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Embaixador dos EUA: “É impressionante o trabalho que o Governo de Mato Grosso está fazendo”

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O embaixador dos EUA no Brasil, Todd Chapman

Todd Chapman elogiou atuação do Estado e quer repetir esse modelo em outros locais

Por Lucas Rodrigues | Secom-MT

     O embaixador dos EUA no Brasil, Todd Chapman, elogiou a atuação do Governo de Mato Grosso no combate aos crimes ambientais, em especial o desmatamento ilegal e os incêndios florestais.

Chapman e o governador Mauro Mendes se reuniram na tarde desta quinta-feira (22.04), por videoconferência, e falaram sobre as estratégias do Governo do Estado para prevenir e combater os crimes ambientais, bem como as potencialidades da nossa produção agrícola.

“No meio ambiente, Mato Grosso é um líder e eu quero muito ouvir sobre o seu programa, porque todos falam sobre isso. O que eu tenho ouvido sobre Mato Grosso é que vocês têm um sistema, através de sua Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), uma maneira tecnológica de saber quando e onde estão começando as queimadas ilegais, e entrar em contato com os proprietários dessas áreas. Muitos estão querendo repetir esse sistema”, afirmou Chapman.

De acordo com o embaixador, vários agentes públicos de outros estados têm comentado com ele sobre a eficácia do monitoramento de Mato Grosso sobre as áreas atingidas por desmatamento ilegal.

“Estou como embaixador há pouco mais de um ano. E várias vezes pessoas disseram a mim ‘Mato Grosso tem um sistema tal, que funciona’. Já ouvi pelo menos 10 vezes, de vários lugares. E eles dizem ‘Mato Grosso tem vantagem em relação a Pará, Amazonas, porque vocês sabem a quem pertence as áreas’. Me parece um extraordinário trabalho. É impressionante. Queremos articular para repetir esse modelo em outros estados do Brasil. É impressionante o que Mato Grosso está fazendo”, pontuou.

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O governador Mauro Mendes explicou que a ferramenta em questão foi implantada pelo estado em 2019. O sistema monitora todo o território de Mato Grosso por satélite e detecta qualquer desmatamento acima de 1 hectare.

“Em qualquer ponto do Estado de Mato Grosso, se alguém começar um desmatamento e ele for superior a 1 hectare, o nosso sistema consegue – pelas imagens de satélite do dia anterior e do dia seguinte – cruzar as imagens e o sistema dá o alerta. O analista olha, identifica e imediatamente pelo Cadastro Ambiental Rural nós ligamos para o proprietário. A grande maioria cessa com aquele desmatamento e aqueles que persistem, as nossas equipes vão a campo e aplicam as multas”, relatou.

Mauro pontuou que, somente no ano passado, foi aplicado mais de R$ 1,5 bilhão em multas com o auxílio desse sistema. E que, ao contrário do que ocorria anteriormente, as multas geram consequências aos infratores.

“Temos feito campanhas muito fortes nos meios de comunicação, dizendo exatamente isso: não aposte na ineficiência do estado, pois nós estamos equipados tecnologicamente e aqueles que arriscarem poderão ter consequências muito graves. Alguns anos atrás, essas multas ficavam engavetadas. Hoje temos uma força-tarefa que está dando sequência e consequência em todas essas multas. Quem desmatou, vai ter que regenerar e responder criminalmente. Hoje uma multa resulta em um administrativo e simultaneamente os dados são enviados ao Ministério Público, que já começa o processo de responsabilização criminal”.

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O governador ainda destacou que Mato Grosso já reduziu os alertas de desmatamento em 31,5% entre agosto de 2020 e janeiro de 2021, comparando com o mesmo período do ano anterior. O dado oficial é do Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (DETER) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

“Estamos aplicando corretamente a lei, o Código Florestal Brasileiro e penalizando a minoria que comete esses crimes, mas que causam danos ambientais, de imagem e econômico para a grande maioria. Estamos investindo R$ 73 milhões para combate ao desmatamento ilegal e incêndios florestais. É um trabalho que demanda tempo, investimento e muita dedicação, e que tem dado resultado”, finalizou.

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Cáceres e Região

Sem receber salários funcionários do Hospital São Luiz protestam e conclamam apoio da população e autoridades

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Sinézio Alcântara – Expressão Notícias

      O drama vivido por funcionários do Hospital São Luiz, em Cáceres, parece não ter fim. Passando necessidades, alguns sem ter até mesmo o que alimentar em casa, pedem socorro à população e, principalmente, as autoridades, para que intercedam junto a empresa Pró-Saúde, para resolver a situação.

        Para protestar, de forma silenciosa, e ao mesmo tempo evitar punição, os funcionários anexaram na parede onde se localiza a máquina de ponto, vários cartazes em que expõem a situação e cobram o pagamento dos salários e o vale alimentação que, segundo eles, já vai para 4 meses.

        Em uma nota encaminhada ao site Expressão Notícias, os funcionários afirmam que “estamos passando necessidade; tem família pedindo ajuda a parentes. Queremos apenas colocar o pão de cada dia em nossa mesa. Onde estão as autoridades. Nessa hora somem todos”.

        Na nota, eles afirmam que estão com salários atrasados desde o mês de junho; o vale alimentação, não recebem a quase quatro meses e receberam apenas a metade do 13º salário do ano passado.  Também, em nota a direção hospitalar diz que aguarda recursos previstos para serem disponibilizados na próximas semanas e que serão direcionadas ao pagamento dos salários  (Abaixo a íntegra da nota).

       “A nossa situação chega a ser humilhante, mas temos que recorrer à imprensa, para a população saber o que estamos passando” afirma uma funcionária. Dizem que optaram por anexar cartazes na parede da máquina de ponto para não aparecer quem está protestando para evitar retaliação.

         “Trabalhamos como escravos. Além de passar por privações, não podemos reclamar. Se fizer, eles mandam embora, não pagam os direitos trabalhistas e mandam procurar a justiça. Aí eles enrolam ainda mais. Tem funcionários que foi mandado embora há mais de 6 meses e até hoje não receberam os direitos”.

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           A crise vivenciada pelo Hospital São Luiz se arrasta há mais de um ano. Além do atraso do pagamento dos salários dos funcionários, há vários outros tipos de reclamação de médicos e pacientes. Os médicos denunciam que faltam insumos para trabalhar. Por isso, já registraram várias ocorrências policiais.

          “Não temos vários tipos de insumos para trabalhar” reclamou um dos médicos que registrou ocorrência policial. “A comida que trouxeram é de péssima qualidade” denunciou uma paciente.

           Os funcionários protestantes dizem que não tem mais a quem recorrer. “Infelizmente não temos a quem recorrer. Já foram registradas várias ocorrências policiais; A Secretaria de Estado de Saúde, tem conhecimento desse caos: os nossos políticos nessa hora não aparecem. E, o Ministério Público parece que não existe, em Cáceres.

        Teoricamente, a falta de recursos, não seria a razão pelo atraso no pagamento dos salários; da aquisição de insumos e da má qualidade da alimentação servida aos pacientes.

        No início do ano, a Secretaria de Estado de Saúde (SES) readitivou pela 19ª vez, o contrato com o hospital, com acréscimos de 24,65%. Passando de R$ 24.564.527,72 para R$ 30.691.681,20. O que significa um reajuste de mais de R$ 6 milhões anuais. Ou ainda mais R$ 504.596,26 mensal.

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          Esperava-se que com aumento de mais de R$ 500 mil mensal, haveria uma melhora no atendimento da unidade. O que, infelizmente, não aconteceu. Pelo contrário: as denúncias e reclamações, chegam diariamente.

         Nos últimos meses foram realizadas algumas sindicâncias e auditorias no hospital. Porém, o resultado das ações nunca se tornou pública. Devido as inúmeras irregularidades constatada, há dois anos, o promotor público Rinaldo Segundo solicitou a intervenção do Estado, na unidade, o que não ocorreu.

 

NOTA

A direção do Hospital São Luiz (HSL) informa que mantém diálogo constante com todas as lideranças da unidade, compartilhando esclarecimentos sobre os temas apresentados, bem como os impactos socioeconômicos ocasionados pela pandemia da Covid-19 em todo o País.

Cabe esclarecer que o HSL aguarda recursos previstos para serem disponibilizados nas próximas semanas, e que serão direcionados imediatamente ao pagamento de salários. Não procede a informação de que a unidade recebe recursos mensalmente no dia 10.

Vale lembrar que, conforme divulgado anteriormente, o HSL quitou o pagamento de salários referente ao mês de maio, além de parte de benefícios e férias aos colaboradores. A direção do Hospital São Luiz está à disposição dos profissionais na prestação de todos os esclarecimentos necessários.

O HSL, assim como a maioria dos hospitais filantrópicos do Brasil, enfrenta dificuldades em decorrência da pandemia, que impactou na gestão de recursos. No entanto, o hospital vem atuando continuamente para a estabilização econômica e na continuidade de um atendimento seguro e com qualidade na região de Cáceres.

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Cáceres e Região

Receita Federal doa aparelhos eletrônicos para prefeitura utilizar na saúde municipal

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A Receita Federal em Cáceres, realizou a doação de diversos aparelhos eletrônicos para a prefeitura, destinados à secretaria municipal de Saúde para auxiliar nas ações de enfrentamento à pandemia da Covid-19. Segundo a prefeita de Cáceres, Eliene Liberato, são aparelhos celulares smartphones, iPhones, notebooks e roteadores, que serão utilizados pela coordenadoria de vigilância em saúde e pela central de monitoramento da Covid.

“ São aparelhos eletrônicos que terão muita utilidade nas ações de combate à pandemia. Vieram em uma boa hora. Agradeço a Receita Federal e ao Rogério por esta iniciativa e parceria social”, avaliou Eliene

Liberato disse ainda que a Prefeitura de Cáceres é muita grata à Receita Federal, que entendeu as necessidades do município neste tempo de enfrentamento à Covid e não mediu esforços para auxiliar nesse momento onde as tecnológicas são fundamentais para ações de saúde pública. “Obrigada, juntos somos mais fortes”, reconheceu Eliene.

Segundo a secretária de saúde Elis Fernanda, os celulares começam a ser utilizados na prevenção e monitoramento dos casos suspeitos ou confirmados da Covid-19, suporte às campanhas de vacinação contra a Covid e Gripe , e outras funções administrativas da Saúde Municipal.

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“Em meio a esta crise na saúde mundial, a iniciativa da Receita permite uma economia aos cofres públicos e recursos que poderiam ser utilizados na compra destes equipamentos vão para atender a população”, ponderou Elis

Já o Auditor-Fiscal da Receita Federal, Rogério Rigotti, falou que a tecnologia é imprescindível na realização de trabalhos que auxiliam o cidadão.

“A Receita Federal prioriza doações para instituições onde os objetos – neste caso aparelhos eletrônicos – serão usados para dar suporte à população. Neste caso auxiliamos diretamente as necessidades da saúde municipal, através da vacinação em Cáceres”, finalizou Rogério.

A doação tem previsão legal com formas de destinação das mercadorias à entidades de assistência social sem fins lucrativos, incorporação a órgãos públicos federais, estaduais e municipais, bem como a realização de leilões ou destruição.

Esdras Crepaldi – CCom

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