conecte-se conosco


Economia

Motorista terá 5% de desconto se pagar IPVA até o dia 10 em MT

Publicado

No período de 11 a 20 o desconto será de 3% para quem pagar o IPVA.
Contribuinte pode emitir guia de recolhimento no site da Sefaz.

Os motoristas de veículos com placa final 0 que pagarem o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) à vista até o próximo dia 10 terão 5% de desconto. No período de 11 a 20 de junho o desconto será de 3% para quem pagar o IPVA em cota única.

Para efetuar o pagamento, o contribuinte deve emitir a guia de recolhimento no portal da Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz-MT), banner lateral IPVA. O pagamento do IPVA, qualquer que seja a modalidade ou exercício de referência, pode ser efetuado mediante a apresentação do documento de arrecadação de agências bancárias.

A estimativa da Sefaz-MT é arrecadar R$ 586,8 milhões com o IPVA em 2016. Do total arrecadado, 50% são destinados ao Estado e 50% ao município onde estiver licenciado o veículo. O recurso é aplicado de acordo com as prioridades estabelecidas no Orçamento do Estado e das prefeituras.

Leia mais:   Aumenta a venda de livros no Brasil, mas didáticos sofrem o baque da pandemia

Confira o calendário de vencimento do IPVA para 2016:
Finais 8 e 9

Recolhimento integral ou parcelado (sem desconto) – De 21 a 31.05.2016
Recolhimento integral com multa – Após 31.05.2016

Final 0
Recolhimento em cota única com 5% de desconto – Até 10.06.2016
Recolhimento em cota única com 3% de desconto – De 11 a 20.06.2016
Recolhimento integral ou parcelado (sem desconto) – De 21 a 30.06.2016
Recolhimento integral com multa – Após 30.06.2016

Do G1 MT

Comentários Facebook

Economia

Celular do Pix: brasileiros compram smartphone para deixar em casa

Publicado

Depois que o caso do roubo do celular do agente de talentos Bruno de Paula viralizou nas redes sociais na semana passada,causando ao usuário um prejuízo de R$ 143 mil, muitas pessoas têm procurado proteger suas senhas bancárias do alcance dos ladrões. Uma das soluções encontradas por muitos é utilizar um segundo aparelho: o “celular do Pix”.

Esse dispositivo passa a ser o único com acesso às senhas mais críticas, serviços bancários, cartões e apps ligados a transações financeiras. Mas, para evitar que o furto ocorra e que ladrões possam acessar instituições de crédito, a proteção definitiva é não levar o dispositivo para a rua, deixando-o em casa trancado à chave.

Imagem: Shutterstock

A busca por um segundo celular

Por mais bizarro que possa parecer a compra de um celular para ficar guardado, a tendência foi confirmada pelo chefe da Xiaomi Brasil, Luciano Barbosa. “Percebemos esse movimento em setembro e outubro, nas nossas lojas, e começamos a catalogar em novembro. Em abril, deste ano, teve um ápice”, disse ele ao portal Uol, citando um aumento de demanda por aparelhos da marca, registrado já no final do ano passado.

Leia mais:   Celular do Pix: brasileiros compram smartphone para deixar em casa

Para o executivo, a grande preocupação dos consumidores, ao comprarem um segundo aparelho, tem sido a segurança dos aplicativos bancários. E mesmo sabendo que os modelos intermediários premium da marca (que são os mais buscados) oferecem mecanismos de segurança, “alguns mais conservadores optaram por ter um aparelho em casa”.

Sobre a aparente contradição entre comprar um aparelho com preço na faixa de R$ 2 mil e não sair com ele para a rua, a Xiaomi Brasil diz que “os consumidores querem processamento rápido: clicou, entrou”, e por isso têm evitado os modelos de entrada, mesmo que seja para deixar o dispositivo guardado em casa.

Fonte: https://www.tecmundo.com.br/seguranca/238633-celular-pix-brasileiros-compram-smartphone-deixar-casa.htm

Comentários Facebook
Continue lendo

Economia

Aumenta a venda de livros no Brasil, mas didáticos sofrem o baque da pandemia

Publicado

No segundo ano da pandemia, o mercado editorial brasileiro registrou uma melhora geral em seus índices, com livros do segmento de obras gerais apresentando, pelo terceiro ano seguido, um aumento nas vendas. Isso não quer dizer, porém, que o balanço final seja positivo. Em 2021, o faturamento das editoras com vendas para o mercado foi negativo: uma queda, descontada a inflação, de 4%. Os didáticos, que encolheram 14%, contribuíram para esse desempenho negativo. Não foi um bom ano, mas foi um ano melhor do que 2020, quando a queda geral, real, foi de 13%.

Agência Brasil

Os dados foram apresentados no final da manhã desta terça-feira, 17, e constam da Pesquisa Produção e Venda do Setor Editorial Brasileiro 2021, feita pela Nielsen Book para a Câmara Brasileira do Livro (CBL) e Sindicato Nacional de Editores de Livros (Snel). Foram apresentados, ainda, os resultados de uma segunda pesquisa, a Conteúdo Digital do Setor Editorial Brasileiro 2021. Ela mostrou um crescimento de 12% no consumo de conteúdos editoriais digitais, mas isso não foi suficiente para ampliar sua participação no faturamento das editoras, que segue em 6%.

As editoras faturaram R$ 5,8 bilhões em 2021 – R$ 3,9 bilhões em vendas para o mercado e R$ 1,9 bilhão para o Governo. No total, foram comercializados 409 milhões de exemplares – contra os 354 milhões de 2020, um crescimento de 15,4%. No ano passado, foram produzidos 391 milhões de exemplares, um crescimento de 24,3% com relação a 2020, quando as editoras pisaram no freio por causa da pandemia.

Este é o segundo ano da pandemia, mas para as editoras de didáticos é como se fosse o primeiro, ressalta a economista Mariana Bueno, responsável pela pesquisa. Isso porque as escolas fecharam em março de 2020, quando o ano letivo já havia começado e os livros já haviam sido comprados pelas famílias. ‘Além disso, por causa da crise econômica, houve uma migração de alunos da escola particular para a escola pública e há relatos constantes de editores sobre a adoção de sistemas de ensino, que, ano após ano, tem impactado negativamente o setor. Foi uma queda substancial. O ano de 2021 de didáticos foi o ano de 2020 para o restante‘, explica.

Mariana também vê com bons olhos o desempenho do subsetor Científico, Técnico e Profissional, embora com números negativos. ‘O CTP apresenta um resultado aquém, uma queda real, mas considero o resultado bom porque existe um crescimento nominal. Este é um setor que vem sofrendo desde o início da crise macroeconômica, em 2015, e espero que o resultado deste ano indique uma recuperação.’

Leia mais:   Aumenta a venda de livros no Brasil, mas didáticos sofrem o baque da pandemia

Enquanto as ‘leituras obrigatórias‘, de escola e universidades, estão em baixa, os livros de literatura, os infantis, as biografias, os religiosos, etc, vivem um bom momento, com o aumento da leitura na pandemia e a reabertura das livrarias e das igrejas e templos, que ficaram fechados durante um período de 2020 para conter o avanço da pandemia. ‘Os segmentos de obras gerais, pelo terceiro ano consecutivo, e de religiosos, que voltam ao patamar pré-pandêmico, representam um crescimento grande, acima do crescimento do PIB e acima da inflação. Esse é um resultado muito importante. Obras gerais vem numa curva ascendente que é interessantíssima. São os livros que as pessoas escolhem ler’, comenta Mariana.

Dante Cid, presidente do Sindicato Nacional de Editores de Livros, comenta que se surpreendeu com o resultado da pesquisa Conteúdo Digital. ‘Imaginei que o crescimento seria maior e que isso faria o share aumentar’. O levantamento avaliou a venda e produção de e-books, audiolivros e outros tipos de conteúdos. O faturamento foi de R$ 180 milhões no ano passado, contra R$ 147 milhões em 2020.

De acordo com Mariana Bueno, embora os audiolivros representam muito pouco do mercado, é possível ver, ali, uma preferência do leitor por conteúdos de não ficção.

‘Estamos nos recuperando, em comparação com 2020. Sobrevivemos até que bem‘, finaliza Vitor Tavares, presidente da Câmara Brasileira do Livro.

 

Principais resultados da Pesquisa Produção e Venda do Setor Editorial 2021

 

Produção

Em 2021, foram produzidos 391 milhões de exemplares de livros, dos quais 16% são títulos novos e 84%, reimpressões. Comparando com 2020, o ano em que o mercado editorial desacelerou por causa da pandemia, isso representa um crescimento de 24,3%. No total, foram 48 mil títulos, um crescimento de 3%. Desses títulos, 76% são reimpressões e 24% lançamentos.

 

Venda

O mercado editorial faturou R$ 5,8 bilhões em 2021 – R$ 3,9 bilhões em vendas para o mercado e R$ 1,9 bilhão para o Governo. Considerando apenas as vendas para o mercado, o crescimento foi de 6%. Descontada a inflação do período, houve queda de 4%.

O crescimento na venda para o Governo registrado pelo levantamento se deve à sazonalidade dos programas de compra. Em 2021, por exemplo, foram adquiridos livros para os alunos do Ensino Fundamental – faixa que concentra o maior número de alunos da rede pública.

Em número de exemplares, a conta fica em 409 milhões vendidos no total, 191 milhões para o mercado e 218 milhões para o Governo. Em 2020, foram comercializados 354 milhões de cópias, um crescimento de 15,4%.

 

Preço médio

O preço médio ficou em R$ 20,67 em 2021 contra R$ 19,28 no ano anterior. Isso não significa o valor pago pelo leitor, mas, sim, o quanto as editoras faturaram em média na venda nos diversos canais.

Leia mais:   Celular do Pix: brasileiros compram smartphone para deixar em casa

 

Canais de distribuição

Em 2021, houve um empate técnico na contribuição de livrarias (30%) e livrarias exclusivamente virtuais (29,9%) na venda de exemplares. Em termos de faturamento, as livrarias ficaram com 31,6% e as virtuais, com 23% Os demais canais de venda, com sua participação em exemplares e faturamento, respectivamente, são: distribuidores (7,9% e 18,9%), escolas (7,9% e 3%), site próprio e market place (6,5% e 2,7%), igrejas e templos (2,3% e 5,7%) e outros (4,2% e 7%).

Os subsetores

A pesquisa traz dados de quatro subsetores: Obras Gerais, Didáticos, Religiosos e CTP (Científicos, Técnicos e Profissionais). Houve crescimento real no faturamento com livros de obras gerais (3%), que há três anos seguidos registram desempenho crescente, e no de religiosos (3%), que volta a índices pré-pandêmicos. O de CTP encolheu 3%, mas o índice foi comemorado, já que o setor vinha encolhendo mais ano após ano, desde 2015. O pior desempenho foi o de didáticos, que, em termos reais, perdeu 14%. Esses índices consideram apenas as vendas para o mercado.

 

Principais dados da pesquisa Conteúdo Digital do Setor Editorial Brasileiro 2021

 

Faturamento e venda

O faturamento com conteúdos digitais apresentou crescimento nominal de 23% e de 12% se descontarmos a inflação. Apesar desse bom desempenho, a venda desse tipo de conteúdo continua representando 6% do faturamento das editoras. Compra-se mais a la carte (69%). E o preço médio está 1,4% mais alto, em termos reais.

Em 2021, as editoras venderam 9,4 milhões de unidades – 98% em e-book e 2% em áudio – a la carte. Um detalhe interessante: 72% dos audiolivros vendidos são de não ficção. Com esse tipo de venda, a la carte, as editoras faturaram R$ 125 milhões, um crescimento real de 10,4%. Fora isso, elas faturaram R$ 55,6 milhões com outras categorias, como bibliotecas virtuais, cursos online e assinatura. Os serviços de assinatura, embora representem pouco desse faturamento, R$ 4,397 milhões, registram um novo crescimento – de 52% em comparação com 2020. O segmento é dividido em e-book (85%), audiolivro (66%) e áudio (15%).

 

Produção

A pesquisa aponta que o acervo brasileiro de conteúdos digitais é formado por 92 mil títulos, sendo 5% em áudio e 95% em e-book. Esse conteúdo é dividido em ficção (29%), não ficção (32%) e CTP (39%). Em 2021, foram lançados 11 mil novos títulos. Entre os lançamentos, 7% foram em áudio e o restante em e-book.

Comentários Facebook
Continue lendo

Cáceres e Região

Policial

Política MT

Mato Grosso

Mais Lidas da Semana