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O prefeito Francis Maris Cruz não descarta a possibilidade de realizar fusão em secretarias e até demissão de servidores, principalmente, de coordenadores e cargos comissionados, para equilibrar as contas públicas municipais, em razão da queda na arrecadação do Fundo de Participação de Município (FPM) e Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), dos últimos meses.

O arrocho na máquina pública foi anunciado na quarta-feira (15), oportunidade em que o prefeito se reuniu com os secretários para estabelecer um teto de gastos, em todas as pastas. A meta será reduzir em, pelo menos, 30% todas as despesas das secretarias para fazer frente a crise provocada pela queda nas arrecadações. Na 2ª-feira, os secretários terão que apresentar um plano de contenção de gastos, conforme o estabelecido na reunião.

“O remédio pode ser amargo, mas temos que adotá-los, para não ter que paralisar obras e atrasar salários dos servidores” explica Francis lembrando que todas as medidas de austeridades já foram tomadas. Contudo, segundo ele, com a persistência da queda de arrecadação, a alternativa encontrada será promover novos reajustes.

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Ainda não há definição sobre quais secretarias poderão ser extintas ou entrar em fusão. “Estamos avaliando a situação de cada pasta para definir” diz o prefeito, afirmando que, com a medida, espera uma economia de cerca de dois milhões até no final do ano.

A medida de redução começa com os cortes nas horas extras e diárias. Conforme o prefeito, tanto as diárias quanto as horas extras só poderão ser feitas em casos de extrema necessidade, como por exemplo, transporte de doentes. Para economizar com os telefones corporativos, o prefeito estabeleceu um limite de gasto de R$ 50,00. O secretário ou coordenador que dispor o aparelho e ultrapassar o limite terá que pagar do bolso.

Para conter gastos com energia elétrica, a recomendação é evitar deixar aparelhos de ar condicionado ligados, quando não estiver no ambiente. Além disso, será baixada uma portaria proibindo jogos no estádio Geraldão, no período noturno. Os trabalhos, principalmente, na zona rural, somente poderão ser feitos através de parcerias com produtores ou comunidades. “A prefeitura entra com os maquinários e a comunidade ou produtores com combustível” sugere.

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Sinezio Alcântara

Da Editoria

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Cáceres e Região

MT registra mais dois casos suspeitos de varíola dos macacos; 17 estão em investigações

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Assessoria

Mato Grosso registra mais dois casos suspeito da varíola dos macacos. Desta vez, trata-se de dois homens com 30 e 50 anos, moradores de Várzea Grande. De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) o estado já contabiliza 17 casos suspeitos.

Segundo informações, ambos pacientes chegaram de uma viagem fora do país, apresentando sintomas leves da doença. Agora, até esta sexta-feira (12), Mato Grosso registra o total de 4 casos confirmados de varíola dos macacos, sendo os outros dois residentes de Cuiabá, com idade entre 25 e 40 anos, que também apresentam sintomas leves.

A enfermidade apresenta entre os principais sintomas febre súbita, forte e intensa, dor de cabeça (cefaleia), náusea, exaustão, cansaço, aparecimento de inchaços na região do pescoço, axilas, e também na região perigenital, além de feridas ou lesões pelo corpo.

Outros casos

Ainda há a investigação de outros 17 casos suspeitos no Estado, sendo 5 em Rondonópolis, 4 em Cuiabá, dois em Várzea Grande, dois em Sorriso, um em Livramento, um em Barra do Garças, um em Comodoro e um em Nova Xavantina.

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As amostras para a confirmação dos casos são encaminhadas para o Laboratório Central de Saúde Pública de Mato Grosso (Lacen-MT) e direcionadas para o laboratório da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), unidade de referência nacional para a análise do material.

O que é a Monkeypox

A varíola dos macacos foi diagnosticada e identificada pela primeira vez no século passado, na década de 60, e leva o nome de Monkeypox porque foi identificada pela primeira vez na espécie, dessa forma ficou conhecida no mundo científico como “varíola dos macacos”.

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Cáceres e Região

Apontada como chefe da extração ilegal de ouro em terra indígena “Rainha do Sararé” está presa em Cáceres

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Por G1/MT
      A empresária Marlene Araújo, de 47 anos, conhecida como “Rainha do Sararé”, é apontada como chefe da organização criminosa responsável pela extração ilegal de ouro da Terra Indígena Sararé, em Pontes e Lacerda, a 483 km de Cuiabá.
     Marlene foi presa na última terça-feira (9) durante a Operação “Rainha Sararé”, por associação criminosa e usurpação de patrimônio da União.
      O crime de usurpação, segundo a Constituição Federal, é quando a pessoa produz bens ou explora matéria-prima pertencentes à União, sem autorização legal ou em desacordo com as obrigações impostas pelo título autorizativo. Nesse caso, tudo que está no subsolo da Terra Indígena é patrimônio público.
A investigada está na Cadeia Feminina de Cáceres, a 250 km da capital. De acordo com a Polícia Federal, Marlene é dona de uma empresa de terraplanagem em Jaru (RO), a cerca de 680 km da terra indígena, que serve como fachada para financiar o garimpo ilegal e receber o ouro extraído e comercializado ilegalmente.
     A empresa, que também tinha endereço em Pontes e Lacerda(MT) e em Campo Novo de Rondônia (RO), anunciava serviço de aluguel de pá carregadeira e recrutava pessoas. O g1 não conseguiu localizar a defesa de Marlene.
     Conforme informações da PF, a família da ‘rainha’ é de Rondônia e se deslocava a Mato Grosso para realizar o garimpo na terra indígena.
     Na casa de Marlene, em operação realizada terça-feira (9), foram apreendidos diamantes ilegalmente extraídos, além de joias e objetos de ouro. Também foram localizadas peças de motor e equipamentos incinerados em outras operações na Sararé.
Operação ‘Rainha de Sararé’

    A operação cumpriu três mandados de prisão preventiva, um deles contra Marlene, e uma pessoa está foragida até o momento. Também foram cumpridos quatro ordens de busca e apreensão.

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A ação da Polícia Federal teve como objetivo a preservação ambiental com o combate do desmatamento das áreas de preservação e contaminação dos rios e solos.

Terra Indígena Sararé
     A Terra Indígena Sararé fica no sudoeste de Mato Grosso, em três municípios: Pontes e Lacerda, Nova Lacerda e Conquista d’Oeste. São 67 mil hectares de área que fazem parte da Amazônia Legal.Segundo o Instituto Socioambiental (ISA), a terra é habitada pelo povo Nambikwara. São 188 indígenas na região. A Terra Indígena Sararé fica a cerca de 680 km de Jaru, em Rondônia.
     A terra sofre riscos de exploração de recursos por madeireiro e garimpeiros e riscos fundiários por fazendeiros e grileiros, segundo dados do ISA.
     A área é gerida pela Fundação Nacional do Índio (Funai) e pela Coordenação Regional (CR) de Cuiabá; e pela Secretaria Especial de Saúde Indígena e Distrito Sanitário Indígena de Vilhena (RO). Vilhena fica a cerca de 260 km de distância da Sararé.
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