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Cáceres e Região

Sejudh contrata 25 médicos para atuar em 15 municípios

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Não será cobrada taxa de inscrição no certame e o valor do salário é de R$ 5.221,57

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), realiza processo seletivo simplificado para contratação temporária de profissionais do Sistema Penitenciário. Serão abertas 25 vagas em 15 municípios.

 

As inscrições serão realizadas até o dia 08 de julho, das 08h às 12h e das 13h às 17h. Não será cobrada taxa de inscrição e o valor do salário para os profissionais de nível superior, dos perfis Médico Especialista em Saúde Mental, Médico Ginecologista e Obstetra, Médico Clínico Geral é de R$ 5.221,57.

 

O contrato será de 12 meses, prorrogável por um ano. Os contratos serão regidos pelo Regime Administrativo Especial e serão vinculados ao Regime Geral da Previdência Social, através do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), para o qual o contratado contribuirá obrigatoriamente.

 

As inscrições deverão ser realizadas presencialmente, por meio de Requerimento de Inscrição. Só serão aceitas inscrições realizadas por procurador com poderes especiais, desde que a procuração tenha firma reconhecida em Cartório, e não serão aceitas, sob hipótese alguma, inscrições via fax, correio, correio eletrônico ou fora do prazo.

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Na inscrição deverão apresentar as vias originais dos documentos exigidos para conferência e autenticação das fotocópias, ou as cópias dos documentos deverão estar devidamente autenticadas.

 

Em Água Boa, as inscrições ocorrerão na Penitenciária de Água Boa; em Alta Floresta na Cadeia Pública de Alta Floresta; em Barra do Garças na unidade penal do município e assim por diante nas cidades de Barra do Bugres, Cáceres, Colíder, Sorriso, Tangará da Serra, Rondonópolis e Nortelândia.

 

Em Cuiabá e Várzea Grande os interessados devem procurar a sede da Sejudh na Rua Ten. Eulálio Guerra, nº 488, Esquina com Av. Afonso Pena, Bairro Quilombo; nas cidades de Juína e Pontes e Lacerda nos Centros de Detenção Provisória (CDP) e em Sinop na Penitenciária Ferrugem.

 

 

Documentos

 

Os documentos solicitados são curriculum vitae; fotocópia nítida do Registro Geral (RG) e Cadastro de Pessoa Física (CPF); comprovante de residência; fotocópia nítida dos documentos comprobatórios de escolaridade; fotocópia nítida dos documentos a serem utilizados na avaliação de títulos que foram elencados no requerimento de inscrição; comprovação da escolaridade exigida para o cargo (Diploma de graduação de curso superior em Medicina reconhecido pelo Ministério da Educação e Certificado de Residência Médica e/ou Título de Especialista, registrados no Conselho Regional da Categoria Profissional de Médico).

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Clique aqui para acessar o edital do processo.

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Hospital Regional de Cáceres dispõe de oxigênio suficiente para atender a demanda de pacientes em até três meses

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Sinézio Alcântara – Expressão Notícias

A tragédia ocorrida recentemente em Manaus, com centenas de mortes por coronavirus, por falta de oxigênio, acende o sinal de alerta em todo país. Porém, em Cáceres, isso não há menor possibilidade de ocorrer. O Hospital Regional “Dr. Antônio Fontes” dispõe de um estoque reserva de oxigênio líquido, suficiente para o consumo de pacientes por um período de até três meses.

“Com a pandemia do coronavirus, o Hospital Regional passou a consumir, em média, 10 mil litros cúbicos de oxigênio liquido, mensalmente. No entanto, dispõe de um tanque com capacidade de 40 mil litros. Ou seja: além do abastecimento do consumo mensal, conta com estoque reserva para atender mais três meses” explicou um profissional de saúde que preferiu não se identificar

A fonte informou que o tangue foi reabastecido na segunda-feira e está com o estoque completo. “Manaus sofreu toda essa situação; ocorreram tantas mortes, porque não tinha reserva de oxigênio. Felizmente, isso não ocorrerá, em Cáceres, porque dispomos de estoque suficiente” afirmou completando que hoje a taxa de ocupação dos leitos de UTI do hospital é de 100% e de 80% dos leitos clínicos.

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A explicação do profissional coincide com as informações da Secretaria de Estado de Saúde (SES).  A SES informou que há oxigênio suficiente para atender a demanda de pacientes tanto no estado quanto na Capital. E, que o estoque de oxigênio nas unidades hospitalares estaduais está dentro da normalidade para atender a demanda existente.

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Baixo volume de água no rio Paraguai não irá influenciar no fim do período da Piracema

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Sinézio Alcântara – Expressão Notícias

O baixo volume de água no rio Paraguai, em Cáceres, em razão do longo período de estiagem verificado em toda região ano passado, não irá influenciar no fim do período de Defeso da Piracema, em Mato Grosso, previsto para o dia 31 de janeiro. A informação é do diretor da unidade da Sema, no município Luiz Sérgio Garcia.

“Existe um calendário pré-definido pelo Conselho Estadual da Pesca, que determina o fim da Piracema no dia 31 de janeiro. Portanto, até no momento, não há nenhuma definição no sentido de prorrogar esse período, independente da altura do rio Paraguai” assinalou informando que “mesmo com o período de rio seco as espécies já desovaram”.

A decisão sobre o período de defeso de 1º de outubro de 2020 a 31 de janeiro de 2021 foi estabelecida pelo Conselho Estadual de Pesca (Cepesca).

Ainda no ano passado, o Pleno da Cepesca decidiu, por unanimidade, manter a mesma data dos últimos anos nos rios das Bacias Hidrográficas do Paraguai, Amazonas e Tocantins-Araguaia com base nos estudos de Monitoramento Reprodutivo dos Peixes de Interesse Pesqueiro no estado.

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            Embora não haja nenhuma orientação ou estudo no sentido do prorrogar o período de defeso nos rios de Mato Grosso, a única preocupação, conforme o diretor da unidade da Sema de Cáceres, é em relação a pandemia do coronavirus.

“Há preocupação com relação a pandemia do coronavirus. Não sabemos se haverá o desejo de turistas se deslocarem dos grandes centros, como São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro entre outros virem pescar no Pantanal. Pelo menos, os piloteiros da região, não estão dispostos a trabalhar com pessoas vindas dos locais onde há grande índice de infectados pelo Covid-19”.

O rio Paraguai, assim como os demais da Região Amazônica, está com nível de água inferior que aos anos anteriores. Na manhã desta terça-feira (19/01), o nível de água é de 1.58 metros. Subiu 14 centímetros em relação ao dia anterior, diante das fortes chuvas dos últimos três dias. Mesmo assim, no ano passado, no mesmo dia, media 2.51 metros, 93 centímetros a menos.

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