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São José lamenta chances perdidas contra Rio Preto e promete melhorar

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Águia do Vale fica no empate por 1 a 1 com Jacaré nessa quarta-feira, 4, pela primeira partida da semifinal do Brasileiro Feminino; times se reencontram na próxima semana

Assim que a partida entre São José e Rio Preto começou nessa quarta-feira, 4, a Águia do Vale tomou a iniciativa de atacar as visitantes. A postura deixou claro que as joseenses queriam fazer valer o mando de campo e abrir a disputa das semifinais do Brasileiro Feminino com uma vitória. Não deu. As equipes empataram por 1 a 1 no estádio Martins Pereira pelo jogo de ida.

Após a partida, a técnica Emily Lima e a zagueira Bagé, capitã do São José, lamentaram as chances perdidas pela equipe. Porém, evitam o desânimo e demonstram confiança em alcançar a classificação à final na próxima quarta-feira, 11, quando enfrentam o Rio Preto às 19h, no estádio Anísio Haddad.

– Sair perdendo já não era o que esperávamos. É uma equipe que está criando bastante, o que é bom, mas a bola tem que estar lá dentro. Não tem jeito. Ainda mais em casa. A gente poderia ter saído daqui com um placar de dois gols de diferença, sem ter tomado o gol que tomamos. Mas agora é trabalhar em busca da vitória – disse a técnica Emily Lima.

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– Fomos para o intervalo falando disso. Tivemos muitas oportunidades, no primeiro tempo principalmente, oportunidades que não podemos deixar perder. Vamos trabalhar mais, corrigir o que erramos  aqui para ir para Rio Preto e fazer um bom jogo – acrescentou Bagé.

Com este empate, o São José precisa da vitória ou de um empate por mais de dois gols para garantir a classificação. Se o placar for o mesmo da partida de ida, a decisão será nos pênaltis. Empate sem gols dá a classificação ao Rio Preto.

Emily Lima destaca que a preparação da equipe para o duelo será, principalmente, psicológica. E sobre o clima de revanche sobre o Rio Preto, já que o Jacaré tirou o título Brasileiro do ano passado das joseenses, a treinadora minimiza.

– Não vale a pena ficar falando essas coisas. Temos que ir lá e jogar. Fazer o nosso trabalho e voltar com a nossa classificação. Se for lá ou não, temos que classificar para estar na final – ressaltou.

A zagueira Bagé segue a mesma linha e prega respeito pelo adversário.

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– O Rio Preto é uma equipe diferente das outras equipes. Principalmente porque elas não param um minuto de correr, de se movimentar. Às vezes, para um padrão tático e para nós que estamos postadas mais atrás, isso acaba nos prejudicando um pouco. Elas saem de muitas posições diferentes. Isso nós temos que estar espertas. É uma equipe muito qualificada, que tem muita força. Mas vamos buscar essa classificação para a final do Brasileiro. Tenho certeza que faremos um jogo melhor – destacou.

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TESTE DAS URNAS – Quais federais correm risco de não se reeleger

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Por – RDnews

Sete dos oito federais mato-grossenses vão à reeleição. E quais deles correm risco de reprovação nas urnas, considerando uma série de fatores, entre eles montagem das chapas, estrutura e o quociene eleitoral de quase 200 mil votos?

As maiores dificuldades de reeleição são de Leonardo Albuquerque, praticamente isolado no Republicanos, e dos deputados do PL, que dificilmente reconduzirá Nelson Barbudo e José Medeiros, mesmo ambos tendo sido os mais votados em 2018.

O cenário é similar no MDB, que não conseguirá manter os atuais parlamentares (Bezerra, Juarez e Emanuelzinho), já que a projeção é de fazer dois.

A petista Rosa Neide, por sua vez, caminha mais confortável pelas condições criadas dentro da federação composta pelo PT, PV e PCdoB em que figura como principal nome.

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TJ reafirma decisão que manda Estado recontratar servidores demitidos da Empaer

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Assessoria

O desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Marcos Machado, relator do pedido de Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) que determinou que o governo de Mato Grosso recontratasse o grupo de servidores exonerados da Empresa Mato-Grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), voltou a reafirmar a decisão unânime pela Orgão Especial da Corte Estadual.

A nova decisão foi referente aos embargos de declaração ingressado pela Procuradoria Geral do Estado (PGE), que solicitava que o TJ elucidasse “a extensão dos efeitos da decisão proferida na presente Ação Direta de Inconstitucionalidade, especificamente a respeito de sua aplicabilidade direta”.

Isso porque o  Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região (TRT) havia determinado, com trânsito em julgado, justamente o desligamento destes mesmos servidores públicos ligado à Empaer.

O magistrado lembra que a decisão do Órgão Especial resultou suficientemente delimitada no sentido de “preservar/restabelecer” os vínculos jurídicos dos empregados públicos estaduais contratados no interregno entre a Constituição de 1988 e antes da promulgação da Emenda Constitucional nº 19, de 1998”, ao considerar a forma [“regime jurídico próprio das empresas privadas”] e o período [“não exigência de realização de concurso público, mas sim prévia habilitação pública de provas”] de contratação”.

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“Logo, a coisa julgada da decisão do TRT 23 foi superada pela edição superveniente de uma Emenda Constitucional, que foi apreciada pelo poder judiciário em sede de controle abstrato de constitucionalidade, ocasião na qual, como dito logo acima, se prolatou decisão para preservar os vínculos”, como concluiu a Subprocuradoria-Geral de Justiça (Deosdete Cruz Junior, subprocurador-Geral de Justiça Jurídico e Institucional – ID 118367014). Com essas considerações, recurso conhecido e PROVIDO para esclarecer que o julgamento da ADI nº 1017975-06.2021.8.11.0000 abrange a preservação/restabelecimento dos vínculos jurídicos dos empregados públicos estaduais da EMPAER, contratados entre a Constituição de 1988 e antes da promulgação da Emenda Constitucional nº 19, de 1998”, completa.

Em junho do ano passado, o Estado iniciou a demissão em massa com a exoneração de 61 pessoas para cumprir uma decisão judicial. Os trabalhadores ingressaram via processos seletivos há mais de 30 anos e tiveram suas contratações questionadas por meio da Justiça do Trabalho de Mato Grosso.

Diante disso, a Assembleia Legislativa chegou a aprovar uma Emenda Constitucional com o propósito de reverter a demissão abrupta dos servidores e alterou o regime jurídico para fins de contratação de pessoal das empresas públicas de Mato Grosso, equiparando-as a empresas privadas. No entanto, o texto foi questionado pelo Ministério Público Estadual.

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