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Cáceres e Região

LEI ALDIR BLANC: Banda de Cáceres lança performance audiovisual como ‘ensaio’ de seu primeiro álbum

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Assessoria
Enquanto o distanciamento social ainda é necessário, o audiovisual vem sendo aliado daqueles que anseiam por encontros proporcionados pela música. E é com o sentimento de saudade dos palcos que O Mormaço Severino entrega uma performance intimista, que reúne, em vídeo, seis das canções mais melódicas de seu extenso repertório autoral.

A partir desta quinta-feira (14), às 18h, o público poderá assistir a ‘Ensaio sobre a Cidade’ no canal do Youtube da banda pelo link: https://youtu.be/RkWPcWm8VzU.

O novo trabalho foi viabilizado com recursos da Lei Aldir Blanc, por meio de edital realizado pela Prefeitura Municipal de Cáceres, através da Secretaria Municipal de Turismo e Cultura, e Governo Federal via Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo.

Aliás, o conceito de “ensaio” cabe bem ao contexto, já que O Mormaço Severino prepara, após mais de uma década de trajetória, o tão esperado primeiro álbum de estúdio com incentivo da mesma lei – desta vez com projeto selecionado no edital MT Nascentes, da Secretaria de Estado de Cultura Esporte e Lazer (Secel).

“Estamos muito felizes por essas oportunidades, porque a banda está na luta há muitos anos. Nós que sempre falamos sobre a realidade da cidade de Cáceres e sabemos o quanto é difícil fazer música no interior, acreditamos ser muito importante que a Cultura do estado seja difundida para o maior número de pessoas possível”, destaca Janaina Lima, a Jheine, que imprime a potência de sua voz às canções da banda.

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Assim como o futuro trabalho de estúdio, ‘Ensaio sobre a cidade’ traz narrativas musicais tecidas em Cáceres, que falam sobre a cidade, seus habitantes e expõem as dores que atormentam as margens calmas do Rio Paraguai. Reflexo de uma juventude esquecida, mas que se reinventa juntamente com a “princesinha do Pantanal”.

Até a gravação de ‘Ensaio sobre a cidade’, O Mormaço não se encontrava em sua formação completa desde o início da pandemia da covid-19. Após lives ‘voz e violão’ em festivais online durante período de isolamento – e até um videoclipe de música inédita feita por emulação no celular -, a gravação do vídeo foi também uma forma de registrar os experimentos sonoros que resultam da união dos seis integrantes em ação.

O vídeo foi realizado no Espaço Bosque, em Cáceres, e tem realização da produtora audiovisual Cubo Mágico, capitaneada pelo cineasta Leandro Peska, que também vive na cidade. Foi seu olhar que possibilitou que O Mormaço Severino fosse capturado com detalhes, e sem artificialidades.

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“O Leandro realmente conseguiu captar o Mormaço em imagens. É puramente a banda, sem constrangimentos, com liberdade e em ação. Eu vejo o vídeo e consigo ver a gente ali”, adianta Rauni Vilasboas que, junto ao baixista Ronaldo Gonçalves, é fundador da banda e compositor das canções.

O Mormaço Severino

Voltada para músicas autorais e experimentações sonoras, O Mormaço Severino está na ativa desde 2009. A banda é composta por seis integrantes que fazem da música um instrumento de afirmação de suas identidades.

O Mormaço é Jheine Lima (voz), Rauni Vilasboas (letra e guitarra), Ronaldo Gonçalves (baixo), Diego Vicente (o Keka, teclado), Welington Fernandes (MC Fernandes, percussão) e Luis Guilherme (bateria). Musicalmente, mistura influências do blues, rock, baião, música folk mato-grossense e saranzo, com toques psicodélicos e letras ritmadas.

Em 2015, a banda se apresentou no IV Mato Rock de Músicas Autorais do Estado de MT, conquistando o 1º lugar na premiação. Depois disso, foram apresentações em Cáceres, Rondonópolis, Mirassol e Cuiabá, em festivais como Fipe, Cerrado Fuzz Festival, Cáceres Rock Festival, Ixpia O Festival, Sarau da Figueira e Sarau das artes Free.
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Temor pelo contágio e ameaça de multa muda de forma repentina estilo de vida da população

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Sinézio Alcântara – Expressão Notícias

O temor pelo contágio pelo coronavirus e a ameaça de multa, para quem descumprir as medidas restritivas de combate ao covid-19, mudou de forma repentina, o estilo de vida da população, em Cáceres.

Desde a noite de quarta-feira (3/3), a primeira da edição do toque de recolher, baixado através de decreto governamental, a maioria do comércio fechou e pouca gente ousou em sair de casa.

O pouco comércio que ainda permaneceu aberto – algumas pizzarias e lanchonetes – se limitaram a cumprir as normas do decreto, realizando vendas somente, através do sistema delivery (pronta entrega).

“Felizmente as pessoas começaram a entender a necessidade de cumprir as normas sanitárias para conter a disseminação do coronavirus” afirmou o coordenador da Vigilância em Saúde, Alberto Garcete.

Disse que, a Polícia Militar – que fez as operações à noite – e a equipe da Secretaria de Fazenda – que realizou fiscalização durante o dia – tiveram pouco trabalho porque pouca gente esteve na rua, principalmente, à noite.

Uma das poucas ações da Polícia Militar foi impedir a realização de um culto religioso, na avenida Trabalhamares. Porém, ninguém foi detido ou multado. Os policiais agiram apenas para acabar com a aglomeração.

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Ainda não foi feito um balanço das ações dos órgãos fiscalizadores, após as primeiras 48h do decreto. Contudo, as informações, até o momento, são de que a população, pela primeira vez, demonstra interesse em cumprir as determinações.

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Estudo da Unemat reafirma vocação econômica de Cáceres

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Assessoria
A Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) entregou para a Fundação de Amparo à Pesquisa de Mato Grosso (Fapemat) os resultados da pesquisa realizada “Diretrizes Estratégicas para o Desenvolvimento da Micro Região de Cáceres – MT: Diante das Potencialidades e Deficiências de Segmentos Econômicos–chaves”, ou simplesmente: “Diagnóstico Econômico da Região de Cáceres-MT”.

A pesquisa foi realizada por meio de uma articulação da Unemat com o Governo de Mato Grosso e foi desenvolvida durante o ano de 2020 por pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento da Universidade.

O coordenador científico do projeto, professor doutor em Economia, Ademir Machado de Oliveira, explica que a pesquisa foi encomendada pelo Governo do Estado, e financiada pela Fapemat a fim de levantar as potencialidades e deficiências regionais a fim de contribuir para ações e planejamento estratégico que contribuam com o desenvolvimento de Cáceres, que é o foco do estudo, e de outros cinco municípios da região Oeste (Curvelândia, Glória D´Oeste, Lambari D´Oeste, Mirassol D´Oeste e Porto Esperidião) que também tem partes de suas economias analisadas.

“A ideia é que a partir desse estudo, os gestores públicos possam ter mais informações que possibilitem ampliar a qualidade de vida da população por meio de ações que promovam a geração de emprego e renda a partir das potencialidades existentes que podem ser melhor exploradas, levando em conta suas vocações produtivas e o padrão competitivo dos municípios, além das condições de infraestrutura disponíveis”, explica o pesquisador.

O relatório geral, que contém cerca de 700 páginas, resulta de diversos relatórios individuais, em que se identificam os pontos fortes e fracos de diferentes cadeias produtivas e segmentos econômicos, como: agropecuária, logística, turismo, comércio exterior, regimes aduaneiros especiais (ZPE, Free Shop, entre outros). A partir dos apontamentos dos pesquisadores em cada segmento/cadeia é que os gestores, tanto estadual como municipal, podem adotar ações que visem promover esse desenvolvimento socioeconômico.

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Resultados:

Entre os pontos apontados no relatório pode-se citar a necessidade de execução de um plano turístico regional que tenha como principal produto turístico o ecossistema do Pantanal e os Free Shops integrados aos produtos turísticos, além da obtenção de alguma indicação geográfica de produtos e elementos regionais sendo contemplada.

A pesquisa apontou também a necessidade de um “Plano de atração de investimento para a ZPE/Cáceres, de forma a prospectar empresas chinesas que processem insumos mato-grossenses e bolivianos e que poderiam ser exportados para a China e Bolívia de forma a também viabilizar o corredor logístico de Cáceres a Costa do Pacífico.

O estudo destaca a importância de se adotar um “Plano de Mobilidade Urbana de Cargas e Veículos”, para Cáceres, em que os fluxos logísticos do entorno do Porto e da ZPE ocorram integrados e sem interferência aos fluxos de outros veículos, com adequações na infraestrutura urbana (estacionamento de veículos pesados, etc.).
Outro apontamento para o desenvolvimento regional é a execução de um “Plano de Agroindustrialização da Região de Cáceres”, inicialmente a partir do que já é produzido nas agroindústrias familiares, micro e pequenas e aos poucos essa industrialização vai se ampliando incorporando novos produtos agropecuários ao processamento industrial.

Em relação a instalação de lojas francas (free shops) em Cáceres, os pesquisadores sugerem se defina um “Modelo de exploração de Loja Franca”, considerando como viáveis formatos já adotados na Argentina e Uruguai, de Galerias de Lojas e Shoppings Centers, como sendo os mais atrativos, os quais devem se integrar às outras atividades comerciais e ao turismo, pois o modelo de pequenas lojas free shops não se mostraram dinamizadoras das economias onde se instalaram no Sul do Brasil.

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O coordenador do projeto lembra que além desses exemplos, o relatório apresenta ainda outras medidas mais pontuais que são sugeridas em diversas áreas do estudo.

Metodologia

Além de sugestões de ações que podem ser desenvolvidas em nove áreas específicas, o relatório entregue a Agência Financiadora, também traz exemplos de um plano de ações articulado estabelecendo ação/atividade, com prazos estabelecidos, responsabilidades, equipamentos/recursos necessários, locais de execução e financiamento quando for o caso.

“Como sequência de trabalhos, e melhor aproveitamento do que foi feito até então no estudo, indicamos que se deve definir melhor e aperfeiçoar cada uma das diretrizes (orientações e sugestões de ações) listadas em cada área. Para isso, sugerimos que sejam realizadas reuniões específicas, no formato de workshop, em que seja possível expor as diretrizes e após discussões validar esses pontos. Nesses workshops devem participar gestores do governo estadual, municipal e agentes privados atuantes em cada área. O produto deste trabalho deve ser um Plano de Ações Articuladas (PAR) entre os agentes para cada diretriz”, afirma Ademir.

Produtos Gerados:

Além do relatório geral e do relatório executivo que é uma síntese dos relatório geral, foram produzidos nove relatórios individuais, e entregue a Fapemat, os pesquisadores da Universidade do Estado de Mato Grosso, também elaboraram plataformas digitais para socializar esses materiais, como por exemplo a http://derc.faepenmt.com.br e ainda no Facebook: www.facebook.com/pesquisadesenvolvimentocaceres.

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