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A Gazeta

Pai de Kauã Victor, 18 anos, que morreu em Portugal na última semana, Welton Silva afirmou que “a ficainda não caiu” sobre a morte do filho.  À Gazeta o empreendedor deu detalhes de como será o translado do corpo do jovem e sobre o sepultamento, que será na cidade de Araputanga (345 km a oeste de Cuiabá).

Conforme noticiado pela reportagem, o corpo do jovem foi encontrado na última quarta-feira (11) em uma região de arribas – que são um tipo de formação rochosa próxima ao mar. Segundo a imprensa portuguesa, a localização foi feita entre as praias de Ribeira D’Ilhas e do Cavalinho, na cidade de Mafra.

Desde que soube do falecimento, a família começou a se mobilizar para o translado do corpo até o Brasil. Por meio de uma vaquinha, foi arrecadado o valor para custear todo o processo, orçado em R$ 38 mil. Com o transporte, o corpo do jovem chegará a Araputanga na manhã de sexta-feira (20).

O pai afirmou que o corpo saíra de Lisboa na manhã de quinta-feira (19) e chegará a Brasília no período da tarde. Daí, será pesado e encaminhado a Mato Grosso, devendo chegar a Cuiabá por volta de 0h de sexta-feira. Posteriormente, seguirá até Araputanga, com chegada prevista às 11h.

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O sepultamento deverá ser realizado na Casa Mortuária do município no período da tarde. Questionado sobre as investigações da polícia portuguesa, o pai afirmou que nenhuma informação foi repassada à família e que as autoridades afirmaram que o caso segue sendo acompanhado sob sigilo.

Contudo, para os familiares, não é cogitada a possibilidade de suicídio. Ao portal, o pai destacou que não havia indicativos que possam levar a crer nessa hipótese, sobretudo pelo fato de que o jovem teria ido estudar no outro país.

Emocionado, o pai disse que os últimos dias têm sido intensos para a família. “Não faz nem sentido. Para mim mesmo, não caiu a ficha. Acredito que só vai cair quando o corpo chegar e eu ver meu filho mesmo”, disse.

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Cáceres e Região

Prefeitura anuncia inscrições para os jogos de praia do 39º FIPE

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Por – Esdras Crepaldi

A Praia do Daveron é um lugar especial da Baia de Cáceres. Um dos cartões de visita da cidade, local de lazer muito frequentado pela população cacerense. Banhos, pescarias, atividades físicas e jogos, fazem parte do cotidiano deste maravilhoso complexo.

Todos os anos, os jogos de praia, inseridos na programação oficial do Festival Internacional de Pesca Esportiva, acontecem ali e movimentam ainda mais o FIPE. Com um colorido todo especial, atletas e banhistas se misturam e lotam as areias da praia.

Este ano, mais uma vez, a Secretaria de Esportes, parceira do Festival, preparou uma grande programação esportiva para o espaço.

O Coordenador de Esportes Cristiano Neves, anunciou que a partir desta terça-feira, 28/06, as inscrições para as modalidades de vôlei de praia, hand beach, futebol de areia e beach tênis masculino e feminino, e futevôlei masculino e misto, podem ser feitas na sede da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer, na Prefeitura de Cáceres.

“Façam suas inscrições, teremos premiações em dinheiro, troféus e medalhas”, incentivou Cristiano.

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Já o secretário de Turismo, Cláudio Henrique Donatoni, disse que os jogos de areia dão vida ao FIPE, movimentam a praia do Daveron  e esquentam ainda mais as emoções do Festival de Pesca.

“O FIPE integra todas as secretarias da prefeitura e proporciona diversas atividades esportivas, culturais e ambientais. Os jogos de praia estão inseridos na programação oficial do evento. Agradeço toda equipe da Secretaria de Esportes e Lazer pela parceria e coordenação desses jogos”, reconheceu Cláudio Henrique.

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Cáceres e Região

Brasil já tem 17 casos confirmados de varíola dos macacos e imunologista dá dicas de como se prevenir da doença

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Da Redação
     Depois da pandemia da COVID-19, o mundo entra em alerta mais uma vez. A Monkeypox, ou varíola dos macacos, já tem casos confirmados em mais de 30 países. Aqui no Brasil, 17 pessoas testaram positivo para a doença.     A varíola dos macacos não é uma doença nova. A transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com o animal, com humano infectado ou com material corporal humano com o vírus. Portanto, contato pessoal com secreções respiratórias, lesões de pele de pessoas infectadas ou objetos recentemente contaminados ajudam a transmissão.      As lesões se iniciam pelo rosto e depois se espalham para outras partes do corpo e genital, formando erupções cutâneas e bolhas com pus. A transmissão só termina quando a crosta desaparece. Além das lesões, a doença gera sintomas como febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, adenomegalia, calafrios e exaustão.     “Já temos vários casos confirmados no Brasil. É importante ficar atento aos sintomas e às lesões, que começam no rosto. O isolamento deve ser imediato, assim como o mapeamento das pessoas que tiveram contato com o doente. A liberação do paciente só pode acontecer após o desaparecimento das lesões”, explica Luiz Werber-Bandeira, imunologista/alergista e docente do IDOMED.

Patrícia Belarmino

(67) 9 9221-3227
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