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Cáceres e Região

Francis defende lançamento de chapa de consenso, proposta divide opinião de pré-candidatos

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O prefeito Francis Maris Cruz (PSDB) defende a união dos partidos, tanto da situação como de oposição, para o lançamento de uma chapa de consenso na campanha eleitoral, em Cáceres. Para isso, ele está disposto a se reunir, inclusive, com o deputado doutor Leonardo Albuquerque (PSD), seu maior desafeto político, para viabilizar o projeto. As eleições municipais estão previstas para o dia dois de outubro.

Além de Leonardo, a intenção será conversar com o suplente de deputado Adriano Silva (PSB), o ex-prefeito Túlio Fontes (PSB), vereador Felix Alvares (SD), o engenheiro Celso Silva (DEM), o presidente da Câmara, Marcinho Lacerda (PMDB) e quem o PT se lançar.

Francis diz que, embora pesquisa de opinião pública interna o aponte com maior índice de aceitação popular, o momento é de união, principalmente, em razão do cenário econômico desfavorável, verificado em todo Estado, pela queda nas arrecadações do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) bem como do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

“Eu sempre defendi a união entre os poderes e as lideranças, para que não repetíssemos os erros do passado que deixaram Cáceres por um longo período de estagnação. Mas agora, isso é fundamental, devido a queda nas arrecadações tanto do FPM quanto do ICMS. Temos que estar unidos para manter o desenvolvimento do município” justificou.

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Ele diz que, apesar das diferenças políticas, não terá dificuldade de falar com o deputado doutor Leonardo porque entende que o momento é de pensar em Cáceres. “Vou falar com todos. Com o professor Adriano, o vereador Marcinho Lacerda, o ex-prefeito Túlio Fontes, o doutor Felix e até mesmo o deputado doutor Leonardo. Temos que despir de vaidades política e pensar em Cáceres”.

O que dizem os pré-candidatos

            A proposta do prefeito divide opinião entre os pré-candidatos. O vereador presidente da Câmara, Marcinho Lacerda (PMDB), um dos pré-candidatos da chamada Frente Popular, diz que a proposta é muito interessante, mais muito difícil de ser concretizada por conta da multiplicidade que é o processo democrático do país. Mas, segundo ele, o PMDB não descarta a possibilidade de sentar e discutir com todos os partidos.

            O médico Manoel Felix Alvares (SD), também pré-candidato da “frentinha” diz que é terminantemente contra. “Não aceito. Sou contra a perpetuação dessa gestão e desse grupo”. O suplente de deputado, professor Adriano Silva (PSB) diz que a proposta é interessante. “O que for bom para Cáceres eu aceito. Não foco pessoas, mas sim um projeto bom para o desenvolvimento de Cáceres”.

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O professor Dimas Santana (PT) também se manifesta contra. “Ele (prefeito) deveria ter feito essa proposta no ano passado. Agora é tarde, a vaca já está indo para o brejo. Ele está propondo isso para tentar consertar o estrago que fez. Os partidos da Frente Popular que irão decidir quem irá disputar contra ele”. A reportagem fez vários contatos com o ex-prefeito Túlio Fontes (PSB) e o deputado Leonardo Albuquerque (PSD), que apoia a candidatura do doutor Sérgio, mas não retornaram as ligações.

Sinezio Alcântara

Da Editoria

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Bolivianos são presos em Cáceres com cocaína no estômago e expelem 150 cápsulas

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Os suspeitos foram internados no Hospital Regional De Cáceres, e expeliram 150 cápsulas, aproximadamente 2 quilos de entorpecente.

Dois bolivianos foram detidos transportando cápsulas de cocaína no estômago na noite desta quinta-feira (20), em Cáceres (MT), foi encaminhado até o Hospital Regional de Cáceres Dr. Antônio Fontes onde foi constato que os meus estavam com entorpecente no estomago.

A prisão aconteceu devido a uma força tarefa composta pela Delegacia Especial de Fronteira (DEFRON), Canil Integrado de Fronteira (CANILFRON), Núcleo da PM de Barra do Bugres e o Grupo Especial de Fronteira – (GEFRON) no combate ao Crime de Tráfico de Drogas na Fronteira Oeste do Estado de Mato Grosso que realizava abordagens aos ônibus na rodoviária José Palmiro em Cáceres.

Durante as abordagens dois bolivianos chamaram a atenção dos policiais, após entrevistas com os dois foram levados ao hospital e feito uma tomografia onde foi constato a ingestão dos entorpecentes.

Dentro do estômago de um dos bolivianos haviam 80 cápsulas de substância análoga a pasta base de cocaína e no estômago do segundo homem também de nacionalidade boliviana haviam mais setenta cápsulas de substância análoga a pasta base de cocaína, totalizando 150 cápsulas, aproximadamente 2 quilos de entorpecente.

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Após constatação do entorpecente os suspeitos foram internados no Hospital Regional De Cáceres, com escolta policial, visando expelir a droga engolida.

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MPF solicita informações referente ao consumo e abastecimento de oxigênio em Cáceres e região

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Assessoria

O Ministério Público Federal em Cáceres, solicitou ao Escritório Regional de Saúde, ao Hospital São Luiz e às secretarias municipais de Saúde de Cáceres, Mirassol D’Oeste, Pontes e Lacerda e Comodoro informações sobre o consumo e a regularidade do abastecimento de oxigênio medicinal nas respectivas unidades de saúde.
Conforme despacho do procurador da República Bernardo Meyer, é notório o caos vivenciado em parte do país pela ausência de oxigênio nas unidades de saúde, após o substancial aumento no consumo do gás resultado, principalmente, do aumento do número de casos de contaminação pelo Sars-COV-2, de novembro de 2020 até janeiro de 2021.

Além disso, ressalta que “é de conhecimento de todos que a insuficiência de oxigênio gera consequências danosas como a morte de pacientes internados em hospitais ou em tratamento em home care ou graves sequelas causadas pela asfixia. Ademais, o problema é ainda maior pois tem o potencial de atingir indistintamente todas as pessoas internadas que dependem do oxigênio, independentemente se a causa da assistência médico-hospitalar for a covid-19”.

O procurador também ressalta que o estado do Mato Grosso vive atualmente novo crescimento de casos – fenômeno que vem ocorrendo em outros estados da Federação – em razão de diversos fatores, o que poderá resultar em um pico acentuado da doença, com o consequente aumento nos casos de assistência hospitalar e internações, resultando, eventualmente, em vertiginoso aumento no consumo de oxigênio medicinal. “A título ilustrativo, o painel analítico da covid-19 mostra que o Mato Grosso registrou 1.979 novos casos e 31 novos óbitos, com a respectiva média móvel de 1.310 casos e 17,5 mortes”.

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Dessa forma, o MPF requisitou ao Escritório Regional de Saúde em Cáceres, ao Hospital São Luiz e às secretarias municipais de Saúde de Cáceres, Mirassol D’Oeste, Pontes e Lacerda e Comodoro, informações, com prazo de cinco dias para a resposta, acerca do consumo médio de oxigênio medicinal pelas unidades de saúde (m³) e a regularização do abastecimento e estoque de oxigênio medicinal para o provimento das respectivas unidades de saúde.

Solicitou aos destinatários, ainda, que seja realizado o monitoramento contínuo do estoque de oxigênio medicinal (na forma líquida ou gasosa), a fim de identificar substancial aumento no consumo – se comparado ao consumo médio -, potencial ou a iminência de falta de oxigênio medicinal (líquido ou gasoso). Em caso de potencial insuficiência ou iminente falta do referido oxigênio medicinal, devem notificar os responsáveis pelo reabastecimento com o intuito de manter o estoque regularizado e o normal fornecimento dos estabelecimentos de saúde.

Procedimento administrativo – Tramita no Ministério Público Federal em Cáceres o procedimento administrativo para acompanhamento de políticas públicas relacionadas às ações emergenciais e de enfrentamento da pandemia da covid-19. O objetivo é fiscalizar as medidas adotadas para a prevenção e tratamento da doença causada pelo vírus na área de atribuição da unidade. (PA – PPB 1.20.001.000034/2020-06).

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Assim, em razão do aumento do número de casos verificado no estado de Mato Grosso e da elevada ocupação de leitos clínicos e de terapia intensiva (UTI), a triste e lamentável situação vivenciada pela população no estado de Amazonas e, mais recentemente, no Pará, em razão da ausência de oxigênio, e a necessidade de acompanhamento contínuo das medidas tomadas no enfrentamento da atual pandemia, o MPF em Cáceres requisitou, no bojo do mencionado procedimento, as informações sobre o consumo e a regularidade do abastecimento de oxigênio medicinal nas respectivas unidades de saúde.

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