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Mesmo não tendo o esperado apoio da Prefeitura, Câmara de Vereadores, o Cáceres EC vai poder mandar os jogos da terceira fase da Copa Centro América de Futebol de Salão, em casa, no Ginásio Didi Profeta.

A boa notícia foi confirmada na tarde da última quinta-feira pelo presidente Marcelo Santana, que tendo o apoio direto do empresário Luciano Barros (Marajá) e de seu grupo de amigos, levantaram a quantia de R$ 1.500, 00 e repassaram para a Federação Mato-grossense de Futsal, a taxa garante que Cáceres será a sede da terceira fase do torneio, e que acontecerá nos dias primeiro e dois de julho (sexta e sábado da semana que vem).

Jogos

A terceira fase além do representante de Cáceres, terá ainda a participação do atual campeão da Centro América, o Arão de Rondonópolis, Panelinha de Cuiabá, e o Primavera do Leste.

Os jogos da primeira noite dessa nova fase terão seu início às 7.30 com o confronto entre Primavera x Panelinha. No jogo de fundo, às oito e trinta da noite, Cáceres pega o time de Rondonópolis.

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No sábado pela manhã, abrem a rodada Arão x Primavera; a seguir, às 9h30 – Cáceres x Panelinha.

Ainda na noite de sábado a rodada se encerra com Panelinha x Arão, Cáceres x Primavera, às 9.30 da noite. Os dois melhores classificados avançam na competição.

Os atletas treinaram durante toda essa semana sob o comando do treinador Alex Ferro. Nota-se muita animação e confiança do grupo para enfrentar os adversários e buscar a sonhada classificação às quartas de final do torneio, principalmente pelo fato dessa etapa ser jogada em casa onde se espera a presença maciça do torcedor apoiando o time.

A diretoria continua buscando mais apoiadores, aqueles que desejarem ajudar podem contatar através do celular 99681 6841. As delegações deverão ser hospedadas em uma escola, e busca-se ainda o local onde será servida a alimentação dos visitantes.

O ingresso das rodadas custa cinco reais.

Antonio Costa

Da Redação

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Cáceres e Região

MT registra mais dois casos suspeitos de varíola dos macacos; 17 estão em investigações

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Assessoria

Mato Grosso registra mais dois casos suspeito da varíola dos macacos. Desta vez, trata-se de dois homens com 30 e 50 anos, moradores de Várzea Grande. De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) o estado já contabiliza 17 casos suspeitos.

Segundo informações, ambos pacientes chegaram de uma viagem fora do país, apresentando sintomas leves da doença. Agora, até esta sexta-feira (12), Mato Grosso registra o total de 4 casos confirmados de varíola dos macacos, sendo os outros dois residentes de Cuiabá, com idade entre 25 e 40 anos, que também apresentam sintomas leves.

A enfermidade apresenta entre os principais sintomas febre súbita, forte e intensa, dor de cabeça (cefaleia), náusea, exaustão, cansaço, aparecimento de inchaços na região do pescoço, axilas, e também na região perigenital, além de feridas ou lesões pelo corpo.

Outros casos

Ainda há a investigação de outros 17 casos suspeitos no Estado, sendo 5 em Rondonópolis, 4 em Cuiabá, dois em Várzea Grande, dois em Sorriso, um em Livramento, um em Barra do Garças, um em Comodoro e um em Nova Xavantina.

Leia mais:   Transporte público em Cáceres: Pastorello cobra ações e diz que o povo está sendo lesado no seu direito

As amostras para a confirmação dos casos são encaminhadas para o Laboratório Central de Saúde Pública de Mato Grosso (Lacen-MT) e direcionadas para o laboratório da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), unidade de referência nacional para a análise do material.

O que é a Monkeypox

A varíola dos macacos foi diagnosticada e identificada pela primeira vez no século passado, na década de 60, e leva o nome de Monkeypox porque foi identificada pela primeira vez na espécie, dessa forma ficou conhecida no mundo científico como “varíola dos macacos”.

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Cáceres e Região

Apontada como chefe da extração ilegal de ouro em terra indígena “Rainha do Sararé” está presa em Cáceres

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Por G1/MT
      A empresária Marlene Araújo, de 47 anos, conhecida como “Rainha do Sararé”, é apontada como chefe da organização criminosa responsável pela extração ilegal de ouro da Terra Indígena Sararé, em Pontes e Lacerda, a 483 km de Cuiabá.
     Marlene foi presa na última terça-feira (9) durante a Operação “Rainha Sararé”, por associação criminosa e usurpação de patrimônio da União.
      O crime de usurpação, segundo a Constituição Federal, é quando a pessoa produz bens ou explora matéria-prima pertencentes à União, sem autorização legal ou em desacordo com as obrigações impostas pelo título autorizativo. Nesse caso, tudo que está no subsolo da Terra Indígena é patrimônio público.
A investigada está na Cadeia Feminina de Cáceres, a 250 km da capital. De acordo com a Polícia Federal, Marlene é dona de uma empresa de terraplanagem em Jaru (RO), a cerca de 680 km da terra indígena, que serve como fachada para financiar o garimpo ilegal e receber o ouro extraído e comercializado ilegalmente.
     A empresa, que também tinha endereço em Pontes e Lacerda(MT) e em Campo Novo de Rondônia (RO), anunciava serviço de aluguel de pá carregadeira e recrutava pessoas. O g1 não conseguiu localizar a defesa de Marlene.
     Conforme informações da PF, a família da ‘rainha’ é de Rondônia e se deslocava a Mato Grosso para realizar o garimpo na terra indígena.
     Na casa de Marlene, em operação realizada terça-feira (9), foram apreendidos diamantes ilegalmente extraídos, além de joias e objetos de ouro. Também foram localizadas peças de motor e equipamentos incinerados em outras operações na Sararé.
Operação ‘Rainha de Sararé’

    A operação cumpriu três mandados de prisão preventiva, um deles contra Marlene, e uma pessoa está foragida até o momento. Também foram cumpridos quatro ordens de busca e apreensão.

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A ação da Polícia Federal teve como objetivo a preservação ambiental com o combate do desmatamento das áreas de preservação e contaminação dos rios e solos.

Terra Indígena Sararé
     A Terra Indígena Sararé fica no sudoeste de Mato Grosso, em três municípios: Pontes e Lacerda, Nova Lacerda e Conquista d’Oeste. São 67 mil hectares de área que fazem parte da Amazônia Legal.Segundo o Instituto Socioambiental (ISA), a terra é habitada pelo povo Nambikwara. São 188 indígenas na região. A Terra Indígena Sararé fica a cerca de 680 km de Jaru, em Rondônia.
     A terra sofre riscos de exploração de recursos por madeireiro e garimpeiros e riscos fundiários por fazendeiros e grileiros, segundo dados do ISA.
     A área é gerida pela Fundação Nacional do Índio (Funai) e pela Coordenação Regional (CR) de Cuiabá; e pela Secretaria Especial de Saúde Indígena e Distrito Sanitário Indígena de Vilhena (RO). Vilhena fica a cerca de 260 km de distância da Sararé.
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