Connect with us

Da Redação

O famoso “vape”, como é conhecido popularmente o cigarro eletrônico, tem gerado preocupação da saúde pública, com o aumento do consumo por jovens e adolescentes. Entre os perigos que podem causar, um dos principais problemas constatados é a Lesão Pulmonar Associada a Produto de Vaping ou Cigarro Eletrônico, conhecida como Evali (E-cigarette or Vaping product use-Associated Lung Injury), além de aumentar os riscos para complicações relacionadas à Covid-19.

Os cigarros eletrônicos entraram no mercado americano em 2007 e são conhecidos por vários nomes diferentes, entre eles o vape, e-cigs e pendrive. Estes dispositivos são alimentados por bateria de lítio e contém um refil, que armazena um líquido composto por nicotina, solventes, água e várias outras substâncias, como flavorizantes. Esta bateria, ao aquecer o líquido dentro do dispositivo, gera aerossóis que, além da nicotina, contém outras substâncias que podem ser cancerígenas. 

De acordo com pneumologista e professor da IDOMED, Daniel Messias Martins Alves Neiva, o objetivo principal do vape é gerar vaporização de nicotina, que é uma substância que age sobre o sistema nervoso central gerando dependência. Além da dependência química, a questão comportamental também é um agravante.

“Os cigarros eletrônicos não exalam odores ruins e, por isso, são mais aceitos socialmente e utilizados de maneira descontrolada por adolescentes e adultos. Várias entidades médicas já caracterizam o uso como uma epidemia de saúde pública, devido ao seu abuso, aos efeitos ainda não totalmente elucidados e à pouca (ou nenhuma) regulação da sua comercialização”, alerta. 

A produção, venda, importação e propaganda dos cigarros eletrônicos são proibidas no Brasil, mas a indústria vem utilizando a internet e as redes sociais para vender ilegalmente estes produtos no país.

“Os Vapes estão sendo utilizados com maior frequência com a justificativa de que são socialmente aceitos. A infinidade de sabores, dos mais diversos tipos, dá ao jovem mais motivos para experimentar cada novidade lançada no mercado clandestino. O produto é amplamente divulgado pelos influencers das redes sociais, o que ajuda a validar seu uso pela população jovem, mesmo com tantas evidências dos riscos da sua utilização”, afirma Neiva. 

Leia mais:   Concurso Público para o TRT/MT recebe mais de 22 mil inscrições; salários podem chegar a R$ 12 mil

Segundo o especialista, os efeitos a longo prazo não são ainda todos conhecidos. Os quadros agudos são representados por doenças agudas e crônicas como broncoespasmos, rinite alérgica, irritação na garganta, além de lesão pulmonar associada. O cigarro eletrônico também pode ser responsável por câncer, problemas cardiovasculares e piora na imunidade. 

“Não há evidências suficientes que atestem a favor da segurança do uso dos cigarros eletrônicos para recreação ou da sua eficácia como método adjuvante na cessação do tabagismo. O que se sabe, com grau robusto de evidências, é que estes dispositivos são capazes de gerar doenças e efeitos adversos graves e que podem colocar a população em risco”, esclarece o pneumologista. 

Cigarros eletrônicos e dependência 

Assim como acontece com o cigarro comum, o uso do vape também tem relação direta com aspectos relacionados à dependência. Isso acontece devido à presença da nicotina, substância comum nos dois tipos de cigarros e que, comprovadamente, atua sob importantes áreas do cérebro, produzindo sensação de bem-estar e prazer. 

De acordo com Igor Soares, professor do curso de psicologia da Estácio, a dependência provocada pelos cigarros no organismo humano envolve aspectos comportamentais e psicológicos. “No primeiro temos uma relação direta com fatores sociais, como a atual moda do vape entre os mais jovens, o que faz com o consumo seja associado a status de pertencimento. Já o segundo diz respeito ao efeito da nicotina no sistema nervoso central, que é de intensa, porém momentânea, sensação de prazer”. 

O psicólogo destaca que o efeito de bem-estar sentido pelo fumante dura pouco tempo, o que faz com que ele logo tenha vontade de senti-la novamente. “Assim, a busca por tal sensação leva ao aumento no consumo de mais cigarros, fazendo com que seja preciso doses cada vez mais fortes para conseguir a mesma sensação de prazer”, conclui Igor Soares. 

Sobre a Estácio 

A Estácio é uma das maiores marcas do ensino superior brasileiro e, há mais de 50 anos, enriquece a sua história ao possibilitar o acesso democratizado ao ensino de qualidade e promover a transformação individual e social de seus alunos. Pioneira e um dos maiores players no digital, a instituição desenvolveu um modelo moderno que promove um melhor aproveitamento para os estudantes em aulas dinâmicas em uma plataforma de ensino 100% Digital, com conteúdos que podem ser acessados de qualquer dispositivo, on e offline, garantindo maior mobilidade, com acesso ilimitado. 

Leia mais:   MT tem quatro candidatos ao Governo e sete ao Senado

Presente em 25 estados e no Distrito Federal, por meio do ensino presencial, e em todo o Brasil com o ensino digital, contando com mais de 700 mil alunos matriculados, a Estácio oferece cursos de graduação em diferentes formatos de ensino, pós-graduação e cursos de extensão. Aposta na tecnologia e na inovação como diferenciais para aprimorar o aprendizado, e seus currículos são alinhados às necessidades do mercado de trabalho. A busca constante pela qualidade acadêmica e os investimentos na área de ensino geraram ótimos resultados nos últimos anos – suas instituições e cursos e são reconhecidos pelo MEC com elevados conceitos de qualidade. 

Além de seu natural poder de transformação, pela entrega à sociedade de milhares de profissionais formados todos os anos, a Estácio tem uma atuação distintiva de diálogo, suporte e promoção das comunidades em que se insere. Com amplo envolvimento dos alunos e docentes, ações como atendimentos gratuitos, palestras e seminários, mutirões e ações de mobilização acabam beneficiando milhões de pessoas. A Estácio possui também um dos mais sólidos e atuantes Programas de Responsabilidade Social do País, e apoia diversos projetos por ano nas áreas de educação, cultura, esporte e cidadania. 

Sobre o IDOMED   

      O IDOMED é um grupo que reúne 17 escolas médicas e consolida a tradição de 25 anos de experiência nesse segmento. Está presente em todas as regiões do país, com aproximadamente 7,5 mil alunos e foco em excelência no ensino, aprendizado prático, tecnologia aplicada, desenvolvimento docente e conexão com a carreira médica. O grupo oferece programas de graduação, pós, especialização e cursos de atualização, e está entre os líderes na incorporação de tecnologia educacional voltada à formação em Medicina. 

Patrícia Belarmino

(67) 9 9221-3227
Comentários Facebook

Cáceres e Região

Concurso Público para o TRT/MT recebe mais de 22 mil inscrições; salários podem chegar a R$ 12 mil

Published

on

Assessoria

O Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região (MT) recebeu 22.272 inscrições para o concurso público de servidores. As provas serão realizadas em 11 de setembro, em Cuiabá, pela Fundação Carlos Chagas. Conforme divulgado, os salários pagos são de R$ 7.591,37 a R$ 12.455,30.

Do total de inscrições, 45,2% (10.072) são para o cargo de técnico judiciário da área administrativa, que tem o nível médio de formação como principal exigência.

Entre os cargos de nível superior, o que mais recebeu inscrições foi o de Analista Judiciário- Área Judiciária, com 4.211 (18,9%) dos candidatos, seguido por Analista Judiciário – Área Administrativa, que recebeu 3.201 (14,3%) inscrições. Já o cargo de Oficial de Justiça Avaliador Federal registrou 1.261(5,3%) dos candidatos.

São 4 vagas para preenchimento imediato: duas para Analista Judiciário (uma da Área Judiciária e outra de Tecnologia da Informação) e duas para Técnico Judiciário (sendo uma da Área Administrativa e a outra da especialidade de Tecnologia da Informação).

Cadastro de Reserva

O concurso também servirá para formação de cadastro de reserva de outros 15 cargos. Segundo o diretor geral do TRT-23, Marlon Rocha, apesar do pequeno número de vagas abertas, existe a possibilidade de diversas nomeações durante a validade do concurso.

Leia mais:   Homem é preso no lugar do irmão por mais de 3 anos, em Cáceres, defensoria pede nulidade do processo

“Nosso Tribunal completa 30 anos em 2022 e muitos dos nossos servidores estão perto da aposentadoria. O Tribunal vai trabalhar para conseguir a autorização para prover esses cargos”.

Comentários Facebook
Continue Reading

Cáceres e Região

Superação: Deputado federal Dr. Leonardo revela que superou câncer raro: “estou curado e mais forte!”

Published

on

Assessoria

O deputado federal Dr. Leonardo (Republicanos) decidiu revelar que lutou por mais de 1 ano contra um câncer ósseo raro. Apesar da extrema gravidade da doença, diagnosticada no auge da pandemia de Covid-19, o deputado continuou trabalhando e destinando recursos para Mato Grosso.

“Estou curado e mais forte! Sinto que este é o momento de agradecer a Deus pela benção de estar vivo e podendo retribuir trabalhando pelos que mais precisam”, declarou o deputado Dr. Leonardo.

     A descoberta da doença aconteceu de forma surpreendente. Após sofrer um acidente de caminhonete, durante uma vistoria da rodovia BR-174, no interior de Mato Grosso, o deputado ficou gravemente ferido. Ao passar por exames, a equipe médica descobriu a existência do câncer que mudou a sua vida.

“Como médico de profissão, eu sabia da gravidade das fraturas. Pensei até que não poderia mais voltar a andar, mas o diagnóstico de câncer foi o que mais me surpreendeu”, disse o deputado.

Diante da situação, Dr. Leonardo optou por realizar um tratamento sem alarde ao público. Todo o tratamento da doença foi mantido em silêncio da maioria das pessoas. Apenas os familiares e amigos de Cáceres sabiam da real gravidade da situação.

“A luta contra o câncer foi o momento mais difícil da minha vida. Então preferi me recolher, estar com a minha família e me apegar a Deus, que renovou a minha fé e me deu forças para seguir em frente. Neste período, o apoio dos meus familiares e amigos e o trabalho foram fundamentais para manter e superar esta doença que é tão agressiva”, disse.

Leia mais:   MT tem quatro candidatos ao Governo e sete ao Senado

Deputado federal de primeiro mandato, Dr. Leonardo não se licenciou do cargo, mesmo passando por este momento difícil.

Durante a pandemia, logo após ser submetido a cirurgias e iniciar as sessões de quimioterapia, o trabalho parlamentar foi feito inicialmente de maneira remota. Mas, aos poucos, o deputado começou a retomar as suas atividades presenciais, usando cadeira de rodas, depois muletas e hoje voltou a andar normalmente.

     “Com fé em Deus, segui com o meu tratamento, com dor física, mas nem isso me fez parar de trabalhar por Mato Grosso. Trabalhei de cadeira de rodas, trabalhei de muleta, mas também trabalhei com fé e com a esperança de dias melhores”, afirmou.

O deputado destaca que todo o tratamento foi uma jornada de muita dedicação, coragem, aprendizado e fé. “Eu tive realmente que reaprender a andar. Por ter sido uma fratura no fêmur grave, eu fiquei de cama por um tempo após a cirurgia. Depois passei a usar cadeira de rodas para me locomover e participar das sessões. Mas nem isso nos impediu de trabalhar por Mato Grosso e atender aos municípios”, afirmou.

O deputado lembra que teve que passar por sessões de fisioterapia, em Brasília e também em Cáceres, como parte do processo de fortalecimento para poder andar novamente. “Após deixar a cadeira de rodas e avançar no tratamento, eu consegui poder usar muletas. Lembro que foi um sentimento de vitória poder andar e rever algumas pessoas, e manter este contato mais próximo com todos”, disse.

Com a experiência no atendimento de pacientes, o deputado Dr. Leonardo recorda que cresceu muito ao estar na condição de paciente.

Leia mais:   CONVENÇÃO PSD “Vamos lutar por quem mais precisa e fazer a diferença”: Irajá Lacerda oficializa candidatura a Deputado Federal

“Atuei como médico do Exército de Cáceres, médico do postinho e de grandes hospitais em Cuiabá, Várzea Grande e Pontes e Lacerda, e em todos os lugares por onde passei eu deixei a minha marca: a do médico decente que nunca mediu esforços para ajudar e dar um tratamento humanizado. Agora eu sei que isso faz realmente toda a diferença”.

Superado o câncer, o fim das dores da fratura e já podendo se locomover normalmente, o deputado Dr. Leonardo retomou plenamente seu trabalho e está percorrendo todos os municípios de Mato Grosso.

Em seu primeiro mandato, mesmo lutando contra o câncer, Dr. Leonardo se destacou pela sua luta em defesa da saúde, o combate à corrupção, fortalecimento da agricultura familiar e investimentos em áreas prioritárias como saúde e infraestrutura.

Mesmo durante o tratamento do câncer, o deputado Dr. Leonardo se manteve trabalhando como coordenador da Bancada Federal de Mato Grosso. O deputado destinou mais de R$ 313 milhões em emendas para o Estado. Deste total, foram R$ 200 milhões para atender as demandas dos municípios da região Oeste.

O deputado Dr. Leonardo representa a nova política, do bem e dos resultados. Ele mantém uma postura diferenciada se comparada em relação aos políticos tradicionais.

Em seu primeiro ano na Câmara Federal, por exemplo, Dr. Leonardo decidiu abrir mão da aposentadoria especial que teria como parlamentar. Ele apresentou ofício se retirando do Plano de Seguridade Social dos Congressistas (PSSC), um regime especial para aposentadoria dos atuais e de ex-integrantes do Congresso Nacional.

Comentários Facebook
Continue Reading

Mais Lidas da Semana