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O empate por 1 a 1 entre Vitória e Ponte Preta, no último domingo, no Barradão, ficou marcado por polêmicas de arbitragem: dois gols anulados dos baianos, irregularidade na defesa do pênalti de Felipe Azevedo, outro pênalti não marcado para a Macaca em Reinaldo… Com a bola rolando, Eduardo Baptista apresentou, como havia prometido, um “novo desenho tático”, reforçou a marcação no meio de campo e apostou nos contra-ataques, mas a estratégia foi comprometida por antigos problemas defensivos, como a bola aérea. 

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altos e baixos

O começo de jogo da Ponte foi promissor. Eduardo entrou com Matheus Jesus e Pottker nos lugares de Cristian e Roger, respectivamente. As mudanças deixaram o time com três volantes e sem um homem de referência no ataque. A ideia era proteger a defesa, a mais vazada da elite nacional até aqui. Com João Vitor na cabeça de área, Matheus Jesus pela direita e Renê Júnior na esquerda, a Ponte liberou Clayson, Pottker e Felipe Azevedo para se movimentarem na frente. Os dois primeiros iniciaram abertos, enquanto Azevedo ficou mais centralizado.

Campinho Ponte Preta (Foto: Editoria de Arte GloboEsporte.com)Como a Ponte ficou com as novidades de Eduardo Baptista (Foto: Editoria de Arte GloboEsporte.com)

Até o futebol de Renê Júnior, com a retaguarda de outros dois volantes, deu a impressão que evoluiria. Outro detalhe é que a Ponte não teve vergonha em dar “chutão” quando necessário. Nas partidas anteriores, até por orientação de Baptista, o time evitava ao máximo o artifício, mas tática custou caro contra o Cruzeiro, no meio da semana. Os 15 primeiros minutos foram praticamente irretocáveis. Com uma postura agressiva, com ou sem a bola nos pés, e uma obediência tática elogiável, o time cumpriu a risca o plano de Eduardo Baptista, marcando em cima e saindo rápido na transição.

Foi assim que chegou ao gol logo aos oito minutos, quando João Vitor descolou um lançamento em profundidade na medida para Pottker arrancar entre os zagueiros e tocar na saída de Fernando Gabriel (veja abaixo). Sem guardar posição, o trio ofensivo abria espaço e permitia a infiltração nos vazios deixados pela defesa baiana. Na comemoração, Pottker foi abraçar Eduardo Baptista, em agradecimento à primeira oportunidade como titular e também pela jogada cantada. A sintonia entre o passe de João Vitor e o posicionamento do atacante deixa claro que o lance teve o dedo do comandante alvinegro nos treinamentos fechados. 

 

Acontece que a Ponte não sustentou o ritmo intenso por muito tempo. Em vantagem, recuou e viu o Vitória controlar as ações. Os donos da casa terminaram o primeiro tempo com 66% de posse de bola e dez finalizações – contra quatro dos campineiros. O domínio territorial virou empate com uma “ajudinha” alvinegra.

Em cobrança de falta de Diego Renan, ninguém acompanhou Kieza, João Carlos ficou estático, e o camisa 9 do Vitória, sozinho na pequena área, desviou para as redes (assista abaixo). Foi o 19º gol sofrido pela Ponte em 11 partidas. Kieza ainda deu trabalho ao girar em cima de Kadu e rolar para Gabriel bater com perigo.

 

Do lado da Ponte, as chegadas ficaram escassas. Reinaldo reclamou – com razão – de um pênalti quando o jogo já estava 1 a 1. Ele invadiu a área e foi obstruído por Kanu, que deixou o braço no peito do lateral-esquerdo para impedir a passagem. Na saída para o intervalo, Pottker comentou que a Macaca precisaria repetir o ritmo do começo para retomar o padrão. 

 

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capital

A Ponte até teve a chance de recuperar a vantagem logo aos seis minutos, quando a bomba de Pottker parou no braço de Kanu dentro da área. O árbitro Ricardo Marques Ribeiro marcou pênalti. Artilheiro do time no Brasileirão, com quatro gols, Felipe Azevedo chamou a responsabilidade, mas Fernando Gabriel defendeu. Apesar dos méritos, o goleiro se adiantou bastante antes da cobrança. 

 

A chance desperdiçada abalou o emocional alvinegro, e o Vitória tentou se aproveitar disso, insistindo nos cruzamentos. Quando colocou a bola no chão, levou mais perigo. Os atacantes baiano levaram vantagem em quase todos “mano a mano” com Fábio Ferreira e Kadu. Numa arrancada, Dagoberto passou pelos dois e só não virou por um capricho da bola. 

 

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ufa!

 

O Vitória chegou a virar duas vezes, mas a arbitragem anulou ambos os gols. Na primeira, uma saída errada de bola de João Carlos pegou a zaga desarrumada, e Dagoberto cruzou na medida para Kieza desviar de cabeça. O assistente marcou impedimento, mas a condição do atacante era legal. Já nos acréscimos, Kieza ganhou no alto de Jeferson, Dagoberto tomou a frente de Kadu e deslocou João Carlos: 2 a 1? Não. Ricardo Marques Ribeiro viu toque no braço de Dagoberto para ajeitar a bola. Para a revolta dos baianos, e alívio dos alvinegros. 

 

A essa altura, Eduardo Baptista já havia colocado Nino Paraíba e Felipe Menezes em campo – para as saídas de Clayson e Renê Júnior, respectivamente. O primeiro desperdiçou uma boa chance em contra-ataque, enquanto que Menezes entrou um pouco desligado. 

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trapalhada

Ainda teve uma lambança de João Carlos, que soltou a bola nos pés de Ramon ao tentar cruzamento. O travessão salvou a Ponte – e a pele de João Carlos, que novamente não passou segurança aos companheiros nas saídas pelo alto. 

 

Como a partida ficou aberta, principalmente pela postura do Vitória, a Ponte também teve suas chances. Além do lance com Nino Paraíba, Pottker, a principal opção ofensiva da Macaca, arrancou e disparou de esquerda da entrada da área, na última jogada da partida. O chute passou perto do travessão. Diante das circunstâncias do jogo, a Ponte até que ficou no lucro.

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Entretenimento

Eclipse lunar traz ‘Lua de sangue’ no domingo (15); saiba mais

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No próximo domingo (15), acontecerá o primeiro eclipse lunar de 2022. Será um eclipse do tipo total, que ocorre quando a Lua cheia se move para a chamada sombra umbral profunda da Terra (parte mais interna e escura). Isso ocorre porque nosso planeta passa em frente à luz solar enviada para o nosso satélite natural.

De acordo com o astrofísico americano Fred Espenak, conhecido por prever eclipses, como a Lua cheia do dia 15 de maio é a chamada superlua, por estar no perigeu, o ponto mais próximo da Terra, esse eclipse será considerado uma superlua de sangue. O fenômeno, que poderá ser visto em todo o Brasil, ocorre quando a luz do sol passa pela atmosfera terrestre, mas desvia pelos comprimentos de onda para refletir de forma avermelhada na Lua.

Diagrama da sombra do eclipse lunar do dia 15 de maio. (Fonte: NASA/Divulgação.)Fonte:  NASA 

Quando acontecerá o eclipse total da Lua no domingo?

Conforme o perfil Astronomiaum no Twitter, nas cidades com fuso horário de Brasília, o eclipse lunar de domingo terá início às 22h32, e terá o seu ápice na madrugada de segunda-feira (16) à 1h11, com o término ocorrendo às 3h51. Além do Brasil, a Lua de sangue poderá ser vista também nos EUA e Canadá, além de partes da África e Europa.

Diferentemente do eclipse solar, que só é observável em uma área relativamente pequena do mundo, os eclipses lunares podem ser vistos em qualquer lugar no lado noturno da Terra. A sua visualização também é mais segura, pois esses fenômenos não necessitam de nenhum tipo de proteção para os olhos, pois são mais escuros do que a própria lua cheia em si.

Para quem mora em grandes cidades, e não pretende viajar para locais com baixa poluição visual para assistir ao eclipse total da Lua no domingo, será possível visualizá-lo através do canal oficial da NASA do YouTube. O telescópio da agência aeroespacial norte-americana irá iniciar a transmissão das imagens do fenômeno a partir da zero hora do dia 16 de maio, no horário de Brasília.

Para assistir, basta clicar no link acima para definir o lembrete e, na hora marcada, acompanhar os detalhes em alta resolução.

Fonte: https://www.tecmundo.com.br/ciencia/238420-eclipse-lunar-traz-lua-sangue-domingo-15-saiba.htm

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Brasileirão Série A

Em Minas, Cuiabá perde para o líder Atlético-MG e cai invencibilidade

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A Gazeta

Após 12 jogos sem derrotas fora de casa pelo Campeonato Brasileiro, o Cuiabá perdeu a longa invencibilidade que acumulava na série A para o líder Atlético-MG neste domingo (24), em Belo Horizonte, pela 28ª rodada do Brasileirão. O galo venceu por 2 a 1 e pôs fim a longa série do auriverde sem derrotas longe de casa.

O Dourado continua com 35 pontos, em décimo lugar na tabela de classificação. O Galo, por sua vez, chegou aos 59 tentos e é mais líder do que nunca.

A mil por hora, assim começou o início do jogo entre Cuiabá e Atlético-MG no Mineirão. Logo aos 2 minutos, Nathan Silva, contra, inaugurou o marcador em recuo infeliz para Everton, que viu a bola entrar lentamente no gol. Aos 4, Hulk, dentro da pequena área, deixou tudo igual após jogada ensaiada de escanteio.

O time mineiro conseguiu a virada com Jair, que completou de cabeça para as redes após assistência de Guilherme Arana.

No início da etapa final, Hulk marcou o terceiro para o Atlético, mas o gol foi anulado após a arbitragem pegar um toque de mão do atacante. Daí em diante o Atlético continuou pressionando, mas sempre parando nas defesas seguras do goleiro Walter.

À medida que o relógio foi passando, o Atlético deixou o Cuiabá mais a vontade para trabalhar com a bola e passou a contar com os contra-ataques. O Dourado martelou, porém não conseguiu criar chances claras de gol.

O próximo compromisso do Cuiabá no campeonato brasileiro é contra o Red Bull Bragantino no dia 1º de novembro, na Arena Pantanal, às 19h30 (de MT.

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