissionais capacitados, terão que ser disponibilizados insumos hospitalares, medicamentos e aparelho de ultrassonografia, para realização de exames”

       Na liminar, datada do dia 27 de julho, a juíza Joseane Carla Ribeiro Viana Quinto determina ainda que no prazo máximo de 30 dias seja elaborado e implantado um Plano de Gerenciamento para prestação de ações e serviços de saúde às gestantes, nascituros e aos recém-nascidos em ambiente hospitalar.

       Diz que “em sede de cognição sumária, afiguram-se evidenciadas irregularidades no fornecimento de serviços médicos, sobretudo nas áreas de ginecologia e obstetrícia no âmbito do Hospital São Luiz, em virtude da falta de profissionais capacitados, insumos hospitalares, medicamentos, aparelhos hospitalares essenciais como de ultrassonografia”, enfatizou a magistrada.

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        A menos de um mês, o hospital deixou de realizar trabalho de parto em, pelo menos, 34 gestantes. Os médicos registraram ocorrência policial e alegaram que suspenderam os trabalhos por falta de insumos. A maioria das gestantes foram encaminhadas para Cuiabá.

NOTA À IMPRENSA

      O Hospital São Luiz informa que registrou nesta semana dois partos de natimortos, cujas mães eram gestantes de alto risco. Durante o período de internação, as gestantes receberam toda a assistência necessária da equipe multiprofissional.

     É importante destacar que o pré-natal não foi realizado no hospital. O São Luiz informa, ainda, que registrou um óbito neonatal de parto gemelar prematuro, cuja mãe, transferida de outro município, recebeu atendimento na unidade.

    Por fim, o hospital se solidariza com as mães e familiares neste momento difícil e se mantém à disposição. Em relação à tornozeleira eletrônica mencionada pela reportagem, o hospital informa que esta é de responsabilidade exclusiva da autoridade do sistema prisional.

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PMs de Cáceres são presos por colegas do Gefron levando carro roubado para a Bolívia

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Por Débora Siqueira | Sesp-MT

Policiais do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) abordaram um veículo Jeep/Compass de cor prata, ano de 2019, em atitude suspeita, por volta de 15h50 de terça-feira (21.09), no perímetro urbano de Porto Esperidião.

Os policiais do Gefron perceberam que o sinal identificador do veículo foi alterado e após a checagem via Centro de Operações foi constatado que o veículo, avaliado em R$ 170,3 mil, é produto de roubo/furto no estado do Rio de Janeiro, conforme BO nº 0004722/2021.

Os dois ocupantes do veículo são soldados da Polícia Militar de Mato Grosso lotados na área do Comando Regional 6, regional de Cáceres. Eles foram encaminhados para a Delegacia da Polícia Civil de Porto Esperidião pelo crime de receptação.

A Corregedoria Geral da PM foi acionada e já tomou providências para apurar a conduta dos citados policiais militares. A Instituição entende que a situação é muito grave e não compactua com desvios de conduta. Os mesmos serão submetidos a uma apuração interna com direito a ampla defesa e contraditório e caso sejam responsabilizados, a punição pode chegar a demissão da corporação.

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Requerimento solicita lista de catadores e catadoras de lixo para inclusão em programas sociais

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Assessoria

Foi aprovado na Sessão Ordinária de segunda-feira (20), na Câmara Municipal de Cáceres, um requerimento a fim de solicitar do Executivo Municipal a lista com o nome das famílias de catadores e catadoras de recicláveis para inclusão em programas socioeconômicos e habitacionais.

De autoria da vereadora Mazéh Silva, a propositura justifica que a classe dos catadores tem os seguintes direitos previstos no art. 5º da Constituição Federal: liberdade de ir e vir, igualdade diante da lei, liberdade de opinião, reunião e associação, direito ao trabalho, direito à habitação, direito à educação, à cultura e à ciência, direito à alimentação e direito à saúde.

Mazéh constata que, em Cáceres e em todo o Brasil, muitos catadores vivem à margem dos direitos sociais e trabalhistas e são excluídos da maior parte da riqueza que o mercado de reciclagem movimenta e produz.

Segundo a vereadora, o cadastro e posterior elaboração da referida lista de catadores e catadoras foi realizado na gestão anterior, do prefeito Francis Maris, por determinação do Ministério Público, mas sem aplicação prática ou percepção de benefícios à classe.

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Após receber a lista, a autora do requerimento solicitará à Secretaria de Assistência Social a análise e inclusão dos catadores nos programas de assistência aos quais tiverem direito. Mazéh finalizou sua manifestação ressaltando a importância de fomentar o mercado de reciclagem

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