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Atlético-MG

Sequência e entrosamento de quartetoofensivo do Galo animam Clayton

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A chegada de Clayton ao Atlético-MG, no início da temporada, foi recheada de expectativas. Os ingredientes eram animadores: destaque do Figueirense na temporada 2015, apenas 20 anos e disputado por outros grandes clubes brasileiros. Tudo isso fazia com que a torcida atleticana esperasse um grande futebol do jogador. No início da passagem dele pela Cidade do Galo, o  atacante não conseguiu uma sequência de boas atuações, sofreu uma lesão muscular e ficou algum tempo parado. Depois, voltou melhor. Atualmente, é titular do time de Marcelo Oliveira e vem evoluindo em campo com o passar dos jogos. O GloboEsporte.com conversou com o jogador sobre o momento dele e do time no Campeonato Brasileiro.

Clayton, atacante do Atlético-MG (Foto: Bruno Cantini/ Flickr Atlético-MG)Clayton é o atual titular de Marcelo Oliveira no ataque atleticano (Foto: Bruno Cantini/Flickr Atlético-MG)

Sobre a fase atual que vive no Atlético-MG, Clayton comemora a sequência de jogos – foi titular nas últimas três partidas no Brasileirão – e o ganho de confiança, mas garante que ainda pode evoluir.

– É muito importante essa sequência. Estou conseguindo
jogar alguns jogos seguidos, ajudei nas três vitórias que tivemos. Estou feliz
com as oportunidades que estou recebendo e procurando ajudar da melhor forma
possível. Eu sempre vou achar que tenho que evoluir e melhorar. Nunca dá pra se contentar com o que fez. Acho que
estou melhorando aos poucos, estou conseguindo ganhar ritmo e adquirir mais
confiança.

Confira a entrevista na íntegra:

GloboEsporte.com: Qual a importância da sequência de jogos como titular? Você já está 100% ou acredita que ainda pode melhorar?

Clayton: É muito importante essa sequência, estou
conseguindo jogar alguns jogos seguidos, ajudei nas três vitórias que tivemos.
Estou feliz com as oportunidades que estou recebendo e procurando ajudar da
melhor forma possível. Eu sempre acho que tenho que evoluir e melhorar. Sempre
procuro fazer o melhor jogo, diminuir os erros e ajudar a equipe com gols e
assistências, porque sou atacante. Também na marcação, mas principalmente
melhorar as atuações ofensivas sempre. Nunca dá pra se contentar com o que fez. Acho que
estou melhorando aos poucos, estou conseguindo ganhar ritmo e adquirir mais
confiança. Estou mais feliz, mas espero melhorar muito ainda.

Cazares, Clayton, Robinho Atlético-MG (Foto: Bruno Cantini/ Flickr Atlético-MG)Com Fred, Cazares, Clayton e Robinho, Atlético-MG emplacou três vitórias seguidas no Brasileiro (Foto: Bruno Cantini)

Você está atuando pela direita, com uma função tática que também te obriga a marcar. Você está adaptado à função?

Clayton Figueirense (Foto: Luiz Henrique/Figueirense FC)No Figueirense, Clayton foi o destaque e marcou muitos gols (Foto: Luiz Henrique/Figueirense FC)

É uma posição meio diferente de se jogar, no lado. No Figueirense,
eu jogava de centroavante e também pelos lados, mas quando jogava nos lados, era mais
como um segundo atacante, ficava muito próximo da área e conseguia definir
mais. Agora tenho o papel de ajudar o Marcos Rocha na direita, auxiliar na marcação e procurar ajudar no ataque, fazer gols e
dar assistências. Esse é o terceiro jogo meu seguido. Estou pegando mais
confiança, entendendo mais o espaço que estou jogando e ajudando meus
companheiros. Vou procurar fazer mais gols, porque é minha função de atacante. Me sinto bem jogando do lado. Gostava de jogar do lado
esquerdo, geralmente eu era acostumado a jogar por ali, trazia pra dentro para
a finalização, o que me ajudava. Mas estou gostando muito de jogar pela
direita. O Marcos Rocha me ajuda muito, o Fred e o Cazares
encostando fica mais fácil.

Há uma evolução no entrosamento e no desempenho do quarteto ofensivo com você, Cazares, Robinho e Fred?

Aos poucos, o ataque está pegando entrosamento. Os quatro homens de frente, já são três jogos que a gente jogou junto, três vitórias e boas atuações. Não dá pra falar que é através de treinamento, porque a gente tem
treinado muito pouco. É mais no jogo que a gente pega mais entrosamento uns com
os outros. Jogar com um meia como o Cazares também é muito importante para a equipe. Ele está em uma fase muito boa e tem nos ajudado. Ele consegue chegar
na área e faz a bola chegar com facilidade. Encosta sempre no Robinho do
outro lado, em mim, no Fred. É um ponto principal pro time. O Fred também,
fazendo o pivô, tem muita técnica, sai bem na área, na área é excelente
finalizador. Estamos encaixando aos poucos. Robinho tem muita qualidade na esquerda, eu tenho velocidade pela direita. O ataque está se encaixando, vamos
procurar melhorar, fazer mais gols e nos ajudar.

Em relação ao ataque, Lucas Pratto e Luan se recuperam de lesão e devem voltar em breve. Como você acha que o time vai ficar depois da volta dos dois?

Vai ser bom quando os dois voltarem, porque são
excelentes jogadores e têm história aqui no Atlético. O que tiver para ajudar,
vai ser bom pro grupo. São mais opções, aí o Marcelo que vai ter que quebrar a
cabeça. O ataque está encaixado no momento. O Luan entraria ali pela direita, o
Pratto de centroavante. Aí quem estiver bem que vai ter que segurar a camisa, e o
Marcelo vai ter que se virar com isso. Mas a volta dos dois seria muito bom pro
grupo.

Clayton, Atlético-MG (Foto: Bruno Cantini)Clayton e Lucas Pratto já jogaram juntos no ataque alvinegro (Foto: Bruno Cantini)

Com as três vitórias consecutivas, o time se aproximou da parte de cima da tabela. Além dos pontos, qual foi a importância desses resultados?

Deu muito mais confiança para nós jogadores, o que é algo principal no futebol. Acho que é mais questão de confiança mesmo, porque o ambiente sempre foi
muito bom, o grupo sempre foi muito parceiro, a gente nunca teve problema ali
dentro. A gente sempre procurou se unir. Sempre na entrada e na saída de campo
a gente se reúne para sair junto, isso faz a gente mais forte, independente da
torcida estar do nosso lado ou não. O grupo sempre foi muito unido, agora, com
essas vitórias, a confiança cresce para todos os jogadores e as qualidades
começam a aparecer.

Por que o Atlético-MG demorou a engrenar na competição? A queda na Libertadores atrapalhou o desempenho no Brasileirão?

É um pouco difícil para o grupo aceitar a eliminação da Libertadores. É complicado reanimar, dar um novo gás, mudar o foco para o Campeonato Brasileiro.
Clayton

 É um pouco difícil para o grupo aceitar a eliminação da
Libertadores. É complicado reanimar, dar um novo gás, mudar o foco para o Campeonato
Brasileiro. A vida de jogador é assim, nada como um jogo após o outro para poder
reescrever a história, poder se superar e ter novos objetivos. A Libertadores
deu uma baqueada na equipe, que demorou um pouco para encaixar no Brasileiro. Agora
que a gente encaixou a sequência de três vitórias, a gente procura o quanto
antes encaixar na parte de cima e poder disputar a ponta da tabela.

Estamos às vésperas da Olimpíada do Rio. Você ainda tem esperança de jogar a competição?

Isso é um pouco complicado, porque são poucas vagas e
muitos jogadores. Estou fazendo meu papel aqui. Se fosse pra ir, seria muito
bom, mas no momento tenho que pensar no Atlético e em aproveitar as oportunidades
que eu tenho. Se viesse (a convocação), seria muito bom, mas estou preocupado mesmo é com o
Atlético.

Como você observa a rivalidade entre Atlético-MG e Cruzeiro em Belo Horizonte? É muito diferente da que há em Santa Catarina?

Aqui a rivalidade é muito maior. Tem mais
torcida dos dois lados, os clubes são maiores, têm títulos expressivos, são
duas torcidas mais apaixonadas e acostumadas a vencer. O clássico com o Cruzeiro é um pouco mais pegado. Não ter ganhado
do Cruzeiro ainda na temporada é algo que nos incomoda. Na próxima partida, vamos procurar buscar a
vitória. Agora o foco é o Campeonato Brasileiro, vamos procurar buscar a ponta
da tabela para quando vier o Cruzeiro o grupo estar preparado para buscar a
vitória.

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Atlético-MG

Carlos César quer bom resultado fora para não ter pressão no jogo de volta

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Carlos César, lateral do Atlético-MG (Foto: Eduardo Deconto)Carlos César quer voltar para BH com um bom resultado contra o Inter (Foto: Eduardo Deconto)

Pela primeira vez nesta Copa do Brasil, o Atlético-MG decidirá a vaga jogando em casa. Contra o Internacional, o duelo de ida será nesta quarta-feira, no Beira-Rio, às 21h45 (de Brasília), e o jogo de volta no Independência, na quarta-feira da próxima semana. Apesar do bom histórico recente pelo torneio quando é mandante, o discurso no Galo é de atenção total também fora de casa.

O lateral Carlos César, que volta ao time após cumprir suspensão no duelo contra o Juventude, pelas quartas de final do torneio, entende a vantagem de decidir em casa, mas destaca que ela só ganha efeito se o resultado fora for bom.

– Teoricamente, é melhor decidir em casa, mas como a Copa do Brasil é um
campeonato diferente, se a gente não tiver um resultado bom aqui, podemos levar
uma pressão pra casa e dificultar o jogo. A gente tem que fazer um bom jogo
aqui pra fazer valer o resultado em casa e lá ser um ponto a mais pra gente
conquistar a nossa classificação.

Único semifinalista da Copa do Brasil que ainda sonha com o título do Campeonato Brasileiro, o Atlético-MG divide as atenções entre os dois torneios, mas não tem prioridade por um ou por outro, garante Carlos César.

– A gente trata as duas competições da mesma forma, e vamos buscar o nosso
objetivo nas duas competições. A gente não pode colocar uma na frente da outra,
porque a gente pode se complicar. A gente sabe que vai enfrentar um jogo
difícil. Eu não sei o que o Inter prioriza, mas a gente sabe que eles
conquistaram um resultado bom diante do Santos, jogando com um time mesclado.
Vamos trabalhar forte, sabemos que vamos encontrar uma equipe forte. Estamos
jogando fora de casa e estamos preparados pra fazer uma grande partida.

O Atlético-MG encerrou sua preparação para o jogo contra o Internacional nesta terça-feira, em treino no CT do Grêmio. O técnico Marcelo Oliveira fechou a atividade e não deu sinais de quem será titular, mas o provável Galo que joga nesta quarta-feira terá: Victor; Carlos César, Erazo, Gabriel e Fábio Santos; Leandro Donizete,
Júnior Urso e Otero (Cazares); Clayton, Robinho e Lucas Pratto.

Apenas o aquecimento foi liberado para a imprensa (Foto: Eduardo Deconto)Apenas o aquecimento do treino do Galo foi liberado para a imprensa (Foto: Eduardo Deconto)

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Atlético-MG

Marcelo fecha parte do treino em Porto Alegre, e escalação no meio é mistério

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O Atlético-MG chegará ao Beira-Rio, na quarta-feira, para o jogo de ida da semifinal da Copa do Brasil, envolto em suspense para encarar o Internacional, às 21h45 (de Brasília). Em busca de vaga na final da Copa do Brasil pela segunda vez em três anos, o técnico Marcelo Oliveira fechou o último treino antes da partida, no CT Luiz Carvalho, do Grêmio, e acrescentou uma pitada de mistério sobre a equipe atleticana para a decisão.

Apenas o aquecimento foi liberado para a imprensa (Foto: Eduardo Deconto)Apenas o aquecimento foi liberado para a imprensa (Foto: Eduardo Deconto)

Nesta terça-feira à tarde, o comandante liberou apenas os primeiros minutos da atividade. Assim, os jornalistas tiveram acesso apenas aos trabalhos de aquecimento, sem quaisquer indicações de time para a partida contra o Internacional. Em meio às definições, o treinador depara com a baixa de Fred, que já atuou na Copa do Brasil pelo Fluminense e não pode defender o Galo na competição. Lucas Pratto comandará o ataque do Galo.

As dúvidas de Marcelo Oliveira são no meio de campo. Ainda não é certa a volta de Rafael Carioca, suspenso contra o Figueirense, pelo Brasileiro. Na armação, ainda não está definido se entra Otero Ou Cazares.

A provável formação, sem confirmação de Marcelo Oliveira, tem: Victor; Carlos César, Gabriel, Erazo e Fábio Santos; Leandro Donizete, Júnior Urso e Otero (Cazares); Clayton, Robinho e Lucas Pratto. Atlético-MG e Inter se enfrentam no Beira-Rio, nesta quarta. O confronto da volta está marcado para a próxima quarta, também às 21h45, no Independência.


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