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Atlético-PR

Para embalar, Paulo Autuori quer dar identidade e maturidade ao Atlético-PR

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Paulo Autuori Atlético-PR (Foto: Fernando Freire)Técnico Paulo Autuori quer dar identidade ao time atleticano (Foto: Fernando Freire)

O Atlético-PR – com três vitórias, um empate e três derrotas – busca uma regularidade para brigar pelas primeiras posições do Campeonato Brasileiro de 2016. Para isso, o técnico Paulo Autuori quer formar uma identidade no time e fazer com que o Furacão seja mais eficaz.

O segundo tempo da vitória sobre o São Paulo, sábado passado, no Morumbi, serve como exemplo para os próximos desafios – a começar pelo duelo com a Ponte Preta, às 19h30 (horário de Brasília) de quarta-feira, no Moisés Lucarelli, pela oitava rodada da competição.

O comandante rubro-negro admite que o time ainda está em construção e que não é maduro o suficiente. Em pouco tempo entre um jogo e outro, ele tenta fazer essas correções e consiga manter uma regularidade no jogo e no campeonato:

– Tudo na vida, você tem que tirar lições e conosco não vai ser diferente. A equipe ainda procura sua própria identidade, não é uma equipe, em termos coletivos, madura ainda. São situações como essa que vão nos fazendo refletir e, após a reflexão, poder ocorrerem algumas mudanças em relação ao que deixamos de fazer bem. Acho que, no jogo, isso aconteceu. Na segunda parte, não. Foram duas situações distintas, mas acredito que isso faz parte da oscilação da equipe e não passa só conosco, não. A maior parte das equipes oscila com momentos muito bons e outros nem tanto. Vamos conversar hoje e tentar entender que a atitude do segundo tempo é a que nós queremos, a mais próxima daquilo que queremos. Aos poucos, vamos conseguindo. Importante foi a maneira como viramos o jogo com um grau de dificuldade enorme contra um grande adversário. Acima de tudo, uma lição: como ser eficaz. E quem compete tem que ser eficaz. Só eficiente não adianta – falou em entrevista nesta terça-feira, no CT do Caju.

Para o duelo com a Ponte Preta, Paulo Autuori deve escalar o Atlético-PR com Weverton; Léo, Wanderson, Marcão (Paulo André) e Sidcley; Otávio, Deivid e Pablo; Ewandro, Nikão e André Lima (Walter). As ausências ficam por conta do zagueiro Thiago Heleno e do meia marcos Guilherme, que não viajaram com a delegação.

Por conta do intervalo de apenas dois ou três dias entre uma partida e outra, o treinador admite que a recuperação física fica longe do ideal:

– Todo mundo sabe que, em menos de 96 horas, ninguém recupera o jogador completamente. O jogador vai jogar, mas sem estar recuperado. Por conseguinte, a intensidade dele e da equipe não pode ser a mesma. Aí começa (gritos de) “raça, raça, raça”. Aí começa: jogador jogou mal e troca porque jogou mal, entende? Não trocamos jogador porque ele atua bem ou mal. Nosso objetivo é que a equipe como um todo, coletivamente, possa ter um futebol com todos tendo a mesma ideia. Logicamente, existem estratégias distintas e, por isso, quero dizer que, enquanto estiver aqui, todos têm que sentir úteis e participativos. Quem não se sentir assim vai ficar fora da nossa realidade. Então, eles têm que estar prontos para jogar, e confio em todos.

Depois de sete rodadas, o Atlético-PR está na nona posição, com 10 pontos. O técnico Paulo Autuori destaca a importância de o time ser eficaz e possa converter as oportunidades em gol. O Furacão tem sete gols marcados no campeonato – ele é apenas o 13° no quesito.

– Essas oscilações são normais, e o importante é a possibilidade, a capacidade e o potencial que a equipe tem de reagir. E isso aconteceu no intervalo. Sentimos que aquilo deveria ser alterado em relação ao posicionamento, e os jogadores reagiram muito bem. Isso que dá tranquilidade. Depois, foi a vitória da eficácia, que é aquilo que a gente fala sempre. Futebol é assim. Às vezes, você cria várias e várias oportunidades porque foi eficiente e não concretiza. A equipe defende, defende, defende, vai lá e faz um gol. Aí vão falar que é injustiça o placar, mas o placar nunca é injusto. O placar reflete alguma coisa, principalmente a eficácia. A equipe foi lá e fez um gol, 100% de eficácia. Tem que aplaudir, entende? Então, não tem essa preocupação. A preocupação é fazer com que a equipe possa render e manter uma qualidade competitiva durante a maior parte do tempo nos jogos e na competição – completou o comandante rubro-negro.

Se vencer a Ponte Preta na quarta-feira, o Atlético-PR pode chegar ao G-4 com uma combinação de resultados. Dependeria de derrota do Corinthians para o Fluminense e de tropeços de Santos (contra Sport), Flamengo (diante do Cruzeiro) e São Paulo (contra o Vitória). A Ponte é a oitava colocada, à frente do Furacão apenas pelo saldo de gols: -2 a -3.

Ponte Preta x Atlético-PR (8ª rodada do Campeonato Brasileiro)
Local:
Moisés Lucarelli, em Campinas
Data e horário: quarta-feira, às 19h30 (horário de Brasília)
Escalação provável: Weverton; Léo, Wanderson, Marcão (Paulo André) e Sidcley; Otávio, Deivid e Pablo; Ewandro, Nikão e André Lima (Walter)
Desfalques: Cleberson (fratura na face e lesão no joelho), Thiago Heleno (desconforto muscular na coxa esquerda) e Marcos Guilherme (lesão no quadril)
Arbitragem: Elmo Alves Resende Cunha (GO), com Fabrício Vilarinho da Silva (GO) e Bruno Raphael Pires (GO)
Transmissão: Premiere FC (com Osvaldo Luis e Renato Leal)
Tempo Real: a partir de 19h de quarta-feira, no GloboEsporte.com

Fonte: Globo Esporte

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Depois de rodada polêmica, Autuori elogia arbitragem em jogo tranquilo

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Em meio a tantos ataques em relação à arbitragem no Campeonato Brasileiro, a categoria do apito ganhou elogios do técnico Paulo Autuori, depois da derrota do Atlético-PR por 1 a 0 para o América-MG. Na Arena Independência, a facilidade da disputa não minimizou os comentários positivos do treinador sobre o paulista Luiz Flávio de Oliveira. 

Luiz Flávio de Oliveira ilha do retiro (Foto: Aldo)Luiz Flávio de Oliveira recebeu elogios nominais do técnico Paulo Autuori (Foto: Aldo)

? Não poderia sair daqui sem fazer um elogio ao árbitro. Quando se fala tanto de arbitragem. do Luiz Flávio, era assim com o Paulo César, irmão dele, também. Não posso deixar de realçar aqui a qualidade, a categoria e a sobriedade dele. Em um momento de muitos problemas, ter um árbitro desse, para nós profissionais, quando entramos em campo, ter uma figura como o Luiz Flávio nos dá total garantia de que vai ser um jogo tranquilo em relação às decisões que um trio de arbitragem tem que ter. Parabéns a ele.

Ao contrário de pelo menos quatro partidas da 32ª rodada do campeonato, o jogo do Furacão com o time mineiro deu pouco trabalho para o árbitro. Foram apenas 14 faltas ? a partida menos faltosa dentre todas as disputadas nesta fase. Em toda a rodada, a média foi de 29,5 faltas por confronto. Nenhum cartão foi aplicado. 

Na rodada, a questão da arbitragem foi central em pelo menos quatro confrontos. Em Curitiba, o rival Coritiba reclamou do critério para expulsão do atacante Kleber contra o Fluminense, em um lance supostamente desmedido. No Maracanã, no empate em 2 a 2 entre Flamengo e Corinthians, o atacante Paulo Guerrero marcou um gol em posição de impedimento. Na partida entre Palmeiras e Sport, em São Paulo, o time visitante reclamou de um pênalti não marcado. A briga entre Edílson e Rodrigo Dourado, no clássico Grenal, também colocou a arbitragem em discussão.  

Tranquilo em campo, ruim para a tabela do Furacão. A derrota deixou o time na sétima colocação, com 48 pontos. O próximo confronto é no sábado, contra o Cruzeiro, na Arena da Baixada. A partida está marcada para às 16h30 (horário de Brasília). 

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De volta ao time, Nikão diz não saber motivos de atuações ruins fora de casa

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A derrota por 1 a 0 para o América-MG, na Arena Independência, pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro, foi a oitava seguida do Atlético-PR fora de casa. O time está o mesmo tempo sem balançar as redes como visitante. O meia Nikão, que retornou ao elenco em Belo Horizonte, depois de três meses de recuperação, criticou o retrospecto, mas disse não saber o que precisa ser feito para motivar o time longe de seus domínios. (confira acima o vídeo dos melhores momentos)

? Se eu soubesse como, a gente já tinha resolvido. É uma situação que não dá para falar que é A ou B. Os nossos números são tão bons dentro de casa que a gente continua brigando pelo G-6, mesmo perdendo tanto fora de casa. Temos que procurar um jeito de vencer. O time está tentando de todas as maneiras. Tem dias que as coisas não acontecem. E é justamente fora de casa que são os momentos que as coisas não estão acontecendo. A gente tá procurando uma explicação para poder vencer. Temos que procurar um jeito de somar pontos. Se a gente quer brigar pelo G-6, temos que somar pontos fora de casa ? decretou o jogador. 

américa-mg x atlético-pr brasileiro (Foto: Marco Oliveira/Atlético-PR)Atlético-PR quase não atacou durante o jogo contra o América-MG (Foto: Marco Oliveira/Atlético-PR)

Pelo Brasileiro, a última vez que o Furacão venceu sem mandar a partida foi contra o Cruzeiro, no Mineirão. Na 14ª rodada, o Atlético fez 3 a 0 no time mineiro. Foi também a última vez que a equipe fez gols fora de casa. Para Nikão, o desempenho reflete na tabela, mas não afeta os jogadores de forma negativa.

? Em números, se for pensar, afeta sim. Mas a gente, como jogador, não. A gente está procurando jogar, procurando vencer. A gente jogou na Vila o último jogo e vencemos. Em casa, estamos há muitos jogos sem perder. Só que fora a gente não está conseguindo ganhar, fazer gols e repetir as atuações que a gente tem tido dentro de casa quando jogamos fora ? avaliou. 

Esse assunto já está ficando repetitivo. A equipe veio com propósito de jogo, mas isso não nos levou a concluir gols. 

Lucas Fernandes, meia do Atlético-PR

 Titular da partida, o meia Lucas Fernandes ficou em campo até os 10 minutos do segundo tempo, antes de dar lugar para Giovanny. De acordo com o jogador, o erro do Atlético-PR em Belo Horizonte foi não cumprir o que havia sido proposto. Para a sequência, Lucas Fernandes aponta uma solução. 

? Complicado falar, porque esse assunto já está ficando repetitivo. A equipe veio com propósito de jogo, mas isso não nos levou a concluir gols. Tem que levantar a cabeça. Contávamos com essa vitória pelo trabalho que vínhamos fazendo. Nossa equipe controlou o jogo. Infelizmente, não conseguimos concluir a gol. Quando isso não acontece, a gente tem que lamentar e continuar trabalhando ? disse o meia. 

Na sétima colocação, a derrota deixou o Furacão fora do G-6, com 48 pontos na tabela. O próximo confronto é no sábado, contra o Cruzeiro, na Arena da Baixada. A partida está marcada para 16h30 (horário de Brasília). 

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