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Política

Em seminário, deputada fala de empoderamento feminino e sobre a baixa participação da mulher na política

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Foto: Marcos Lopes

A deputada estadual Janaina Riva (MDB) abriu, nesta segunda-feira (21) o seminário ‘Mulheres no Espaço Público’, evento de entrega do relatório final da Câmara Setorial Temática da Mulher (CSTM). Segundo a parlamentar, o trabalho da CST começa a dar frutos com o levantamento das leis existentes de proteção e defesa da mulher e os apontamentos do que ainda falta ser implantado, para poder levar à sociedade mais informações sobre os recursos legais disponíveis no estado e nortear os deputados sobre o que ainda é necessário para combater a violência contra a mulher.

“É muito gratificante ver que as ideias e os apontamentos levantados pela câmara setorial temática começam a ser colocados em prática e já norteiam nossos projetos de lei e trabalhos na busca pela defesa dos diretos das mulheres. Quando o deputado Wilson Santos e eu pensamos na implantação dessa Câmara e levamos a proposta à desembargadora Maria Erotides, com o convite para que ela presidisse os trabalhos, era justamente para ser apolítica, com representantes de cada poder e de segmentos da sociedade civil organizada para ratificar a seriedade do seu trabalho. Deu certo e hoje tenho muito orgulho de ter feito parte disso”, disse.

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Janaina palestrou sobre ‘Mulheres no Espaço Público’ com relação à participação das mulheres na política e os desafios enfrentados por aquelas que resolvem passar pela disputa eleitoral. Defensora fiel da PEC que tramita no Congresso Nacional onde reserva um percentual mínimo de 15% de vagas nos parlamentos para as mulheres, Janaina falou de sua trajetória política e das dificuldades enfrentadas pelas mulheres na política.

“Se essa PEC fosse aprovada, teríamos no mínimo 4 deputadas estaduais em Mato Grosso e conseguiríamos pleitear mais espaços de poder para defender com mais força as nossas bandeiras. A região Centro-Oeste é a que possui menor percentual de mulheres nas casas legislativas. O estado vizinho, Mato Grosso do Sul, não tem nenhuma deputada estadual nesta legislatura. Há duas legislaturas eu sou a única mulher no Parlamento estadual. É muito complicado promover a democracia sem a paridade”, explica.

De cada 100 parlamentares estaduais brasileiros, somente 15 são deputadas – em 2014 o porcentual era de 11%. Dos 1.060 eleitos em 2018 para os legislativos nos Estados, apenas 163 são do sexo feminino. “Nosso trabalho de empoderamento feminino é árduo e na minha opinião passa pela conscientização das nossas meninas. A gente precisa ser respeitada. Eu desejo que minha filha possa ser o que ela quiser, política ou não, mas que suas escolhas sejam respeitadas”, finalizou.

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Fonte: ALMT

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Após indicações de Paulo Araújo município de Cáceres poderá receber benefícios na área de infraestrutura, segurança e lazer

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

A cidade de Cáceres (distante 219 km de Cuiabá) poderá receber benefícios importantes em prol da infraestrutura, segurança, esporte e lazer, graças ao empenho do deputado estadual Paulo Araújo (Progressistas) que apresentou três indicações no plenário na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) no último dia 6.

O parlamentar indicou (n° 4583/21) ao governador Mauro Mendes, com cópia ao secretário de Estado de Segurança pública, Alexandre Bustamante dos Santos, acerca da necessidade de viabilização de construção reforma do prédio da Polícia Civil de Cáceres.

O progressista também indicou (n° 4589/21) ao governador Mauro Mendes, com cópia ao secretário Alexandre Bustamante dos Santos, acerca da necessidade de manutenção de 13 câmeras de segurança adicionais para facilitação do trabalho dos 6º Batalhão da Polícia Militar de Cáceres.

Indica (n° 4584/21) ao governador, com cópia ao secretário de Estado de Esporte, Alberto Machado, acerca da necessidade de aquisição dos seguintes itens para futebol de campo masculino e feminino jogo de camisa completo, duas bolas de futebol, dois troféus de 1º e 2º colocado, um par de redes de campo, medalhas a comunidade esportiva Cáceres.

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Fonte: ALMT

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Política

Lúdio Cabral recomenda vacinação de pessoas de 12 a 17 anos com comorbidade ou deficiência

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

O deputado estadual e médico sanitarista Lúdio Cabral (PT) recomendou à Comissão Intergestora Bipartite (CIB) a inclusão de adolescentes de 12 a 17 anos com comorbidade ou deficiência como grupo prioritário para vacinação contra a covid-19 em Mato Grosso. Em ofício enviado ao presidente da CIB, o secretário estadual de Saúde Gilberto Figueiredo, e ao presidente do Conselho das Secretarias Municipais de Saúde (Cosems), Marco Felipe, Lúdio recomendou a vacinação com imunizante da Pfizer para crianças e adolescentes entre 12 anos e 17 anos que têm doenças crônicas.

“Os estudos clínicos indicam que a vacina da Pfizer é segura e eficaz para crianças e adolescentes de 12 a 17 anos. E as pessoas com deficiência ou doenças crônicas, como diabetes, doenças pulmonares e doenças cardíacas, entre outras, são mais vulneráveis ao vírus e a desenvolver as formas graves da covid-19. Por isso é tão importante proteger essa parcela da população, que ainda não está incluída no plano de imunização”, disse Lúdio.

A aplicação da vacina da Pfizer em adolescentes a partir de 12 anos já foi aprovada em diversos países e também pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que deve incluir essa faixa etária na bula do imunizante no Brasil. Porém, ainda não há previsão de iniciar a vacinação das pessoas dessa faixa etária em Mato Grosso. A imunização desse público já teve início em outros estados, como o Rio Grande do Sul.

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Lúdio Cabral destacou, ainda, o fato de a vacinação seguir a passos muito lentos em Mato Grosso, enquanto o estado assume a liderança do ranking de mortalidade por covid-19. “Mato Grosso é o estado com a maior taxa de mortalidade por covid do Brasil. São 357,2 mortes a cada 100 mil habitantes. Isso é resultado do negacionismo oficial, que produziu ações insuficientes e tardias de enfrentamento à pandemia, aliadas à lentidão na vacinação da população. Mato Grosso é um fracasso na gestão da pandemia e está numa situação muito pior que os outros Estados do Brasil”, disse.

Fonte: ALMT

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