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TRE atendeu a solicitação da AMM para a prorrogação das eleição em Torixoréu

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O Tribunal Regional Eleitoral determinou a suspensão da realização da eleição suplementar para os cargos de prefeito e vice-prefeito no município de Torixoréu, considerando o requerimento encaminhado pela Associação Mato-grossense dos Municípios, postulando a designação de uma nova data para o pleito eleitoral.

A AMM solicitou a prorrogação da eleição suplementar em Torixoréu, programadas para  11 de abril, justificando o aumento dos casos contaminação e de óbitos pela Covid-19. O documento foi apresentado ao presidente do Tribunal Regional Eleitoral, desembargador Gilberto Giraldelli.

A Procuradoria Regional Eleitoral opinou pelo adiamento da eleição suplementar no município para outra data oportuna, a ser agendada pelo Tribunal, assim que houver a diminuição da média móvel de casos, estabilização da contaminação a números aceitáveis e que a ocupação de leitos de Unidades de Terapia Intensiva-UTIs, esteja ao menos em 60%.

A Associação Mato-grossense dos Municípios informou no requerimento que a curva de contágio e de óbitos, tem subido rapidamente nas últimas semanas e o controle efetivo da doença, parece estar longe, mesmo com as iniciativas da vacinação. O município de Torixoréu pertence a circunscrição da 9ª Zona Eleitoral de Barra do Garças, até nova deliberação do Tribunal.

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O presidente da AMM, Neurilan Fraga, ressaltou que as estatísticas apontam o crescimento nos casos de Covid-19 em Torixoréu e em localidades próximas. Conformes os boletins divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde. O número de casos vem crescendo nos municípios ao redor de Torixoréu, como Nova Xavantina e Barra do Garças. “Devido a este quadro da pandemia e da situação local, entendemos a necessidade do pedido de prorrogação da eleição. Se fosse realizada em abril, a eleição poderia provocar ainda mais a propagação do vírus”, argumentou.

Para minimizar os riscos, a AMM sugere que a eleição em Torixoréu seja realizadas paralelamente a eleição de Acorizal, mas data ainda não foi marcada. A medida traria economia de custos e aproveitamento de servidores à disposição para apuração do resultado da votação.

Além da solicitação da AMM, a recente edição do Decreto Estadual 836/2021, que impôs medidas restritivas de isolamento social para conter a disseminação do vírus em todo Estado, também foi considerada.

De acordo com levantamento realizado pela equipe da AMM, o Estado aparece em 22º lugar no ranking de distribuição das vacinas contra a Covid-19. Atualmente, um percentual da população mato-grossense recebeu a primeira dose da vacina, e ainda aguarda a segunda dose.

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O relatório elaborado pela Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso aponta que após o pico da doença, em julho de 2020, o Estado teve uma desaceleração no número de pessoas infectadas, entre agosto e outubro. Essa redução foi interrompida em novembro de 2020, quando a curva epidêmica voltou a crescer, atingindo um novo pico no mês de janeiro de 2021.

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Cáceres e Região

Credores buscam receber dívidas milionárias junto ao Hospital São Luiz e Pró-saúde

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Assessoria

Em meio à crise na saúde pública causada pela pandemia da Covid-19, que tristemente perdura há mais de um ano em todo o mundo, em Cáceres (MT), a situação é extremamente preocupante.

O tradicional Hospital São Luiz, fundado em 1938, e que desde 1993 era administrado pela Associação Congregação de Santa Catarina (ACSC), atendendo por décadas não só o município, mas toda a região Oeste do estado, que são 22 municípios, com aproximadamente 350 mil habitantes, e também socorre o país vizinho, visto a proximidade da cidade boliviana de San Mathias, de tempos pra cá, tem deixado a desejar, acumulando uma série de questionamentos da população que tanto precisa da importante unidade hospitalar, como do poder público, que tem cobrado explicações para que medidas sejam tomadas, pois num momento em que a sociedade tanto precisa, é inaceitável a precariedade instalada nos mais diversos setores do HSL.

Recentemente foram realizadas audiências públicas na Câmara Municipal, onde denúncias foram devidamente formalizadas, através de funcionários da unidade, pacientes, conselho municipal de saúde – CMS, e também de médicos que desabafaram a angústia e a falta de condições de trabalho na unidade, estiveram presentes também vários vereadores, representantes das secretarias de saúde do município e do estado, e também do Deputado Federal Dr. Leonardo, que é médico e atuou por muitos anos no HSL.
A Pró-Saúde assumiu a gestão do Hospital São Luiz no final de 2018, e segundo informações colhidas, foi quando a situação se agravou, durante esse período foram trocados inúmeros diretores, literalmente tapando buracos, empurrando o problema de um para outro, que quando começava tomar pé da situação, já era substituído, desabafou uma colaboradora.

O Governo do Estado informou na Câmara Municipal que os repasses estão em dias, que na gestão Pró-Saúde (últimos 24 meses), foram pagos aproximadamente 50 milhões ao Hospital São Luiz, referente apenas a 01 (um) contrato junto ao governo estadual, contrapondo ao que a administração do HSL (Pró-Saúde), que não enviou nenhum representante às audiências, por muita vezes justifica, alegando que a ausência e atrasos nos repasses acabam gerando a crise financeira na unidade, porém os documentos apresentados mostraram outra realidade.
O Hospital acumula dívidas, que são de conhecimento público e por conta da inadimplência de valores expressivos, diversos profissionais da saúde, empresas prestadoras de serviços e até mesmo fornecedores suspenderam suas atividades junto ao HSL, ocorrendo a contratação de outras terceirizadas, e até mesmo deixando de oferecer determinados serviços no Hospital.

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Um dos maiores Laboratórios da região, o São Matheus que prestou serviços por mais 08 anos junto ao Hospital São Luiz, e teve de encerrar suas atividades na unidade hospitalar em Setembro/2020, por conta da falta de pagamento, onde o valor atualizado, hoje supera 1,5 milhões, explicam que “a permanência tornou-se insustentável, pois mantínhamos um serviço de qualidade, com profissionais, equipamentos e insumos próprios, jamais deixamos de realizar os serviços, cumprimos fielmente os contratos, e ainda permanecemos atendendo por mais de um ano e meio sem receber, é inconcebível” desabafam os empresários, completando, “na gestão anterior, da Congregação Santa Catarina, não sofremos com esse tipo de problema financeiro, poderiam haver atrasos, mas sempre nos pagaram”.

O advogado Alexandre Quidá, que representa um grupo de credores, informou à reportagem que há meses vem entabulando acordos junto à diretoria estatutária da Pró-Saúde, via de seu Presidente Arcebispo Dom João Bosco Óliver e do Vice-Presidente Padre Robson Gonçalves, bem como com a diretoria executiva em São Paulo, no entanto, não tem mais observado um interesse de forma objetiva, para uma solução efetiva por parte da empresa, informa que buscava acordos flexíveis, entendendo o momento de crise, mas que houvesse ao menos um start nos pagamentos das dívidas, e que em certo ponto, viu que não aconteceria, motivo pelo qual encerrou as negociações administrativas e iniciou a tomada de medidas judiciais pertinentes, o que de fato não era o objetivo desde o início das tratativas, – “em respeito à história do Hospital São Luiz, à Igreja Católica, aos profissionais que lá trabalham, e em especial à população que tanto necessita da unidade, tentamos diversos acordos, os quais restaram infrutíferos. É inadmissível, um grupo grandioso como a Pró-Saúde, com mais de 30 hospitais pelo país, se instalar em Cáceres, e simplesmente não cumprir com contratos firmados, se amparando na situação pandêmica em que vivemos, e também na filantropia a qual se enquadram, se mantendo inadimplentes em vários compromissos, acreditando que terão guarida judicial, e que no momento não poderão sofrer reprimendas por conta da atividade que exercem, o que de fato não é uma realidade, se assim fosse, a insegurança jurídica estaria instalada em nosso sistema, e esquivar-se de dívidas seria uma constante”, pontuou o advogado.

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Importante registrar que recentemente o Estado e o HSL celebraram um aditivo contratual, em que o Hospital São Luiz terá um significativo aumento no repasse, em mais de 500 mil reais mensais, acrescendo aproximadamente 6 milhões ao ano, que somados ao valor que já é repassado atualmente, o Hospital da Pró Saúde receberá do Governo do Estado de Mato Grosso, 30,6 milhões, no período entre Março/2021 a Março/2022.

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Cáceres e Região

Mato Grosso registra redução de 18,1% no número de internações de pacientes com Covid-19

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Secom-MT

Nos últimos 20 dias, Mato Grosso vem registrando queda no número de pacientes que necessitam de internação hospitalar para tratamento da Covid-19. No dia 27 de março, 2.430 pessoas estavam internadas por conta da doença, já o Boletim Epidemiológico da Secretaria de Estado de Saúde (SES) desta quinta-feira (15.04) aponta 1.989 hospitalizados. Uma redução de 18,1% das internações.

Os dados são acompanhados pelos técnicos do Governo e demonstram tendência de queda, desde março, no número de hospitalizados em todo o Estado. Outro dado estatístico é relacionado à taxa de ocupação, específica para leitos de enfermaria pactuadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Em março, a taxa estava em 63%, e ontem registrou 57%, com 459 pessoas internadas.

Nos principais hospitais públicos de Cuiabá e Várzea Grande, há vagas nos leitos de enfermaria. Nos principais hospitais públicos de Cuiabá e Várzea Grande, há vagas nos leitos de enfermaria. No Hospital Metropolitano de Várzea Grande, que é gerido pelo Estado, a taxa de ocupação está em 66% e no Hospital Estadual Santa Casa, a porcentagem é de 59%.

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Em Várzea Grande, o Pronto-Socorro, gerido pelo município, tem taxa de 0% de ocupação, ou seja, não tem nenhum paciente internado em leito de enfermaria contaminado com Covid-19.

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