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Política

Famílias carentes do Médio-Norte recebem auxílio alimentação

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Foto: MAURICIO BARBANT / ALMT

Moradores de baixa renda da região Médio-Norte receberam, nesta quinta-feira (6), o cartão do auxílio financeiro do Programa Ser Família Emergencial para a aquisição exclusiva de alimentos. A comitiva, composta por secretários de Estado, pelo primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM) e o deputado Dr. João, entregou 623 cartões em Diamantino, 723 em Alto Paraguai, 340 em Nortelândia e mais 159 em Arenápolis.
A ação social é fruto da parceria da Assembleia Legislativa e Poder Executivo. Famílias carentes de bairros de Cuiabá e Várzea Grande também já foram contempladas. A ALMT destinou R$ 10 milhões de recursos próprios para efetivar o programa, que antes seriam durante três meses, no valor de R$ 150. Contudo, com a parceria do senador Jayme Campos, firmada na semana passada, mais dois meses foram garantidos com a liberação de mais R$ 15 milhões, além da contrapartida do governo.
Durante cerimônia de entrega, Botelho destacou a preocupação da ALMT em ajudar os menos favorecidos e criou a comissão especial, denominada Observatório Socioeconômico, para acompanhar e apontar ações para os setores mais críticos em decorrência à pandemia da Covid-19. Além de apoiar medidas para ajudar os pequenos e micro empreendedores e aprovar a proibição no corte de energia elétrica; a distribuição de cestas básicas e o cartão emergencial estão sendo entregues, para aliviar o sofrimento de milhares de famílias.
É o caso da diarista Vânia Alves Versalhes, que cria sozinha os dois filhos e perdeu a renda durante a pandemia. “Com a pandemia, a maioria dos meus patrões ficaram em casa, por isso alguns acabaram me dispensando. Além disso, os que continuei trabalhando pegaram Covid-19. E, no mês passado, enfrentei muita dificuldade, a ação social me ajudou. Agora, esse cartão vai me ajudar bastante na compra de alimentos”, disse a diarista.
O prefeito de Diamantino, Manoel Loureiro Neto informou que o município já trabalha a possibilidade de implantar o programa Mão Solidária. “Já temos a parceria dos governos federal e estadual e vamos contemplar com o programa Mão Solidária. É um marco importante que passamos nessa pandemia e precisamos ajudar”.
Botelho também ressaltou o trabalho da ALMT em fortalecer a Desenvolve MT, para que tenha condições de oferecer linhas de créditos para ajudar os microempreendedores, mais uma ação para ajudar no enfrentamento da pandemia.
Considera o auxílio essencial para amenizar o sofrimento dos menos favorecidos. Botelho tem cobrado dos grandes produtores do agronegócio parcerias como essa, que coloquem alimento à mesa das famílias carentes.
“É o básico que estamos fazendo. O estado está fazendo o seu papel de atender o seu povo, as pessoas. Somos um estado rico e cabe ao governo e a Assembleia fazer esse equilíbrio, tirar um pouco dos ricos e distribuir para os pobres. O povo de Mato Grosso merece!”, afirmou Botelho, ao destacar a época em que morou em Diamantino, cidade que considera também a sua casa.
Em Nortelândia, o prefeito Josimar Fernandes, o Zena, apontou o auxílio como um alívio a mais. E informou a distribuição de mais R$ 100 através de um programa municipal, a partir da semana que vem.
“Meu esposo não pode vender espetinhos porque fez cirurgia, agora está parado. Então, esse cartão significa muito para minha família”, disse a dona de casa, Nádia Ribeiro Damasceno, mãe de quatro filhos, moradora da chácara São Bento.
“Botelho é um deputado que está sempre presente em nossa região. Sempre preocupado em nos trazer investimentos”, agradeceu à presidente da Câmara de Alto Paraguai, vereadora Márcia Leite.
O governador Mauro Mendes foi representado pelo secretário de Desenvolvimento Econômico, César Miranda Lima. Além de prefeitos e lideranças locais, também participaram Wener Kesley dos Santos, diretor-presidente da MT Participações e Projetos (MTPAR) e Jefferson Preza Moreno, secretário Adjunto de Turismo.

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Fonte: ALMT

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ALMT realiza I Seminário de Políticas Públicas para a Mulher Surda

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

A Assembleia Legislativa realizou, nesta quinta-feira (24), o I Seminário de Políticas Públicas para a Mulher Surda de Mato Grosso. O evento foi organizado pelo deputado estadual Wilson Santos (PSDB), em parceria com a Câmara Setorial Temática da Pessoa com Deficiência, e contou com a participação de representantes dos governos federal e estadual e palestrantes de Mato Grosso e dos estados de Minas Gerais, São Paulo, Goiás e Paraná.

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, e a secretária nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Priscila Gaspar, destacaram a relevância do tema e apresentaram algumas das ações realizadas pelo governo federal em prol das mulheres surdas, como a disponibilização de atendimento em Libras, feito por videochamada, na Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos. “O atendimento funciona 24 horas por dia e, com isso, a mulher surda tem a oportunidade de usar os canais da ouvidoria para denunciar todo tipo de violência, seja contra si ou contra terceiros, exercendo, assim, a sua cidadania”, declarou a ministra.

A professora da rede municipal de ensino, Indira Isis Bernardes, relatou parte das dificuldades que enfrentou ao longo de sua vida enquanto mulher negra e surda e reivindicou a criação de uma associação estadual das mulheres surdas. Destacou ainda a necessidade da presença de intérpretes e tradutores de Libras nas instituições públicas, como a Delegacia da Mulher. “Muitas mulheres sofrem violência e não conseguem denunciar porque não podem se comunicar. Por isso, os profissionais que estão nesses lugares precisam ter conhecimento da língua de sinais”, disse.

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Solicitação semelhante foi feita por Riguel Brum de Paula, representando a comunidade surda. “É importante que se crie uma central de denúncias que seja acessível a essas pessoas”, pediu.

Pró-reitora de Assistência Estudantil da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Lisiane Pereira de Jesus parabenizou a Assembleia Legislativa por promover discussão sobre o tema e afirmou que a universidade “trabalha intensamente na implantação de políticas para inclusão dos estudantes”.

O acesso de pessoas surdas à educação e ao mercado de trabalho também foi discutido durante o evento. A tradutora e intérprete de Libras Flávia Lima afirmou que muitos empregadores optam por contratar pessoas que não apresentam dificuldades de comunicação e, nas escolas, os estudantes que apresentam deficiência auditiva não têm acesso às mesmas informações que os demais. A formação continuada de professores e a presença de tradutores e intérpretes nas salas de aula, em sua avaliação, seriam de suma importância.

A professora Shirley Vilhalva defendeu a aprovação do Projeto de Lei 4.990/2020, em tramitação na Câmara dos Deputados, que objetiva garantir o direito à educação de educandos surdos, surdocegos, com deficiência auditiva sinalizantes, surdos com altas habilidades ou superdotação ou com deficiências associadas.

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O deputado Wilson Santos (PSDB) assegurou a inclusão do tema nos debates promovidos pelo Parlamento estadual, bem como o suporte necessário para criação da associação estadual das mulheres surdas. “Queremos constituir políticas públicas que possam amenizar o sofrimento dessas pessoas. Vamos encaminhar um conjunto de propostas para fazer cumprir a legislação e aperfeiçoá-la”, frisou.

A programação do I Seminário de Políticas Públicas para a Mulher Surda de Mato Grosso continuará nesta sexta-feira (25), durante todo o dia, no Plenário de Deliberações da Assembleia Legislativa.

Fonte: ALMT

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2ª edição da Ação Assembleia Social foi na Escola Pascoal Ramos

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Foto: Karen Malagoli

Foto: Karen Malagoli

A Escola Estadual Pascoal Ramos recebeu, na quarta-feira (23), a 2ª Ação Assembleia Social, uma releitura dos mutirões de serviço oferecida às comunidades para grupos agendados e resguardando as medidas de biossegurança.

Pela primeira vez, a ação foi no formato “oficinas” e contou com seis turmas formadas por professores ou membros da comunidade ao redor da escola. Foram três turmas de manhã e três à tarde, sendo uma turma de Sabão Líquido Artesanal, duas de Tranças e Penteados, uma de Sabonete Artesanal e duas de Coaching Sistêmico Humanizado. Todas as oficinas foram gratuitas e realizadas por meio de pedido da própria comunidade escolar.

“A gente traz esses cursos às comunidades, quando provocada, não somente a Cuiabá ou à baixada cuiabana, mas também para outros municípios. Se vocês gostaram e quiserem outras possibilidades, a gente volta. O que a gente quer é trazer a Assembleia Legislativa para mais perto de vocês”, explicou Daniella Paula Oliveira, diretora da Assembleia Social, aos alunos da oficina na Escola Pascoal Ramos.

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A diretora da escola, Joelma Adriana Teixeira, observou que a unidade escolar é justamente para atender a população da redondeza. “A gente está abrindo as portas para receber a comunidade. A Assembleia Social ofereceu para gente os cursos e a gente escolheu alguns para ver qual seria a aceitação da comunidade e a gente viu que vocês gostaram muito… A escola é isso, é para atender a comunidade”, comenta.

Gisele Auxiliadora Siqueira fez duas oficinas, uma de manhã e outra à tarde, ambas com a oficineira Elizabeth Ferreira: de sabão líquido e pasta de alumínio e de sabonete artesanal. “Eu sempre quis fazer. E vou por em prática para ter uma renda para mim, produzir em casa e vender”, fala animada e ainda elogia a professora: “Gostei demais, achei que era difícil, mas foi muito prático, ela explica muito bem”.

Inclusive, contribuir com a complementação de renda das famílias por meio do artesanato é um dos objetivos da oferta de oficinas. Há também o objetivo terapêutico de ocupação da mente com as manualidades e a integração da comunidade com a Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

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Fonte: ALMT

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