conecte-se conosco


Destaque

Ministério da Saúde confirma 1.616 casos de microcefalia

Publicado

Desde o início das investigações, foram notificados 8.049 casos suspeitos

O Ministério da Saúde divulgou, na quarta-feira (22), novos dados de microcefalia. Até 18 de junho, foram confirmados 1.616 casos de microcefalia e outras alterações do sistema nervoso, sugestivos de infecção congênita em todo o país.

 

Desde o início das investigações, em outubro do ano passado, 8.039 casos suspeitos foram notificados ao Ministério da Saúde.

 

Do total de notificados, foram descartados 3.416 casos por apresentarem exames normais, ou por apresentarem microcefalia ou malformações confirmadas por causa não infecciosas. Também foram descartados por não se enquadrarem na definição de caso. Outros 3.007 permanecem em investigação.

 

Do total de casos confirmados, 233 tiveram confirmação por critério laboratorial específico para o vírus Zika. O Ministério da Saúde, no entanto, ressalta que esse dado não representa, adequadamente, a totalidade do número de casos relacionados ao vírus. A pasta considera que houve infecção pelo Zika na maior parte das mães que tiveram bebês com diagnóstico final de microcefalia. Os 1.616 casos confirmados em todo o Brasil ocorreram em 576 municípios, localizados em todas as unidades da federação e no Distrito Federal.

 

Leia mais:   Pantanal ainda se recupera da tragédia ambiental de 2020

Em relação aos óbitos, no mesmo período, foram registrados 324 óbitos suspeitos de microcefalia e/ou alteração do sistema nervoso central após o parto ou durante a gestação (abortamento ou natimorto) no país. Isso representa 4% dos casos notificados. Destes, 86 foram confirmados para microcefalia e/ou alteração do sistema nervoso central. Outros 182 continuam em investigação e 56 foram descartados.

 

O Ministério da Saúde ressalta que está investigando todos os casos de microcefalia e outras alterações do sistema nervoso central informados pelos estados, além da possível relação com o vírus Zika e outras infecções congênitas. A microcefalia pode ter como causa, diversos agentes infecciosos além do Zika, como Sífilis, Toxoplasmose, Outros Agentes Infecciosos, Rubéola, Citomegalovírus e Herpes Viral.

 

A pasta orienta as gestantes adotarem medidas que possam reduzir a presença do mosquito Aedes aegypti, com a eliminação de criadouros, e proteger-se da exposição de mosquitos, como manter portas e janelas fechadas ou teladas, usar calça e camisa de manga comprida e utilizar repelentes permitidos para gestantes.

 

Distribuição dos casos notificados de microcefalia por UF, até 18 de junho de 2016.

 

Regiões e Unidades Federadas

Casos de Microcefalia e/ou malformações, sugestivos de infecção congênita

Total acumulado1 de casos notificados de 2015 a 2016

Em investigação

Confirmados2,3

Descartados4

Brasil

3.007

1.616

3.416

8.039

Alagoas

68

74

176

318

Bahia

648

263

243

1.154

Ceará

177

123

209

509

Maranhão

76

130

61

267

Paraíba

287

143

457

887

Pernambuco

477

366

1.165

2.008

Piauí

9

87

73

169

Rio Grande do Norte

258

113

64

435

Sergipe

70

111

54

235

Região Nordeste

2.070

1.410

2.502

5.982

Espírito Santo

83

13

61

157

Minas Gerais

59

3

55

117

Rio de Janeiro

282

72

146

500

São Paulo

211ª

10b

173

394

Região Sudeste

635

98

435

1.168

Acre

11

2

27

40

Amapá

1

7

3

11

Amazonas

12

7

5

24

Pará

43

1

44

Rondônia

5

5

7

17

Roraima

5

10

11

26

Tocantins

53

17

85

155

Região Norte

130

49

138

317

Distrito Federal

5

5

36

46

Goiás

47

14

79

140

Mato Grosso

85

27

119

231

Mato Grosso do Sul

2

3

14

19

Região Centro-Oeste

139

49

248

436

Paraná

3

4

30

37

Santa Catarina

1

1

5

7

Rio Grande do Sul

29

5

58

92

Região Sul

33

10

93

136

Leia mais:   Tráfico de drogas, estelionato e aglomeração lideram denúncias no Ciosp em 2020
 DA AGÊNCIA BRASIL
Comentários Facebook

Cáceres e Região

PF flagra exploração de bolivianos em Cáceres

Publicado

Assessoria
A Polícia Federal cumpriu mandados judiciais, na manhã desta quinta-feira (14), no município de Cáceres (MT), localizado a 220 quilômetros da capital Cuiabá, com o objetivo de combater o tráfico de pessoas e a promoção de migração ilegal de bolivianos.

Os mandados de busca e apreensão, expedidos pela 2ª vara da Justiça Federal da Subseção Judiciária de Cáceres, foram cumpridos em endereços de pessoas físicas e jurídicas suspeitas de promover o ingresso de bolivianos de forma ilegal no território brasileiro.

As investigações tiveram início a partir de informações de que bolivianos eram aliciados e transportados da cidade de Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, para Cáceres (MT – Brasil) para trabalharem na construção civil. O transporte era realizado sem qualquer tipo de controle migratório.

A Polícia Federal apura ainda se os imigrantes eram submetidos a situação degradante em razão das circunstâncias em que estavam alojados e a jornada de trabalho a que eram submetidos. Até o momento, apenas uma pessoa foi presa. A operação ainda está em andamento.

Leia mais:   Tráfico de drogas, estelionato e aglomeração lideram denúncias no Ciosp em 2020

Nenhuma descrição de foto disponível.

Comentários Facebook
Continue lendo

Cáceres e Região

Vice-presidente do PDT assume coordenação do Procon de Cáceres

Publicado

Assessoria

O advogado Alexandre Quida, 33 anos, filho do ex-procurador do município Ricardo Quida, é novo coordenador do Procon de Cáceres.

Ele é vice-presidente do PDT de Cáceres e atendeu a um convite da prefeita Eliene Liberato Dias (PSB).

‘Agradeço a confiança da prefeita Eliene e do Dr Odenilson pelo convite, para atuarmos à frente deste importante órgão que é o PROCON. Buscaremos sempre equilibrar e harmonizar as relações entre consumidores e fornecedores. Em especial nesse período de pandemia do novo coronavírus, intensificaremos as ações visando fiscalizar eventuais abusos de preços, reforçando esse controle em prol do consumidor, que é a parte mais frágil na relação de consumo. Nosso compromisso é o de fazer um grande trabalho, estaremos sempre à disposição da população’, frisou.

Nascido em Cáceres, Alexandre é advogado e empresário, formado em 2010 pela Unemat, pós-graduado em Direito Processo Civil, Pós-graduando em Direito Eleitoral e Direito Médico e da Saúde, membro da Comissão de Direito Eleitoral da OAB/MT.

Comentários Facebook
Leia mais:   Mato Grosso registra 195.988 casos e 4.747 óbitos por Covid-19
Continue lendo

Cáceres e Região

Policial

Política MT

Mato Grosso

Mais Lidas da Semana