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Dez pessoas são presas por garimpo ilegal dentro de terra indígena em MT

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Flagrante ocorreu na reserva indígena Sararé, perto de Pontes e Lacerda.
Grupo estava com equipamentos para extração de minerais.

Oito homens e duas mulheres foram presos dentro de garimpo instalado na reserva indígena Sararé, localizada entre os municípios de Vila Bela da Santíssima Trindade e Pontes e Lacerda, que ficam a 562 km e 483 km de Cuiabá, respectivamente. As prisões ocorreram no início da noite de quarta-feira (15), com apoio da Polícia Federal e Exército Brasileiro, que estavam nas proximidades por causa da operação Ágata, que combate crimes na região da fronteira.

Os dez suspeitos foram autuados pela Polícia Civil por prática de lavra de minérios sem autorização do Departamento Nacional de Produção Mineral. O delegado Gilson Silveira, da delegacia de Pontes e Lacerda, arbitrou fiança no valor de R$ 1,5 mil para cada um. Caso não paguem, deverão ser levados para o Centro de Detenção Provisória (CDP) do município.

As barracas e os equipamentos usados para a extração de minerais foram destruídos ainda no local pela PF e Exército, disse Silveira. Os suspeitos são de outros estados, como Amazônia e Pará, informou o delegado.

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A região da serra da Borda, em Pontes de Lacerda, foi ocupada no ano passado por garimpeiros de várias partes do Brasil, após a descoberta de jazidas de ouro, e desocupada por força de uma decisão da Justiça Federal. “Quando teve a desocupação do garimpo aqui, alguns retornaram para seus estados, mas outros ainda estão se aventurando”, disse o delegado.

O inquérito deve ser conduzido pela Polícia Civil, que ainda aguarda laudo do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente) para saber se houve também crime ambiental.

Carolina HollandDo G1 MT

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Cáceres e Região

Prefeitura apresenta relatório de vacina

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Assessoria

A Prefeitura de Cáceres, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, apresentou na manhã de hoje, 26 de janeiro, o relatório de aplicação da primeira dose da vacina contra o coronavírus, recebida pelo município.
Cáceres recebeu 955 doses da vacina contra o Covid-19, a distribuição da primeira dose foi realizada de acordo com o que preconiza o Ministério da Saúde.
Os profissionais da Saúde que ficam na linha de frente do atendimento de pessoas infectadas, foram os primeiros a serem vacinados.
A vacinação começou com 37 funcionários que atuam na Central do Covid, 07 no laboratório do município, 89 nos profissionais da UPA, 34 nos idosos que vivem na Casa de longa permanência, onde um idoso se recusou a tomar.
Estão sendo aplicadas ainda 266 doses nos profissionais que estão na ativa da Atenção Básica, e, 111 doses vão ser repassadas ao Hospital São Luiz. Totalizando 546 doses da primeira fase que ficou sobre a responsabilidade da Prefeitura em distribuir.
O Escritório Regional de Saúde recebeu 409, doses e decidiram a prioridade entre os seus profissionais de saúde.
A prefeita Eliene, disse se tornará público todo cronograma de vacinação, para que todos tenham ciência desse processo e que não haja dúvida sobre a seriedade do trabalho. “Existe um critério de fiscalização rigoroso, estamos acompanhando de perto o cronograma de vacina e vamos sempre que possível apresentar através dos canais de comunicação da Prefeitura, face, site, instagram”, Eliene, afirmou ainda que a segunda dose de aplicação será com 14 dias após a primeira, e que está previsto uma nova carga de vacina para esta sexta, mas não temos ainda a quantidade.

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Cáceres e Região

Lacerda protocola pedido para prefeitura de Cáceres estender serviço de entrega por 24 horas

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Assessoria

O vereador Lacerda do Aki (PRTB) solicitou da prefeita Eliene Liberato a alteração do decreto nº 110 de 19 de janeiro que estabelece que o serviço de entrega(delivery) só pode ser feito até as 23 horas. Lacerda pediu para a prefeitura de Cáceres que o serviço delivery seja autorizado por 24 horas.

Lacerda entende que o delivery por 24 horas vai preservar a saúde dos moradores da cidade, pois se tiver o serviço de entrega, as pessoas não vão sair de casa para comprar comidas e bebidas.

‘É preciso que a prefeitura autorize o delivery por 24 horas, pois assim o cacerense não vai precisar sair de casa para comprar sua comida ou bebida. Não é só uma questão comercial, é uma questão de saúde pública preservar o cidadão de Cáceres’, conta Lacerda.

O pedido foi protocolado na prefeitura e a tendência é que seja analisado nas próximas horas em Cáceres. A cidade vive um aumento vertiginoso de casos da covid-19 neste mês de janeiro.

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