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Os quatro homens apontados como líderes dos ataques em Cuiabá e outras cidades do Estado foram transferidos da Penitenciária Central do Estado (PCE) para uma unidade federal.

Contudo, a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) não confirma para onde foram levados João Luiz Baranosk, Reginaldo Silva Rios, Carlos Alberto Vieira Teixeira e Reginaldo Aparecido Moreira.

Os quatro possuem ligações com organizações criminosas e foram autuados por organização criminosa e crime de incêndio.

Baranosk, conhecido como “Matrinxã”, Rios, vulgo “Japão” e Teixeira, apelidado de “Carlinhos”, foram presos em flagrante na noite de domingo (12), dentro da PCE.

Durante a busca, realizada nos raios 3 e 4 da penitenciária, foram encontrados aparelhos celulares e outros materiais que comprovam a participação dos três nos ataques.

Teixeira confessou que enviou um áudio ordenando que os comparsas causassem o terror na cidade. Já Baranosk e Rios negaram a participação nos crimes.

Contudo, em um dos aparelhos apreendidos, foi constatado que Rios estava em grupo de aplicativo do telefone móvel ligado a uma organização criminosa.

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Os celulares encontrados passarão por perícia para extrair outras provas, inclusive aquelas que foram deletadas.

Moreira, conhecido como RG, foi o primeiro a ser detido, ainda na noite de sexta-feira (10), quando os ataques iniciaram. Após a prisão, ele foi conduzido para o isolamento na PCE, onde já cumpria pena por crime organizado.

Rios responde por tráfico de drogas. Carlos por assalto a mão armada e homicídio. Por sua vez, Baranosk cumpre pena por formação de quadrilha, roubos majorados e porte ilegal de arma de fogo.

Prisões

Até o momento, 21 pessoas foram conduzidas à delegacia para prestar esclarecimentos quando aos ataques do final de semana no Estado. Destas, sete acabaram sendo liberadas.

Em Cuiabá, foram cinco prisões. Além dos líderes, foi preso Halailthon Rodrigues Souza, o “Peruca”. Ele é acusado de incendiar um ônibus no ponto final do bairro Pedra 90.

As outras prisões aconteceram em Barra do Garças (509 km a leste), onde duas pessoas foram presas por incendiarem duas viaturas do Sistema Socioeducativo.

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Em Primavera do Leste (251 km ao sul), quatro foram detidos após o incêndio de uma viatura da Polícia Militar e de um veículo utilitário.

Já em Cáceres (225 km a oeste), uma pessoa, ligada ao Comando Vermelho, foi presa com combustível.

Natalia Araújo, repórter de A Gazeta

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MT registra mais dois casos suspeitos de varíola dos macacos; 17 estão em investigações

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Assessoria

Mato Grosso registra mais dois casos suspeito da varíola dos macacos. Desta vez, trata-se de dois homens com 30 e 50 anos, moradores de Várzea Grande. De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) o estado já contabiliza 17 casos suspeitos.

Segundo informações, ambos pacientes chegaram de uma viagem fora do país, apresentando sintomas leves da doença. Agora, até esta sexta-feira (12), Mato Grosso registra o total de 4 casos confirmados de varíola dos macacos, sendo os outros dois residentes de Cuiabá, com idade entre 25 e 40 anos, que também apresentam sintomas leves.

A enfermidade apresenta entre os principais sintomas febre súbita, forte e intensa, dor de cabeça (cefaleia), náusea, exaustão, cansaço, aparecimento de inchaços na região do pescoço, axilas, e também na região perigenital, além de feridas ou lesões pelo corpo.

Outros casos

Ainda há a investigação de outros 17 casos suspeitos no Estado, sendo 5 em Rondonópolis, 4 em Cuiabá, dois em Várzea Grande, dois em Sorriso, um em Livramento, um em Barra do Garças, um em Comodoro e um em Nova Xavantina.

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As amostras para a confirmação dos casos são encaminhadas para o Laboratório Central de Saúde Pública de Mato Grosso (Lacen-MT) e direcionadas para o laboratório da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), unidade de referência nacional para a análise do material.

O que é a Monkeypox

A varíola dos macacos foi diagnosticada e identificada pela primeira vez no século passado, na década de 60, e leva o nome de Monkeypox porque foi identificada pela primeira vez na espécie, dessa forma ficou conhecida no mundo científico como “varíola dos macacos”.

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Cáceres e Região

Apontada como chefe da extração ilegal de ouro em terra indígena “Rainha do Sararé” está presa em Cáceres

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Por G1/MT
      A empresária Marlene Araújo, de 47 anos, conhecida como “Rainha do Sararé”, é apontada como chefe da organização criminosa responsável pela extração ilegal de ouro da Terra Indígena Sararé, em Pontes e Lacerda, a 483 km de Cuiabá.
     Marlene foi presa na última terça-feira (9) durante a Operação “Rainha Sararé”, por associação criminosa e usurpação de patrimônio da União.
      O crime de usurpação, segundo a Constituição Federal, é quando a pessoa produz bens ou explora matéria-prima pertencentes à União, sem autorização legal ou em desacordo com as obrigações impostas pelo título autorizativo. Nesse caso, tudo que está no subsolo da Terra Indígena é patrimônio público.
A investigada está na Cadeia Feminina de Cáceres, a 250 km da capital. De acordo com a Polícia Federal, Marlene é dona de uma empresa de terraplanagem em Jaru (RO), a cerca de 680 km da terra indígena, que serve como fachada para financiar o garimpo ilegal e receber o ouro extraído e comercializado ilegalmente.
     A empresa, que também tinha endereço em Pontes e Lacerda(MT) e em Campo Novo de Rondônia (RO), anunciava serviço de aluguel de pá carregadeira e recrutava pessoas. O g1 não conseguiu localizar a defesa de Marlene.
     Conforme informações da PF, a família da ‘rainha’ é de Rondônia e se deslocava a Mato Grosso para realizar o garimpo na terra indígena.
     Na casa de Marlene, em operação realizada terça-feira (9), foram apreendidos diamantes ilegalmente extraídos, além de joias e objetos de ouro. Também foram localizadas peças de motor e equipamentos incinerados em outras operações na Sararé.
Operação ‘Rainha de Sararé’

    A operação cumpriu três mandados de prisão preventiva, um deles contra Marlene, e uma pessoa está foragida até o momento. Também foram cumpridos quatro ordens de busca e apreensão.

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A ação da Polícia Federal teve como objetivo a preservação ambiental com o combate do desmatamento das áreas de preservação e contaminação dos rios e solos.

Terra Indígena Sararé
     A Terra Indígena Sararé fica no sudoeste de Mato Grosso, em três municípios: Pontes e Lacerda, Nova Lacerda e Conquista d’Oeste. São 67 mil hectares de área que fazem parte da Amazônia Legal.Segundo o Instituto Socioambiental (ISA), a terra é habitada pelo povo Nambikwara. São 188 indígenas na região. A Terra Indígena Sararé fica a cerca de 680 km de Jaru, em Rondônia.
     A terra sofre riscos de exploração de recursos por madeireiro e garimpeiros e riscos fundiários por fazendeiros e grileiros, segundo dados do ISA.
     A área é gerida pela Fundação Nacional do Índio (Funai) e pela Coordenação Regional (CR) de Cuiabá; e pela Secretaria Especial de Saúde Indígena e Distrito Sanitário Indígena de Vilhena (RO). Vilhena fica a cerca de 260 km de distância da Sararé.
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