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STJD intima Ana Cláudia Lemos para audiência nesta sexta, em São Paulo

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Flagrada no exame antidoping em março, durante testes fora do período de competição, velocista tem seu futuro indefinido e precisará se defender

O Superior Tribunal de Justiça Desportiva intimou nesta segunda-feira a velocista brasileira Ana Cláudia Lemos. A atleta foi convocada para participar da audiência que acontece nesta sexta-feira, dia 15, às 17h30, em São Paulo, para se defender do resultado adverso em seus exames de controle antidoping. No mês de março, Ana Cláudia foi flagrada com a substância proibida Oxandrolona em testes fora de competição. Desde então, está preventivamente suspensa e não participou do Mundial Indoor, no mesmo mês, em Portland, nos Estados Unidos.

A Oxandrolona tem ação anabolizante. Após a divulgação do resultado do teste em 8 de março, a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) demorou, mas tomou a decisão de suspendê-la desde 29 de março. Ao saber o resultado negativo, Ana Cláudia solicitou a abertura de uma amostra B do seu exame no dia 9 de março. A abertura do frasco aconteceu no dia 24 no Laboratório Brasileiro de Controle de Dopagem (LBCD), no Rio, quando foi confirmada a presença da Oxandrolona no organismo da corredora.  O processo foi encaminhado ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva do Atletismo para as providências cabíveis, uma vez que o Tribunal Único para julgamento de processos de dopagem encontra-se em fase de instalação.

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Ana Cláudia Lemos é dona do recorde brasileiro dos 200m (22s48, que também é recorde sul-americano). Ela optou por não participar de nenhuma competição indoor neste primeiro semestre. Mesmo com índice, preferiu não competir no Mundial Indoor, que aconteceu de 16 a 21 de março, em Portland. A previsão era que ela começasse a competir em pista aberta em abril.

edital stjd ana cláudia lemos julgamento (Foto: Reprodução)

 

 

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Cáceres e Região

Juba Supermercados de Mirassol D’Oeste doa cilindros de oxigênio e cestas básicas para a prefeitura e carne para a comunidade

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Esdras Crepaldi/Assessori

Atendendo solicitação do prefeito Héctor Alvares, o Juba Supermercados de Mirassol D’Oeste aderiu à corrente de mobilização para ajudar pacientes internados com a Covid-19 no Hospital Samuel Greve e doou três cilindros de oxigênio de 50 litros para a Saúde Municipal e 50 cestas básicas para a prefeitura.

O evento aconteceu na tarde da última segunda-feira (19) e contou com as presenças do Gerente da loja Juba Aparecido Donizete Simão, do Prefeito Héctor Alvares, do Secretário de Saúde Caique Alvares, da Presidente do Hospital Samuel Greve, Daniela Santos Velosos Maraslis e colaboradores do Juba.

O município de Mirassol enfrenta quadros preocupantes de pessoas infectadas com a covid-19 e vive um aumento de casos e a dificuldade na aquisição de cilindros de oxigênio, indispensáveis nas ocorrências graves da doença. Segundo o gerente Aparecido Donizete , cada cilindro custou um pouco mais de quatro mil reais e tem capacidade de 50 litros de oxigênio.

“ O Grupo Juba e a Rede Juba de Supermercados tem nos seus valores a responsabilidade social e com isso tem buscado ser parceiro do município de Mirassol D’Oeste. Procuramos sempre estar presente nas ações humanitárias e de solidariedade e retribuir tudo o que os mirassolenses fazem por nós”, observou Cido.

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Para o Prefeito Hector Alvares esta doação é muito importante no momento difícil que passa a população. “São itens significativos e que vão nos ajudar muito. Três balas de oxigênio e 50 cestas básicas, vão nos ajudar muito. Agradeço a doação e a parceria do Juba Supermercados”, enalteceu o prefeito Héctor.

Já o Secretário Municipal de Saúde, Caique Alvares, noticiou que estão tendo muitas dificuldades no suprimento de 0². “É com satisfação que recebemos estas três balas de oxigênio e os alimentos, estas doações contribuem muito e fazem a diferença”, comemorou Caique.

Finalizando a Presidente do Hospital Samuel Greve – para onde serão destinados os cilindros – Daniela Santos Velosos Maraslis, observou que a doação é de suma importância, pois são muitos pacientes que necessitam de ventilação mecânica. “Muito obrigado Juba Supermercados, estamos precisando muito de oxigênio. A ventilação artificial é essencial para alguns pacientes com Covid-19, internados na nossa unidade”, agradeceu.

O Juba ainda doou 60 cestas básicas e 100 pacotes de três quilos de carne para famílias carentes de Mirassol D’Oeste.

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Cáceres e Região

Credores buscam receber dívidas milionárias junto ao Hospital São Luiz e Pró-saúde

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Assessoria

Em meio à crise na saúde pública causada pela pandemia da Covid-19, que tristemente perdura há mais de um ano em todo o mundo, em Cáceres (MT), a situação é extremamente preocupante.

O tradicional Hospital São Luiz, fundado em 1938, e que desde 1993 era administrado pela Associação Congregação de Santa Catarina (ACSC), atendendo por décadas não só o município, mas toda a região Oeste do estado, que são 22 municípios, com aproximadamente 350 mil habitantes, e também socorre o país vizinho, visto a proximidade da cidade boliviana de San Mathias, de tempos pra cá, tem deixado a desejar, acumulando uma série de questionamentos da população que tanto precisa da importante unidade hospitalar, como do poder público, que tem cobrado explicações para que medidas sejam tomadas, pois num momento em que a sociedade tanto precisa, é inaceitável a precariedade instalada nos mais diversos setores do HSL.

Recentemente foram realizadas audiências públicas na Câmara Municipal, onde denúncias foram devidamente formalizadas, através de funcionários da unidade, pacientes, conselho municipal de saúde – CMS, e também de médicos que desabafaram a angústia e a falta de condições de trabalho na unidade, estiveram presentes também vários vereadores, representantes das secretarias de saúde do município e do estado, e também do Deputado Federal Dr. Leonardo, que é médico e atuou por muitos anos no HSL.
A Pró-Saúde assumiu a gestão do Hospital São Luiz no final de 2018, e segundo informações colhidas, foi quando a situação se agravou, durante esse período foram trocados inúmeros diretores, literalmente tapando buracos, empurrando o problema de um para outro, que quando começava tomar pé da situação, já era substituído, desabafou uma colaboradora.

O Governo do Estado informou na Câmara Municipal que os repasses estão em dias, que na gestão Pró-Saúde (últimos 24 meses), foram pagos aproximadamente 50 milhões ao Hospital São Luiz, referente apenas a 01 (um) contrato junto ao governo estadual, contrapondo ao que a administração do HSL (Pró-Saúde), que não enviou nenhum representante às audiências, por muita vezes justifica, alegando que a ausência e atrasos nos repasses acabam gerando a crise financeira na unidade, porém os documentos apresentados mostraram outra realidade.
O Hospital acumula dívidas, que são de conhecimento público e por conta da inadimplência de valores expressivos, diversos profissionais da saúde, empresas prestadoras de serviços e até mesmo fornecedores suspenderam suas atividades junto ao HSL, ocorrendo a contratação de outras terceirizadas, e até mesmo deixando de oferecer determinados serviços no Hospital.

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Um dos maiores Laboratórios da região, o São Matheus que prestou serviços por mais 08 anos junto ao Hospital São Luiz, e teve de encerrar suas atividades na unidade hospitalar em Setembro/2020, por conta da falta de pagamento, onde o valor atualizado, hoje supera 1,5 milhões, explicam que “a permanência tornou-se insustentável, pois mantínhamos um serviço de qualidade, com profissionais, equipamentos e insumos próprios, jamais deixamos de realizar os serviços, cumprimos fielmente os contratos, e ainda permanecemos atendendo por mais de um ano e meio sem receber, é inconcebível” desabafam os empresários, completando, “na gestão anterior, da Congregação Santa Catarina, não sofremos com esse tipo de problema financeiro, poderiam haver atrasos, mas sempre nos pagaram”.

O advogado Alexandre Quidá, que representa um grupo de credores, informou à reportagem que há meses vem entabulando acordos junto à diretoria estatutária da Pró-Saúde, via de seu Presidente Arcebispo Dom João Bosco Óliver e do Vice-Presidente Padre Robson Gonçalves, bem como com a diretoria executiva em São Paulo, no entanto, não tem mais observado um interesse de forma objetiva, para uma solução efetiva por parte da empresa, informa que buscava acordos flexíveis, entendendo o momento de crise, mas que houvesse ao menos um start nos pagamentos das dívidas, e que em certo ponto, viu que não aconteceria, motivo pelo qual encerrou as negociações administrativas e iniciou a tomada de medidas judiciais pertinentes, o que de fato não era o objetivo desde o início das tratativas, – “em respeito à história do Hospital São Luiz, à Igreja Católica, aos profissionais que lá trabalham, e em especial à população que tanto necessita da unidade, tentamos diversos acordos, os quais restaram infrutíferos. É inadmissível, um grupo grandioso como a Pró-Saúde, com mais de 30 hospitais pelo país, se instalar em Cáceres, e simplesmente não cumprir com contratos firmados, se amparando na situação pandêmica em que vivemos, e também na filantropia a qual se enquadram, se mantendo inadimplentes em vários compromissos, acreditando que terão guarida judicial, e que no momento não poderão sofrer reprimendas por conta da atividade que exercem, o que de fato não é uma realidade, se assim fosse, a insegurança jurídica estaria instalada em nosso sistema, e esquivar-se de dívidas seria uma constante”, pontuou o advogado.

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Importante registrar que recentemente o Estado e o HSL celebraram um aditivo contratual, em que o Hospital São Luiz terá um significativo aumento no repasse, em mais de 500 mil reais mensais, acrescendo aproximadamente 6 milhões ao ano, que somados ao valor que já é repassado atualmente, o Hospital da Pró Saúde receberá do Governo do Estado de Mato Grosso, 30,6 milhões, no período entre Março/2021 a Março/2022.

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