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Admilson Mário de Assunção é professor. Paulo Augusto Rodrigues Junior, gastrônomo. Estão casados desde 2012, mas consideram que já são 8 anos de união oficializada. “Fizemos pensando em resguardar nossos direitos jurídicos”, afirma Admilson.

Eles formam um dos 23 casais homoafetivos que se uniram em Mato Grosso, desde a vigência da resolução número 175 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) até o final de 2014. O registro é do setor de Estatísticas do Registro Civil do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Dos 23, a maioria é do interior: apenas 9 aconteceram em Cuiabá. 11 foram entre mulheres e 12 entre homens. No país são 8.500 casamentos homossexuais.

A resolução 175 do CNJ proíbe cartórios brasileiros de se recusarem a converter uniões estáveis de gays em casamento civil e já completou 3 anos. A equiparação do casamento entre homossexuais e heterossexuais permite os mesmos direitos do casamento estabelecidos pelo Código Civil, como, por exemplo, a inclusão em plano de saúde e seguro de vida, pensão alimentícia, direito sucessório e divisão dos bens adquiridos.

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Para o presidente da ONG Livremente, Gabriel Henrique Figueiredo, esse número, considerado pouco expressivo, tem relação com o fato de Mato Grosso ser um dos estados mais homofóbicos do país.

“É difícil consolidar uma relação nesse sentido (do casamento) porque praticamente não existe inserção dos casais homossexuais nos espaços sociais. Os relacionamentos se dão em guetos, no âmbito privado.

Duas mulheres, por exemplo, não conseguem andar de mãos dadas, se beijarem em público, tranquilamente, por causa do preconceito”, explica Figueiredo.

Ele ainda afirma que certo preconceito ainda paira a própria comunidade LGBT. “Muitos querem, sem nem perceberem, seguir o padrão heteronormativo. Alguns falam ‘não namoro homem afeminado’, ou ‘não quero saber de mulher masculinizada’. Isso também é preconceito. Os gays insistem em querer seguir os padrões impostos”, dispara o presidente da Livremente.

Admilson, que já adotou 2 meninos com Paulo, reconhece: “a gente tem que ter coragem de sair do armário. Ficamos expostos, precisamos superar preconceitos diariamente. Mas, não estamos aqui para agradar ninguém. Precisamos ser felizes. Ninguém vai deixar de ser feliz por nós”.

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Patrícia Helena Dorileo, repórter do GD

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Cáceres e Região

33 cidades do Estado, inclusive, Cáceres tem fornecimento afetado por batida de postes no fim de semana

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Assessoria

Entre sexta (24) e domingo (26), ou seja, nas últimas 48 horas, a concessionária Energisa registrou acidentes decorrentes de batidas em postes de luz em 33 cidades espalhadas por todas as regiões de Mato Grosso. Na manhã deste domingo equipes da concessionária trocaram um poste na cidade de Rondonópolis (212 km ao Sul de Cuiabá).

De acordo com a Energisa, 40 imóveis tiveram fornecimento de energia impactado na zona urbana do município. Informações colhidas no local apontam que o acidente foi causado por imprudência do motorista.

“Os relatos que nossas equipes observam nessas ocorrências e que a grande maioria das batidas poderia ter sido evitada se o condutor tivesse atenção e seguisse as leis de trânsito, dirigindo com prudência”, destaca José Nelson Quadrado Júnior, gerente de Operações da Energisa em Mato Grosso.

Veja os municípios com registros nas últimas 48 horas:
Nova Mutum
Guarantã do Norte
Cuiabá
Matupá
Nova Canaã
Sorriso
Lucas do Rio Verde
Nova Santa Helena
Sinop
São José dos Quatros Marcos
Confresa
Nova Xavantina
Ribeirão Cascalheira
Jaciara
Rondonópolis
Nova Olímpia
São Félix do Araguaia
Canarana
Cáceres
Tapurah
Chapada dos Guimarães
Primavera do Leste
Santa Rita do Trivelato
Barra do Bugres
São José do Xingu
Santa Carmem
Várzea Grande
Nova Lacerda
Ipiranga do norte
Colíder
Gaúcha do Norte
Aripuanã
Feliz natal
Araputanga.

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Na maior parte dos casos, os postes são trocados por equipes chamadas de linha viva, especializadas em fazer esse trabalho sem interromper o abastecimento de energia. “Mas nem sempre a gente consegue. Quando a batida acontece, principalmente quando a estrutura cai, vários mecanismos são danificados, gerando transtornos para quem vive na localidade”, explica José Nelson.

Mas o problema maior é o risco à vida. Em uma batida, cabos energizados podem cair sobre os veículos ou no chão, gerando sérias consequências, como choques e queimaduras graves. “A sociedade precisa estar atenta. Trânsito não é brincadeira. E o que a gente mais quer é voltar pra casa bem, junto às nossas famílias. O caminho para isso é a prudência” destacou o gerente.

Maiores registros
Sorriso: 7
Sinop: 5
Cuiabá: 5
Matupá: 4
Rondonópolis: 3
Lucas: 2
Confresa: 2
Jaciara: 2
Cáceres: 2
Várzea Grande: 2
Feliz Natal: 2.

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Cáceres e Região

Câmara de Cáceres infringe a própria portaria permitindo evento causando aglomeração no plenário

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Expressão Notícias – Sinézio Alcântara

Um evento realizado na Câmara Municipal, aglomerou centenas de pessoas, infringindo uma portaria baixada por ela própria, (portaria nº 067/2022) propondo distanciamento de 1,5 metros entre as pessoas, para evitar o contagio e, consequentemente, a disseminação do novo coronavirus.

O evento – Audiência Pública para discutir a Reforma Agrária na Região de Cáceres – acontece no momento em que vem aumentando, consideravelmente, o número de infectados pelo covid-19 e os leitos da Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Regional de Cáceres (HRC) estão com 100% ocupação.

Realizado na manhã de quinta-feira (23/06) a audiência pública reuniu moradores de vários sítios e assentamentos da região que se amontoaram no reduzido espaço do plenário. Pior: vários participantes não usavam máscaras. Foi necessário, um vereador fornecer a proteção à alguns dos presentes.

Em Nota enviada ao site Expressão Notícias o presidente em exercício, vereador Isaias Bezerra, justificou que a referida audiência foi realizada pela Assembleia Legislativa, através do deputado Valdir Barranco e a vereadora Mazéh Silva, ambos do PT. E, que a Câmara, só forneceu o espaço.

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Justificou ainda que, o evento foi agendado no dia 08 de junho e que muitas pessoas tiveram que se deslocar dos assentamentos e que não tinham conhecimento da portaria baixada pela câmara. E, que, “considerando essas peculiaridades, excepcionalmente, aceitou-se a presença dos participantes”.

Na Nota ele diz ainda que “a partir de agora, o número de participantes nas sessões segue as diretrizes da portaria. Que, inclusive, foi alterada na data de 23 de junho, onde o número de pessoas a serem admitidas no plenário será de apenas 30 por conta do aumento considerado de casos de covid no município”.

Abaixo a íntegra da Nota:

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